View Full Version : Seção Brasil e Portugal
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 07:45 PM
Espaço para brancos que falem português.
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 09:19 PM
Vejam o lixo que virou o Stormfront Brasil (http://www.stormfront.org/forum/f173/), é um lixo Moderado por alguém que não vê ou não quer vêr.
SF BRASIL = ANTI-BRANCO
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 09:21 PM
Estarei usando esse espaço para poder colocar os materiais excluídos no SF Brasil pela censura judaica...
E postando outros materiais relevantes em língua portuguesa aqui.
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 09:26 PM
Camaradas,
Eu acompanhei o SF Brasil, durante meses antes de me filiar, pois achei que era a hora, pois estava com bom nível. E, na época desse tópico, eu não era filiado ao SF Brasil, e não pude responder. Mas, agora, que as coisas estão passando por alguns momentos de turbulência, eu gostaria de postar as minhas respostas, que não são baseadas em “achismos” ou “combate romântico da causa branca”, mas sim dos meus 38 anos de vida, com só MAÇON, PRETO e JUDEU atrasando a minha vida profissional e até pessoal, há tempos!
Camaradas, TODOS os sítios hospedados no Brasil (Valhalla88, La Verità, Resistência Branca, Organização Nacional Branca, White Power SP, etc) foram fechados. Agora, quando encontro um fórum internacional, e quem tem brancos de todas as partes do mundo, e ainda uma parte em português, e melhor, com brancos do Brasil, falando seus problemas e da opressão racial, vêm essas desavenças, criando a inimizade entre os que deveriam ser aliados: “Dividir para conquistar”, mais atual que nunca!
Todos reclamam de supostos comportamentos "agressivos" (!), de partir para a luta armada, etc. MAS ORAS O QUE É QUE OS “ATIVISTAS DE INTERNET” FAZEM?
Nada.
Ficam atrás da tela de um computador, falando como se estivesse na Alta Idade Média, na Europa (Século VII, está bom?), ou na libertação da Terra Santa, como um cruzado contra os infiéis Islâmicos.
Camaradas, assim, é muito fácil – até a minha priminha de 4 anos, de cabelos escorridos castanhos, é uma defensora da causa!
Camaradas, eu acordo todos os dias, e tomo 05 remédios traja preta, para agüentar o maldito ambiente "multicultural", de "aceitação" das diferenças, e todas essas palhaçadas politicamente corretas. Mas, apesar de ser um bom emprego público, onde trabalho com alta tecnologia, e do qual sou cobrado pela eficácia do meu desempenho profissional e científico, só os JUDEUS e MAÇONS conseguem subir dentro da estrutura da feitoria da administração pública na qual trabalho – e concursado, hein? E sem falar nas malditas cotas. Então, quando alguém fala que partir para luta armada é “radicalismo” (e houve quem criticasse essa passagem de um post meu), deveria tentar suportar isso.
E não ficar fazendo ativismo de Internet.
Por quê?
Porque a vontade que dá, é pegar todo esse lixo (maçons, judeus, mestiços, etc.) e “largar o aço” em cima deles. Pois, como disse, não dá para lutar com o inimigo pelas regras do inimigo.
E para mostrar que o “buraco é mais embaixo”, eu vou, hoje, dar um reply, com respostas consistentes desse tópico, para vocês verem na pocilga em que estamos.
E como disse, não é “achologia”, mas de gente que vive lá e esteve por lá – brasileiros brancos que sabem a verdade.
Só para vocês verem que até os próprios europeus esqueceram (ou nuca tiveram consciência) da causa, eles mesmos consideram como “europeus”, "europeus" como Lewis Hamilton e Thierry Henry... Enfim, como podem ver, está tudo perdido mesmo.
E é exatamente sobre isso que vou falar: a verdade. Fazendo um reply ao tópico aqui.
Pois bem. Eu tenho uma amiga. Ela se formou na mesma Universidade Federal que eu; só que ela fez Letras: Alemão-Português.
Devido a ela haver se destacado muito na graduação - e ser muito nerd com a cultura e língua germânicas (freqüentou o Instituto Goethe aqui no RJ), e deu aulas para alemães, de Português, entre outras.
Depois que ela terminou a graduação, ela conquistou no CNPq, uma bolsa para fazer extensão universitária, no Tirol. Só, que chegando lá, a bodega da burocracia brasileira deixou a menina sem a bendita da bolsa.
Então, ela foi se virar: trabalhando como Au Pair (imagino que vocês saibam o que é isso). Ficou um tempo com uma família por lá, trabalhando nesse esquema.
Depois que foi para a Alemanha, em Baden-Württmberg, ela foi aceita pela universidade de lá. Só que não tinha bolsa.
O curso universitário de extensão tem custos, assim como para se manter - comer, passagem de trem, moradia, essas coisas. Ela passou um dobrado. Trabalhou em McDonalds e Burguer King (dos quais ela não quer ser nem ser consumidora hoje em dia).
Mas, como ela era estudante, as leis lá obrigam a trabalhar somente tantas horas por dia e tal, para a pessoa poder estudar.
E qual o objetivo dela com a extensão? Ela queria estudar um ramo da área dela: dialetologia.
E Baden-Württmberg fica na Suábia, onde se fala o segundo dialeto mais odiado na Alemanha (o Suábio – palavras dela). Só perde para o Bávaro.
Pois bem, ela morava numa cidade grande, que tem uma universidade conceituada, sistema de transporte bem estruturado e tudo mais.
E foi estudando.
Mas, ainda no Brasil, na época da graduação, ela começou a se virar para aprender mais e mais. E pela Internet, foi conhecendo em chats e salas de bate papo (década de 1990 indo para os anos 2000), ia entrando nesses chats de lingua alemã, para praticar. Conheceu bastante gente. Gente boa. E gente escrota.
Mas ela conheceu um cara, que mora numa aldeia lá no interior do estado de Baden-Württmberg.
ALDEIA, sacaram? Deu para perceber?
O povo nessas aldeias e vilarejos, só vê alemão padrão lá, nos jornais e na TV. E olhe lá.
Na rua, se fala é dialeto. Em casa, se fala é dialeto. Até no trabalho, dependendo da hierarquia, e de onde vem a pessoa, só se fala dialeto.
Por exemplo, na cidade do meu pai, lá no extremo norte de Portugal, fronteira com Espanha (a cidade faz fronteira com a Espanha) é uma cidade pequena, mas dentro da cidade, eles, minha família, ainda vêm de uma aldeia, onde há um lugar que se chama Alto da Forca!
Pois bem.
Ela conversando com esse cara, pela Internet, em alemão, foi falando do que ela queria estudar, e outras coisas; e o cara era de onde?
Dettingen! Aldeia suábia, totalmente "roceira". O cara caiu como uma luva, para ela aprender o suábio.
Aqui, somente uma observação: não sei se você sabe, o reino Suevo, foi/era habitado pelos suevos, vandalos e alanos, que vieram migrando da Europa central, para aquela região extrema do norte da Ibéria. E depois, houve um movimento de retorno, para a Europa central, mais especificamente para a Germânia, onde eles, os suevos que voltaram, se estabeleceram como suábios. Ou seja, os suevos e os suábios são, no fundo, o mesmo povo.
Bom, continuando.
O tempo passou, passou, passou e ela passou por tudo isso.
Um belo dia, quando ela estava morando num ASILO (é, era o que ela dava para pagar, com o salário do Burguer King), ela recebeu um telefonema do cara de Dettingen.
E foi legal, eles se encontraram, e tal, ele mostrou para ela várias coisas, e tal, e o cara nem conseguia falar alemão padrão direito. E ela mal sabia falar suábio.
Pois bem, depois de uns tempos, começou a rolar um namoro entre eles, mas ela achava que não ia rolar nada, porque ela tinha que voltar para o Brasil; e ele não podia dormir no asilo – normas.
Bom, para encurtar a história: eles acabaram namorando, e acabaram se casando, e hoje moram em Dettingen, e ela está ficando louca, porque já estava desesperada porque não quer se dona de casa.
Aí, ela começou a procurar como fazer o Mestrado lá. Rolou vários stress, até ela passando do DaF, que é um teste foda, não rolou.
Mas, na ultima vez que a gente se falou, ela conseguiu ser aceita em um Mestrado ótimo, só que em outra cidade, e que fica longe. Bom, ela está se arranjando. Para tudo se dá um jeito.
Mas, para que eu escrevi tudo isso?
Para fazer o reply desse post: Alemanha de ontem x Alemanha de hoje.
E com as respostas de quem VIVE lá e sabe os problemas de lá.
Bom, começando: o lance que quero falar é que: a lavagem cerebral que fizeram nos alemães é tão grande, que você (eles, os alemães) não pode falar nada de preto, judeu, árabe, o cacete. Vai em cana. Vai em como nazista, racista, o cacete. E sem fiança, sem julgamento, sem porra alguma. O cara está no país dele, mas o marroquino ilegal, o indiano analfabeto e o tailandês travesti têm mais direito que o próprio alemão.
E tem o mais crucial: a Alemanha está infestada de turcos. Há bairros Turcos em Berlim, que nem o CAVEIRÃO do BOPE-RJ entra (lembra da guerra Islâmica que destruiu Paris há algum tempo? Os árabes não querem se adaptar à França – é a França que tem que aceitar vagabundo do Sudão, desocupado do Congo, marroquino ilegal e vai a desgraça abaixo. Ah, e tudo sendo pago pelos impostos dos franceses brancos! E na Alemanha é A MESMÍSSIMA COISA. É por aí.).
E, como eu disse, todos eles vivendo de graça, graças ao HARTZ-4. E nem sabem falar alemão. Mesmo havendo cursos gratuitos para ensinar aos estrangeiros.
Na época, eu li o post, vi o que escreveram, mas, eu enviei o texto para ela, para ela me dar a posição de alguém que vive lá. Não postei na época, pois como disse, não era filiado ao SF Brasil, somente lia. Mas, acho que, esse é o momento de trazer algumas informações que os “bons moços” não captaram ainda.
Vou postar aqui, o texto, e os comentários dela, certo?
Galaico, Suevo & Visigodo diz:
Oi!
Freqüento um fórum de discussão (não posto, apenas leio) supremacista-racialista pan-arianista branco, chamado Stormfront, que é em inglês, mas tem várias seções para white-nationalism de populações brancas do continente branco (Europa), assim como de populações brancas que se situam em outros continentes do mundo (Américas, Oceania, África, Ásia).
Os textos são nesse nível: você pode achar racista, mas, ao menos escrevem bem. E queria que você lesse porque fala de duas coisas que você VIVE aí na pele – devido exatamente à favelização da Alemanha e da Europa (lar da raça branca) como um todo: a não gratuidade do ensino superior e a “questão turca”. Leia com atenção e sem preconceitos. Muitas vezes, o racista pode ter razão, e mais, falar as verdades que certos pessoas (e muitos europeus – ENTENDA-SE: BRANCOS – alienados) não querem ouvir, por ser POLITICAMENTE INCORRETO. A fonte está no final do artigo.
Beijos e se quiser, mostre para o Frank e pergunte a opinião dele. (OBS.: FRANK É O MARIDO DELA, ALEMÃO)
AS RESPOSTAS E COMENTÀRIOS DELA ESTÂO EM VERMELHO, OK?
Comparando a Alemanha NS com a Alemanha atual:
O período da década de 30, na Alemanha, é comumente retratado como sendo de um tempo de terror, onde as mazelas nazistas arruinaram o país e o mergulharam na destruição. Um tempo de tragédia e decadência.
Porém, ao comentar esta época, poucos são os autores que buscam entrevistar pessoas comuns, alemães que nasceram no período anterior ao regime e que puderam presenciar e testemunhar a sociedade de então.
Eles só entrevistam gente tipo Tio Herrmann que nasceu em 1946 e acha que sabe alguma coisa de guerra, sendo que nem viveu o regime, a destruição da Alemanha e a reconstrução da mesma! Porque quando o tio Herrmann tinha lá seus 15 anos, e, teoricamente já estava prestando mais atenção no que estava acontecendo, já era final dos anos 1960 e a Alemanha já tava lá, toda desenvolvida e bonitona!
Neste texto, uma senhora alemã, de idade avançada, procura esclarecer este período, que carece de correta contextualização. Seu nome será preservado, por motivo óbvio, e será mencionada daqui em diante como Heidi.
Heidi morava na Alemanha em uma cidade nas proximidades de Leipzig e sua casa serviu de abrigo (bunker) para uma tropa da SS, a Schutzstaffel, que resistiu ao final da guerra por mais de um mês. Ela conhecia bem o regime e conheceu os “temidos” homens da SS.
Sobre o Nazismo, Heidi comenta que não se arrepende do período e nem tem vergonha do regime.
E não tem que ter vergonha não! Quem tem que ter vergonha são os bisnetos da Heidi, que abrem as pernas pra esse bando de estrangeiro filho da **** que vem pra cá fazer nada!
Na verdade, ela relata que a Alemanha da época era maravilhosa. Ela viveu durante os anos do regime nazista e presenciou um progresso em todas as áreas sem precedentes. A população voltou a ter orgulho de ser alemã.
Ter "orgulho alemão" sempre foi um problema e isso vem desde a época mitológica! Já viu germano e alemano batendo papinho e filosofando? NÃO! Germano e alemano lutam dia e noite, comem umas valquírias, tomam hidromel, vão pro Valhala, e lá no Valhala é porrada dia e noite no melhor estilo "fuking, drinking, HEAVY METAL!".
Com base nisso, "alemão" (é, entre aspas mesmo!) já tem problema com essa porra de ser "brigão" e não poder ter orgulho de ser o que É, ou seja, um lutador, conquistador e defender suas coisas! Aí vagabundo vem com esse papinho bunda aí...
(OBS: papinho bunda que ela quis dizer é que "Oh, a Alemanha era uma desgraça na época do III Reich!”) OK?
Muitos ainda não admiravam Hitler em particular, mas o Reich concebido pelos nazistas. Tanto o é, que o partido de extrema-direita alemão, o NPD, encontra esmagadora aprovação da população acima dos 70 anos.
Claro que os mais velhos vão querer o NDP! Na época do Hitler não tinha um bando de adolescente metido a "negão" que nem Eminen, não tinha estrangeiro mamando em teta do Estado alemão, não tinha um bando de alemão desocupado sem fazer porra alguma, e não havia esse papinho bunda do "vamos ajudar!". Vai ajudar a **** que o pariu!
A vergonha que a população alemã idosa - contemporânea ao nazismo - sente, na verdade, é pela maneira como a Alemanha fora sobrepujada, numa derrota estúpida.
A "vergonha alemã" gera, acima de tudo, DINH€IRRA! Por quê? Porque em TODAS as cidades alemães tem algumas coisinhas sobre o nazismo pra ser apresentada! Tirando os altos preços de Museus sobre os temas e os campos de concentração! Milhares de pessoas vão pra Polônia ver Auschwitz!
A cidade é um NADA, SÓ tem essa porra lá! Mas vagabundo PAGA para ir, e paga caro! Além disso, Hollywood ganha milhões com um bando de filmes sobre o "Tio do Bigode!” (Adolf Hitler).
E não só Hollywood (EUA), mas também o mundo TODO que gasta milhões fazendo documentários pra TV, coleção de DVD, livros, álbum de figurinha e o caralho! Nazismo é uma fabriquinha de dinheiro incrivel! E quem produz essa porra toda?JUDEU, né? Porque JUDEU ADORA fazer DINHEIRRA!
Tal narrativa é confirmada por um veterano de guerra alemão, que também não será identificado, que relembra às lágrimas sua juventude na Alemanha nazista, especialmente as Olimpíadas de 1936 e de como o Estado provia e protegia o povo.
No Brasil não temos liberdade de expressão para exibir a suástica em apologia ao Nacional-Socialismo. Mesmo na ausência de qualquer apelo à violência ou discriminação gratuita ela é censurada, pois algumas idéias daquela época batem de frente contra a atual plutocracia - NR.
Os trabalhadores eram valorizados, obtendo, pela primeira vez em um país europeu, benefícios que superam os de hoje, com cruzeiros, resorts e uma ampla rede para que pudessem aproveitar as férias.
Todo mundo fala de quantos JUDEUS morreram na guerra (é, porque ALEMÃO, POLONÊS, ITALIANO, JAPONÊS, e até BRASILEIRO não morreram, não é mesmo?). SÓ MORREU JUDEU!
Mas ninguém fala das leis trabalhistas que estavam na gaveta há anos na Alemanha, e só o Hitler teve peito pra botar em prática!
Ninguém fala que o HITLER foi quem tirou aquele alfabeto gótico sinistro, do idioma, para o alemão se tornar uma língua de melhor acesso, fazendo com que mais pessoas tivessem a oportunidade de aprender o idioma, tendo em vista que a Alemanha era o único país com essa porra de alfabeto!
Oh, sim, essas coisas boas são tão interessantes, mas o povo só tem interesse no que diz respeito à parte "ruim" do negócio!
A Alemanha de 1930 era a grande potência mundial, que atraía atores, artistas, políticos e príncipes de todos os países do mundo, que ansiavam por ver essa nova ordem.
O final dos anos 1920 e começo dos anos 1930 foram maravilhosos no quesito cinema! Época do impressionismo alemão no cinema! Fausto, Anel dos Nibelungos, “Schiller: a história de um gênio” - filme que foi usado em campanha nazista!
E o filme é bom pra caralho! (MAS, foi usado na campanha nazista... logo, o filme é "ruim").
Sem falar na Marlene Dietrich que estava estourando nos EUA, mas gravou alguns filmes excelentes na Alemanha! Aliás, Hitler era chegado em coisa boa!
Hoje, a Alemanha vive numa crise completa de identidade. Os alemães de hoje são uma cópia grosseira, uma caricatura do povo germânico do passado.
Outro dia passou na TV uma matéria sobre os produtos alemães! O pessoal aqui está tenso porque a qualidade dos produtos chineses está crescendo e a dos alemães, despencando! Alemão preza muito pela qualidade, ordem, distribuição de tarefas etc...
Muito bem, tentou organizar tanto e distribuir tanto essas tarefas que agora ninguém mais sabe pra onde ir!
Faço o que para me formar em torneiro mecânico? (Torneiro mecânico entendeu bem? Um troço bem básico!). Fachhochschule? Realschule? Universität? Ausbildung?
No fim das contas ninguém mais se entende! E nem ELES MESMOS! Essas especificações alemães são muito específicas! Oh, frase idiota que retrata BEM a situação!
Como não têm identidade, os alemães, principalmente os jovens, seguem fielmente a cartilha cultural americana, em ritmo crescente, quando a Alemanha é o berço da cultura ocidental mais desenvolvida que já houve.
Alemão acha "cool" viver nos anos 80 dos EUA! Ai escuta Modern Talking, usa cabelinho tipo Xororó, roupas coloridas sem nexo etc... Mas visual é o de menos! O pior é a MTV daqui! A MTV daqui consegue ser PIOR do que a brasileira! Pra você ver o nível!
Aqui tem MUITOS grupos de Rap que fazem essas papagaiadas do tipo Tati Quebra barraco! A diferença é que, como alemão não FODE, não tem um bando de adolescente grávida! Porém a maioria esmagadora das mulheres alemães que tem namoradinho estrangeiro (leia-se turco, tunisiano, indiano), fodem, e engravidam SIM!
A mídia faz com que as novas gerações tenham vergonha de seu passado, logo esta geração, que foi gerada décadas depois da queda do nazismo e que nada têm de responsabilidade.
Pelo “politicamente correto”, o governo alemão faz concessões inconcebíveis, sustenta pessoas que simplesmente não querem trabalhar em troca de um gordo “salário desemprego” mantido pelo Estado.
HARTZ-4! Dinheiro para estudante fazer uma GRADUAÇÃO NÃO TEM! Mas para sustentar vagabundo tem! Eles pagam não só o "bolsa família" bem como pagam todo material escolar, seguro saúde, aluguel etc.
Sua economia é a que menos cresce entre os países desenvolvidos. Sua previdência e educação entraram em colapso.
Por isso que tem pessoalzinho tomando porrada direto em Frankfurt am Main na Universidade! As pessoas estão fazendo GREVE DIRETO, e aqui em Tübingen já comecou! Só nos estados de Baden-Württmberg e Baviera é que tem essa taxa semestral de 600€, mas o governo quer que seja na Alemanha TODA! E querem aumentar o bolsa família! Ah, vai se foder!
Pela primeira vez na história da Alemanha, como país, a faculdade não será mais gratuita. Permite o estupro de sua cultura com a mais estúpida parcimônia.
Alemão é tão paga-pau dos EUA que eles não dizem mais "Eu estou feliz" (Ich bin Glücklich) e sim "Ich bin HAPPY!” Não se canta mais "Parabéns pra você" em alemão, só em inglês! Eles MATAM as declinações TODAS, e têm preguiça de conjugar verbos e usam o modo Genitivo ERRADO com apóstrofo, que nem no inglês! E no alemão isso não EXISTE!
Com os alemães se vendo isentos de trabalhar, graças à generosa ajuda do Estado, deu-se lugar a uma imigração maciça do povo turco, que agora vivem em guetos e que não assimilam a cultura alemã, mantendo-se sociologicamente separados, ocasionando atritos com o povo local, cometendo crimes e forçando os alemães a se adequarem a esses.
Os alemães, claro, são obrigados a tolerar tal situação, tudo pelo “politicamente correto”, sob a ameaça de serem rotulados como preconceituosos e racistas. Até os brasileiros que vivem na Alemanha testemunham e admitem esta “questão turca”.
Nem quero comentar sobre isso porque aí a minha pressão já sobe! Eu nem preciso falar nada, né? O que me dá raiva é que EU quero ESTUDAR, não quero dinheiro pra fazer nada não, só estudar! E NINGUÉM me ajuda!
Mas aí um filho da **** que fica aqui 10 ANOS ILEGAL, faz filho numa alemã e NÃO QUER TRABALHAR, e aí ganha TUDO de mão beijada! Vai se foder, Bangu! Digo, vai se foder Brandemburgo!
A Alemanha de hoje se vende para os EUA, sendo inclusive o único Estado europeu que se pronunciou a favor do ataque de Israel à capital libanesa, que vitimou mais de 1.400 civis.
Pois é, talvez se a Alemanha não tivesse exército como o outro lá disse, que É ALEMÃO, isso não tivesse acontecido! Tô irônica, escrota!
Há ainda, na Alemanha de hoje, um velado incentivo ao homossexualismo, sob a bandeira de tolerância. No país, qualquer manifestação pessoal contrária ao homossexualismo é crime, com previsão de reclusão. Por conta disto, a taxa de natalidade vem caindo ano após ano, piorando ainda mais o quadro da previdência.
Isso é balela! A taxa de natalidade cresce porque alemão NÃO FODE! As mulheres ALEMÃES querem fazer carreira e não querem ficar de "Maria em casa", ao contrário das turcas, tailandesas, BRASILEIRAS que querem ficar de madame em casa estilo "rainha do lar!”.
Além disso, o seguro maternidade é de 3 ANOS para as alemães (estrangeira é menos) e elas não querem ficar 3 anos longe do mercado de trabalho. Quem quer ficar bem longe são os estrangeiros (em geral africanos, latino-americanos e do oriente médio) que engatilham, né? Trabalham 3 meses, saem do emprego, ganham o HARTZ-4, ficam prenhas, recebem esse dinheiro por 3 anos do seguro maternidade MAIS o "bolsa família" e mais ajuda do governo pra pagar aluguel , material escolar, etc.
Depois que a criança já está grande, eles metem o 171 de que não estão achando emprego e já está muito tempo sem trabalhar e ficam nessa de HARTZ-4 pra sempre! E quem quer estudar, como eu, que quero fazer meu Mestrado, TOMA NO ***!
Há um grande contraste entre o que era a Alemanha, e o que ela é hoje.
A Alemanha HOJE é uma MERDA! E a tendência é PIORAR!
Mas o mais curioso é que quando se fala de cultura e povo alemães, sempre estas características são mencionadas, entre outras: Orgulho; Nacionalismo; Desenvolvimento; Organização; Segurança; Correção de valores...
Consciência coletiva:
(Alemão pra entrar no ônibus/trem consegue ser PIOR que brasileiro! Uma menina de 17 anos foi ESTUPRADA por DOIS homens num vagão de metrô em Hamburgo em 1995 ou 1997 e NINGUÉM fez nada! Consciência de c*** é r***!)
Honestidade; Força de vontade...
Educação:
(Pessoal aqui não sabe falar a língua oficial do PAÍS! Não sabe conjugar VERBO!)
Mal sabem as pessoas que estas características tiveram seu auge na década de 1930.
Retirei este texto do blog Wegwisir
A imagem que o acéfalo brownsileiro regular tem em geral do alemão, é que de apenas mencionar esta palavra, já se pensa num perfeito exemplar de nórdico, de cabelo e olhos claros. Apesar de esta idéia ser ignorante e negligente com muitas pessoas originalmente alemãs e arianas que não são assim (hoje em dia, mesmo excluindo a parcela forçada de imigrantes, muitos alemães legítimos têm cabelos e olhos escuros, e outras características fenotípicas mais comuns em outras sub-raças européias, sem querer taxar nenhum membro do fórum de “nordicista malvado”, por favor).
E, além disso, como já disse o Eserx, se não me engano, daqui a mais ou menos 60 anos, o Brasil terá mais brancos que a Alemanha.
Queria apenas deixar um último comentário deveras irrelevante sobre o dito acima:
Admiro o simbolismo da frase, mas acho que ao mesmo tempo em que os brancos de lá diminuem numa freqüência muito estranha para o país, aqui no Brasil já estamos acostumados há muito tempo em ver famílias brancas tendo no máximo 2 filhos, e em contrapartida pardos e negros se reproduzindo como lebres, e nos casos mais tristes (e muito freqüentes) se misturando com os brancos. Há não ser que haja uma revolucionária inversão de tendências e auto valorização da população branca brasileira, nunca ultrapassaremos a Alemanha em nada de bom (não que isso seja uma meta).
Achei a matéria boa e tive que comentar algumas coisas! Eu estou de saco cheio dessa porra! Porque eu estou vivendo uns problemas que NÃO são meus!
Era isso que tinha para dizer. Deixemos de sonhar. E façamos algo. Combate romântico nada resolve.
Saudações
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 09:39 PM
Comentários e comparações de um trecho do livro "Diário Turner" com a NOSSA realidade atual.
''Divulgue mensagens na sua comunidade sobre os problemas dela própria. Se você não pode controlar nada aonde você mora, por que está interessado em controlar o mundo?"
''Quando você utilizar as regras deles pra vencê-los, eles te vencem todas as vezes''.
"A Direita diz que tudo esta errado por causa dos Judeus, e é claro, eu passei trinta anos escutando esse tipo de discurso, eu mesmo fiz alguns deles, mas simplesmente não é verdade. É algo do tipo "o demônio me fez fazer isso", "o judeu me fez fazer isso", ao invés de aceitarmos as responsabilidade pelos nossos próprios problemas, porque estes problemas não são um problema Judeu, são problemas brancos e arianos, nós não podemos culpá-los pelo fato de estarmos perdendo".
“Eu diria que 2/3 de todo o dinheiro que é gasto na Luta Racial é desperdiçado, não nos ajuda com atividades que podem nos levar à algum lugar. Na próxima vez que você quiser atravessar o país só pra beber cerveja, comprar camisetas e escutar música, por que não fica na sua casa e escuta? Vá com alguns amigos à algum lugar onde não terá problemas e beba sua cerveja, mas guarde aquele dinheiro pra contribuir com pessoas que estão fazendo alguma coisa”.
“Os líderes ainda virão, não há líderes na cena hoje, incluindo eu, que vamos fazer aquilo. (...) Nós estamos preparando o caminho para o que virá, não se preocupe com liderança”.
“Hoje seu inimigo está na sua própria raça. Você pode se lamentar pelos negros, pela imigração, mas tudo acaba com os traidores da raça Branca, estes são nossos inimigos”.
“Eu não sou de Direita, sou um separatista branco, sou um revolucionário. Pego coisas da esquerda, coisas da direita, pego donde eu quiser e crio minhas próprias idéias. Mas não me chame de direitista”.
“Não me oponho aos não-Brancos que vivem em paz em seus países, eu só os quero fora daqui”.
“Se você apóia o Império do Mal (Governo) você está contra si próprio”.
1)Todos os guardas-costas armados e limousines a prova de bala na América não podem garantir sua segurança. Essa é uma lição que não eles não se esquecerão.
Agora todos eles estão todos rugindo em fúria contra nós e prometendo solenemente ao público que nos erradicarão e aniquilarão, mas depois que tiverem uma chance pra parar para pensar melhor, alguns deles estarão prontos a considerar a idéia de "comprar segurança". A grande fraqueza do Sistema é sua total corrupção moral.
Eles são vastamente superiores em número e em armas, mas nenhum de seus líderes é motivado por qualquer coisa além de interesse pessoal. Estão prontos para trair o Sistema no mesmo instante em que virem uma vantagem em fazer isso. Por agora, nós não devemos deixá-los saber que todos eles estão destinados inevitavelmente para a execução na forca. Deixe-os pensar
que eles podem fazer negócios conosco e salvar seus pescoços quando o Sistema cair. Somente os Judeus não tem nenhuma ilusão a esse respeito.
2)Quanto ao público, está um pouco cedo, contudo, para saber qual será o espectro de suas reações às façanhas de hoje. A maioria deles, naturalmente, acreditarão apenas no que lhe é dito para acreditar pela mídia. Basicamente, querem ser deixados em paz com sua cerveja e seus jogos na televisão. Sua mentalidade medíocre é uma reflexão das revistas de fofocas de novelas, revistas para fãs de cinema e das novelas de tevê com que o Sistema os mantêm saturados.
3)Não obstante, nós devemos monitorar com cuidado os sentimentos do público para o Sistema e para nós. Embora a grande maioria deles continue a apoiar o Sistema pelo tempo enquanto suas geladeiras estiverem cheias, é no público que nós devemos buscar nossos novos recrutas a fim de compensar nossas baixas. Nossa falta de habilidade atual em recrutar é uma grande fonte de preocupação a todos nós. Há um boato de que não houve um único recruta novo...
4)De todos os segmentos da população de que nós tínhamos esperado obter membros novos, os "conservadores" e os "direitistas" foram a maior decepção. Eles são os maiores desconfiadores de conspiração do mundo -- e também maiores covardes do mundo. De fato, sua covardia só é superada pela sua estupidez.
Eles tiram suas sugestões ideológicas das revistas “espertas” e dos colunistas, e a coisa da “moda” é neste momento ser solidamente pró-Sistema.
Em sua própria maneira, os liberais, apesar de suas pretensões à sofisticação, são tão burros e tão facilmente manipulados quanto os "conservadores".
5)A lavagem cerebral do Sistema não conseguiu ainda dobrar a mente de todos totalmente. Há ainda milhões e milhões de boas pessoas lá fora quem nem acreditam na propaganda do Sistema nem se permitiram que fossem seduzidos ao nível-animal de existência que muitos já vivem, cujo único propósito é a satisfação de seus sentidos físicos. Como podemos nós motivar essas pessoas para juntarem-se a nós?
A vida está mais e mais feia nestes dias, mais e mais judaica. Mas é ainda moderadamente confortável, e o conforto é o grande corruptor, o grande fabricante dos covardes. Parece que, por agora, nós já temos todos os verdadeiros revolucionários na América em nossa rede. Agora nós devemos aprender como fazer mais alguns, e rápido.
-O grande usuário Paladino postou um trecho de uma fala de William Wallace em um tópico há algum tempo, como não achei irei postar esse trecho retirado de outro lugar.
"Eu sou o William Wallace! E eu vejo um enorme batalhão de Escoceses, aqui, para lutar contra o tirano. Vieram com homens livres e homens livres vocês são. O que fazem vocês sem liberdade? Vão lutar? "Lutar? Contra aquilo? Não, vamos fugir, e vamos viver!" Ok, lutem e talvez morram, fujam e vivam, pelo menos um pouco. E quando estiverem a morrer nas vossas camas, daqui a muitos anos, pensaram em voltar atrás, desse dia até este, por uma oportunidade, só uma oportunidade, de voltar aqui e dizerem ao nosso inimigo, que ele pode-nos tirar a vida, mas que nunca nos tirará a nossa LIBERDADE! "
YouTube - Discurso de Liberdade - BraveHeat
A quem me dera se 10% dos brancos tivessem 1/8 da coragem de William Wallace.
Quanto a passividade e o "não reaja"
YouTube - MÃ*dia Sem Máscara ENTREVISTA Bene Barbosa Parte I
YouTube - MÃ*dia Sem Máscara ENTREVISTA Bene Barbosa Parte II
Tratar esse assuntos não é incentivar a violência, existem várias maneiras de se reagir, não se calar é uma dessas maneiras, produzir material expondo a verdade é outra dessas maneiras, não censurar debates e dialógos é outra forma.
Tentem não procurar rótulos para sí mesmo ou para outros, não importa se esse é branco alemão ou se aquele é branco brasileiro, são brancos e isso é que importa, a mim pouco me importa se são "nacionalistas brancos" ou se são "revolucionários racistas" o que deve ser levado em conta é que ambos lutam pelas mesmas coisas.
Uma coisa que deve ser encarada de frente é a verdade. E não importa se você não gosta da verdade ou se outro não gosta da verdade, o fato não deixa de ser verdade.
Há tempo momentos para dialógo e há momentos para não se dialógar, onde nem sempre as armas poderão ser substituidas pela diplômacia, mas encarem isso de frente.
Varrer a sujeira para debaixo do tapete não resolve os problemas, apenas perpetuam eles mais e mais e enquanto isso a coisa vai piorando.
Então eu vos pergunto: "estarão dispostos a fazer o que for necessário para somar forças para sua raça? Estarão dispostos a fazer o que for necessário ao momento?"
Esqueçam-se deles e pensem em nós.
Muitos vão a campos de batalha morrer por nada, as pessoas morrem por coisas fúteis e para defender injustiças...
"Com tantas pessoas que morrem pelos motivos mais fúteis, eu sou um privilegiado porque posso morrer por um ideal." RUDOLF HESS
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O que funciona é bom para nós! O resto deve ser descartado imediatamente.
Por incrível que isso possa soar aos novos, as massas nunca representaram nada na História política revolucionária, as mudanças sempre ocorreram devido às ações de uma minoria. As massas SEMPRE estarão em cima do muro e seguirão quem tiver chances de vencer e JAMAIS se esforçarão ou se arriscarão em atividades revolucionárias sérias.
"Atualmente são os governos das Nações Brancas que nos traem. Os líderes das nossas Nações optaram pelo capitalismo financeiro e pela economia multinacional, em vez de se preocuparem com a Raça, porque na verdade é a economia que está a conduzir a nossa Raça para a destruição. Se isto for resolvido, os judeus são um piquenique de fim de semana." Metzger
"Mesmo nessas organizações, é menos de 1% dos ativistas que fazem o trabalho e financiam o mesmo. Quem precisa do resto? Eles ouvem demais e no fim acabam por testemunhar contra ti." Metzger
"A Order foi a verdadeira “pioneira”, contudo devemos evoluir para programas estratégicos muito mais sofisticados. Os novos revolucionários têm de ser uma combinação entre guerreiros e cientistas, porque os dias das marchas e dos uniformes são algo do passado. Podemos marchar depois de vencermos.
Os Revolucionários Arianos atuais têm de ser como Mao disse: "ser como um peixe na água". O Revolucionário infiltra-se, esconde os seus verdadeiros sentimentos, até pode fazer-se passar por um antiracista, ele junta-se à polícia e aos militares. O Revolucionário não se marca com tatuagens ou enverga uniformes, ele evita pessoas estúpidas, trabalha melhor sozinho do que junto de pessoas fracas. Muitos indivíduos fracos juntam-se a organizações pensando que se tornarão fortes, o que geralmente não acontece." Metzger
É simplesmente sobre poder - o que você ainda não entendeu? Eles possuem o poder -- nós não. Então até nós conseguirmos alguma forma de poder, eles farão o que bem quiserem. Mesmo enquanto o império começa a se despedaçar. É no fim, quando eles estão se despedaçando, que são ainda mais perigosos.
Todos os governos, por natureza, mentem, trapaçam, torturam e matam. Alguns simplesmente fazem menos do que outros. Se você enxerga isso como qualquer outra coisa além de guerra de gangues, você ainda está no cercadinho de crianças.
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 09:42 PM
Imigrantes pretos agridem garota branca na França
Descrição do video: Um bando de pretos filmaram o momento em que um deles se aproxima de uma garota branca e bate na cara dela sem motivo algum, a garota branca agredida pelo preto tenta ir embora e é agredida novamente por outro preto com socos e chutes.
Após a garota branca cair no chão e tentar se levantar os pretos começam a rir e se vangloriar por terem atacado e agredido ela.
Agora me respodam...
1)Alguém viu alguma coisa sobre isso na imprensa?
2)E se fossem brancos atacando uma preta? Seria até capa de revista e seria notícia no mundo inteiro.
Entenderam o porque não precisam defender os pretos?
Eles já possuem o sistema, a imprensa e as ong's do lado deles. Nós brancos só podemos contar com a gente mesmo.
VIDEO DA AGRESSÃO (http://www.minutodigital.com/noticias/2010/05/30/agresion-a-una-joven-por-parte-de-inmigrantes-en-francia/)
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 09:51 PM
A White International (http://awhiteinternational.blogspot.com/)
http://www.globalpolitician.com/22564-multiculturalism
Aki, eu não vejo quase nada ou nada parecido o Fórum desses pretos com o nosso fórum.
Primeiro pelo nível do fórum deles que é apenas um reduto de pretos analfabetos e que só pensam em sexo, estupro, crimes e no perfil preto de "eternas vitimas", tentam nesse "fórum" arrumar sempre uma desculpa para os crimes cometidos por eles e ainda acham injusto a população negra ser a grande maioria nas cadeias.
Em resumo, os pretos são incapazes de evoluir, são e sempre serão um bando de animais que podem até aprender alguns truques da mesma forma que um macaco poderia aprender, mas nunca irão passar disso, e isso é um fato.
Os negros nunca fizeram nada, não criaram nada, a não ser modalidades de crimes.
A maior invenção negra é a famosa "gambiarra" que consiste no preto fazer mal feito o que um branco faz bem feito.
Não são capazes de eviluir, e a culpa disso é dos brancos?
Os judeus sabem disso e usam o pretos contra nós brancos.
Por qual motivo os pretos querem tanto nossas mulheres brancas?
Por qual motivo os pretos odeiam tanto os homens brancos?
Por qual motivo os pretos querem tanto sequestrar e matar nossas crianças?
A resposta é simples... é dura mas é simples... INVEJA!
Os pretos possuem inveja dos brancos e isso é outro fato inegável.
Cultura negra? Qual cultura? Discutimos isso há alguns dias aqui no SF... de qual cultura eles falam?
Andar pelados e com o corpo sujo de barro e com o "cabelo" sujo de bosta?
Praticar canibalismo e viver em malocas de barro e folhas?
Pularem feito macacos e grunirem como animais em um matadouro?
Por mim, que eles fiquem com esses lixos e de preferência longe da minha raça!
Os pretos não fazem parte do nosso estilo de vida e nunca vão fazer.
Indo mais longe um pouco, será que é difícil para os brancos entenderem que NENHUM não-branco não é nem nunca será como nós?
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Se, pelo instrumento do poder governamental, uma nacionalidade é levada em direção a sua destruição, a rebelião não é só o direito de cada membro de um povo - é seu dever.
E a pergunta - quando é este o caso? - não é decidido por teses teóricas, mas pela força - e os resultados.
Desde como uma coisa natural, todo o poder governamental afirma que o dever de preservar a autoridade do Estado - independentemente de quão cruel é, traindo os interesses de um povo mil vezes - o instinto nacional de auto-preservação, na derrubada de um tal poder e conseguir liberdade e independência, terá que utilizar as mesmas armas por meio do qual o inimigo tenta manter seu poder.
Por conseguinte, a luta será realizada com "jurídica ", enquanto o poder de ser derrubado emprega esses meios, mas não vai fugir de meios ilegais, se o opressor usa-los.
Em geral, não se deve esquecer que o objetivo maior da existência humana não é a preservação do estado, e muito menos um governo, mas a preservação da espécie.
E se a própria espécie está em perigo de ser oprimida ou totalmente eliminada, a questão da legalidade é reduzida a um papel subordinado. Então, mesmo se os métodos do poder dominante, alegadamente, ser legal mil vezes, não obstante o instinto do povo oprimido de auto-preservação continua a ser a mais nobre justificativa de sua luta com todas as armas.
Somente através do reconhecimento deste princípio, as guerras de libertação contra a escravidão interna e externa das nações sobre a terra que desceu para nós em exemplos tão majestoso.
A lei humana anula lei estadual.
E se um povo é derrotado em sua luta pelos direitos humanos, isto significa apenas que ele foi encontrado muito leve na balança do destino para a felicidade de sobrevivência nesta terra. Para quando um povo não está disposto ou capaz de lutar por sua existência, a Providência, na sua eterna justiça decretou o efeito das pessoas.
O mundo não é para os povos covardes.
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Entrevista realizada pela redação do site Causa Nacional a Tom Metzger, líder da White Aryan Resistance.
1 - Quando é que despertou para o combate pela preservação da Raça Ariana?
Metzger: Tornei-me ativista político em 1964, contudo só me tornei uma ativista racial nos anos 70.
Foi através do que observei e do que ouvi durante as manifestações e motins de negros em Los Angeles e Watts que despertei para o problema racial. A discriminação invertida e a integração imposta pelo governo contribuíram mais que todo o resto. Claro que comecei a estudar livros
racistas. Também confrontei o governo em muitas questões, tendo concorrido para o Congresso e Senado norte-americano.
Estive preso várias vezes, o que me fez compreender a importância do ódio saudável. Recusei pagar impostos para a guerra do Vietnã,
que matou milhares de jovens brancos em prol da indústria militar. As finanças confiscaram a minha casa duas vezes antes de perdêla no processo do Tribunal Cível de Oregon- Portland.
2 - WAR significa White Aryan Resistance, mas significa isso para si que uma Guerra Racial é a única via para a sobrevivência Ariana?
Metzger: Acredito que é impossível preservar a Raça Branca Ariana sem uma luta armada mundial, uma vez que o sistema de voto nos falhou. Se o voto mudasse alguma coisa eles (O Sistema) tornavam-no
ilegal.
3 - São os Sionistas os nossos piores inimigos ou pensa que são apenas uns entre muitos?
Metzger: Atualmente são os governos das Nações Brancas que nos traem. Os líderes das nossas Nações optaram pelo capitalismo financeiro e pela economia multinacional, em vez de se preocuparem com a
Raça, porque na verdade é a economia que está a conduzir a nossa Raça para a destruição. Se isto for resolvido, os judeus são um piquenique de fim de semana.
4 - O subtítulo do jornal da WAR diz "O jornal mais racista do mundo". Não poderá isso afastar as pessoas da nossa Causa?
Metzger: Neste momento não estou interessado nas massas tal como as organizações de extrema-direita. Eu ajudo a construir a força revolucionária, não a aceitação das massas. É necessário menos de 1% da
população para tomar o Poder. Perder tempo e dinheiro tem sido o hábito da extrema-direita durante anos. Eu não apoio organizações piramidais
porque ou são reacionárias ou são um poço de lamentações. Eu apoio os Lobos Solitários, células e o trabalho em rede como os substitutos certos para a maior parte das inúteis organizações públicas.
Mesmo nessas organizações, é menos de 1% dos ativistas que fazem o trabalho e financiam o mesmo.
Quem precisa do resto? Eles ouvem demais e no fim acabam por testemunhar contra ti.
5 - Nos seus textos e discursos encontramos inúmeras vezes a palavra Revolução. Porém, como pensa que uma Revolução é possível? É o
modelo empregado pela Order o caminho a seguir ou pensa em outra via?
Metzger: A Order foi um marco em direção a métodos mais efetivos. A Order foi a verdadeira “pioneira”, contudo devemos evoluir para programas
estratégicos muito mais sofisticados. Os novos revolucionários têm de ser uma combinação entre guerreiros e cientistas, porque os dias das
marchas e dos uniformes são algo do passado. Podemos marchar depois de
vencermos. Os Revolucionários Arianos atuais têm de ser como Mao
disse: "ser como um peixe na água". O Revolucionário infiltra-se,
esconde os seus verdadeiros sentimentos, até pode fazer-se passar por um antiracista, ele junta-se à polícia e aos militares. O Revolucionário não se marca com tatuagens ou enverga uniformes, ele evita pessoas estúpidas,
trabalha melhor sozinho do que junto de pessoas fracas. Muitos indivíduos fracos juntam-se a organizações pensando que se tornarão fortes, o que
geralmente não acontece.
6 - Você enfrentou inúmeros problemas com o sistema. Depois do julgamento de Portland decidiu transformar a WAR. De uma organização hierárquica passou a uma organização sem líder. Quais são as vantagens? É
possível combater o sistema com Lobos Solitários, porém, pode-se destruí-lo dessa forma?
Metzger: O mito foi que a WAR era uma organização com membros, o que nunca foi. A WAR sempre funcionou com uma associação de voluntários, tal como o tronco de uma árvore tem no seu interior os círculos a caminharem do centro para a extremidade. As pessoas são utilizadas conforme
as suas capacidades. Eu tenho desde um círculo mais estreito de associados aos associados apenas em propaganda, que não são fanáticos, mas ajudam na luta.
7 - No passado, estabeleceu boas relações com os Panteras Negras e com Louis Farrakan, contudo você é muito intolerante com os Negros no jornal
da WAR, não é uma contradição?
Metzger: Não, não é a partir do momento em que nunca menti aos Negros. Eu quero a separação geográfica com as outras raças e é possível negociar, forçá-los ou ridicularizá-los para atingir estes objetivos. O ódio é uma importante arma desde que usado corretamente. O que eu ofereço aos Negros é a separação territorial e controle dos seus destinos.
Eu não quero oprimi-los ou agredi-los a não ser que eles falhem na cooperação. Os separatistas negros compreenderam isso e não têm nada a obstar.
Ambos concordamos com a separação e que o governo americano é o nosso inimigo.
8 - Nos Estados Unidos existem muitas organizações racialistas, desde nacionalsocialistas ao Movimento da criatividade, desde odinistas à Igreja da identidade cristã. É possível imaginar uma sinergia de esforços entre estes grupos já que todos lutam resolutamente pela sobrevivência da Raça Branca?
Metgzer: Entre os membros destes grupos existe muita camaradagem. O problema que se nos depara é a direita conservadora e racista que se aproxima dos nacionalistas e revolucionários. A separação
aconteceu no tempo da Order. Robert Mathews deixou de respeitar a direita reacionária contudo ainda financiou algumas organizações na esperança que eles mudassem, o que na maior parte não aconteceu. Aliás, a extrema-direita ignorou e atacou o sacrifício da Order. Nessa altura abandonei a extrema-direita e abracei a luta mundial Pan-Arianista, oposta ao nacionalismo atrasado e à exploração capitalista. A nossa força e influência está a crescer gradualmente e as organizações de
extrema-direita estão a desaparecer. Assim que nos livrarmos da velha direita conservadora teremos o caminho aberto para iniciarmos um caminho
verdadeiramente revolucionário. Neste momento os vestígios de direita, que inclui ideologias ultrapassadas, uniformes, marchas, cultos religiosos
e nacionalismo deteriorado, ainda têm um poder financeiro superior ao nosso. Mas a luta revolucionária atrai os jovens e os fanáticos. Eu sou
constantemente denegrido pelos direitistas, eles esforçam-se por marginalizar os meus feitos, tal como fazem os judeus e os anti-racistas. Sou odiado pela direita e pela esquerda. Com a opressão do
governo a aumentar, as nossas fileiras crescem uma vez que os conservadores encolhem-se só de pensar no sangue ou na prisão. Eles dependem da polícia para salvá-los. Eles fogem de uma possível batalha
racial. Basta lembrar como as milícias de direita se desmantelaram após o irmão McVeigh prestar a sua declaração em Oklahoma.
9 - Quais são os objetivos imediatos da WAR?
Metzger: Agitação, Agitação, Agitação. Promover o enfraquecimento de Washington e dos seus líderes. Apoiar as ações Revolucionárias, enquanto que a extrema-direita as condena. Apoiar a propagação do pensamento revolucionário nas prisões tal como é veiculado pelos prisioneiros de guerra da ORDER. Recrutar pessoas da esquerda e da direita.
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Era uma vez um jovem universitário chamado George que pensava saber tudo. Uma certa noite, depois do jantar, George começou uma discussão com seu pai. A argumentação começou quando o jovem estudante tentou explicar para seu pai que como raça branca, eles deveriam ser responsáveis por todos os males que eles tinham infligido sobre os não-brancos através da história. George explicou: “Por causa do racismo europeu, nós roubamos a terra dos índios, nós mantivemos os negros na escravidão, nós perseguimos os judeus, e nós poluímos o ambiente. Nós temos sido racistas opressores por milhares de anos, portanto é mais do que justo que nós paguemos reparações econômicas para todos os danos que nós fizemos ao mundo. Eu estou satisfeito de ver que nós estamos terminando nossa dominação econômica e política sobre os povos oprimidos”.
O pai de George estava chocado com tal discurso. “Quem colocou essa maluquice comunista-rosa em sua cabeça, filho? Será que foi algum dos seus professores universitários hippies de sandálias que te ensinou isso?”, o pai perguntou.
Ao que o filho respondeu: “Esta é a verdade, pai. Meu professor de antropologia, Dr. Irving Silverstein, diz isso. Ele deve saber bem. O Dr. Silverstein é um Ph.D. muito respeitado. Gente da sua geração simplesmente não entende porque vocês foram criados em uma sociedade branca supremacista e racista. É esse o motivo pelo qual eu passei a admirar o Dr. Rev. Martin Luther King como o maior homem da história norte-americana. Ele se levantou contra os racistas de sua geração. Por causa dele, minha geração de jovens brancos é completamente indiferente e cega para cor de pele.”
O pai respondeu enraivecido: “Isso é ridículo! Eu sempre pensei de forma justa e fui tolerante com pessoas de todas as origens e raças. Eu nunca ‘oprimi’ ninguém, e além disso, não há nada de errado em ter orgulho de seu próprio povo, incluindo o povo de raça européia. Sua raça está no seu sangue. É como uma extensão de sua família biológica, e você deve se orgulhar de sua herança e identidade européia, como todos os outros grupos raciais na América do Norte se orgulham das suas próprias heranças e identidades. Por que é OK para eles terem um forte senso de identidade racial, mas é maligno para nós europeus nos sentirmos da mesma maneira?
O jovem “intelectual” riu de seu pai. “Que isso, pai, isso é o tipo de besteira que Hitler tentava vender. Essas atitudes racistas foram desacreditadas há muitos anos atrás. Há somente uma raça, e essa é a raça humana. A diversidade é a nossa grande força. As diferenças nas chamadas “raças” são tão insignificantes quanto diferenças em umbigos. E além disso, as estatísticas da ONU agora mostram que as baixas taxas de natalidade brancas, junto com o fato de vivermos numa sociedade multicultural, significará que europeus e sua cultura etnocêntrica e racista irá desaparecer até o final deste século”, disse o jovem George.
Ficando vermelho de raiva, o pai gritou: “Você é um cliché ambulante, sabia disso, filho? E você acha que é uma coisa boa que os povos europeus do mundo irão se apagar e deixar de existir? O jovem George respondeu: “Eu acho que é ótimo! Isso vai significar o fim do racismo e o fim do ódio. Pra começar, os povos oprimidos do mundo estariam muito melhor se nós racistas brancos europeus nunca tivéssemos existido.”
De repente houve uma rajada de um vento frio, uma explosão, e uma enorme nuvem de fumaça. Quando a fumaça abaixou, George se encontrava sozinho e perdido num campo aberto no frio. Um anjo chamado Clarence então apareceu a ele e disse “Bem George, você conseguiu seu desejo”.
George perguntou: “Onde eu estou? O que eu estou fazendo aqui? E quem é você?”
O anjo respondeu, “George, eu sou o anjo Clarence”. Eu fui mandado aqui para mostrar para você como o mundo teria sido se os europeus, ou brancos, nunca tivessem existido. Agora você vive em um mundo onde europeus nunca existiram.”
“Oh. Isso é legal. Eu não vou ter nenhum problema com adaptação porque eu não tenho um osso racista sequer em meu corpo. E quando eu voltar para o meu mundo, eu vou poder contar para meu professor e meus amigos o quão legal é era este mundo não-racista. Olha, eu estou congelando aqui. Onde que é o motel mais próximo?”
”Motel?”, respondeu o anjo. “Não existe nenhum motel aqui onde uma vez foi chamada América do Norte. Mas há algumas cavernas ali naquelas montanhas onde você pode encontrar abrigo.”
”Cavernas? De jeito nenhum, cara. Eu quero uma cama quente bem legal pra dormir.”
”Eu acho que você não entendeu, George. Não há quaisquer construções ou edificações aqui na América não-branca porque os malignos europeus nunca vieram aqui para construí-las. Os brancos jamais existiram, se lembra? Os nativos vivem em tendas. Você gostaria de se encontrar com alguns índios locais? Talvez eles deixem você ficar numa tenda”.
”Numa tenda? Mas está uns 12 graus abaixo de zero aqui fora... Ah, tudo bem. É melhor do que uma caverna, eu acho. Vamos falar com esses índios... Espera um minuto, estes índios são amigáveis ou hostis?”.
“Por que, George? Essa é uma questão racista pra se perguntar. Só porque alguns índios eram selvagens brutais que escalpelavam vivas suas vítimas, não quer dizer que todos eram assim”, disse o anjo, sarcasticamente
”Eu sei disso, Clarence. E eu não sou um racista. Eu odeio racismo. Mesmo assim, eu me sentiria mais seguro se eu pudesse ter uma arma pra me defender se eles se mostrassem violentos”.
“Arma?”, respondeu o anjo. “Não há quaisquer armas pra você se defender. Armas de fogo foram inventadas por europeus malignos. Apesar de que poderíamos fazer uma lança com aqueles galhos ali”.
“Isso é trabalhoso demais. Me dê um telefone então. Eu vou ligar para os índios pra perguntar se está OK”.
“Telefone?”, respondeu o anjo. “Não há telefones aqui. Alexander Graham Bell foi um outro homem branco maligno, portanto ele nunca existiu. Nenhum europeu lembra-se?”. “Esqueça isso então”, respondeu George. “Eu vou dormir na porcaria da caverna”.
Ao chegar na caverna, George tremia de frio e pediu ao anjo por um isqueiro para que ele pudesse fazer uma fogueira. “Um isqueiro?”, respondeu Clarence. “não há isqueiros aqui, e nem fósforos. Essas são coisas européias, e europeus malignos nunca existiram, lembra-se? Se você quiser se aquecer, você vai ter que fazer como fazem os nativos locais e começar a esfregar galhos de madeira juntos”.
“Oh, que isso, cara! Você quer me dizer que essa gente ainda esfrega galhos pra ter fogo?”.
“É isso mesmo, George. Os índios vivem exatamente como eles viviam antes dos malignos pioneiros e colonos chegarem da Europa, da mesma forma como a alguns séculos atrás”, disse o anjo sarcasticamente.
“Eu me recuso a ficar nessa caverna gelada e eu tenho certeza que eu não vou conseguir fazer uma fogueira com gravetos, e eu me recuso a dormir numa tenda. Eu vou pra América do Sul. Eu ficarei melhor num clima mais quente, e eu vou me adaptar rapidamente a grande civilização inca que eu aprendi na faculdade. Como racistas europeus como Colombo, Cortez e Pizarro nunca existiram, os incas ainda estarão lá... Eu preciso de um carro”.
“Carro?” respondeu o anjo. “Não há carros aqui. Daimler e Benz, os malignos alemães inventores da máquina de combustão interna, nunca nasceram, nem Henry Ford. Não há quaisquer estradas também. Este é um mundo sem europeus malignos, lembra-se?”.
“Sem carros! Ah, então eu vou ter que pegar um trem”.
“Não há trens também neste mundo, George. Europeus malignos não vieram aqui para construir locomotivas ou descobrir os vários usos do carvão, do óleo e do gás, ou construir trens ou colocar ferrovias. Mas eu vou deixar você ter uma pequena ajudinha. Segure firme no meu manto mágico e nós vamos voar para o sul”.
George tocou o manto do anjo e eles voaram para o sul até que eles chegaram em uma cabana de lama abandonada no meio do território inca. George estava agradecido pelo clima mais quente, mas não demorou muito pra ele começar a reclamar do calor e da umidade.
“Clarence, essa cabana é uma latrina, e eu estou suando um rio aqui. Me dá um ar-condicionado, por favor.”
“Ar-condicionado?”, respondeu o anjo. “Não há ar-condicionados aqui. Ar condicionado e refrigeradores eram invenções criadas por homens brancos malignos”.
“O quê?! Você quer me dizer que no ano 2002 esta gente ainda não inventou uma forma de mantê-los frescos, ou de manter sua comida gelada?”. Perguntou George, frustrado.
“Não, George, eles não inventaram. E eles nunca inventarão”.
“Isso é ridículo. Vamos para a cidade principal pra ver o Imperador. Eu não posso viver dessa forma. Onde tem um carro... ah, esqueci... sem carros! Saco, eu vou andando mesmo. Vamos lá”.
Depois de andar pela selva por cerca de uma hora ou mais, começou a ficar escuro. George então pediu a Clarence pra lhe dar uma lanterna, para que ele pudesse ver. “Lanterna? Desculpe George, mas Thomas Edison foi um homem branco maligno também… e ele nunca nasceu. Há alguns galhos bons ali se você quiser fazer uma tocha”.
“Isso nem pensar!”, George gritou.
Pela manhã, Clarence e George chegaram ao templo dos incas. Um sangrento sacrifício humano estava sendo conduzido. George se virou para Clarence e gritou: “Eles vão assassinar aquela pobre alma! Alguém tem que parar isso. Que animais assassinos horríveis! Será que ninguém pode detê-los?”
O anjo respondeu: “Eu receio que não. Rituais de sacrifício é costume comum aqui. Aqueles malignos europeus racistas como Colombo, Cortez e Pizarro nunca existiram, por isso os incas continuaram suas práticas brutais. De fato, foram os próprios povos oprimidos que se tornaram o grosso das forças armadas espanholas. O povo viu os espanhóis como libertadores que iriam livra-los dos incas opressores e dos dominadores astecas e lhes dar uma vida melhor”.
“Eu não posso culpá-los de ajudar os espanhóis então. Esse lugar é horrível. Me tire dessa merda já!”, disse George.
”Pra onde você gostaria de ir?” Clarence perguntou.
George disse: “Me leve pra África, talvez lá exista uma civilização mais avançada e humana na qual eu possa me encaixar. Onde é o aeroporto mais próximo?”.
”Ah, eu esqueci… Sem irmãos Wright [ou Santos Dumont, nota do tradutor], disse George. “Que tal um barco?”.
“Barcos?”, respondeu o anjo. “Eu receio que os melhores barquinhos disponíveis pra você não te ajudarão muito pra cruzar o vasto Oceano Atlântico. Os grandes marinheiros vikings e navegadores Europeus nunca existiram. Nem Fenícios, nem Leif Eriksson, nem Henrique o navegador, nem Colombo, nem Magalhães, nem Hudson ou Robert Fulton. Mesmo se você pudesse construir seu próprio navio, não haveria bússola para você navegar, nem sextante. Eu receio que você vai ficar preso aqui, George”.
“Posso tocar em seu manto e voar para a África então?”, perguntou George.
”Você está trapaceando de novo, George, mas tudo bem. Toque meu manto e nós voaremos para a África”.
Quando eles chegaram na África, George viu milhares de nativos tribais africanos, seminus sendo conduzidos num caminho lamacento. Eles eram vigiados por outros africanos com lanças. “O que eles estão fazendo com esses pobres homens?”, George perguntou a Clarence.
“Eles estão sendo escravizados por outra tribo. A escravidão era comum na África muito antes dos brancos chegarem”, Clarence disse. “De fato, a maioria dos escravos que foram mandados para a América eram vendidos aos traficantes de escravos por líderes tribais africanos”.
“Isso é muito triste”, disse George. “Eu queria encontrar Martin Luther King. Como seu assassino branco nunca existiu, esse grande homem deve ainda estar vivo. Ele provavelmente é um grande chefe tribal em algum lugar e líder de uma civilização avançada. Ele irá libertar esses escravos de seus mestres africanos. Leve-me a ele, Clarence”.
Clarence levou George até uma pequena oca no fundo do coração da África. As mulheres e crianças nuas olhavam para George com espanto. Os homens jovens estavam fora numa caçada e os homens velhos ficavam pra trás. George foi levado para a pequena e enlameada cabana do doutor-feiticeiro tribal e líder espiritual. Lá ele viu um homem com um olhar selvagem, com um colar de dentes em seu pescoço e um enorme anel enfiado através de seu nariz. “Que merda é essa?” George perguntou.
“Conheça o Doutor-feiticeiro Matunbo Lutamba Kinga”, Clarence disse. Ele nunca se tornou o reverendo Martin Luther King porque nunca houve universidades ou seminários construídos para educá-lo. Europeus nunca estiveram lá para criar tais oportunidades. Mas ele se tornou o chefe espiritual da tribo. E ele se especializou em lançar feitiços malignos. Talvez ele possa ajudá-lo”.
O doutor feiticeiro olhou com espanto para George. Ele então fez um gesto ordenando seus seguidores a prender o jovem George. Os homens da tribo agarraram George e amarram-no em uma árvore próxima.
“Pare! Me deixe ir. O que eles vão fazer comigo?”, gritou George histericamente.
“Eles vão realizar um ritual de sacrifício em você, George. O bom doutor King... quero dizer, Kinga, acredita que cortando seu coração fora enquanto você ainda estiver vivo vai trazer boa sorte e fertilidade para sua tribo”, riu Clarence.
”Clarence! Clarence! Me ajude Clarence! Me ajude!”.
“Mas George, você me disse que você queria vir para a África e encontrar seu herói, o reverendo King”.
George disse: “Esta parte da África não se desenvolveu ainda. Eu posso ver isso agora. Leve-me para o Norte da África, onde o Egito e Cartago estabeleceram grandes civilizações. Só me tira daqui, por favor”.
No momento em que a lança do doutor estava por arrancar o coração de George, George desapareceu no ar. Ele então se achou no meio das margens do rio Nilo, no Egito.
”Obrigado, Clarence. Obrigado”, disse George. “Eu não entendo, Clarence. Por que tantas partes do mundo permanecem tão brutais e primitivas? Eu aprendi durante o Mês da História Negra sobre muitos inventores e cientistas negros talentosos. Garrett Morgan, George Washington Carver, Benjamin Banneker, Granville Woods. E então também sobre o Dr. Carson, o proeminente cirurgião cerebral nos Estados Unidos. Onde estão esses homens?”.
Clarence respondeu: “Você não entendeu ainda? A América e a África existem exatamente como elas eram antes que os Europeus as tivessem descoberto. A civilização como você conheceu só foi introduzida a esses povos apenas há alguns séculos atrás pelos europeus. Não existem universidades, hospitais, nenhum meio de transporte diferente de animais, nenhuma ciência, nenhuma medicina, nenhuma máquina. De fato, a roda ainda nem foi descoberta na África sub-saariana! Aqueles cientistas, inventores, doutores, atletas, e apresentadores de que você fala nunca tiveram a oportunidade de realizar seu potencial inteiro porque os europeus nunca estiveram aqui pra introduzir a alta civilização e os ensinar. Não há George Washington Carvers neste mundo não-europeu, nem Dr. Carsons, nem Booker T. Washingtons, nem Benjamin Bannekers, nem Michael Jordans, nem Oprah Winfreys, nem Bill Cosbys, nem...”.
“Pare! Isso não pode ser!”, gritou George. “Vamos andar para as grandes pirâmides do Egito agora e eu vou lhe mostrar uma das grandes maravilhas do mundo construída por não-brancos”.
Eles andaram algumas milhas antes que George parasse e perguntasse onde que ficava o banheiro mais próximo. “Banheiros?”, perguntou o anjo. “Não há banheiros ou mictórios neste mundo. Esgoto foi desenvolvido por europeus malignos. O povo neste mundo não-branco ainda se alivia nos matos”.
Clarence se virou para que George pudesse fazer suas necessidades. “Eu preciso de um papel higiênico”, George disse.
”Papel higiênico?”, respondeu o anjo. “Não...”.
“Eu sei. Eu sei. Papel higiênico não foi inventado ainda. Apenas me passe um trapo então”.
Clarence obedeceu e os dois continuaram em seu caminho.
“Eu não entendo. De acordo com minhas lembranças das aulas de geografia, as grandes pirâmides deveriam estar bem perto deste ponto. Nós devíamos poder vê-las a milhas de distância”, disse George.
“Bem, George, tenho certeza que seus professores na faculdade nunca lhe disseram isto, mas os antigos egípcios não eram negros ou marrons. Eles eram caucasianos. Os antropólogos que examinaram as múmias egípcias confirmam este fato. Não existem pirâmides ou Esfinge. E os cartagineses eram brancos também”.
George ficou deprimido, mas ele estava determinado a provar suas crenças. “O que há na Europa?”, ele perguntou.
“A Europa se tornou povoada por hunos e outras tribos asiáticas. Eles se estabeleceram um pouco, mas a vida é muito parecida com a vida na América do Norte. Uma existência nômade baseada em caça e coleta de comida. Nenhuma grande cidade, nenhuma ciência, nenhum edifício ou construção, nenhuma cultura, nenhuma arte fina – só uma luta dura e diária contra a vida e os elementos da natureza. Numa Europa sem brancos malignos, o Império Romano nunca existiu, como também nunca existiram os gregos. Também nunca houve Renascença”.
“Leve-me para a Ásia, então. Certamente as grandes civilizações da Pérsia, Índia, China e Japão irão me satisfazer”, disse George. “Clarence, para o Taj Mahal, por favor”.
“O Taj Mahal?”, respondeu o anjo. “Você não sabia que as antigas civilizações persas e indianas foram estabelecidas por antigas tribos indo-européias que cruzaram os Himalaias? Foram eles que civilizaram a Índia e construíram o Taj Mahal. Aquelas são as grandes civilizações que Marco Pólo, Colombo e outros estavam procurando. Você sabia que o nome Irã vem do persa “terra dos Arianos?”.
George disse: “Não venha me dizer que os indianos eram homens brancos! Isso não pode ser. No mundo de onde eu vim, eu conheci muitos indianos e eles não eram brancos!”.
Clarence explicou: “À medida que os séculos passaram, os indo-europeus que criaram a civilização indiana se misturaram com as maiorias nativas que povoavam o sub-continente indiano. Gradualmente passou a haver menos e menos gente branca maligna até que eles desapareceram completamente, junto com a avançada civilização que eles construíram. Você pode notar que ainda existem alguns poucos indianos e paquistaneses de pele clara e cabelos mais claros – no mundo de onde você veio, claro”.
George ficou preocupado. Ele sabia que ele nunca poderia se encaixar no mundo primitivo e cruel em que ele havia sido jogado. De repente, ele pensou no Japão. “Japão! Eu vou mostrar pra você agora, Clarence. Me leve para o Japão. Se o povo japonês pode fazer tevês e câmeras, então tenho certeza de que eu encontrarei uma civilização decente onde eu possa viver”.
Clarence transportou George para o Japão. George observou que a sociedade japonesa era a mais ordeira, avançada e civil que ele já tinha visto até então, mas parecia que quase todo mundo era ou um agricultor de arroz, um pescador ou um soldado. Não havia carros, nem arranha-céus, nem luzes, nem estéreos, nem ciência, nem tecnologias, nem universidades. Era uma sociedade agrícola estagnada que parecia ter alcançado seu nível máximo e incapaz de mover-se adiante. George sabia que ele não podia viver lá também.
Clarence explicou para George: “Até mesmo os industriosos povos japoneses e chineses tiveram que depender dos malignos europeus para construir a Ásia moderna que você tem em mente. Neste mundo, o Japão existe exatamente como ele existia antes dos navios norte-americanos do Commodore Perry chegassem ao Japão na década de 1850. Não há indústria, nem tecnologia, nem Fuji Film, nem Sony, nem Hitachi, nem Panasonic, nem Toyota, nem restaurantes de Sushi, nem baseball, nenhum dos ornamentos ou confortos da vida moderna. Estas coisas não existem no Japão ou em qualquer outro lugar porque os europeus não estiveram lá para criá-las e compartilhá-las com o resto do mundo. Você gostaria de uma tigela de arroz, George?”.
George começou a se sentir mal, tanto em seu corpo quanto em sua mente. Não somente ele estava deprimido, mas a exposição aos ásperos elementos da natureza o tinha deixado fisicamente doente. “Clarence, eu acho que peguei algum tipo de doença. Eu devo ter alguns antibióticos”.
“Antibióticos? Não há...”
“Cala essa sua boca! Chega! Então me leve para o mundo como ele era!”.
”Desculpe, George. Eu não estou autorizado a fazer isso. Somente meu chefe pode atender a esse pedido”. Clarence disse a ele: “Você vê, George? Seu pai estava certo. Você realmente tinha uma raça maravilhosa. Você não vê que erro imbecil é se envergonhar e se sentir culpado por sua própria raça, e deixa-la desaparecer e morrer? Este é o mundo que seria sem a chama criativa de Edison e Ford, e Pasteur, e Marconi. Sem grandes cientistas, ou matemáticos, ou inventores, ou finos artistas. Sem Arquimedes, sem Aristóteles, sem Sócrates, sem Alexandre o Grande, sem Renascença, sem Newton, sem Kepler, sem Goddard, sem Mendel, sem Tesla, sem Faraday, sem Guttenberg, sem Shakespeare, sem Dickens, sem Twain, sem Mozart, sem Beethoven, sem Da Vinci, sem Michelangelo, sem Galileu, sem Copérnico. Sem Veneza, sem Paris, sem Lisboa, sem Madrid, sem Zurique, sem Berlim, sem São Petersburgo, sem Budapeste, sem Roma, sem Milão, sem Viena, sem Londres, sem Nova York, sem Rio, sem Sidney. Sem orquestras, sem museus, sem universidades, sem hospitais, sem bibliotecas, sem teatros ou cinemas, sem rádio, sem livros, sem televisão, sem eletricidade, sem refrigeração, sem aquecimento, sem esgoto, sem casas, sem aço, sem estádios, sem vacinas, sem carros, sem aviões, sem trens, sem navios, sem dentistas, sem cirurgiões, sem computadores, sem telefones, e mais importante – sem o gênio criativo para ser achado que pudesse criar e sustentar tal alto nível de civilização. Não há nada neste povo deste mundo para que seja construído. É somente a luta diária pela subsistência. Um planeta brutal onde poucos povos que não estão mirados para a ignorância e escuridão eternas, alcançaram seu pico de civilização e não estão avançando adiante”.
Clarence então começou a ensinar o jovem homem doente e deprimido por sete dias exatos. Ele mostrou tudo. História, ciência, economia, filosofia, arte, literatura, música fina, arquitetura, medicina, política, agricultura, religião e todas as criações e contribuições que os povos europeus tinham feito em todos os campos imagináveis do empenho humano. George ouviu atentamente a cada palavra. Ele se sentiu como um homem que tivesse renascido.
Depois dessa aula, o anjo Clarence voou de volta para o céu. “Eu espero que você tenha achado educacional tudo isto e eu espero que você tenha aprendido uma lição importante. Aproveite o seu mundo, George!”, debochou o anjo ao sair.
George começou a chorar como uma criança. Era o ano 2002 e ele estava sozinho e com fome em um mundo atrasado onde europeus nunca tinham existido. Ele gritou para as estrelas: “Por favor, Deus. Eu vejo quão imbecil eu fui. Eu entendo agora o que meu pai estava tentando me dizer. Eu quero voltar para o mundo de onde eu vim. Um mundo onde os europeus não somente existiram, mas abençoaram o resto da humanidade com sua habilidade criativa única. Eu quero viver num mundo civilizado. Por favor, Deus!... Me mande de volta!... Me mande de volta!... Deus, por favor!”.
De repente, George foi transportado de volta ao seu dormitório da universidade. Embriagado de alegria, George pulou para o chuveiro antes que ele pudesse até mesmo tirar suas roupas.
“Água quente! E sabão! A vida é maravilhosa!”, ele gritou.
Os colegas do mesmo andar que George olharam para ele como se ele estivesse louco. “George! Você ficou louco?”, perguntou um colega perplexo.
“Não, meu amigo, eu não estou fora de meus sentidos. Eu passei a percebê-los!”, George respondeu. George então começou a cantar músicas folclóricas clássicas européias no chuveiro. Milagrosamente, ele era capaz de cantar em muitas línguas diferentes. Ele cantou O Sole Mio, em italiano; Amazing Grace, em inglês; Gloire Immortelle, em francês; Das Ist Der Tag, em alemão; e também canções e valsas belgas, espanholas e francesas. Lágrimas de alegria começaram a rolar por sua face. A música degenerada do hip-hop e rap tinha perdido todo seu apelo para o jovem George.
Depois de seu banho, George dirigiu até um restaurante próximo e pediu duas entradas. Uma era Lasanha e a outra era uma deliciosa Veal Marsala. Com sua comida italiana, ele acompanhou uma salada grega com azeitonas espanholas e molhos russos, bebeu uma garrafa de vinho francês, seguido por uma sobremesa alemã. Ele terminou sua refeição com um copo de chá quente.
George disse alto: “Esses povos europeus e sua deliciosa cozinha. Clarence estava certo afinal. Que raça maravilhosa!”.
George estava feliz, mas ao mesmo tempo ele percebeu que havia muito trabalho para ser feito. Ele pensou em toda aquela gente branca na Rodésia [hoje Zimbábue, nota nossa] e na África do Sul que estavam sendo assassinada e estuprada desde que eles tinham deixado o controle daquelas nações que tinham sido criadas por europeus. Ele pensou nos muitos milhares de brancos qualificados que tinham sido passados para trás em bons trabalhos e na entrada das universidades por causa das cotas raciais que discriminam contra europeus. Ele pensou sobre as taxas de natalidade em queda entre todas as nações européias do mundo. Ele lembrou que os europeus estavam caindo em números ano após ano, mesmo enquanto suas próprias nações estavam sendo inundadas com imigração do terceiro mundo. Ele lembrou do veredito de O. J. Simpson e como milhões de negros nos Estados Unidos comemoraram quando o brutal assassino duplo foi libertado por um júri negro depois que ele esfaqueou dois brancos até a morte. Ele lembrou as revoltas de Los Angeles, em 1992, quando dúzias de brancos foram arrastados de seus veículos e mortos como cachorros nas ruas por hordas de monstros odiadores de brancos que nunca sequer foram punidos! Ele lembrou o tempo quando Jesse Jackson liderou um coro na Universidade de Stanford: "Hey Hey Ho Ho, Western Civ. has got to go!" [“Ei, Ei, Ho, Ho, a civilização ocidental tem que partir!”, nota do tradutor]. Seu sangue europeu começou a ferver em legítima indignação quando ele lembrou como Jesse Jackson uma vez disse que ele cuspia na comida de pessoas brancas quando ele era um jovem funcionário de restaurante. George agora entendia que sua raça estava em rota de colisão com um desastre mundial e com o genocídio. George percebeu que esta grande raça não deve desaparecer da face da terra.
George não podia esperar mais para ver seu pai. Ele esperava ansiosamente para abraçá-lo e se desculpar de todas as coisas imbecis e desrespeitosas que ele tinha dito a ele. Mas primeiro George tinha que acertar uns pontos com um certo professor da faculdade. Ele entrou no auditório do Dr. Silverstein e silenciosamente sentou-se em uma cadeira no fundo da sala. O Dr Silverstein estava discursando com sua voz anasalada sobre desigualdades raciais e de gênero nas civilizações eurocêntricas. Era o velho Silverstein. Os colegas brancos impressionáveis de George, com suas calças largas, roupas de hip-hop e bonés de baseball virados para trás estavam engolindo todas as pílulas de veneno de Silverstein, uma após a outra. Depois de deixar Silverstein cuspir seu veneno cultural por cerca de 15 minutos, George levantou a mão para que ele pudesse dar ao professor uma amostra de sua nova mente educada.
“George? É você? Eu lembro de você do último semestre. Eu não tinha percebido que você estava aqui hoje. Eu não consegui reconhecer você nessa camisa e gravata, e sem seus brincos. Você deve ter gostado do meu curso tanto que se inscreveu de novo, não é? Classe, eu gostaria que conhecessem George. Ele foi um dos meus alunos mais brilhantes no último semestre. Ele realmente pegou as idéias apresentadas neste curso. George, poderia ter a gentileza de dizer a minha classe sobre aquela sua brilhante tese que você escreveu sobre racismo europeu, imperialismo e a necessidade de reparações financeiras?”.
Foi nesse instante que o jovem George perdeu a paciência com o professor, pego de surpresa.
“BASTA! Seu maldito conspirador! Seu fabricante desonesto de falsidades! Seu provedor covarde de propaganda rosa! Como você ousa tentar corromper e manipular nossas jovens mentes com suas mentiras imundas. Nós europeus não temos nada para nos envergonhar, nada para nos desculpar e tudo para nos orgulhar. E acima de tudo, nós não devemos a ninguém porcaria nenhuma – nem um centavo! Muito pelo contrário, é o resto da humanidade que nos deve uma dívida que nunca poderá ser paga! Nós somos os legítimos herdeiros e protetores de uma rica herança cultural. Seu manipulador rasteiro! Nós somos os filhos dos Romanos, filhos dos gregos, dos Celtas, dos Vikings, dos Normandos, dos Saxões. Por que você deposita vergonha e culpa sobre nós? Nós europeus não somente contribuímos para a civilização... NÓS SOMOS A CIVILIZAÇÃO! E eu declaro que eu não vou mais tolerar seus intelectuais “cabeça de merda” tentando rebaixar nossa raça. Nunca mais nós andaremos em ovos quando nós falarmos, sempre temendo ser chamados de “racistas”. Eu não me importo mais com o que os outros pensam. Tudo o que importa é a verdade que você tem procurado perverter!”.
“Qual é a sua, afinal? Por que você tenta corromper meus jovens colegas ao empurrar falsos heróis garganta abaixo deles? Chega de seus joguinhos marxistas de dividir e conquistar, seu comunista rosa subversivo! Eu não quero mais saber sobre Martin Luther King, Jesse Jackson, Al Sharpton ou Mês de História Negra. Eles não conseguiriam fazer nada sem as instituições da alta civilização criada pelos povos europeus. Eu vou contar a verdade para esta classe sobre quem foram os verdadeiros grandes homens da história – os estadistas, cientistas, exploradores, monarcas, navegadores, conquistadores, inventores, artistas, escritores, filósofos europeus – os gênios inovadores da história que você e sua laia tem apagado de nossas memórias coletivas. Você fala sobre um mundo liberado de influência européia? Permita-me contar aos seus estudantes sobre tal mundo, Silverstein, porque eu posso falar de experiência própria, seu monstro miserável conspirador!”.
Silverstein ficou branco como um fantasma. Ele estava paralisado, em choque e sem fala pela primeira vez em sua carreira! Nunca em todos os seus anos na Universidade um estudante tinha ousado tão claramente desafiado suas falsidades. Falando do coração, assim como da mente, e com uma eloqüência que ele nunca pensou que pudesse ter, George começou um monólogo de 60 minutos sobre história, ciência, filosofia, cultura e todos os outros atributos que constituem a civilização avançada. Os jovens estudantes ficaram cativados pela brilhante oratória de George. Muitos chegaram às lágrimas. Ao final de seu discurso, os colegas re-despertos de George estavam aplaudindo sua fala. A classe deu uma enorme ovação e o agradeceu por ajudá-los a redescobrir e exigir de volta seu senso de orgulho e sua identidade perdida. O poder implacável da verdade dissolveu anos de truques de culpa marxistas, auto-ódio, covardia e lavagem cerebral cultural em apenas uma hora inesquecível. Os estudantes inspirados começaram a sair rapidamente da aula de Silverstein, jogando seus bonés de hip-hop e baseball e seus brincos de nariz nele enquanto eles saíam e prometiam nunca mais voltar. Eles levantaram George em seus ombros e o carregaram do auditório como um herói conquistador. Com um brilho em seus olhos, George olhou para o céu, piscou e disse “Obrigado, Clarence”.
O Dr. Silverstein foi deixado para trás humilhado e visivelmente abalado. Ele sabia que esses jovens europeus re-despertos nunca mais poderiam ser lavados cerebralmente novamente com “politicamente correto” e culpa branca. O maior medo de Silverstein era que mais desses jovens europeus pudessem um dia re-despertar e tomar sua nação e sua civilização de volta dos Silversteins do mundo.
Silverstein estava preocupado, mas ele permaneceu confiante de que a maioria dos jovens homens e mulheres nunca aprenderiam a verdade sobre seu passado glorioso e suas habilidades criativas únicas. Afinal, a mídia de massa, Hollywood, a indústria musical, as universidades e as escolas públicas são todas controladas por “liberais” como o Dr.Silverstein. Com o poder do “politicamente correto” em suas mãos, eles podem continuar a rebaixar nossos ancestrais europeus, destruir nossas instituições e tradições, instigar negros e outras raças contra os brancos, inundar a América do Norte com imigração do terceiro mundo, e empurrar música “hip-hop”, homossexualismo, e outros modismos em uma juventude fraca, confusa e moralmente degenerada.
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 10:09 PM
Os pretos são maioria nos morros então é correto dizer que a maior parte dos pretos são moradores de favela.
Sabe-se que moradores de favela nunca passam no vestibular. Sabe-se que somente algumas aberrações conseguem romper o "ciclo da pobreza" e escapar da favela por serem super-dotados.
Por quê isso acontece?
Primeiro:
O nascimento da maioria dos moradores da favela é fruto de uma concepção anormal.
A "mamãe", de modo geral, vai pro sambão ou pro trenzinho do baile funk onde engravida de alguém que ela não tem a menor idéia de quem seja.
O pobre-favelado já nasce mal... nasce de "fornicação" fruto de um "trenzinho no baile funk". Já nasce sem saber quem é o seu pai.
Na certidão de nascimento só existe o nome da mãe enquanto o nome do pai está em branco.
Seus irmãos também nascerão assim. Todos filhos de fornicação e de pais diferentes que a mãe não tem a menor idéia quem sejam pois estava bêbada demais para se lembrar...
Essa "família" já começou toda errada e o destino tenebroso destas crianças já está traçado...
Segundo:
Agora a "família" está formada... a "mamãe" agora tem 5 filhos, todos de pais diferentes e fruto de fornicação.
A criançada passa o dia tudo largada por aí pois a "mamãe" não exerce o seu papel de mãe pois está mais preocupada com fornicação, samba, funk e cachaça.
Seus filhos passam o dia todo perâmbulando pela rua... ficam brincando por aí e pedindo esmolas. Enquando isso, sua "mamãe" está nuns amassos com mais outro homem se encarregando de produzir mais um menor abandonado.
Se perguntarem a esta "mãe" onde estão seus filhos, ela não saberá responder. Apenas vai dizer que eles estão "brincando por aí"...
Na cabeça desta "mãe", a forma como ela está "educando" seus filhos não é nada anormal... para ela o "normal" é deixar os filhos largados assim mesmo...
Agora os filhos da mamãe favelada começam a chegar aos 7 anos de idade...
"Hora de colocá-los no Brizolão"
Ela leva a prole pro Brizolão e exige que a escola lhe dê tudo: uniforme para seus filhos, sapatos para seus filhos, merenda para seus filhos, banho para seus filhos, transporte para seus filhos e talvez, futuramente, "cotas na universidade" para seus filhos.
Ela larga seus filhos no Brizolão e volta para casa para ficar dormindo o dia todo e pensando no sambão e no baile funk que vai acontecer a noite.
As crianças desta mãe agora estão no Brizolão.
Por nunca terem tido uma "educação familiar" e por negligência da mãe, estas crianças se comportam como verdadeiros selvagens. Ameaçam professoras, fumam maconha dentro da escola, cantam funks enaltecendo traficantes pelos corredores do CIEP e por aí vai...
A Professorinha tenta fazer de tudo para dar aula e tentar dar uma futuro melhor para aquelas crianças. Acaba perdendo seu tempo e se frustrando... pobre professorinha...
O diretor da escola não sabe o que fazer pois a escola sofre constantes depredações e atos de vandalismo cometidos pelos alunos. Já não há mais dinheiro para manutenção dos banheiros pois estes foram reformados no mês passado e já estão completamente depredados.
A única coisa que eles parecem valorizar é a "hora da merenda" pois o resto, para eles não interessa...
Os professores perdem a fé e já não mais acreditam que podem mudar aquela realidade daqueles alunos miseráveis.
Agora os filhos da "mamãe" já são jovens adolescentes...
Se metem em um monte de merda... compra CDs piratas do "proibidão" do funk. Passam o dia todo soltando pipa e a noite vão balançar a bunda no sambão. Gostam de falar de AR15 e sonham serem como os traficantes. Como são idiotas demais, nem como olheiro do tráfico conseguem um bico.
Acabam virando flanelinha, vendedores de balinhas nos sinais de trânsito, limpadores de vidro nos sinais, etc.
Num momento de lucidez, percebem que não têm futuro e ficam revoltados.
Neste momento, eis que aparecem os grupos de (in)consciência negra e pessoas como o Fábio Pinto. Estas pessoas dizem estar ali para "ajudá-lo". Falam sobre uma tal "burguesia perversa" que é culpada pela situação dele ser aquela. Falam coisas como ele ser "vítima da sociedade" e que o "governo não lhe deu condições".
Acendem neste indivíduo a chama da revolta contra a "burguesia branca."
Revoltado contra a "burguesia branca" e contra o malvado governo que "não lhe deu estudo", este indivíduo passa a participar de passeatas exigindo "cotas para negros" nas Universidades Públicas.
Falam sobre uma tal "dívida histórica", "opressão contra os negros" e que eles devem lutar "pelo o que é deles".
Usam de meios violentos nos seus protestos. Dizem que os brancos burgueses estão "roubando" suas vagas na universidade.
Atentos ao que acontece, políticos inescrupulosos afim de formarem currais eleitorais, abraçam a "nobre causa" de defender as tais "cotas para negros" nas Universidades Públicas.
Tentam usar os argumentos mais absurdos possíveis para tentar provar que as "cotas" não são inconstitucionais e que existe uma "divida histórica a ser paga".
Faz uma bafafá tremendo, politicagem barata, assistencialismo e pimba! Consegue emplacar a Lei das "cotas para burros nas Universidades Públicas".
Com a Lei, aqueles filhos da "mamãe" que passava o tempo todo dormindo, bebendo cachaça e balançando a bunda no baile funk agora estão estudando Engenharia na UERJ.
Notam que os banheiros da UERJ têm muitas torneiras bonitas esperando serem roubadas. Notam que tem muito muro esperando levar uma bela pixação escrito "CV". Descobrem que é um barato chegar na comunidade e dizer que vai ser formar "dotô" pela UERJ.
Quando começam as provas de Cálculo, Álgebra Linear, Mecânica I, Física I, etc, caem na realidade: "o que que é isso, mermão? Ninguém me falô que precisava estudar para ser dotô!"
Descobrem que não sabem nada e levam bomba nos exames. Ficam revoltados e voltam para os grupos de (in)consciência negra que agora fazem protestos contra os "malvados e burgueses" professores da UERJ que estão reprovando os alunos cotistas.
Desiludido, o jovem cotista abandona a UERJ e vai fazer aquilo que ele mais gosta: balançar a bunda no baile funk.
Lá encontra uma "cachorra preparada" e manda vê na hora do trenzinho.
Meses depois ele ouve falar que a tal garota engravidou e está preste a dar a luz e felizmente parece que ela não tem a menor idéia de quem seja o pai.
E aqui fecha-se o ciclo da miséria...
A feia verdade...
A Verdade quase sempre é feia enquanto que a mentira quase sempre é bonita e sedutora.
É muito mais bonito dizer que a "culpa é da Sociedade" do que afirmar a culpa para situação de miséria em que vivem é deles mesmos.
É muito mais bonito dizer q a "malvada burguesia impede que o favelado saia da miséria" do que admitir que eles mesmo cavam a própria cova e que afundam na própria lama.
É muito mais bonito dizer q "o vestibular é injusto porque prejudica os estudantes das escolas públicas" do que admitir que eles mesmos depredam as escolas e ameaçam os professores.
A Verdade nunca é algo bonito de se ver...
1 - A realidade existe, independentemente da observação do homem, de seus sentimentos, desejos, esperanças ou medos.
2 - A razão é o único meio do homem para perceber a realidade, sua única fonte de conhecimento, seu único guia de ação e seu meio básico de sobrevivência
3 - O homem, cada homem, é um fim em si mesmo e não um meio para o fim de outros homens. Deve existir em função de seus próprios propósitos, não se sacrificando por outros nem sacrificando outros por ele.
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 10:21 PM
pelo Dr. William Pierce
Um número de ouvintes me disse que eu realmente deveria comentar sobre a série de assassinatos horríveis de gente Branca por Negros durante as duas semanas passadas. Minha resposta inicial a estas sugestões foi negativa. Este não é o propósito destas transmissões da Vozes Dissidentes Americanas, o de dizer aos ouvintes o que eles já sabem. Se a mídia Judaica reporta algo bem o bastante para as pessoas obterem os fatos essenciais do que aconteceu, então eu sou inclinado a deixar isto de lado.
No caso destes recentes assassinatos raciais, no entanto, não está inteiramente claro que os fatos foram apresentados adequadamente. Muitas pessoas me perguntaram se o ladrão de carros que arrastou o menino Branco de seis anos até a morte, em Independence, Missouri, em 22 de fevereiro, era ou não Negro. Eles assumiram de que ele era Negro, porque o assassinato ocorreu durante um roubo de carro, que é um crime quase exclusivamente Negro, e também porque o assassino não foi mostrado na televisão. Os Norte-Americanos tem aprendido com a experiência que quando a mídia se recusa a mostrar-lhes a face de um criminoso, isto é geralmente porque ele não é Branco. Há muitas fotos da vítima, do pequeno Jake Robel, na televisão, mas nenhuma do seu assassino.
Bem, é claro, esta suposição estava correta. Apesar de que a maioria da mídia nacional orientou-se para evitar revelar a raça do assassino, muitos jornais locais em Missouri traziam fotos dele. Ele era Kim Davis, de 34 anos, de Kansas City, um criminoso Negro que parecia como se tivesse acabado de pular de uma árvore na África. Ele estava rondando por um estacionamento de uma lanchonete de sanduíches em Independence, esperando por uma oportunidade de roubar um carro. Quando a mãe do pequeno Jake estacionou e saiu do carro dela, deixando seu filho de seis anos no banco de passageiros, o Negro pulou para a chance. Ele empurrou Jake para fora, em direção ao pavimento, mas deixou a criança Branca presa em seu cinto de segurança. A medida que o Negro saiu dirigindo, a mãe de Jake estava tentando desesperadamente livrar seu filho do seu cinto de segurança e estava gritando ao Negro para parar, mas ele ignorou ela e acelerou para fora do estacionamento, montado na direção do carro dela, com a criança pulando e raspando pelo chão. Ele arrastou a criança por mais de quatro milhas, à velocidades acima de 80 milhas por hora, antes que motoristas Brancos fossem capazes de bloquear o carro roubado, puxar o Negro para fora, amarrá-lo e sentarem sobre ele até que a polícia chegasse. É claro, já era tarde demais para fazer qualquer coisa pela criança, exceto cobrir seu corpo dilacerado com um lençol.
A Polícia, é claro, marcou e fotografou pontos ao longo da rota do arrastamento, onde havia poças de sangue do pequeno Jake, e pedaços de sua carne, para que as fotografias pudessem ser usadas depois como evidência no julgamento do Negro. Você se lembra quando três jovens homens Brancos arrastaram um criminoso condenado Negro até a morte, em Jasper, Texas, dois anos atrás? Eu estou certo de que vocês lembram, porque os chefes da mídia fizeram um ponto de não deixarem que vocês esqueçam. De novo, de novo e de novo nós vimos nas nossas telas de televisão aqueles pequenos círculos que a polícia marcou ao longo da estrada onde eles acharam algum sangue da vítima. Agora, eu me comprometo com vocês de que vocês nunca verão os pontos que a polícia em Missouri marcou onde o sangue do pequeno Jake Robel foi achado. Aqueles pontos de sangue não serão mostrados, nem a face do assassino negro será mostrada tampouco, porque os chefes da mídia querem que vocês esqueçam sobre o assassinato do pequeno Jake Robel o mais rápido possível.
Ao menos, o arrastamento do pequeno Jake recebeu alguma cobertura de notícias por um dia ou dois. Isto é mais do que duas mulheres Brancas que foram arrastadas até a morte obtiveram. Há apenas uma semana antes, em 14 de fevereiro, Sandra Roberts, de 41 anos, foi arrastada até a morte em Kansas City. Eu aposto que você não ouviu uma palavra sequer a respeito disto, e que você não ouvirá, pela razão usual. Então também houve o assassinato de Patrícia Stansfiel em agosto de 1998. A mulher Branca de 46 anos foi arrastada por duas milhas até a sua morte por uma estrada em Streator, Illinois, por um Negro que estava roubando seu carro. Depois que o homicida Negro, Christopher Coleman, arrastou Patricia por duas milhas enquanto ela gritava por misericórdia, ele acabou parando, cortou seu corpo morto do carro, e deixou-a em uma vala na estrada antes de continuar com seu carro. E se você não ouviu sobre este assassinato por mim, você não ouviu sobre isto. Os chefes da mídia impuseram um embargo total de notícias sobre o arrastamento Negro-contra-Branco de Patrícia Stansfield, que ocorreu justamente a seguir do arrastamento Branco-contra-Negro em Jasper, Texas. Eles não queriam que notícias sobre o assassinato de Patricia Stansfield destruíssem a sua publicidade maciça sobre o arrastamento em Jasper.
O assassinato da pequena Kayla Rolland em Michigan, na semana passada recebeu mais cobertura da mídia do que o arrastamento de Jake Robel, mas houve a relutância usual da mídia em nos deixar saber que o assassino que atirou na menina de seis anos de idade, na sua classe de primeira série, era Negro. A maioria dos telespectadores tiveram que concluir que ele era Negro por saber pelas notícias que ele tinha vivido em uma casa de crack e que ele tinha usado uma pistola que tinha sido roubada de um comércio locar por um de seus parentes adultos. Se nós tivéssemos sorte, nós teríamos pego uma rápida olhadela em um dos seus parentes bem Negros sendo levado para a corte algemado, apesar de que nós nunca pudemos ver o próprio assasino. Se nós formos leitores diligentes de reportagens de notícias na Internet, nós poderíamos saber que ele já tinha sido suspenso da escola por três vezes-na primeira série-uma por apunhalar uma colega. Nós poderíamos também saber que ele atacou a pequena Kayla no playground da escola no dia anterior, e que quando ele puxou a pistola e atirou nela no pescoço, ele disse a ela, "Eu odeio você". Nenhuma das reportagens de notícias que eu fui capaz de achar, no entanto, veio a público e disse que ele era Negro e habitualmente agia da maneira que tantos outros jovens Negros agem em escolas racialmente integradas, onde eles causam problemas de longe maiores do que a proporção deles numericamente. Nenhum dos comentaristas de notícias perguntou porque nada foi feito para proteger a pequena Kayla deste monstro juvenil com um registro de ataques físicos, depois de sua demonstração de hostilidade e agressão contra ela no dia anterior. Eles pareciam muito mais preocupados em desviar para explicar o comportamento do assassino e tratá-lo como uma vítima da sociedade.
Sobre o único caso recente de assassinatos Negro-contra-Branco que recebeu uma cobertura de notícias que até mesmo mencionou o elemento racial, foi o assassinato de três homens Brancos em Pittsburgh, na semana passada, por um assassino Negro que se enfureceu quando uma equipe de reparos falhou em reparar a porta de seu apartamento subsidiado de maneira rápida o bastante para satisfazê-lo, e disse a todo mundo que pudesse ouvir que ele odiava Brancos e queria matar todas as pessoas Brancas. Foi muito difícil para a mídia manter o ângulo racial fora desta história. Eu tenho uma previsão para fazer, no entanto: a mídia vai deixar esta história morrer muito mais rápido do que ela deixará morrer um par de outras histórias sobre assassinatos raciais que vêm a mente: a história de Buford Furrow, por exemplo, que feriu vários Judeus e matou um Filipino em Los Angeles no ano passado, ou a história de Benjamin Smith, que matou um coreano e um negro em Illinois.
De fato, as histórias de Furrow and Smith não foram permitidas a morrer ainda. Elas permanecem bem maduras para o moinho de culpa-Branca de Hollywood. E eu estou certo de que você está familiarizado com a técnica usada pelos chefes da mídia para manter tais histórias vivas. Eles usam a velha técnica Watergate, a técnica da goteira Chinesa, na qual a cada dia eles incansavelmente gotejam um novo pedacinho conectado à história, ou se eles não tem mais nenhum pedacinho de história, eles apenas remisturam todos os antigos pedacinhos. De uma maneira ou de outra, eles mantém a história na consciência do público por tempo o suficiente até que ela sedimente. Depois que a história deixa as primeiras páginas, eles relembram o público sobre ela com documentários na televisão todo mês ou quase isso. No ano passado houve muitos especiais na televisão mostrando Buford Furrow e Benjamin Smith. Eu estou totalmente seguro de que durante os próximos dois anos nós veremos dúzias de outros especiais da televisão baseados nas escapadas de Furrow e Smith..
Eu também prevejo que nós não veremos nenhum especial da televisão sobre os assassinatos na semana passada de três homens Brancos em Pittsburgh por um assassino Negro louco-nem sequer um- porque eles querem que nós esqueçamos sobre isso o mais rápido possível. Nós também não iremos ver o Sr. Clinton vindo à televisão e dando a todos nós um sermão sobre ódio em conexão aos assassinatos da semana passada em Pittsburgh, da maneira que ele fez em conexão aos incidentes de Furrow e Smith. O que nós vimos na televisão após o assassinato da pequena Kayla Rolland, no entanto, foi o Sr. Clinton empurrando mais fortemente para mais leis de controle de armas- especialmente uma lei requerendo travas de gatilho para armas de maneira a manter as crianças de usá-las. Será que querem que acreditemos que tal lei teria impedido que a pequena Kayla de 6 anos fosse assassinada por seu colega negro? Será que querem que acreditemos que traficantes de crack Negros irão correr e comprar travas de gatilho para todas as suas armas se o Sr. Clinton e seus apoiadores anti-armas conseguirem em ter tal lei decretada? O que nós precisamos é controle das minorias, não controle de armas.
E aquilo nos traz ao assunto que eu realmente quero falar sobre hoje. Você sabe, eu poderia falar e falar sobre crime Negro-contra-Branco e a relutância da mídia controlada de notícias em reportar isto, porque isto não se encaixa na sua agenda de fazer os Brancos Americanos sentirem-se culpados, de manter os Brancos Americanos desarmados e fora de equilíbrio. Eu mencionei três crimes terríveis contra gente Branca que ocorreram nas duas e meia semanas passadas, mas estes crimes Negro-contra-Branco não são o ponto importante. Em certo sentido, eles não são sequer importantes. Em um certo sentido, eu recepciono bem tais crimes. Eu recepciono bem eles porque eles nos lembram de um problema muito maior que nós temos, e que é a destruição da nossa sociedade, a destruição da nossa civilização, a destruição de nossa raça por aqueles que tem deliberadamente trazido as condições na América que permitem que meninas Brancas de seis anos sejam assassinadas em suas classes escolares de primeira série por animais sub-humanos; condições onde mulheres Brancas e crianças são arrastadas até suas mortes por animais sub-humanos curvados ao roubarem seus carros com uma total indiferença para as vidas de qualquer um que fique em seu caminho; condições onde um animal sub-humano voa furiosamente em fúria porque trabalhadores Brancos foram rápidos o suficiente em reparar a porta do seu apartamento alugado-subsidiado que ele mesmo chutou quando ele perdeu a chave e então começou a matar gente Branca, que ele culpou por todas as suas inadequações.
O que é importante é que estas condições foram impostas à nós deliberadamente, e nós somos todos obrigados a viver sob elas, e elas estão ficando piores, e eventualmente elas irão destruir nosso povo. Isto é que é importante. E se precisa haver o assassinato da pequena Kayla Rolland na sua classe escolar em Michigan para nos lembrar sobre isso, então a pequena Kayla morreu por uma boa causa. Se precisa haver o arrastamento até a morte do pequeno Jake Robel ao longo de uma autopista em Missouri para nos distrair de nossos jogos de bola por alguns minutos e nos dar a alguns de nós a chance de ver a grande figura, então isto foi válido.
Eu sei que isto soa terrível e sem coração para pessoas que são constitucionalmente incapazes de ver qualquer coisa exceto em termos individuais e pessoais. Tudo o que eles pensam é pobre pequena Kayla, pobre pequeno Jake, os pobres colegas que foram assassinados por um negro louco-de-ódio em Pittsburgh. O que nós temos que pensar ao invés do que aconteceu a pequena Kayla é que outras pequenas meninas Brancas como Kayla por toda a América, na maioria das escolas da América, estão expostas todos os dias a Negros como aquele que assassinou Kayla; que seres malignos em Washington, Hollywood e Nova York tem deliberadamente imposto em nosso país políticas que fazem com que seja impossível para pequenas meninas Brancas como Kayla escaparem de estarem expostas a Negros.
É claro, a maioria das meninas brancas como Kayla não é atingida por tiros até a morte por primatas de seis anos, que tem sido declarados iguais e dados assentos nas suas classes escolares por homens malignos em Washington, que sabem melhor isto. Muitas mais delas são estupradas do que são mortas a tiros. Muitas mais ainda são seduzidas para o estilo hip-hop, para dentro da selva cultural de rap, imundície e drogas promovida por Judeus de Hollywood e Nova York que controlam a mídia de entretenimento, a qual milhões de pequenas meninas Brancas como Kayla se tornam viciadas, porque é da moda ser viciada nisto. E daqui 30 ou 40 anos, todas as meninas Brancas como Kayla--todas as meninas Brancas na América--serão obrigadas a viver em uma sociedade na qual não haverá proteção alguma porque Brancos serão a minoria; uma sociedade na qual casamento interracial será a norma, encorajado por Hollywood muito mais ainda do que já é hoje. Isto é o que os Judeus de Hollywood e Nova York e os traiçoeiros políticos de Washington que os servem estão planejando para a América. Isto é o porque eles sempre super-emfatizam as raras histórias de crimes Branco-contra-Negro e minimizam as histórias de crimes Negro-contra-Branco. E é por isso que qualquer incidente, não importando o quão horrível ou doloroso, que nos faz pensar sobre o futuro, que nos alerta para o que está guardado para nós, deveria ser bem vindo.
Quando eu vejo Judeus de Hollywood apresentando um casal interracial na televisão em uma tentativa de persuadir jovens meninas Brancas de que namorar Negros é da moda e é algo que elas deveriam tentar por si mesmas, eu fico muito mais furioso do que quando eu leio sobre o assassinato de uma pequena menininha Branca por um colega Negro. No longo prazo, é o sexo interracial que é mais destrutivo. E são os homens malignos que deliberadamente impuseram na América as políticas que trouxeram o assassinato da pequena Kayla que são os mais merecedores de castigo, mais merecedores de enforcamento, do que o primata juvenil que atirou nela.
A tanto tempo quanto na década de 1920, os Judeus dos Estados Unidos já estavam abertamente e agressivamente promovendo seu programa para nos multiculturalizar, para quebrar nossa sociedade Branca homogênea e nos fazer, ao invés disso, em uma sopa cosmopolita de variadas minorias raciais, na qual eles poderiam muito mais facilmente penetrar e controlar. Como eu disse "tanto tempo quanto nos anos 1920"; Na verdade, este comportamento da parte dos Judeus de trabalhar para destruir a solidariedade e homogeneidade de uma sociedade que eles intencionam em penetrar e controlar tem milhares de anos de idade. Está em seus genes. Mas na América, pelos anos 1920, isto era aberto e bem óbvio. A América era naquele tempo uma mistura de povos Celtas, Germânicos, Eslavos e Mediterrâneos, parte Protestante e parte Católicos, mas todos Europeus, todos Brancos. Os escravos Negros libertos e seus descendentes tinham sua própria sociedade separada. Os índios viviam em reservas. Isto era um país Branco, e praticamente qualquer um menos os Judeus assumiram que este país permaneceria desta maneira. Nós queríamos que este país permanecesse desta maneira.
A maioria de nosso povo nunca sonhou que alguém poderia querer forçar os Brancos Americanos a aceitar seus ex-escravos Africanos como seus "iguais" e encorajar suas filhas a se deitarem com estes "iguais". Nós nunca sonhamos que alguém estivesse fazendo planos e esquemas para mudar nossas leis de imigração para que eles pudessem bloquear o fluxo de nosso povo da Europa e ao invés disso, trazer para dentro milhões de Chineses, Vietnamitas, Paquistaneses, Haitianos, mestiços Mexicanos e Judeus Soviéticos e usá-los para destruir nossas cidades, nossos bairros e nossas escolas, e organizá-los em blocos de eleitores para o propósito de nos tirar o poder e de nos tirar nossas propriedades. Nós não sonhamos que tal coisa poderia acontecer, ou que alguém pudesse querer que isso acontecesse.
Nós sabíamos que os Judeus usualmente não eram bons, e nós tínhamos sinais nas portas de muitos dos nossos melhores hotéis, restaurantes e estabelecimentos comerciais: "Não se admitem Judeus". Mas a maioria de nós nunca sonhou que esta minoria esperta mas execrável pudesse conseguir virar nossa sociedade de cabeça pra baixo, ao capturar o controle de nosso governo, em destruir nossas instituições, em suprimir nossas tradições e valores e nossos padrões de comportamento, e em fazer de nosso país um chiqueiro multicultural. Nós nunca sonhamos que um dia chegaria quando pais e mães Brancos seriam forçados por lei a mandarem suas filhas de seis anos para escolas com pequenos monstros Negros descendentes dos seus escravos Africanos. E é claro, na década de 1920 nós nunca tínhamos sonhado com a televisão e com o poder destrutivo de uma Hollywood controlada por Judeus.
Pra estar certo, alguns de nosso povo tentou nos alertar. Nos anos de 1920, a Cortina de Ferro do Politicamente Correto ainda não tinha descido sobre nossas universidades, e muitos historiadores, biólogos, antropólogos e outros estudiosos não tinham medo de escrever francamente sobre assuntos raciais e assuntos Judaicos. Infelizmente, isto tudo foi feito muito polidamente, de uma maneira muito cavalheiresca, e o eleitor médio Branco nunca olhou acima de suas revistas e jornais cômicos. Os Judeus, por outro lado, estavam organizando e propagandeando em todos os níveis, com 3000 anos de prática atrás deles. Eles estavam recrutando os elementos mais venais e inescrupulosos entre o clero Cristão; os elementos mais ressentidos, neuróticos e ambiciosos entre os acadêmicos; os pseudo-"intelectuais" mais cabeças-vazias e tendenciosos; Eles infiltraram-se em nossas universidades e tomaram departamentos inteiros. Eles compraram nossos políticos às centenas. E é claro, eles estavam comprando a mídia de massa tão velozmente quanto eles pudessem acotovelar seus competidores gentios para fora do caminho.
A "guerra cultural" dos anos 1920 e 1930 foi curta e decisiva. Nós nunca sequer tiramos nossas luvas, e eles nos deram uma boa surra. Então eles foram capazes de mentir e nos levar à Segunda Guerra Mundial, e depois daquilo nosso ganso estava cozido. Eles usaram os grandes deslocamentos associados com a guerra para introduzir mudanças sociais de longo alcance, e dentro de 15 anos depois da guerra eles já tinham colocado nossa sociedade inteira em um turbilhão. E hoje, crianças Brancas e mulheres Brancas são arrastadas até a morte atrás de carros sendo roubados por Negros, e a mídia mantém estes fatos silenciados enquanto saturam-nos com imagens de poucos Brancos cometendo crimes contra não-Brancos. E meninas Brancas de seis anos de idade são assassinadas em suas classes escolares por pequenos monstros Negros que são tratados como vítimas de uma sociedade Branca-racista.
E enquanto isso tudo, eles nos martelam dia e noite com sua mídia a noção derrotista de que o multiculturalismo que eles impuseram à nós está aqui para ficar, que não há nada que nós possamos fazer sobre isso, e portanto, é melhor nós começarmos a nos acostumar com isto. Eles acreditam que eles conseguiram nos bater ao ponto agora onde nada irá nos fazer rebelar.
Bem, escutem Judeuzinhos! Vocês estão mortalmente errados. Apenas deixe mais algumas de nossas mulheres e crianças serem dilaceradas por seus bichos de estimação multiculturais, e vocês vão ver o que nós podemos fazer sobre isso. A guerra não está acabada, e desta vez nós iremos lutar sem nossas luvas. A retribuição está vindo. Nós vamos começar com os traidores entre nosso próprio povo, com os políticos e os jornalistas. Mas nós vamos chegar a cercar vocês. Acredite-me, nós iremos!
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 10:39 PM
Perdão, desculpas, desculpas, perdão. Todos os dirigentes da Alemanha do pós-guerra já se ajoelharam, rastejaram, derramaram lágrimas em milhares de solenidades, diante de milhares de monumentos às vítimas do antisemitismo nazi. O Papa já pediu perdão várias vezes. Já anda até meio chateado com os reiterados pedidos de desculpas que tem que fazer em todas suas viagens, em todos os eventos e solenidades que comparece. Na sua recente visita ao Brasil, perguntado mais uma vez se iria pedir perdão, desculpas aos judeus, etc, etc, Sua Santidade reclamou que "sempre o Papa e os católicos são os que têm que pedir desculpas"...
O rei Juan Carlos da Espanha também já pediu desculpas, perdão, etc, bispos de todas as paróquias ao redor do mundo já pediram perdão e se prontificam a pedir desculpas e perdão novamente, quantas vezes forem solicitados, mas "o povo mais perseguido da história" nunca está satisfeito: Miterrand pediu de joelhos perdão, desculpas, etc, e mesmo assim foi crucificado pela mídia, que descobriu seu "passado antisemita"; os bancos suíços já pediram perdão e, como desculpa, deram montes de ouro aos "sobreviventes", mas a turma é insaciável e quando fareja o metal amarelo fica completamente fora de controle. E exigem mais perdão... e mais ouro, e a coisa toda descamba para a paranóia total.
Mas agora surgiram concorrentes: os homossexuais também querem ouro. E a briga promete ser feia porque quando se trata de dividir ouro a conversa é outra.
Em matéria da Folha de São Paulo do dia 10 de novembro deste ano, na página Mundo (para a Folha, o mundo parece se resumir a Israel: 70% da página com matérias sobre judaísmo....) o jornal aborda o tema dos homossexuais em campos de concentração e -audácia das audácias! -ousa perguntar "quem sofreu mais nos campos de concentração: judeus ou homossexuais?". Comentando um filme intitulado "Bent", apresentado na 21ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o jornal ousa pôr em dúvida o maior sofrimento judaico em relação às demais "minorias" nos campos de concentração! E a disputa pelo ouro, que o chanceler alemão Helmut Kohl tem sempre reservado para reclamações quanto ao passado nazista da Alemanha, terá mais um grupo de pretendentes: o Grupo de Defesa dos Direitos dos Homossexuais-Outrage. Seus representantes escreveram ao chanceler solicitando um pedido oficial de desculpas à comunidade homossexual (!), e... ouro também, lógico, pois ninguém é de ferro! Exigem o pagamento de "compensação" semelhante à destinada aos "sobreviventes" judeus do nazismo e um aumento nas pensões de vítimas do regime nazista. E não deixam por menos: também de olho nos bancos suíços, querem sua inclusão no novo fundo destinado a ajudar as vítimas do "holocausto". Nessa história tem também a turma dos ciganos, mas esses, usados como "bucha de canhão" dos judeus na lenda do "genocídio", não têm a mídia -nem "lobby", como no caso dos gays -para ampará-los, sendo simples figurantes descartáveis. Porém a comunidade homossexual é forte e atuante, com enorme penetração e participação nos círculos judaicos, onde muitos são figuras exponenciais. Agora o tema vai realmente pegar fogo. Logo começaremos a ouvir falar dos milhões de homossexuais incinerados, mas seguramente um pouco abaixo dos seis milhões de judeus, pois esse é um número sagrado e ninguém sofreu tanto como eles. E haja ouro para toda essa gente.
(Boletim-EP / Esclarecimento ao País Nº 18/Novembro 1997)
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 10:43 PM
(Reprodução da matéria de Michael Hoffman distribuído através de seu site gratuito de notícias revisionistas e de atualidades escamoteadas pela mídia. Para receber gratuitamente notícias atualíssimas envie e.mail para hoffman@hoffman-info.com e digite unicamente "subscribe me".)
Não creio que nos anais da história moderna tenha havido veteranos de guerra que tenham se deparado com uma campanha tão poderosa e constante de falsificações e vilipêndio como ocorre com os soldados alemães da II Guerra Mundial. Continuam sendo odiados e denegridos até os dias de hoje apesar de, na sua quase totalidade, terem lutado limpa e abertamente, com honra e cavalheirismo, com coragem e determinação jamais igualados nos tempos modernos, numa guerra que dificilmente poderá ser lhes imputada como de sua escolha. Tendo conhecido muitos desses homens intimamente, minha convicção a respeito do horror fratricida que foi a II Guerra Mundial foi confirmado, pessoal e emocionalmente. Considerar estes irmãos de sangue dos americanos como "o inimigo", foi o que se pode chamar de o verdadeiro "crime de guerra".
"Resgatar" somente o soldado americano Ryan é uma visão extremamente curta do problema. Salvar o soldado alemão, o "inimigo", assim como o inglês, francês, italiano e todos os demais irmãos de sangue que morreram estupidamente nesta guerra é que é o âmago da questão. Pensar diferente é embarcar na arapuca de auto-aniquilamento e ódio a si mesmo, habilmente armada por Spielberg e sua farsa em celulóide.
É essa aversão pela imagem do alemão estranho —que de fato não é um estranho, mas a face que vemos no nosso próprio espelho— que está na base de toda a decadência que vivenciamos hoje na França, na Inglaterra, nos Estados Unidos. Onde está, agora, a "civilização" pela qual os soldados Aliados morreram para preservar?
Diferente da insinuação de Spielberg, de que a Civilização Ocidental foi salva com a matança de alemães, o contrário é que foi a realidade. Não se pode agir tão estupidamente, confundindo nosso próprio irmão com o inimigo, acreditar e concordar cega e constantemente com tamanha tragédia e esperar que alguma coisa seja salva.
Apresento-lhes agora a única reação a Spielberg e seu "Resgate do Soldado Ryan" que conheço até o momento, feita por um desses nossos irmão de sangue que nós, americanos, tentamos destruir. Michael A. Hoffman II
***
Mr. Steven Spielberg Dreamworks Productions 10 Universal City Plaza N. Hollywood, Calif. 91609
Prezado Sr. Spielberg:
Permita-me —como um duplamente ferido veterano das Waffen-SS e participante de três campanhas bélicas (Batalha das Ardennas, Hungria e Áustria), fazer alguns comentários a respeito do seu filme "O Resgate do Soldado Ryan".
Tendo lido muitos comentários sobre este seu indiscutível sucesso e, como se diz, "impressionante" filme, espero que você não se importe com algumas críticas feitas a partir de um ponto de vista alemão e também germano-americano.
Independente da carnificina mostrada logo no início da estória, durante a invasão em Omaha Beach, sobre a qual não posso opinar porque não estive lá, muitas das cenas de batalha me pareceram irreais.
Você fez alguns esforços evidentes no sentido de promover a autenticidade das cenas, usando peças aparentemente originais de equipamentos alemães da época, como o SPW (tanque), MG-42 (metralhadora), etc.
E, ainda que a aparência dos soldados alemães de infantaria regular nas trincheiras da Normandia não estivesse documentada corretamente, os soldados das Waffen-SS nas batalhas finais de rua estavam apresentados com bastante acuidade.
Meus comentários centram-se no fato de que as Waffen-SS não agiram da maneira como você as mostrou no filme "O Resgate do Soldado Ryan".
Ainda que fosse comum assistirmos, tanto soldados americanos quanto russos, aproximarem-se de nossas linhas protegidos atrás de tanques, isso raramente —acredito que nunca— aconteceu com membros das Waffen-SS.
(Os primeiros americanos que vi durante a Batalha das Ardennas foram algumas dezenas de GIs (soldados americanos) dizimados em torno de um tanque explodido).
Também todos os soldados alemães vistos no "Soldado Ryan" têm suas cabeças rapadas ou com corte muito rente, algo totalmente em conflito com a realidade. Provavelmente você fez algum tipo de confusão mental entre soldados alemães e russos da época. Ou, provavelmente, seu lado judaico assomou e você pretendeu criar uma ligação direta entre os atuais Skinheads e os soldados do exército alemão e das Waffen-SS. Também ao apresentar a minha unidade de combate, você deveria ter usado garotos de 18 ou 19 anos no máximo, em lugar de soldados de mais idade. A média etária —incluindo a maioria da oficialidade— da heróica Divisão da Juventude Hitlerista em Caen, foi de 19 anos!
A cena onde um GI mostra seu medalhão com a Estrela de Davi para prisioneiros alemães e grita para eles "Ich Jude, Ich Jude!" (Eu judeu, eu judeu!) é tão fora de contexto a ponto de se tornar ridícula. Posso repetir-lhe o que soldados alemães diriam uns aos outros caso tal incidente realmente viesse a acontecer: "Esse cara é pirado!". Parece que você não sabe que para a grande maioria dos soldados alemães da II Guerra Mundial , de qualquer unidade, a raça, a cor ou a "religião" do inimigo não tinha a mínima importância. Eles não tomavam conhecimento e nem se importavam com isso.
Inclusive você comete um seríssimo erro de julgamento quando, nas cenas de abertura de "Soldado Ryan", inicia a tomada panorâmica do cemitério militar, partindo da solitária lápide com a estrela judaica em direção à totalidade de cruzes cristãs. Eu sei o que você pretendia dizer com isso, mas estou seguro que não fui o único que imediatamente relanceou o olhar para as centenas de outras cruzes visíveis, tentando descobrir onde haveria mais uma estrela de Davi. E você conhece a resposta. De fato você gerou um efeito contrário ao que pretendia com a cena. O uso daquela cena demonstra a mentira fortemente proclamada intensamente por organizações judaicas, afirmando que os judeus se apresentaram como voluntários, em número superior à percentagem que representam na população e que, portanto, seu sacrifício em sangue foi muito mais alto do que o do resto dos americanos. Eu visitei o imenso cemitério militar americano em Luxemburgo, onde está enterrado o general Patton, e contei as estrelas judaicas. Fiquei estarrecido com a sua ausência.
Após a Primeira Guerra alguns líderes judaicos alemães montaram a mesma falácia: afirmaram àquela época e continuam afirmando até hoje, que "12 mil judeus deram suas vidas pela Pátria", o que teria também feito a sua participação mais alta, percentualmente, o que não corresponde à verdade. Mas talvez "12.000" seja somente um número simbólico, expressando que "do nosso ponto de vista, fizemos bastante".
Durante a II Guerra Mundial, como é do conhecimento geral, um quarto da população americana considerava-se de descendência alemã. Conhecendo o fervor patriótico dos descendentes de alemães pelos Estados Unidos, podemos estar certos que o seu número nas forças armadas foi igual ou superior à percentagem que representam na população dos EUA. Mas em "O Resgate do soldado Ryan" não se viu ou ouviu um único nome germânico entre os americanos. Você se esqueceu de Nimitz, Arnold, Spaatz ou mesmo Eisenhower? Bem, talvez o capitão Miller da Pensilvânia fosse um descendente de alemães com o nome anglicizado.
Omitindo os nomes germano-americanos, parece que você fez um resumo da situação da Casa Branca, onde raramente se pode encontrar alguém com nome alemão. Bem, talvez alguém possa pensar que a abundância de nomes com sonoridade alemã, tais como Goldberg, Rosenthal, Silverstein ou Spielberg, satisfaça a necessidade da representatividade "germano-americana"...
Meu comentário final diz respeito à cena do fuzilamento de prisioneiros alemães imediatamente após uma batalha. Uma análise da literatura americana sobre a II Guerra mostra que estes incidentes foram mais comuns do que geralmente é admitido, e quase sempre tais transgressões às leis da guerra e do cavalheirismo eram, seguida e constantemente, desculpadas, "pois os GIs ficavam loucos de ódio contra alemães que recém tinham morto um de seus camaradas mais queridos". Em outras palavras, o ódio e os crimes de guerra que se seguiam eram perfeitamente compreensíveis e, evidentemente, desculpáveis. Em "O resgate" você passa a concordar com este comportamento, ainda mais que somente um dos soldados americanos —casualmente o "covarde"— contesta este comportamento dizendo que não se atira no inimigo que depôs as armas. Como um antigo soldado alemão posso assegurar-lhe que entre nós jamais tivemos um, assim chamado, comportamento não-ariano. Recordo ainda muito bem quando, em janeiro de 1945, estávamos sentados junto a dez americanos capturados após uma feroz batalha, e os GIs se encontravam genuinamente surpresos pelo fato de os tratarmos como camaradas, sem rancor. Se você quer saber porque era assim, posso lhe contar. Nós não tínhamos sofrido por décadas de propaganda de ódio contra o inimigo, como foi o caso dos soldados americanos e britânicos, cujos básicos sentimentos de cavalheirismo tinham sido praticamente (mas não em todos os casos) apagados, após assistirem excessivos filmes de guerra antialemães, filmes feitos por seus (de Spielberg) congêneres de sangue e religião. (Para sua informação: jamais vi um único filme de guerra antiamericano; não havia mais diretores judeus nos estúdios alemães).
Sinceramente
Hans Schmidt
P.O. Box 11124 Pensacola, Florida 32524 - USA Fax: 850-478-4993
Hans Schmidt é o Presidente do German-American National Public Affairs Committee (GANPAC) e editor do boletim mensal "GANPAC Brief", uma publicação histórico-revisionista norte-americana de altíssima qualidade e atualidade. GANPAC Brief é distribuída em todo mundo e a assinatura anual para o Brasil é de 60 dólares, podendo ser encomendada no endereço acima. Em 1995 Schmidt foi julgado na Alemanha e condenado a seis meses de prisão, cumpridos na penitenciária de Bützow, no estado alemão de Mecklenburg, pelo "crime" de haver enviado sua publicação, via correio, para aquele país. Suas experiências nas prisões da "democrática" República Federal (da Alemanha) são relatadas em seu livro "Jailed in Democratic Germany", que pode ser encomendado diretamente a ele. Com 71 anos de idade, Hans Schmidt permanece resoluto em sua jornada de esclarecimento e, sem se curvar às pressões do Sistema, segue informando o público americano e seus leitores pelo mundo. Atualmente escreve suas memórias como antigo membro das Waffen-SS na II Guerra Mundial.
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 10:52 PM
VALE A PENA?
Quantas vezes escutamos essa frase?
Seja vinda de camaradas, amigos, e até pessoas curiosas, são muitas as vezes que nos fazem essa pergunta.
E recordando, quem não se fez essa mesma pergunta?
Vale a pena lutar, dar o melhor de nós, correr o risco de perder tudo, por uma raça que absorve toda a propaganda que o sistema vem disseminando faz mais de meio século e não quer ser salva?
Vale a pena por em risco seu emprego, tua família, tua namorada, teus amigos, tua integridade física, tua liberdade e até sua vida pela causa?
Vale a pena tomar parte de um movimento, de uma cena, onde os piores inimigos são teus próprios camaradas?
Um movimento em que, se supõe deveria ter como principais características a lealdade, a honra, o respeito e a dignidade, mas ao contrário estes valores são sobrepostos (na maioria dos casos, não em todos) pela inveja e a traição, onde os falatórios e os rumores mal intencionados ocorrem apenas pelas costas.
Vale a pena gastar o pouco tempo livre que tem para ficar realizando atividades de propaganda, discutindo e tentando esclarecer as pessoas comuns, muitos dos quais não querem abrir a mente para receber a VERDADE?
Muitos de nós já nos perguntamos isso alguma vez.
Muitos de nós já perdemos varias coisas que amávamos.
Quem já não perdeu namorada, amigos, empregos?
Muitos de nós temos sofrido. Por ter perdido uma namorada ou amigos pelo simples motivo de ser um ATIVISTA NS, mas isso é bom, isso demonstra que essa gente não nos serve, que nunca deveríamos ter desperdiçado tempo com eles e que foi melhor que nós traiam agora e não no momento em que se inicie a batalha final contra o sistema.
Um amigo, uma namorada, não são NADA comparados com nossa cosmovisão pela qual milhões de pessoas deram suas vidas. Uma comovisão pelas quais muitos camaradas perderam, estão perdendo e perderão sua liberdade, só por pensar diferente.
No que diz respeito ao movimento, a experiência nos têm demonstrado que quando não se faz nada, ninguém fala de você, e quando você realiza várias atividades, quando se compromete de verdade pela causa, muitos invejosos, medíocres que querem camuflar sua inatividade falando futilidades, dizendo coisas estúpidas como "de onde tira o dinheiro se os zines são distribuídos, lógico que quem o financia é o mossad", "tem um tetra-avô judeu, porque conheço um judeu que tem um sobrenome similar, se tirarmos a primeira e a última letra", "é membro do serviço de inteligência porque seu tio trabalha na área de manutenção de tal instituição". Parece estupidez, digna de um imbecil, e muitos que estão lendo isso estão rindo agora, porém infelizmente temos escutado isto varias vezes, de maneira igual ou similar.
Em uma época respondíamos a estas idiotices, porém, nos demos conta que a melhor maneira de responder estas estúpidas afirmações é MILITANDO, sendo dia a dia mais ATIVOS e LUTANDO sem descanso pelo que cremos.
O tempo, o dinheiro que perdemos, não são nada, não significam nada. Não podemos ser egoístas, se falamos de Nacional-Socialismo, onde uma das máximas é "proveito comum sobre o beneficio individual". Caso contrario, seriamos apenas uns hipócritas.
Em resumo, SIM, VALE A PENA, continuar esta luta, ao menos desta forma, entenderemos que NASCEMOS NS, SOMOS NS, e MORREREMOS NS . Os melhores NS são aqueles que nascem como tal, muitos não sabem que são, e descobrem através dos anos, e outros desde que tomam consciência vem manifestando simpatia pela nossa causa.CAMARADA, se REALMENTE és NS, não desanime, nunca deixe de lutar.
Talvez você chegue a ver o triunfo de nossa cosmovisão sobre as forças obscuras, então terá a consciência tranqüila, poderá dormir bem, sem se sentir culpado, seguro que fez o melhor pelo NACIONAL-SOCILAISMO. E pode ter certeza que venceremos! Não nos derrotarão por que o bom e o belo sempre triunfaram neste mundo.
Sieg Heil!
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 10:57 PM
Agosto (ano 8,450) (antigo ano 2004), Nova lisboa ( antiga são paulo) América Austral (antiga América do sul, agora englobando, brasil, argentina, Uruguai, Paraguai e chile)
No ano de meu nascimento 1934, Ja estávamos no 2 ano do 3 reich, para ser sincero, eu não conheci muito dessa época porque fui me interessar por politica muito velho, apenas com meus 30 anos. Mas sei, que foram anos gloriosos que mudaram a historia da civilização para sempre. O que posso dizer do brasil, é que, na época estávamos na Era vargas, e o pais estava crescendo dia a dia, meu pai era um homem muito feliz, metalúrgico, não muito inteligente, mas muito amável com seus 8 filhos.
Eu cresci dentro da classe trabalhadora e lembro com muito prazer toda a minha infância, os brinquedos de madeira, os carrinhos, tudo com um enorme idílio. Quando em 1938 Adolf Hitler recebeu apoio de nosso presidente Getulio vargas. O governo americano resolveu nos ameaçar com destroiers nas praias nordestinas.
Em 1939 Hitler declarou guerra aos estados unidos e grã bretanha, na grã bretanha a guerra foi curtíssima, Hitler anos antes apoiaria milicias fascistas de Edward Mosley que enfraquecera o governo pútrido judaico da Inglaterra, um homem chamado churchil que comandará a curta guerra contra a Alemanha foi executado em praça publica, e o rei coroado, segundo o pensamento de Mosley. O parlamento foi dissolvido e o partido
fascista tomou total controle até o fim da guerra.
Em dezembro de 1939 Hitler tendo os japoneses como aliados tomam a região do havai dos americanos, eu nunca admiti essa atitude do furher, de jogar amarelos contra bons camaradas brancos, de qualquer maneira no final o furher provou sua maestria, quando os japoneses invadiram a manchúria e numa guerra absurdamente cruenta de 7 anos,
exterminaram 290 milhões de chineses. Os russos em 1940 declaram guerra ao japão a parte sul da china ficou praticamente desabitada. Dos 390 milhões apenas 100 milhões sobreviveram. No japão não foi muito diferente nos seus últimos suspiros a china mandou todo seu exercito para toquio fazendo o pior extermínio em um dia de combate em toda a historia da humanidade excedendo até as guerras púnicas em proporção.
20 milhões de mortos. Na russia não foi muito diferente. 7 milhões de russos morreram na guerra contra o japão, quando em 1940 a russia declarou a guerra contra o japão, o fronte único do reich estava no ocidente...
Imagino se o Furher tivesse dividido o fronte teríamos perdido a guerra. A guerra contra os EUA durou 2 anos apenas. Já que eles dividiram o fronte contra os japoneses, que em 1942 o japão foi sumariamente arrasado.
Quando os americanos por mar invadiram o japão encontraram os russos que declararam guerra mutua pelo controle da ilha. Enquanto isso a Europa já estava unida pelo furher na curta fase da guerra europeia de 1939 a 1941 a Inglaterra estava convertida, a França e todos os países, menos a Russia.
Na segunda parte da guerra em 1942, como já contei todas as forças europeias se dirigiram aos EUA. Usando o nordeste brasileiro como porto, toda a região do rio grande do norte foi oferecido ao reich. Os primeiros ataques aos EUA aconteceram em nova york e nova jersey tidos pela inteligencia do reich como centros judaicos. Com a captura dos chefes do sionismo americano, seus servos ficaram desnorteados, da Inglaterra onde
esperaram conseguir informações os judeus tinham sido sumariamente exterminados. O exercito americano agora concentrava suas forças na defesa instintiva, o Reich havia patrocinado grupos radicais anos antes da guerra e prometeu ao ku-klux-klan o extermínio total dos negros do sul dos EUA. Assim o Reich conseguiu apoio imediato. Mas sem duvida o grande choque para os americanos foi a traição de um dos seus comandantes
para o Reich. O comandante George lincoln Rockwell dividiu o exercito americano e conseguiu uma rendição rápida, que poupou muito sangue.
Assim que Rockwell entrou no poder 12 milhões de negros foram deportados para a zâmbia em navios militares, e mais 5 milhões deles morreram porque resistiram nos EUA.
3 milhões de judeus foram exterminados pela "tropa da tempestade" versão americana da nossa conhecida SS. Os americanos experimentaram a fase de ouro, a economia crescia vertiginosamente com todo o apoio e consumo da população europeia que não parava de aumentar. em 1942 os americanos esmagaram completamente o japão deixando apenas 12% de sua população original. O Furher tinha os 2 como aliados por incrível que pareça.
A china nesse época ainda mantinha 300 milhões de habitantes que foram morrendo em razão da guerra química. uma nefasta guerra química... em 1945 apenas 90 milhões de chineses sobreviveram ao verdadeiro apocalipse. A população da asia caiu 70% apenas a índia mantinha sua população de 350 milhões quase intacta.
Ainda sobrará a Russia que foi só completamente derrotada em 1948, a estrategia do Reich foi atacar o auto escalão com rebeldes russos financiados pelo Reich. Milhões de russos fugiam para a Europa e eram acolhidos pelo Reich e educados. Isso pareceu por fim ao terror ideológico do comunismo. Finalmente quando os judeus do partido vermelho foram mortos e brigas internas foram provocadas pelo reich, a russia quebrou
completamente. Facilitando a invasão que mesmo assim infelizmente provocou a morte de 10 milhoes de russos e europeus. Na russia 8 milhoes de judeus foram completamente exterminados. Conta-se que a maioria dos judeus vivam em luxuosas mansões enquanto os pobres trabalhadores russos morriam de exaustão nas fazendas. isso foi provado aos russos com nossa maravilhosa maquina de propaganda.
Eles mesmo descobriram a farsa judaica do comunismo... descobriram um comunismo de judeus multi-milionários, controlando completamente a infra-estrutura russa, e fizeram um enorme pogrom. Dizem alguns historiadores russos que alguns judeus foram mortos à mordidas e que eram obrigados a ficarem nus para se ver a circuncisão.
Tremendo foi o ódio que os 8 milhões foram exterminados em apenas 10 meses.
A Russia foi anexada ao Reich em 1949 e reconstruída o povo russo saltou de 110 milhões para 220 milhões em 30 anos de tão maravilhosa que eram as condições de vida.
O Reich era assombroso da ponta de Portugal a ponta leste da Russia.
quase 40 milhões de kilometros . Os EUA e o brasil. No nosso pais agitação foi enorme estudiosos do Reich chegavam para estudar nosso povo e criar soluções de desenvolvimento.
Chegaram a conclusão que os mestiços do norte e nordeste migrariam para o sudeste e sul com o desenvolvimento do brancos na região, por isso planejavam a esterilização da maioria da população nordestina, apenas 20 % ainda permanecia branca e foi poupada.
hoje em dia toda a região é uma enorme estada turística e com as matas virgens assim como o antigo pantanal e amazônia. Vargas tinha o apoio total do Reich.
Então industrias começaram a chegar, inúmeras de todo o Reich, o brasil de uma população de 70 milhões sendo 35% mestiça e negra, pulou para 120 milhoes em 1950 sendo apenas 12% mestiça e negra,
hoje esse numero caiu para 2% de pardos atenuados ou seja entre 10 a 20% de sangue não-ariano.
Houve uma completa revolução espiritual, o catolicismo foi proibido e carnaval e inúmera outras coisas, apenas as igrejas foram mantidas por uma questão histórica, mas os nomes de santos e indígenas foram trocados por nomes dos nossos colonizadores.
Vargas deu apoio a Peron na Argentina quando em 1953 fizemos o Mercosul e as populações indígenas foram controladas no Paraguai e Bolivia sendo que na Bolivia foram reduzidos a 100 mil com limite populacional totalmente restrito.
A pior situação racial da América era no méxico já que em cuba e outros países negros do caribe, hormônios sintéticos foram pulverizados na ilha em 1956 esterilizando completamente os nativos. No méxico em 1950 a população tinha apenas 25% de brancos 55 milhões de habitantes e 75% mestiços. O programa mexicano com ajuda dos americanos foi a trazida de novos colonos, de vários países do Reich e a esterilização de mestiços básicos, o controle de natalidade dos mestiços atenuados até que
seu numero caísse para 20 % onde puderam ser reabsorvidos pela população branca mexicana hoje em exames genéticos se atesta apenas 5% de sangue não-ariano no méxico um numero muito bom para o reich.
Hoje a população mundial esta em 3 bilhoes sendo que 2.700 bilhoes arianos.
150 milhões de amarelos e 150 milhões de melanésios, indianos, paquistaneses, indonésios. alem de pequenas populações negras na africa(200 mil) e indígenas no alto do Xingu(70 mil.)
Sobre os árabes foi bem problemático. o Reich tolerava uma minoria que consideravam brancos, mas infelizmente pelas leis do alcorão de igualdade dos homens os árabes estavam cada vez mais se misturando com negros ou mulatos da africa islâmica, isso era um grave problema. Imagino hoje se isso tivesse continuado a situação que ficaria os países árabes, provavelmente seriam atacados por todos e não teriam condições de se
defender. O Reich sabia que o problema era a religião, por isso começou a fazer incursões nas regiões e adotar crianças e ensina-las fora do mundo islâmico, depois de muito tempo os cientistas e antropólogos do Reich descobriram que elas ainda mantinham enorme percentual de sangue ariano e poderiam ser salvas.
Em 1957 nas colonias do norte da africa italianas e francesas e alemãs do Reich foi completamente proibido o ensinamento islâmico. que foi um tremendo choque. mas os árabes apenas lutavam com guerrilhas e as vezes faziam ataques covardes. O reich se apoderou de todos os documentos históricos e reavivou a cultura árabe pré-islâmica no
irã ensinando aos árabes a historia da pérsia e sobre a cultura sassânida. Em 30 anos o islamismo foi completamente esquecido. Os negros já em 1958 eram observados sem a referencias islâmica árabe e começaram a decair a religião em algo que se parecia muito com o que lê sobre as antigas religiões negras. com sacrifícios em nome de Alah e etc...
Realmente algo hediondo.
Sobre os negros foi algo bem difícil. já Mosley em 1948 tinha ordenado inúmeros massacres na africa do sul, que sem o conhecimento do Reich tinha reduzido sua população negra de 80% da população em menos de 15%. dizem que 20 milhões de negros foram exterminados em 10 anos, um numero assombroso. O Reich foi muito humano no trato com os negros, primeiramente reduzimos a natalidade para apenas 1 filho por casal com a esterilização apos o primeiro filho, com as doenças e a baixa longevidade do negro em menos de 40 anos de 200 milhões de negros na africa se
passou para apenas 30 milhões. Em 1999 eram apenas 300 mil hoje giram em torno de 200 mil mas o reich pensa em manter esse numero. Imagino que se com o pensamento comunista e o humanismo diabólico fariam o numero dos negros crescer absurdamente até que invadissem a Europa e causassem todo o tipo de violência, imagino, hoje aqui na antiga são paulo o que aconteceria, se como os sociólogos do Reich, diziam: que os
nordestinos viriam com o desenvolvimento do sul pelos brancos, e com a alta industrialização, e a alta natalidade dos mesmos, criaríamos desemprego pelo excesso de mão de obra não qualificada, que geraria uma enorme violência, fico imaginando como seria o brasil se isso tivesse acontecido... tinha se transformado num inferno. Lembro com em 1956 quando eu tinha 22 anos conheci minha namorada, minha eterna
namorada. Foi o mesmo ano que o reich lançou o primeiro homem a lua.
Tudo era tão feliz nas ruas de são paulo... tudo parecia luminoso... não sei... uma sensação indizível de bem-estar, todos tinham dinheiro, um bom trabalho... O plano do reich para a educação era ambicioso, todos os adultos deveriam ter ensino superior. Mas em apenas 25 anos 97% de todos os adultos dentro dos territórios do reich tinham ensino
superior, a escola era dividida em 12 anos 4 de primário e 8 de ensino complementar em período integral. Nos era ensinado musica, língua grega, latim, e alemão, alem da língua regional no nosso caso a língua portuguesa.
Alem de todas as outras matérias. Meus amigos se formaram em filosofia, engenharia, e arquitetura, eu não me formei porque nunca gostei de estudar... meus pais foram punidos pelo Reich com perca de ajuda de custo... de qualquer maneira me considero um homem inteligente como auto-didata.
No reich apenas os jovens trabalham em fabricas ou trabalhos pesados, já que tudo é extremamente industrializado praticamente não precisamos de mão-de-obra, só de altamente especializada, algumas placas de computadores e outros elementos são produzido pelos amarelos e indianos.
No reich o tempo máximo de trabalho por dia é 4 horas apenas, o comercio é bem difundido. A pessoas tem muito tempo livre... gostam de andar pelas madrugadas... na minha mocidade nos andávamos pelas ruas todos os dias... assistíamos as peças de teatro pela madrugada... aos festivais de solístico que eram maravilhosas... Dentro do reich havia enorme liberdade da mulher e liberdade sexual,as doenças infecciosas foram completamente erradicadas. já em 1941 se tinha inventado contraceptivos, mas mesmo
assim o reich incentivava o nascimento de novos bebes entre os casais.
Havia muito excessos entre grupos pagãos que vivam a sós nas florestas e bosques... praticando sexo pela noite a dentro... em grupos de 100 homens e mulheres... O reich não apoiava a pratica nem proibia no entanto que esses grupos ficassem em lugares afastados... eu mesmo antes do namoro participei, de um grupo dionisíaco que tinha como fundamento no prazer sexual sendo uma experiencia transcendental. No entanto depois que conheci minha namorada jamais voltei aos "cultos". Nos anos 60 foi uma
época maravilhosa artisticamente e culturalmente o reich tinha criado protetorados na índia e em cada pais havia uma maravilha, na índia, na Itália, na grecia, e em toda a Europa e Asia. Eu mesmo em 1964 participei da festa de aniversario de 75 anos do grande Furher com apresentações de Parsival no coliseu em roma.
Foi uma experiencia inesquecível, me arrepio até hoje quando lembro. Infelizmente a juventude esta tão caseira hoje... nem vão mais aos festivais e peças teatrais noturnas do reich. Só pensam nos computadores, ja em 1970 o reich tinha criado um sistema de intercomunicação via-satelite dos computadores pessoais, eu lembro que em 1975 eu
tinha meu Krieger 4.000 mHz e me divertia muito com os sites de humor e livros disponibilizados pelo reich. Hoje com os computadores quanticos ninguém precisa se importar muito com a velocidade de processamento. ja nos anos 90 estavamos todos comemorando as cidades lunares, eu só não visitei porque tinha muito medo das viagens de foto-transporte. tinha medo que dessem errado e eu ficasse perdido no universo. Nos anos 80 foi muito divertido... houve alguns grupos naturalistas que ficaram em florestas...
o reich não combateu esses grupos até dava auxilio a eles que comiam apenas comida natural e usavam roupas de algodão e etc, eram grupos bem engraçados, não se depilavam, nem mesmo as mulheres. tinham cães e outros animais com eles.
Mas mesmo assim as pessoas são livres para pensar o que quiserem, o reich se mantem pela natureza e pela verdade portanto não teme rebeldes. O reich se tornou a própria ordem natural. Lembro como felicidade das noticias que davam sobre o Furher quando ele ja estava velho, começou a ficar com algumas manias e se tornou uma pessoa excessivamente terna, talvez pelo fato de não ter tido filhos. Já havia preparaçoes para o sucessor. Ja que nessa altura o reich era apenas uma reunião de paises de cultura semelhante de otimo convivio.
No dia da morte de furher em setembro de 1978 aos 89 anos foi nomeados os ministros gerais. Muitas pessoas ficaram muito emocionadas porque mesmo o furher não tendo filhos, nos sentiamos como ele sendo nosso pai. E isso me faz lembrar tudo, toda a minha vida o que vi e senti e a enorme felicidade que vivemos hoje, graça ao sacrificio de nossos irmãos que jamais serão esquecidos por ninguem no reich, nem um dia que passe. Quando me lembro dessa felicidade me lembro das noites de verão que eu
conheci minha futura esposa... Como andavamos de mãos dadas na cidade iluminada... como era gracioso seu sorriso, como conversavamos de literatura nos cafés, do seu tom de voz do seu riso delicioso e jamais me esquecerei do cintilar de seus olhos a luz da lua. Porque o reich não foi construido pelo odio, mas sim pelo o amor.
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 11:00 PM
O “Dia D” como Hollywood nunca há-de mostrar ou “o livro que jamais será filme” Por Juan C. Garcia («Mi amigo Pic», 05/05/2004, traduzido por Rodrigo Nunes) Graças ao impagável e pedagógico trabalho de Hollywood sabemos hoje que os soldados norte-americanos intervieram na segunda guerra mundial armados com sorrisos, torrões de açúcar, chicletes e bíblias. Em Madrid, por estes dias, aproximando-se o aniversário do famoso “Dia D” – 6 Junho – expõe-se inclusive uma colecção de fotografias de “soldados de cor” que tombaram nas costas da Normandia e que, portanto, jamais regressariam a casa. Foram, sem dúvida, vítimas daqueles esbirros de Mefistófeles, as «bestas negras» e seus aliados que, estes sim, combatiam com armas mortíferas e, por demais, pretendiam – muito perversos, eles – tirar-nos os domingos de futebol e as férias pagas. O problema deste conto de fadas é que logo surgem os historiadores – aos quais há agora que somar alguns soldados “irresponsáveis” que não têm outra alternativa que levar com câmaras digitais em cima – e nos estragam a festa. Por que digo isto? As Edições Payot, de França, publicaram o ano passado um livro do professor J. Robert Lilly intitulado “La face cachée des GI’s. Les viols commis par les soldats américains en France, en Anglaterre et en Allemagne pendant la Seconde Guerre mondiale” que, a meu ver, deveria ser de leitura obrigatória para os nossos académicos e para algum leigo que ainda continue debaixo do seu jugo. Segundo este historiador norte-americano, especializado em questões de criminologia, entre 1942 e 1945 cerca de 17.000 mulheres e crianças foram violadas em território europeu por soldados das “listas e estrelas”. Lilly estabelece em 2.420 as violações em Inglaterra, em 3.620 as violações em França e 11.040 as violações na Alemanha e acrescenta um dado mais: 84% dos violadores eram militares negros. Apenas metade dos violadores foram, em maior ou menor grau, sancionados. Em França, país “aliado” - como a Inglaterra, não nos esqueçamos deste facto -, unicamente 21 militares, 18 negros e 3 brancos, foram fuzilados sumariamente por estas práticas aberrantes. Na Alemanha, pelo contrário, a situação foi infinitamente mais permissiva: só 1/3 dos violadores foram sancionados e não houve uma única condenação à pena capital. “À época das violações na Alemanha- escreve J. Robert Lilly - , os soldados negros beneficiaram, por outro lado, de uma espécie de reabilitação em razão da sua contribuição ao esforço de guerra”. O livro contém uma minuciosa tipologia sobre os autores das agressões e suas vítimas, assim como interessantes precisões sobre um grande número de actos de vandalismo cometidos pelos norte-americanos. Desgraçadamente, o texto não aborda a “libertação” de Itália onde as violações a mulheres e crianças – com a inestimável ajuda humanitária dos “partigiani” e das organizações mafiosas, que colaboraram amplamente com os invasores a troco de imunidade para as suas actividades criminosas –, alcançaram dimensões verdadeiramente dantescas e números ainda mais horrendos. Convém desmistificar, no calor daquela data, as “ânsias libertadoras” dos europeus durante a segunda guerra mundial. Basta recordar, escassos dias depois do desembarque norte-americano na costa da Normandia, os relatos do periodista Rex North, censurados pela “Psychological Warfare Division”, a estrutura de guerra psicológica do exército norte-americano, e que, em 2001, no nº 73 do “The Journal of Modern History”, foram amplamente reproduzidas. Num dos seus parágrafos podemos ler: “60% da população local detesta-nos. O pior é que inclusive um em cada dois franceses prefere os alemães e assim é impossível ter confiança com os autóctones. Como todos, eu esperava que as tropas aliadas seriam acolhidas como libertadoras, mas uma semana depois sinto-me rejeitado pelos franceses. Acreditava vir encontrar uma população esfomeada e oprimida que aguardava os nossos soldados com impaciência, e o caso é que metade dos franceses que encontrei na Normandia não têm nenhuma vontade de ser libertados”.
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 11:04 PM
A voz do sangue é tão intensa e tão real, amigos e camaradas, que somente a ela posso atribuir o fato de que eu seja nacionalista praticamente desde que tinha uso da razão. Como tantos outros de minha geração, eu nasci em uma época e em umas circunstâncias nas quais era realmente impossível "ser nazi" pois tudo, tudo, tudo (a educação tele-dirigida, o ambiente estudantil, a estrutura familiar, a "vida" social...) constituía um emaranhado tal que somente cabia a possibilidade de transitar pelas veredas sempiternas (eternas) do politicamente correto, com suas ilusórias mudanças de cor. Já aos quinze anos, em plena "transição democrática" espanhola não me atraia absolutamente a política (com minúscula), diferentemente da (e isto já é outra coisa) Grande Política tal e como a entendia Nietzsche, que esta sim que me atraia e muito. Nunca me deixei seduzir, pois, nem pela esquerda socialista ou comunista, nem pela direita liberal, descobrindo já naquele tempo que eram as duas caras da mesma moeda judaica e materialista, obsessionada com o dinheiro e a economia como "fundamentos da sociedade"...
Não obstante e apesar de que sempre apareciam como "maus malíssimos" de todos os filmes, me atraiam muitíssimo tanto o fascismo como o nazismo. A estas grandes cosmovisões tive duas aproximações: a primeira, sem a qual não se entende o resto, foi de tipo emocional e orgânica (hierárquica). Me encantavam os símbolos e insígnias que portavam, suas bandeiras, seus uniformes, sua marcialidade, seus desfiles, seu porte... Percebia já naquele tempo uma luz que vinha de outro mundo e que se manifestou em uma época concreta com uma majestosidade e uma grandeza indescritíveis... Depois já veio uma segunda aproximação pessoal, recém entrado na idade adulta e que poderia chamar "intelectual", embora esta palavra me irrita porque é muito judaica, assim melhor diria que entrei em uma época formativa: em ordem cronológica inversa, comecei lendo (devorando diria eu) autores egrégios (ilustres) dos finais do Século XIX e do Século XX, como Knut Hamsun, Ezra Pound, Jack London, R. E. Howard, H. P. Lovecraft, J. R. R. Tolkien, Martin Heidegger, Ernst Jünger, Mircea Eliade, W. B. Yeats, R. M. Rilke, G. Hauptmann, Alain Daniélou, René Guénon, Gobineau, Robert Brasillach, Hermann Hesse, Carl Gustav Jung, Alain de Benoist, Guillaume Faye, Konrad Lorenz, etc., etc., etc...
Ainda nesta etapa da história, quis conhecer mais a fundo a medula do nacionalismo e então já me entreguei totalmente às leituras de H. S. Chamberlain, Julius Evola, Savitri Devi, Alfred Rossenberg, Miguel Serrano e Ignacio Ondargain, entre outros. Além disso e quanto à um encontro pessoal que vai além dos livros, tive um Mestre que me instruiu no hitlerismo esotérico e do qual algum dia futuro, se Wotan quer, falarei. Ele já morreu e agora está no Valhala, mas me deixou um legado enorme de conhecimentos que irei compartilhando com vós para que não se percam... O considero como um dever ineludível.
Após completar esta formação supradito, fui lendo e aprendendo de outros muitos autores de nosso glorioso e imortal passado ariano, que aqui não cito por não cansar mais com nomes, mas sim descrevendo brevemente minha eterna e rendida adoração para com Wagner e Nietzsche, que foram e são junto à Hitler a trindade hiperbórea diante da qual me inclino com suma reverência e admiração. (Dito seja entre parênteses, sendo pagão como sou, não tenho, não obstante, nenhum problema com os cristãos e isto por diversas razões: em primeiro lugar, tenho a convicção suprema de que Cristo foi ariano, o qual está, além disso, documentado; segundo, tenho muitos amigos cristãos; terceiro, houve muitos cristãos lutando a favor do Terceiro Império e; quarto, militei durante muitos anos no CEDADE, que, como bem sabeis, tinha um respeito enorme pelo cristianismo reivindicando também o Cristo Ariano...).
Tenho 45 anos e há uns dez anos, inclusive mantendo sempre muito claras minhas idéias e hasteando minha luta no âmbito profissional e familiar, estive como "aletargado" ou "dormido" no sentido de que me faltou um certo impulso na hora de adquirir um maior compromisso político em prol do nacionalismo, que, como bem sabeis, é muito mais que uma ideologia.
Estive "soterrado" nesta última década por um sem-fim de problemas, o qual tem sua lógica se temos em conta que habitamos no universo demiúrgico. Mas nossa cosmovisão dinâmica me impele agora, do mesmo modo que me o dita meu sangue ariano, a ressurgir em todos os aspectos. Por isto, me dirijo agora, frequentemente, à vós e me sinto muito honrado de poder escrever nesta magnífica e necessária web sempre e quando vós me o permitais, como o estais fazendo, pelo qual vos estou profundamente agradecido. O que estais fazendo nesta web à favor de nossa raça não se paga com nada, amigos e camaradas. Obrigado, obrigado, obrigado por estar aí, faz falta e é necessário muita gente como vós, com valentia, com honra, com dignidade, com amor ao seu povo e ao seu sangue, como vós demonstrais no dia-a-dia, arriscando muito e tudo pelo Ideal mais alto que existe: a supremacia da raça branca.
Nós, os arianos despertos, os nascidos duas vezes, temos agora, mais que nunca, que dar uma mão e trabalhar por nosso sangue. Enquanto que reste um suspiro de vida, estou seguro que vou a lutar por nossa raça ariana. No âmbito genético, eu já fiz o que pude: minha ex-mulher, Helen, que é irlandesa, e eu, tivemos quatro filhos, que felizmente estão sãos e já estão tendo descendência. E no campo das idéias sempre resta muito por fazer na hora, por exemplo, de propagar-las. Agora quero ocupar-me disto e aqui me vais a ter na trincheira e à vosso serviço.
Honra e Vitória! Heil Hitler! Sieg Heil!
Traduzido por Nacionalista88
Nikolas Försberg
December 29th, 2010, 11:12 PM
Por esses dias estava eu escrevendo alguns artigos, e como de costume deixei a tv ligada, estava passando algo sobre a definição das chaves da Copa de 2010, e quando o Galvão Bueno soltou uma pérola: “Apartheid éuma época que todos na África do Sul querem esquecer…(sic)“
No momento dei um sorriso irônico e me perguntei, todos quem? A minoria liderada pelo pedófilo terrorista do Mandela?
YouTube - Matem os brancos este é um vÃ*deo triste
Vídeo interessante onde o ‘Nobel da Paz’ Nelson Mandela canta ‘Matem os Brancos’
Quem quer esquecer da época em que, graças aos Afrikaners (colonos brancos na África), esse país era conhecido como a ‘pérola da África’, possuindo IDH bem acima do nível comum daquele continente, e até portando até armas nucleares? Com a ‘democracia’ a África do Sul se degradou e se tornou miserável, como o restante da África.
QUE DIREITOS TEM OS NEGROS NA ÁFRICA DO SUL?
Quem estudou minimamente a colonização Européia no continente Africano, sabe que foram os Böeres (Afrikaners), ou seja, os imigrantes holandeses, que construiram a própria Africa do Sul. Antes da chegada deles, não havia sequer uma simulação de civilização naquela area do continente, ao contrário do Norte da Africa.
Não se pode apagar o legado Afrikaner, como se eles tivessem sido os usurpadores, os vilões da história. Os ingleses é que vieram para transformar o país em uma colonia de exploração.
Os Böeres criaram colonias de povoamento e tentavam viver pacificamente, contruindo uma sociedade. E o que eles fizeram lá, não foi muito diferente do que os proprios ingleses fizeram nos E.U.A. (sob todos os aspectos)! Os sentimentos só se radicalizaram quando os ingleses vieram para dominar o país.
Foram os Böeres que lutaram heroicamente pela independência da África do Sul, sendo os primeiros na historia a serem detidos em campos de concentração ingleses. Por que a mídia quer vender a imagem de que os pobres negrinhos tiveram suas terras usurpadas pelos ‘malignos colonos Europeus’, sendo que isso não é verdade?
Böeres que lutaram contra os Ingleses pela Independência da África do Sul.
Apartheid em Afrikaner significa ’separação’, ou seja, a divisão da sociedade em raças, o racialismo em prática.
ALGUNS FATOS SOBRE A ÁFRICA DO SUL
(Nota: Dados de 1990, portanto, estes fatos provavelmente mudaram drasticamente após o fim do Apartheid.)
FATO 1 – Gente branca tem vivido na África do Sul a muito mais tempo do que os negros. Há mais de 300 anos têm existido colônias brancas na África do Sul, o mesmo período de tempo que europeus tem vivido na América do Norte. Mesmo 150 anos após as primeiras colônias serem estabelecidas ao redor da Cidade do Cabo, ainda não havia quaisquer negros num raio de 500 milhas. Os negros vieram da África central depois, possivelmente fugindo do tráfico de escravos ou devido à fome. De fato, a maioria dos negros na África do Sul nasceu em outros países.
FATO 2 - A África do Sul é de longe a nação mais rica e mais desenvolvida na África, produzindo cerca de 75% do PIB Africano. Ela é quase totalmente auto-suficiente, portanto boicotes tiveram pouco efeito sobre sua economia. De fato, a maior parte da África é dependente da África do Sul. A África do Sul é (era) governada por uma república parlamentar ocidental e estritamente segregada racialmente. A África do Sul garante (garantia) total autonomia de governo aos negros em suas próprias áreas do país.
FATO 3 - Apesar da África do Sul ser eternamente criticada pela imprensa mundial por seu separatismo racial, seus negros vivem melhor do que os negros de qualquer outra nação africana e estão se multiplicando rapidamente e com saúde. 87% dos custos de assistência social para negros estão sendo pagos pelo homem branco. Isso inclui comida, roupas, treinamento profissional, casas, educação e serviços de saúde, até mesmo aposentadorias.
FATO 4 - Milhares de negros sul-africanos se formam em universidades a cada ano, mais do que três vezes o resto da África combinado. Cada criança negra na África do Sul está a uma distância atingível a pé de uma escola primária. O maior hospital da África, que praticamente só serve exclusivamente a negros e realiza cerca de 1800 operações por mês, está na África do Sul.
FATO 5 – Os negros na África do Sul possuem mais carros do que todos os cidadãos da União Soviética.
FATO 6 - A África do Sul tem mais médicos, advogados, profissionais em geral e milionários negros do que todo o resto do mundo combinado.
FATO 7 - De fato, as condições são tão “más” para os negros na África do Sul que o país tem um enorme problema com a imigração ilegal negra de países vizinhos, tendo mais de um milhão de trabalhadores ilegais estrangeiros.
Nikolas Försberg
December 31st, 2010, 09:31 PM
Le Blanc e eu percorriamos o 500° km no rio quando ele muda a minha opinião sobre a história moderna Africana. "Deveríamos dar tudo de volta para os brancos", diz o capitão de barco. "Mesmo que você vá 1.000 km este rio abaixo, você não vai ver um único sinal de desenvolvimento. Quando os brancos foram embora, não apenas nos estagnamos. Regredimos."
Le Blanc ganha seu sustento velejando os afluentes do rio Congo. Ele tem 40 anos, e seu verdadeiro nome é Malu-Ebonga Charles - ele ganhou seu apelido, e seus olhos verdes e pele cor de mel escura, de um avô alemão, que se casou com uma mulher congolesa no que era então o Congo Belga. Se a sua incomum genealogia não deu-lhe uma visão única do passado colonial do Congo, é o seu trabalho no rio, pilotando três canoas amarradas com barbante e montadas com motores de popa, que tem feito a sua opinião sobre a República Democrática do Congo de hoje. "O rio é a artéria da economia do Congo", diz ele. "Quando os belgas e o portuguêses estavam aqui, haviam fazendas e plantações... - Castanha de caju, amendoim, borracha, óleo de palma. Haviam indústrias e fábricas que empregavam 3.000 pessoas, 5.000 pessoas. Mas desde a independência, nenhum congolês consegiu sucesso. As plantações estão abandonadas". Usando uma expressão francesa que traduzida literalmente como "por terra", ele acrescenta: "Tudo está par terre."
É verdade que a nossa viagem através de 643 quilômetros de floresta tropical onde o rio Maringa junta-se ao Congo em Mbandaka, foi uma exploração de abandono. Um rebocador abandonado aqui, um barco encalhado com seu esqueleto de metal enferrujado ali, várias fábricas de óleo de palma abandonadas, os telhados cederam, suas paredes desaparecem engolidas pela floresta, os galpões gigantes vazios e enferrujados por fora. As palmas agora crescem selvagens e abandonadas nas margens e nas aldeias que passamos, o povo vestido de trapos, peixes e carne de animais selvagens, e cercar-nos com pedidos de sal ou sabão. Não há nenhuma escola aqui, sem clínicas, sem eletricidade, sem estradas. Pode levar um ano para as necessidades básicas ordenadas desde capital, Kinshasa, cerca de 2.000 km, para chegar aqui - se chegar. Em um ponto, passamos por uma barcaça de carga que levou três meses para percorrer a mesma distância que percorremos em dois dias. Paramos na esperança de comprar um pouco de gasolina, mas tudo o que obtemos a partir do barco são os ratos.
Mesmo em meio a decadência mórbida, ela vem como um choque ouvir Le Blanc falar sobre colonialismo. A disputa, pelos europeus para explorar a África e possuir seus recursos encontrou sua máxima expressão no Congo. No final do século 19, o rei Leopoldo da Bélgica fez um feudo pessoal do território Central Africano tão grande como todos os países da Europa Ocidental. A partir dele, ele extraiu uma fortuna em marfim, borracha, café, cacau, óleo de palma e minerais, como ouro e diamantes. Trabalhadores desordeiros que trabalhavam em condições de escravidão de facto, tinham as mãos decepadas, a crueldade do Estado belga baseou-se na idéia de que o Congo e os seus povos eram um recurso a ser explorado de forma tão eficiente quanto possível. A brutalidade Leopold continuou com aqueles que o sucederam na exploração do Congo - os sucessivos governos da Bélgica e até mesmo o governo independente de Mobutu Sese Seko, que governou de 1965-1997 e que, em um campo lotado, ainda estabeleceram a repressão e corrupção entre os déspotas Africanos.
Le Blanc não está muito preocupado com essa história, ele vive no presente, em um país onde a educação é um luxo e a morte está em toda parte. Cerca de 45.000 pessoas morrem a cada mês na RDC, como resultado do colapso social provocado pela guerra civil, de acordo com um estudo divulgado em janeiro pelo Comitê Internacional de Resgate. Estima-se que o número total de mortes entre 1998 e abril de 2007 em 5,4 milhões. Para muitos congoleses como Le Blanc, as dificuldades de hoje apagam as crueldades do passado. "Por este rio, tudo que você vê - os edifícios, os barcos -... foram feitos pelos brancos e após a saída dos brancos, nada funcionou com os congoleses. Não sabíamos como durante os últimos 50 anos, apenas regredimos". Ele faz uma pausa. "Eles tomaram este país à força", diz ele, com mais de um toque de admiração. "Se eles voltassem, desta vez nós daríamos à eles o país inteiro de graça."
Nikolas Försberg
December 31st, 2010, 09:35 PM
Ao encontro do povo Africânder (http://blogarmageddon.blogspot.com/2010/04/ao-encontro-do-povo-afrikander.html)
http://4.bp.blogspot.com/_C4yc6mkwQjc/S-a6NJnbQVI/AAAAAAAAAEM/uE4_5Sj6WQ0/s400/sig1.jpg
Recentemente, a África do Sul volta a ser notícia pelas piores razões, com a morte do Líder Nacionalista e fundador do AWB, Eugene Terre'Blanche, isso a cerca de 2 meses de o país receber o mundial de futebol.
Diante do facto de a maioria dos historiadores e meios de comunicação apresentarem uma visão deturpada da História recente da África do Sul, bem como da actual realidade, acho de extrema importância, conhecermos o outro "lado". Decidi por isso convidar um sul-africano bóer para uma entrevista. O Sr.David que mesmo sendo de ascêndencia Europeia é um conhecedor da actual realidade do continente Africano.
Sr.David o que tem a contar aos nossos leitores acerca de si e da sua infância?
Eu nasci em 1970, na Rodésia (actual Zimbabué)numa comunidade Agrícola. Dois anos antes, nós derrotamos uma das maiores incursões dos terroristas a norte da Rodésia. Todos nós festejamos a vitória, e a nossa comunidade voltou ao normal.
Os meus pais tiveram mais 3 filhos. Depois disso, Moçambique, Botswana e mesmo Angola tornaram-se locais privilegiados para o estabelecimento das bases dos terroristas. De um momento para o outro, os meus pais era 2 jovens adultos a cuidar de 3 crianças numa zona de guerra. Posteriormente o meu levou-nos para a África do Sul. Eu fui para uma escola exclusiva para os brancos africânderes.
Os negros não eram autorizados a vir aos nossos bairros excepto se fosse por razões laborais, e para isso eles precisavam de permissão. Só os negros que tivessem essa permissão eram autorizados a vir trabalhar nas cidades... os restantes viviam nas suas próprias nações (ou batostões). Mas em 1980 o governo abandonou o sonho do Verwoerd e a África do Sul foi se transformando lentamente num estado multi-racial. As escolas continuaram a ser segregadas. O nosso governo dizia-nos que a nossa nação estava ameaçada pelo comunismo e que os negros eram as ferramentas utilizadas pelos comunistas, e devíamos lutar contra isso. Não havia qualquer sugestão de que os negros não fossem em alguns níveis nossos iguais, mas éramos ensinados que nos devíamos desenvolver separadamente.
Estávamos debaixo de um constante cerco e o ANC levava uma guerra terrorista contra nós. Éramos ensinados a saber identificar bombas e armas terroristas quando entravamos em lojas, bares e restaurantes. P.W.Botha fez várias reformas políticas no sentido de transformar a África do Sul num estado multi-racial, mas nunca entregou o poder de mão-beijada, em vez disso enviou soldados para combater em Angola e na Namibia. Eu fui um dos soldados que foram mobilizados para a guerra em Angola. De facto, nós ganhamos a guerra, apesar de hoje os comunistas e os liberais terem uma visão diferente dos acontecimentos, e afirmam que a África do Sul perdeu a guerra.
Quando voltei da guerra, e o FW de Klerk num dos seus estratagemas forçou a demissão do P.W.Botha e dos antigos ministros dos tempos de Verwoerd, traiu-nos em 1990. Eu estudei direito, e actualmente trabalho como profissional por conta própria, sou casado e tenho 3 filhos.
Os nossos bairros estão sob cerco. Eu lembro-me de em criança caminhar a pé para a escola, e de escola para casa. Às vezes depois de anoitecer, ficava sozinho, quando deveria ter uns 8 ou 9 anos. Os negros não era autorizados a estar nos nossos bairros depois de anoitecer. Pelo contrário, hoje em dia eu não posso andar sozinho na rua sem estar armado. A minha casa, cujo jardim do lado da frente costumava estar aberto, hoje está completamente fechado por sete pilares e eu tenho 2 cães grandes de guarda. Os meus filhos não podem brincar no jardim da minha casa, ou sequer andar na rua. A minha casa tem um sistema de alarme por 24 horas e depois de activado, e depois da hora de dormir, a minha casa "divide-se" em zonas em que a circulação é permitida e zonas em que não é permitida. A área de dormir é separada do resto da casa por portas fechadas e portões. A janela é protegida por grades para evitar ataques nocturnos (que acontece em outros lugares). Ao andar de carro, existem certas zonas onde não se pode ir à noite. As portas estão sempre fechadas e nunca se pode estacionar na rua, a menos que queiras ter o teu carro partido. Deves evitar parar em semafaros, e deves ter os olhos atentos em agarrar e agredir criminosos quando partem as janelas do teu carro para te roubar. Apenas é seguro estacionar o carro, em estacionamentos privados, que são vigiados e tens de pagar obviamente. Em nenhum outro lugar. Eu levo os meus filhos de carro para uma escola, e depois são levados de carrinha para uma creche, que é segura. Nós enviamos os nossos filhos para escolas privadas, já que as escolas públicas são quase exclusivamente frequentadas por negros, que já em idades como os 6 e 7 anos, já começam a praticar estrupos, usar armas brancas em lutas e fumar drogas impunemente. As crianças brancas nessas escolas são muito poucas.
A situação laboral no nosso país ainda é mais complicada, devido às leis do governo, existem cotas por raça e género. Sendo assim, 90% dos trabalhadores de qualquer empresa na África do Sul tem de ser negros, e só 5% podem ser brancos e do sexo masculino.
Além disso, existem prazos para que 90% das cooperações estejam em mãos dos negros. Além disso certas verbas são gastas para treinar os negros para apoiar instituições de caridade só para negros.
Algumas pessoas defendem que as "acções afirmativas" são uma forma de compensação para os negros, devido ao apartheid e ao facto de estarem excluídos durante décadas. Você concorda com essa afirmação?
Até certo ponto concordo. Os objectivos das acções afirmativas não foram implementados e abordados de forma correcta. O sistema de apartheid teve o mérito de criar um sistema de empregamento para os negros, no sector privado, já em 1972.
O únic lugar a onde as "acções afirmativas" eram precisas era no sector público, e nesse sector foi feita de tal forma, que alguns departamentos governamentais vangloriam-se de ter 100%de trabalhadores africanos, apesar de os negros serem apenas 80% da população. Agora essa legislação foca com grande intensidade o sector privado, numa área que já passou 22 anos a ser um sector de emprego equitativo.
O principal governo é que muitos incompetentes e vagabundos são nomeados apenas para fazer número, enquanto que empregados competentes brancos são "reformados" ou obrigados a sair... ou tem simplesmente de emigrar.
No tempo do apartheid a riqueza estava praticamente nas mãos dos brancos. Qual a justificação para essas desigualdades?
Não, não estava. Estava principalmente nas mãos de companhias judia. Como por exemplo:
-Nedbank
-Allied
-Permanent
-Edgars
-Beares
-Joshua Doore
O objectivo do NP em 1948, não era só conseguir mais poder político para os africânderes, mas também poderes económicos.
Nikolas Försberg
December 31st, 2010, 09:36 PM
Alguns slogans do Partido Nacional em 1948, eram "O cafre no seu lugar", "Os indianos fora do país" ou ainda "O homem branco sempre patrão". Qual a sua opnião acerca desses slogans?
Nunca ouvi nada acerca desses supostos slogans. Em 1948 o Partido Nacional classificava os negros como "nativos", mas nunca os chamou de cafres. Depois do governo de Malan, passaram a chamar os negros de "Bantus" mas nunca cafres. E o slogan do Partido Nacional para as eleições de 1948 eram "Quo Vadis África do Sul" e não "Homem branco sempre patrão". Quem lhe disse isso mentiu-lhe. E lembre-se que estamos a falar de Calvinistas à antiga. Segundo os ideias do holismo de Smuts a civilização branca estava sob ameaça, e o objectivo do apartheid não era escravizar os negros mas separá-los de nós.
Em relação ao assunto dos Indianos, é possível que isso seja verdade. Já que o antigo NP via-os como uma comunidade de trabalhadores ilegais, mas de qualquer forma nunca chegamos a efectuar a deportação. Mas isso não tem sequer precedentes, com a grande comunidade chinesa que foi sumariamente deportada da África do Sul em 1904.
As leis de segregação já existiam na África do Sul, bem antes de 1948. Qual era a posição dos não-brancos na sociedade sul-africana pré-1948? O Mahatma Gandhi quando esteve na África do Sul denunciou as descriminações que a minoria indiana sofria na África do Sul.
A segregação existia apenas na prática antes de 1948. Só exisiam leis de segregação em duas províncias, que impediam o direito de voto dos negros. No Natal e no Cabo eles tinham direito de voto, desde que tivessem um certo nível de educação.
Em 1960, Harold Macmillan, primeiro-ministro do Reino Unido, falou num discurso num parlamento sul-africano sobre os "ventos da história" que afectavam África. posteriormente, muita gente utilizou o seu discurso, para dizer que o "governo de minoria branca" na Rodésia e África do Sul ia contra os ventos da História. O que você pensa sobre isso?
Ele passou a ser uma pessoa no-grata na África do Sul, depois desse discurso. Ele foi convidado para fazer um discurso no nosso parlamento e depois disse que o parlamento era ilegítimo. Ele foi duramente vaiado depois de ter concluido o seu discurso.
Mas não te esqueças, que o "desenvolvimento em separado" não defendia um governo de minoria branca. Mas defendia um governo próprio para os brancos, um governo próprio para os Sesotho, um governo próprio para os xhosas e um governo próprio para os zulus. O que essa política defendia, era o reconhecimento de diferentes grupos etno-culturais no país com o seu direito alienável à auto-determinação.
Mas se a África do Sul venceu a batalha de Cuito Cuanavale, porque o SADF não conseguiu invadir Angola e ocupar Luanda? E o exército cubano este bastante próximo das fronteiras sul-africanas. O resultado deste guerra não terá sido antes um empate?
Convém diferenciar a campanha militar de 1976 da campanha militar de 1987/1988. Em 1976, quando o MPLA alcançou o poder em Angola, o SADF invadiu Angola com o apoio americano e alcançamos a periferia de Luanda. Nesta operação foram utilizados cerca de 3 mil soldados divididos em diversos batalhões. A artilharia começou a bombardear Luanda, ao mesmo tempo que a URSS interveio enviando armas para o MPLA e o governo cubano enviou militares para a região. O USN bloqueava o porto de Luanda, ao mesmo tempo que o MPLA ameaçava nacionalizar os campos petrolíferos de Cabinda, que eram propriedade da empresa petrolífera Exxon.
Assim sendo os americanos retiraram o seu apoio, e o SADF foi obrigado a se retirar, de volta para a Namibia as nossas tropas tiveram de continuar a lutar, porque existiam tropas cubanas e da Alemanha de leste que estavam atrás das posições do SADF em Angola.
Na guerra de 1987 quem iniciou a ofensiva militar foi o MPLA e as tropas cubanas com o apoio de conselheiros militares da RDA e da URSS. O alvo era Jamba, onde estavam os quartéis-generais sul-africanos e americanos que apoiavam a UNITA (um movimento nacionalista pró-ocidental, radicado no sul de angola). O SADF conseguiu formar uma brigada de 3 mil homens que fez frente a um inimigo numericamente superior, numa escala de 10 para 1. O inimigo dominava o espaço aéreo, a linha da frente ficava ao longo do rio Lomba, quando eles decidiram travar o MPLA e as tropas cubanas. O inimigo perdeu cerca de 8 mil homens nesta operação, porém 2 brigadas conseguiram atravessar o rio mas foram travados e destruídos mais a sul. A UNITA conseguiu salvar a própria pele, e o governo cubano e soviético iniciou negociações com o governo sul-africano para colocarem fim às hostilidades.
A diferença foi que enquanto em 1976 a campanha militar foi uma operação ofensiva, em 1987/88 foi uma mera operação defensiva.
Quais as suas lembranças acerca da quesa do muro de Berlim? Qual a reacção do governo e da media sul-africana acerca desses eventos?
Não me lembro. Nós estavamos a lutar as nossas próprias batalhas internas.
Muitos africânderes, como era o caso do Terre'Blanche, acusam o Frederik de Klerk de ser um traidor. Mas em final dos anos 80 o país estava completamente isolado, as sanções intensificavam-se, os negros começavam a se revoltar. Talvez o de Klerk não tivesse alternativa. O que você acha que o Klerk deveria ter feito?
A situação estava complicada para o governo sul-africano, mas militarmente o país estava seguro. A situação política estava melhor que a da Jugoslávia em 1990, mas os nossos políticos, especialmente o de Klerk estavam sob grande pressão internacional para iniciar reformas. Um detalhe importante que muita gente desconhece, é que Klerk veio de família bastante liberal, e o seu irmão Willem é um escritor e jornalista bastante conhecido. O Klerl escolheu o pior momento para capitular. Se tu leres o livro do Klerk, vais perceber que as suas ideias eram bastante influenciadas pela possibilidade de uma intervenção militar do Pacto de Varsóvia no território da África do Sul, à mesma escala de Cuito Cuanavale, a possibilidade de um liberal se poder tornar presidente dos EUA e iniciarem uma política bastante hostil em relação à África do Sul, ou ainda a possibilidade de as nações europeias retirarem todos os seus investimentos da África do Sul. Mas tudo isto poderia ser evitado se ele tivesse esperado 5 anos. Mas ele causou muitos problemas na aplicação do apartheid, porque ele e o seu antecessor, P.W.Botha, revogaram uma série de leis da "política de desenvolvimento em separado", como a lei da separação das áreas habitacionais e a lei das instalações separadas, quando eles deveriam fazer de tudo para defender os princípios da política de desenvolvimento em separado.
Se olharmos para o passado, percebemos que em 1990 a URSS na prática já não existia (embora só tenha acabado oficialmente em 1991), os EUA não estavam dispostos a intervir militarmente em nenhuma região do globo e a China por seu lado não estava disposta a gastar dinheiro para se apoderar dos nossos recursos económicos. E as sanções e esses disparates que fossem para o inferno.
Muitos membros radicais do ANC e outros comunistas do mundo inteiro, dizem que Mandela cometeu um erro ao negociar com o governo branco ao invés de tomar o poder pela força. Eles dizem que o Mandela deveria ter continuado a luta armada e que fez muitas concepções ao governo branco. O que você acha disso?
Eu falei com um oficial influente do exército à 3 anos atrás, ele disse que as batalhas em Angola entre 1987-1989 provou para os dois lados que aquele conflito não se revolvia militarmente. Se no pós 1990 o Mandela se tivesse recusado a negociar, teria de continuar a luta sem a assistência militar do pacto de Varsóvia, o que seria um rude golpe para a resistência armada. Na verdade seria o fim da resistência armada em todos os aspectos, pelo menos enquanto fossem auto-suficientes em armamento. Sem as negociações de paz provavelmente teria significado uma intervenção de manutenção de paz por parte da ONU com os EUA a efectuarem o policiamento, e isto teria sido bastante prejudicial para os negros.
O facto é que os cérebros comunistas brancos de confiança do Mandela (Gill Marcus, Joe Slovo, Trevor Manuel, Albie sachs, Ronnie Kasrils) sabiam que essa era a única oportunidade de vitória, até que o FW de klerk não visse a mudança de maré, até que fosse tarde demais. Se os brancos tivessem resistido mais 8 anos teríamos vencido, já que os Chineses não se importariam as os nossos recorde no tema dos direitos humanos. E era muito provável que pudesse-mos ter de forçar um acordo com os negros, da mesma forma que o Mugabe forçou um acordo com a oposição mesmo apesar de esta ter de vencido as eleições contra ele.
O Eugene Terre'Blanche foi preso em 2001, sob a acusação de tentar matar um segurança negro, foi condenado a 6 anos de prisão, mas saiu após cumprir 3 anos de pena por bom comportamento. Poderia nos explicar o que se passou realmente?
O Terre'Blanche foi preso em 2001 por 2 motivos. O 1ºfoi porque ele agrediu um kaffer que o atacou na sua quinta, deixando-o quase morto, mas ele conseguiu sobreviver. O Terre'Blanche alegou auto-defesa e o kaffer alegou que foi um ataque sem provocação. Os magistrados eram negros, os juízes de recurso também eram negros. Resultado, o Terre'Blanche foi condenado a 6 anos de prisão. Eu já disse isso antes, quando atacamos um kaffer numa situação de auto-defesa temos de certificar que o matamos, caso contrário ninguém acreditará em ti.
A segunda acusação, foi relacionada por ele ter atacadp um funcionário negro de uma bomba de gasolina, quando este ficou bastante perturbado quando descobriu que estava a atender, nada mais nada menos que o Eugene Terre'Blanche, aqui ele apanhou uma pena bastante pesada, mas o 2ºrecurso quando desta vez a maioria dos juízes eram brancos, absolveram-no, alegando que era ridículo condena-lo a uma pena de prisão por uma simples agressão comum (anulando os 3 anteriores julgamentos de magistrados negros).
O único motivo pelo qual ele foi preso, foi por agredir aquele kaffer que o atacou na sua quinta.
A minha mãe, que tem uma amiga que viveu em Moçambique na época colonial, e que teve a oportunidade de visitar a África do Sul por essa altura. Ela por um lado ficou bastante maravilhada por ver tanto desenvolvimento naquele país, mas por outro lado houve uma situação que a deixou decepcionada. Quando ela conheceu um casal multi-racial (uma mulher branca e um homem negro), que tinham de ir a restaurantes diferentes e não podiam partilhar os mesmos espaços públicos. Qual a justificação para esse tipo de política?
Pura e simplesmente isso era parte da política de apartheid que defendia a separação entre brancos e negros a todos os níveis. Isso era lei. E recorda-te que a política de separação era chamada de "desenvolvimento em separado", sendo assim houve a criação de vários países para negros, e o governo gastou bastante dinheiro para desenvolver aqueles países, estimulando o crescimento da economia e da indústria, bem como incentivar empresas que deveriam ser racialmente diversificadas a investir nos "batustões". Sendo assim, nas áreas habitadas exclusivamente por brancos, os negros apenas eram tolerados como trabalhadores migrantes, coma ideia de desenvolver lentamente até tornar os "batustões" totalmente auto-suficientes, de modo a poder dar emprego à maioria dos negros. Os casais multi-raciais não era tolerados, quem quisesse, os casais que quisessem viver com conjuje de outra raça, poderiam-no fazer em outros países não no nosso. Sendo assim, muitos casais, multi-raciais, acabaram por ir viver para a Suazilândia, onde casaram, e ficaram por lá a viver, já que as relações sexuais inter-raciais era ilegais e quem fosse apanhado a cometer esse delito era preso.
O sistema de apartheid, é considerado pela maioria das pessoas do mundo ocidental (bem como de outros países africanos e asiáticos) como um sistema racista, violento e injusto. Que oprimia os negros que eram a maioria da população, e mantinham o poder nas mãos dos brancos, que eram uma minoria. Bem como promovia a humilhação dos negros, que eram vistos como os nativos, enquanto que os brancos eram vistos como os invasores e colonizadores. O que você pensa acerca disso?
Não é correcto. A ideia inicial do Daniel Malan em 1948 era criar uma sociedade que fosse racialmente homogénea, mas o Verwoerd acreditava que pura e simplesmente não se podia ignorar os negros que viviam aqui, então ele iniciou um sistema chamado "desenvolvimento em separado". Sendo assim, para todos os efeitos o apartheid morreu em 1957. Até essa altura os negros viviam em todos os lugares da África do Sul. A ideia do desenvolvimento em separado em criar uma confederação de vários estados étnicos negros*, no mesmo molde da Jugoslávia.
A ideia era desenvolver esses estados sob a liderança branca e sobretudo com o apoio económico do governo central, até se tornarem estados completamente soberanos sob todos os aspectos, verdadeiros estados-nações para os diferentes grupos étnicos.
Isso era obviamente uma ideia a longo prazo, e por isso os negros que viviam nas áreas dos brancos tinham de ser convencidos a se mudarem para os batustões, mas para isso acontecer os batustões tinham que se desenvolver, mas os negros também precisavam de saber que a sua estadia nas áreas brancas, era algo temporário, assim eles mudaram-se para as townships. Mesmo antes de ter começado, este sistema foi prontamente rejeitado no ocidente, ficando conhecido como o "Sistema de batustões"... mesmo que esses estados pudessem servir eventualmente para bases do ANC. Se este sistema se pudesse ter desenvolvido adequadamente, teria funcionado bastante bem, criando comunidades etnicamente homogéneas que viveriam separadamente e em paz.
*Os negros sul-africanos não são etnicamente homogéneos, e existem muitas rivalidades entre os diferentes grupos étnicos. Por exemplo, o ANC foi dominado exclusivamente pela etnia xhosa até 2008, quando houve um golpe interno e Zuma (que é de etnia zulu) alcançou o poder, estes 2 grupos étnicos odeiam-se. Os agrupamentos a norte do Chivenda e do Sepedi odeiam os zulus.
O militante do ANC, Tony Yengeni, afirmou do parlamento em 2001, que tudo aquilo que os brancos tinham foi o que roubaram aos negros. Existe algum fundo de verdade nessas afirmações?
Bem, para começar o Yengeni foi preso por conduzir alcoolizado e por corrupção, por isso eu não acho que ele seja uma pessoa muito credível. Mas para responder honestamente, acho que ele está enganado.
Pensa no facto de 2 capitais provinciais de um total de 7 são Umtata e Mafikeng, ambas eram antigas capitais do extintos batustões, por outras palavras foram cidades construídas de raíz pelo antigo governo, cidades com infra-estruturas modernas, capazes de albergar um governo autónomo, ora a mentira contada pelo Yengeni pode ser vista a partir disso. Para sermos estas terras em 1652 não havia praticamente nada, mas em 1990, existia um estado funcional, com infra-estruturas do 1ºmundo, incluindo a cobertura de electricidade mais ampla comparado com qualquer outro país do continente africano, a África do Sul era o único país com armas nucleares em África, que produzia aço, só a África do Sul tinha mais estradas e caminhos de ferro que todos os restantes países africanos.
Os cidadãos da África do Sul (incluindo os negros) tinham uma esperança média de vida superior aos povos de outros países africanos, o único país com universidades para médicos no continente. Convém lembrar que isso era parte da política de apartheid, nós construíamos universidades para os negros, a África do Sul era obviamente o país com maior número de Universidades em África, 5 dessas Universidades eram exclusivas para os negros, incluindo Medunsa, a universidade exclusivamente reservada para treinar médicos e enfermeiros negros, até 1990 nós tínhamos a maioria dos médicos negros de África. Nós construímos também o maior hospital do mundo, o hospital de Baragwanath. Nós construímos mais clínicas, hospitais e escolas do que aqueles que foram construídos pelos outros estados africanos durante a existência do apartheid. As estimativas de casas construídas para negros pelo actual governo, talvez possa igualar as casas construídas pelo governo do apartheid em 2014, mas esse número devia ter sido atingido em 1998. O Verwoerd construiu um milhão de casas para os negros em 7 anos, este número não inclui os hospitais e escolas, e esses números vem a descer desde o fim do apartheid.
Enfim o Yengeni, vive num mundo de fantasia.
Qual a sua opinião em relação ao Salazar e o seu sucessor Marcello Caetano?
Salazar era uma personagem estranha, que apesar de ser obviamente pró-fascista, não tinha consciência racial. Em relação ao Caetano, sei muito pouco sobre ele, para ter uma opinião formada. Os antigos portugueses que eu conheci gostavam do Salazar e odiavam o Caetano por o considerarem fraco. É tudo o que sei.
A realidade das relações entre as diferentes raças nas colónias portuguesas é muito diferente da situação sul-africana. Em Angola e Moçambique não havia segregação. Muitas pessoas vem o sistema político na África Portuguesa como um bom exemplo, que deveria ter sido seguido pelo governo sul-africano do apartheid. O que você pensa sobre isso?
Sim, eu sei. Se a África do Sul tive-se seguido a mesma linha política dos anos 40 aos anos 80 procurando se adaptar à nova realidade, o resultado teria sido o mesmo aos de outros países africanos onde os líderes negros finalmente assumiram o poder. Seria o casos geral. Países como o Gana, Nigéria, Zambia, Congo e Uganda, todos esses lugares são a prova de que os brancos deveriam ter continuado no poder por mais tempo. Se olharmos para o período pós-colonial na Guiné (com as ditaduras de partido único) e para as longas guerras civis em Angola e Moçambique, é evidente que os portugueses falharam no seu projecto de criar uma sociedade integrada, tal como idealizada por Freyre. Lembre-se como os portugueses brancos foram obrigados a deixar as suas terras e propriedades quando a independência surgiu. Na mesma altura em que a situação política também piorava na África do Sul. É como se estivesse-mos a ser empurados para um precípicio que acabará rapidamente por cair, mas ninguém vê isso, quer dizer recusam-se a ver.
A integração racial no período pós-1948 deve ser vista como contra o RealPolitic do Leste Vs Ocidente da Europa durante a guerra fria. Em África, o Ocidente e o Leste lutaram batalhas ideológicas utilizando o ódio racial e tribal. Os primeiros ataques do FNLA em Angola foram patrocinados pelo idiota do JFK. Tudo tinha o objectivo de minar o ocidentalismo ou o comunismo. E as palavras adquiriam significados diferentes para pessoas diferentes.
Qual a sua opnião em relação ao "Luso-tropicalismo" defendido por Gilberto Freyre?
A história provou que o "luso-tropicalismo" estava errado. Caso contrário não teria havido a descolonização e as pessoas que lá viviam nessas colónias não teriam fugido em massa para a África do Sul. A questão é que os africanos sempre veem os brancos como colonizadores, sejam eles brancos como os portugueses ou duros como os fraceses. E o ódio racial é de natureza voltado para os brancos. O luso-tropicalismo funcionou em Goa e em Macau porque estavamos a lidar com pessoas diferentes. Mas nunca funcionaria em África tendo em conta a natureza dos africanos.
Depois da indepêndencia de Angola e Moçambique, a situação política da Rodésia e da África do Sul pioraram bastante, já que esses 2 países perderam o apoio do governo português. Qual é a sua opinião em relação ao processo de descolonização português? E na sua opinião, o que o governo português deveria ter feito em 1974 para resolver os problemas com as suas colónias?
Não faço ideia. Eu actualmente penso que a ideia de integrar as pessoas na sua sociedade era uma boa ideia. Os problemas começaram quando o idiota do Kennedy começou a apoiar o MPLA e a URSS a apoiar os movimentos guerrilheiros em África. O facto é que não existia mais nada que Portugal pudesse ter feito. Talvez criando governos negros mais amigáveis para Portugal, tal como os Ingleses fizeram na Malásia ou os americanos nas Filipinas. Mas a segunda disputa pelo continente africano, resultou na derrota do Ocidente, porque os movimentos nacionalistas tinham o apoio da URSS e da China, e os países europeus não sabiam como reagir perante a enorme quantidade de armas que os soviéticos entregaram para os africanos.
Concluindo, penso que os políticos de Portugal fizeram o melhor que puderam na altura. Mas é apenas a minha opinião de uma forma geral, mas gostaria de ouvir a opinião de alguém como tu que entende melhor a Histórica de Portugal.
Você leu o livro "A grande traição" de Ian Smith? Smith afirmou que o governo sul-africano não o apoiou, e disse que tanto a Inglaterra como a África do Sul são igualmente responsáveis pelo colapso da Rodésia em 1980. O governo sul-africano via o Smith como um maluco e sabia que o "white minority rule" não tinha futuro na Rodésia, pelo que desejava ver implantado nesse país um governo moderado negro, ao contrário de um comunista extremista como o Robert Mugabe. O que você pensa disso?
Eu penso que o maior problema de Smith foi ele não ter criado na Rodésia, um sistema de apartheid semelhante ao que existia na África do Sul. Na Rodésia existia um sistema de votação baseado no nível de educação e contribuições fiscais. Uma pessoa que pagasse impostos de uma determinada quantia e tivesse um nível de educação elevado poderia votar independentemente da raça.
Não era isso que Vorster pensava do sistema de apartheid. E no caso de P.W.Botha (que era um militar) ele sabia que a Rodésia estava cercada de inimigos de todos os lados. O problema foi que o governo sul-africano deu a hipótese de Smith aceitar a incorporação do seu país como uma província na República da África do Sul, mas os Rodesianos recusaram essa possibilidade.
Como um antigo cidadão da República da Rodésia não concordo que a África do Sul tenha abandonado a Rodésia, pelo menos até 1979, quando os Rodésianos utilizavam secretamente helicópteros e carros blindados em ataques fronteiriços contra Moçambique e a Zâmbia. Mas no caso do Lord Soames e das autoridades inglesas, eles fizeram tudo para boicotar o regime de minoria branca de Smith.
E o governo de Mozurewa não era muito bem visto pela África do Sul, e os sul-africanos sentiram que os Rodesianos os tinham traído ao aceitarem um governo negro em 1979.
Penso que o governo da Rodésia pensou que a sua liberdade era um preço demasiado alto a pagar para estar seguro dentro do território sul-africano, mas por outro lado os imigrantes brancos da Rodésia aumentaram a população branca sul-africana após a independência.
Você poderia falar mais acerca do sistema político na Rodésia. A Rodésia era uma democracia nos tempos de Smith? Quantos partidos políticos existiam?
Existiam 2 partidos distintos. Bem, era um sistema político bastante estranho e complexo. As pessoas que declararam a UDI (declaração Unilateral de Independência) em 1965, pertenciam ao Partido da Frente da Rodésia, que nas eleições realizadas após a UDI ganharam todos os lugares no parlamento, então eles decidiram que precisavam de oposição, e a constituição reservava 40% dos lugares no parlamento para a oposição.
Um conhecido pelo, chegou a viajar para a antiga Rodésia, disse-me que muitos negros zimbabuenos sentem saudades do antigo regime do Ian Smith. Isso é verdade?
Sim. Na África do Sul recentemente houve uma grande polémica na media branca liberal quando manifestantes negros, na demonstração do serviço municipal, seguravam cartazes que diziam "Nós estávamos melhor quando eram os brancos a mandar".
O exército da Rodésia tinha muitos negros nas suas fileiras. O que você sabe acerca dos pretos que lutaram pela Rodésia do Ian Smith?
Correcto. Por exemplo, a Rhodesian African Rifles era uma unidade exclusiva para negros, enquanto que as unidades de forças especiais tinham vários mestiços nas suas fileiras. A Rodésia nunca foi um país dividido racialmente, existiam deputados negros no parlamento, e o direito de voto era determinado pelo nível de educação e pelo pagamento de impostos, não pela raça. Enfim, era um sistema completamente diferente do da África do Sul.
Nikolas Försberg
December 31st, 2010, 09:40 PM
Alguns historiadores comparam o apartheid sul-africano com o fascismo Italiano e o Nacional-Socialismo alemão. Qual a sua opinião em relação a essas comparações?
Oh, coitadinhos. Eu mesmo já vi muitos pretos a dizer que a sua situação na África do Sul no tempo do apartheid só podia ser comparada com o alegado "holocausto", mas isso é um disparate. Em vez disso podemos afirmar que os brancos Calvinistas, viam como seu dever como cristãos guiar cuidadosamente os negros para a civilização através da sua liderança ao contrário das alegadas políticas de extermínio na Alemanha. Enfim, apartheid e nacional-socialismo são dois conceitos completamente opostos.
No mundo ocidental, a imagem que os media nos dão, foi que a maioria negra apenas alcançou o poder político em 1994, porque o poder económico continua nas mãos dos brancos, a maioria das fazendas são dominadas por brancos, inclusive um jornal português aquando da morte do Terre'Blanche afirmou que desde 1994, a subida do poder de compra dos brancos foi superior aos dos negros. Isso é de facto verdade?
Isso é obviamente mentira, não tem qualquer fundamento. Mentiras criadas e espalhadas pelas Universidades liberais e os governos ocidentais. Um simples estudo demográfico prova que a riqueza nunca poderia ter aumentado nas mãos dos brancos, quando a comunidade branca diminui cerca de 40% desde 1990. Ainda por cima com toda a nossa legislação com as acções afirmativas, a riqueza deve ser partilhada, e de facto é o que está a acontecer.
Qual é a sua opinião acerca do governo do Mandela entre 1994 e 1999? Quais foram as principais mudanças que ocorreram na África do Sul? O Partido Nacional era aliado do ANC, certo?
1-Mandela foi um líder muito bem afamado internacionalmente, um líder mundial fantoche, utilizado para reunir o apoio da maioria dos militantes e simpatizantes do ANC no país, enquanto que todos sabiam que quem governava verdadeiramente a África do Sul era o Mbeki.
2-Referes-te a que como principais mudanças? Tens de ser mais específico. São mudanças polícias, económicas ou geográficas?
3-O NP foi só aliado do ANC até às eleições de 2004, quando se dissolveu e os seus militantes foram para o ANC.
Olavo de Carvalho, um filosofo conservador brasileiro, afirmou que David Rockefeller influenciou de Klerk a libertar o Mandela da prisão. E quando o Mandela chegou ao poder entregou várias minas de diamantes ao David Rockefeller. O que você sabe sobre isso?
Não tenho a certeza se isso é verdade ou não. Eu soube através de fontes bastante confiáveis, que a queda do de Klerk foi precipitada por um conglomerado do Goldman Sachs, Citibank e Chase manhattan, que se recusaram a estender uma milha de crédito com ouro como garantia em 1988. As minas de diamantes nunca estiveram na posse do antigo governo. Elas estiveram sempre, sempre sempre, do inicio ao fim nas mãos de judeus. Neste momento e desde 1980 é a família Oppenheimer. Não sei como os Rockefeller podem estar envolvidos na tomada das minas de diamantes.
Os Beers (um nome africânder a propósito) possuem quase todos os diamantes, sendo esta uma empresa judia, então porque eles queriam passar a propriedade? Não faz nenhum sentido.
No tempo do apartheid, a África do Sul recebia muitos imigrantes de outros países? Como era a política de imigração do governo sul-africano?
Não havia imigrantes antigamente. Devido às guerras fronteiriças e ás tácticas de infiltração utilizadas pelos terroristas, as fronteiras eram vigiadas de forma intensa, e alguém que tentasse passar a fronteira ilegalmente era imediatamente enviado para o país de origem. Existiam vários malauianos que trabalhavam nas minhas de diamantes. Eles eram fáceis de treinar, não tinham sindicatos e eram tinham baixos salários, e no final de cada ano eram enviados directamente para casa através de um acordo com o governo do Malawi. As políticas de imigração do apartheid tinham como objectivo permitir a entrada de brancos e manter o resto de fora.
Mas hoje em dia a África do Sul recebe uma grande quantidade de imigrantes de outros países africanos. Qual a sua opinião sobre a actual política de imigração da África do Sul?
A actual política de imigração é um desastre.Quem conseguir atravessar a fronteira ilegalmente e conseguir provar que está à mais de 90 dias no país pode conseguir ter o visto. E os ilegais podem sempre alegar estatuto de refugiados. E a maior parte das pessoas prefere contratar estrangeiros em vez dos negros sul-africanos preguiçosos e sindicalizados.
A violência aumentou após o fim do apartheid?
Não, o nível de violência manteve-se, mas duas coisas mudaram. O governo branco já não nos protege mais dos negros, então a onda de violência direcionou-se para os bairros brancos, e a violência deixou de ter um elemento político e passou a ter um elemento criminal.
Nos anos 80, um criminoso que se auto-considerava um "camarada" na township iria roubar o pão de uma senhora de idade e mata-la porque ela comprou o pão numa loja de brancos. Hoje em dia ele iria mata-la e ficar com o seu dinheiro e telefone.
Mas no tempo do apartheid o país tinha armas nucleares e um poderoso exército. Hoje em dia o país já não é mais uma potência militar, certo?
O governo acabou com o serviço militar obrigatório e incorporou os militantes do MK no SADF e rebaptizou-o de SANDF... o resultado disto foi um desastre. Todos os velhos oficiais brancos se aposentaram ou deixaram o exército. No meu tempo para ser um soldado de força permanente era um grande prestígio... você não escolhia ser um soldado permanente, e ninguém abaixo do posto de capitão chegou lá sem ter um diploma.
Mas em seguida nomearam um Simpiwe Nyanda como comandante supremo das forças armadas. A sua reinvidicação de fama foi que ele e 3 companheiros dispararam 3 foguetes RPG numa refinaria de petróleo. Os seus dois amigos foram apanhados e morreram, enquanto ele conseguiu escapar. E ele não tem formação militar além de formação como terrorista urbano na Coreia do Norte. Obviamente que após o fim do apartheid as forças armadas arruinaram-se. Em 1980 o governo podia mobilizar 500 000 soldados e apoia-los logisticamente.
Nós conseguimos apoiar um exército de 200 mil homens que lutava uma guerra em Angola, protegia a Namibia e patrulhava as fronteiras com o Botswana, Moçambique, Lesoto, Zimbabué e Suazilândia, realizavam exercícios de estabilidade interna e manutenção de paz em Kwa Zulu Natal.
Falei recentemente com um Tenente Coronel que deixou o exército em 2006, que me disse que actualmente o exército não tinha capacidade de apoiar logisticamente um batalhão por um único dia em circunstância operacionais, e um batalhão possui apenas 800 homens.
No tempo do apartheid existiam muitos negros no exército sul-africano? O que você sabe acerca deles?
Sim. Muito poucos eram os de combate. Eu acho que eram 3 batalhões baseados principalmente no leste e no norte do Transvaal. Eram soldados contratados e uma das coisas que o novo governo do ANC fez, foi rescindir os contratos.
Os restantes soldados negros eram:
SACC (mestiços que se voluntariavam)
5 Recce-Forças especiais, antigos inimigos que mudaram de lado, eram principalmente, Angolanos, Moçambicanos, Zimbabueanos.
32 Batalhão-negros angolanos e nambianos numa batalhão de elite mecanizado.
Para os 5 Recce foram dadas identidades secretas, para evitar que pudessem sofrer retalianções como estavam envolvidos em assassinatos e ataques contra bases do ANC nas fronteiras com os países vizinhos da África do Sul. A maioria dos ataques fronteiriços por parte de forças especiais foram realizados por esses rapazes.
32 desses soldados estabeleceram-se aqui porque os Angolanos e nambianos queriam persegui-los. O antigo governo tinha um acordo para mante-los aqui seguros. O actual governo ainda não os repatriou, mas expulsou-os das suas casas (o antigo governo deu-lhes um municipio abandonado pelos brancos, para eles viverem) e agora vivem em tendas nas savanas, basicamente abandonou-os à sua sorte. Os negros simplesmente odeiam-os.
Além dos Ingleses e dos africânderes existem outras etnias brancas na África do Sul, como os portugueses, gregos e italianos. É verdade que durante o regime do apartheid, sectores mais radicais dos africânderes queriam classificar esses grupos mestiços?
Isso é mentira. Isso é pura propaganda que acabou por se espalhar na Europa. Eu servi em uma unidade de forças especiais (como eu nasci numa fazenda, aprendi algumas línguas de várias etnias africanas), onde os soldados sabia falar fluentemente outras línguas além do Ingles e afrikanner, e eu tive vários camaradas de armas portugueses que cumpriram com honra o seu dever, o soldado Daniel Roxo era portugues e foi o soldado mais condecorado do antigo SADF (South African Defense Forces), ele estava radicado em Angola, mas após a revolução dos cravos em Portugal, veio para a África do Sul e entrou no exército Sul-africano, para fazer um ajuste de contas com os movimentos de libertação angolanos.
O apartheid reservava a maioria das terras para a minoria branca, enquanto que a maioria negra tinha apenas acesso a 13% das terras. Você não considera isso um sistema imoral e injusto?
O objectivo do "desenvolvimento em separado era eventualmente passar a grande parte de terras para grupos tribais que tradicionalmente ocupavam essas mesmas terras. Eu acho que essas estatisticas são falaciosas, porque não se referem só à percentagem de terras privadas que era propriedade dos brancos, mas esses 87% também incluem terras que era propriedade do governo como zonas dos brancos, ou seja incluiam também os grandes parques nacionais do kruger e Kgalagadi que representavam cerca de 6% do território nacional.
As zonas onde se situavam os batustões eram provenientes de expropriações bem como de terras do governo. Se a política de desenvolvimento em separado não tivesse sido interrompida em 1990, acredito que cerca de 40% do território nacional acabaria por ficar nas mãos dos negros. Em algumas províncias como o Cabo Oriental teria chegado a perto de 65%das terras, e na província de KZN cerca de 50%. O que os negros não podem esquecer é que antes da chegada do homem branco à África do Sul os negros não ocupavam 100% do território nacional. Por exemplo, quando Bartolomeu Dias fez as suas viagens na África do Sul, os únicos lugares onde os negros tinham chegado era só até à província do norte do Mpumalanga e Limpopo. E na época da colonização holandesa, os brancos que viajavam para o leste eram os únicos que encontravam os negros e apenas 10, na distante província do Cabo Oriental.
Tendo em conta todas as perseguições e violência arbitrária que a comunidade branca na África do Sul sofre, nunca pensaste em imigrar para a Europa?
Não, mas já considerei a Austrália uma alternativa. Existe uma comunidade de bôeres emigrada nesse país, inclusive é uma cultura bastante similar com a nossa. E tenho vários amigos e familiares emigrados na Austrália.
Você poderia explicar, como é a realidade dos sul-africanos brancos na actualidade. Os brancos são vítimas de um verdadeiro genocídio (como alguns africânderes reividicam) ou isso é um exagero?
Não, infelizmente é a triste realidade sul-africana. Se você for ver no Stormfront da África do Sul, na secção de notícias, existe um tópico do usuário Michelle Mens, com o registo do número de assassinatos, e convém ressaltar que só os piores crimes aparecem nos meios de comunicação social. Um jornal local da minha cidade, registou o assassinato de 3 pessoas de raça branca na semana passada.
As nossas comunidades agriculas são compostas por 250 mil brancos e desde 1987, 3180 foram assassinados, ou seja mais de 1% dos brancos que viviam em fazendas foram assassinados, mas isso é só o número de assassinatos, já para não falar do número de ataques a quintas. Mas se levarmos em consideração que já foram assassinados cerca de 40 mil brancos que viviam nas cidades numa população total de 4 milhões de brancos, isso corresponde a 1 homicídio por cada 100 pessoas. E isso já para não falar em violações, assaltos (a minha mulher já foi assaltada 3 vezes sob ameaça de arma de fogo em 10 anos), eu só fui assaltado uma vez. Os meus amigos e familiares também são vítimas da criminalidade negra dirigida contra a comunidade branca.
Se você se quiser informar detalhadamente da situação sul-africano na questão dos números de assassinatos, pode ver o site 'african crisis' .
As nossas medidas de segurança são apenas para protegerem as nossas casas. Nós estávamos habituados logo após o fim do apartheid a ter funcionários municipais brancos e simpáticos, que aprovavam o fecho de estradas dos suburbios, e em alguns casos impedia-mos a entrada de negros nas nossas cidades, o que resultou numa descida da criminalidade na ordem dos 90%, mas a Comissão de Direitos Humanos disse que isso era uma restrição à livre circulação dos cidadãos e obrigou-nos a abrir novamente as estradas, como consequência a criminalidade voltou a aumentar.
Você acredita que o assassinato do Terre'Blanche foi ecomendado pelo governo ou pelo ANC? Inicialmente a media adiantaram que o seu assassinato se deveu a salários em atraso, mas os advogados de defesa já disseram que os seus clientes agiram em auto-defesa, porque segundo a versão dos advogados da defesa o Terre'Blanche tentou violar os seus empregados. O que você pensa acerca disso?
1-Em parte sim, porque o governo nada fez para impedir os assassinatos de fazendeiros. Na verdade o governo tem dissolvido unidades militares e especialistas militares especializados em combater os assassinatos de fazendeiros, bem como a fraca reacção à canção do líder da juventude do ANC que apela à morte dos agricultores não tem ajudado e piorou ainda mais essa delicada situação. Isso já para não falar das acusações hipócritas do governo em relação aos fazendeiros bôeres de serem militantes racistas do AWB que oprimem os trabalhadores negros.
2-Isso já foi desmentido pelo jornal em causa, afirmando que o advogado nunca fez tal afirmação. E não podiamos esperar outra coisa. Era obviamente uma mentira descarada desde o principio destinada a cair no esquecimento.
A música do líder da juventude do ANC, Julius Malema, "kill the bôeres", já foi proibida por vários tribunais sul-africanos por instigar ao ódio racial. Mas o ANC defende que a música é uma forma de lembrar a luta anti-apartheid. O que você pensa a respeito?
Tudo bem que a canção lembre a luta do ANC contra o apartheid... mas o apartheid acabou. Nós também temos as nossas músicas hostis em relação aos negros. Mas a "luta de libertação" era para criar uma sociedade multi-cultural onde todos fossem iguais, logo o ANC cria um paradoxo em cantar esta canção para as crianças que nasceram após o fim do apartheid. As crianças negras actualmente não sabem que o termo "boer" se refere a uma determinada etnia e não a uma profissão.
Existe um documentário no youtube, "Blind Faith", que fala sobre a influência do Cristianismo sobre o povo africânder. de facto a maioria dos africânderes são protestantes. É verdade que no tempo do apartheid, a Igreja ensinava que os Africânderes era o povo escolhido por Deus e que a África do Sul era a terra prometida dos africânderes. Qual a sua opinião sobre isso?
É um grande absurdo, apenas lixo marxista. É baseado nos escritos, de um comunista africânder, o Breyten Breytenbach, o que esse idiota fez foi utilizar os ensinamentos de uma seita chamada "Israel Waarheid", que é por si só, uma igreja da Identidade Cristã, e passou a designar essa seita como a religião dos Africânderes, o que acabou sendo aceite por todo o mundo gospel. Na verdade os Africânderes são crentes das igrejas Calvinistas cujos ensinamentos são os tradicionais e puritanos.
A missão de pessoas como Malan, Verwoerd, Vorster e Botha, foi sempre trazer a Palavra e a Luz das sagradas escrituras para os negros. Nunca, em momento algum, se afirmou que os Africânderes eram uma das 12 tribos de Israel, enfim isso é uma insanidade, tanto como é dito nos outros países.
Basta olhares para os ensinamentos de João Calvino e o seu sistema de crença puritana de que todos nós nascemos em pecado e por isso precisamos do perdão de Deus, é exactamente nisso em que acreditam os africânderes, era mais do que uma fé missionária que era de certa forma um dos factores de identidade dos afrikânderes. Eu cresci na "Igreja Reformada Holandesa", e por isso sei muito bem os seus ensinamentos. A questão racial, nunca foi abordada.
O que é que você sabe acerca de Nicolaas "Siener" van Rensburg?
Eu sou um pouco ambíguo em relação a ele. Não tenho uma opnião formada acerca dele. Eu não acredito que ele seja, alguém em que se deva acreditar incondicionalmente como Nostrudamus. Suponho que você tenha visto o filme "O exterminador implacável", e quando veem a ideia da predestinação tão cara aos protestantes, eu prefiro escolher a filosofia "Sem destino, mas o que fazer." Nós devemos tomar as nossas próprias decisões. Se formos a esperar por um "Siener" para tomar decisões por nós, acabamos por não fazer nada.
Essa é a minha opnião.
Qual a influência do Cristianismo no nacionalismo africânder? O Stormfront da África do Sul tem a secção de Teologia, e o logotipo do AWB é o 777 (que está inspirado na bíblia sagrada). O que você sabe acer disso?
A influência é muito grande, não só do Cristianismo em si, mas principalmente do Calvinismo Puritano. O governo do Partido Nacional estava baseado nas igrejas protestantes, no Broederbond e no Partido Nacional. Era a chamada "drie enige alliansie". Os três setes do AWB estão baseado nos símbolos cristãos. D.F. Malan foi um reverendo membro de uma das principais igrejas protestantes.
Mas se a política de desenvolvimento em separado foi tão benefica para a África do Sul, como alguns dizem, porque o país sofreu tantas sanções?
Nós sofremos com as sanções internacioanais, como resultado a nossa economia estava sob constante pressão e as nossas grandes cooperações era incapazes de negociar de forma eficiente nos mercados internacionais do ocidente, mas não te esqueças que nessa altura a África do Sul era a maior produtora de ouro, platina e uranio. E de forma inteligente, nós usamos os nossos recursos naturais para fazer fracassar as sanções. E como era óbvio as sanções não isolava completamente o nosso país (como acontece hoje em dia), sendo assim podiamos importar vários produtos de Israel, Taiwan e Iraque*(e ainda conseguiamos ter acesso à tecnologia dos EUA, França e Alemanha) mas vinha por vias de outros países.
*Havia também um embargo na venda de petróleo contra a África do Sul, mas o Irão e a África do Sul ignoraram esse embargo e continuaram e negociar conosco em troca de tecnologia militar e armas com uranio.
Mas a situação económica do país melhorou durante o governo do Mandela, devido ao fim das sanções?
Temporariamente sim, durante 1994 e 1998 a economia cresceu. Em 1998 a moeda desvalorizou devido à má gestão da economia e a inflação antigiu 21%, e as taxas de juros bancárias antigiam valores de 28%. Estas condições económicas mantiveram-se até 2001, quando uma queda lenta das taxas de juro e da inflação permitiu a recuperação lenta da economia. Isso foi até 2008, quando a crise económica dos EUA e da Europa afectou bastante a África do Sul.
Em 2009 mais de 1 milhão de pessoas ficaram sem emprego (num total de 14 milhões de pessoas empregadas). Economicamente esta é a pior situação desde 1988-1989, no final do governo branco.
Muita gente diz que a África do Sul se democratizou com o fim do apartheid. Você concorda que a África do Sul era um regime democrático no tempo do apartheid?
Era uma democracia para os brancos, indianos e mestiços, mas os negros só eram considerados cidadãos dos seus batustões, então eles apenas podiam votar nas eleições dos seus batustões. Mas na África do Sul, fora dos seus territórios eles não tinham direito de voto a nível nacional. Mas como disse existiam eleições onde os negros elegiam os seus representantes para falar com o governo central sobre os problemas da comunidade negra.
Para responder à sua questão, é algo que depende dos pontos de vista de cada um.
Mudando de assunto. O AWB é um partido político? Eles só aceitam africânderes ou aceitam também ingleses ou portugueses?
O AWB não é um partido político, nem concorre a eleições. Partidos políticos que se orientem em linhas raciais estão proibidos na África do Sul. Assim eles não se podem organizar num partido político.
Por uma questão de interesse partidos racistas negros são permitidos, como o PAC e o AZAPO são permitidos, mas partidos racistas brancos estão proibidos.
Se você costuma frequentar a secção sul-africana do Stormfront, irá reparar que existem vários anglofonos membros do AWB. O nome AWB não deve ser confunfido como uma organização exclusiva para africânderes, é uma organização pró-branca. Eu conheço pessoalmente 2 portugueses que são membros do AWB. Regra geral, os portugueses na África do Sul costumam ser bastante pró-brancos.
Numa entrevista a um canal de televisão privado. Um membro do AWB foi questionado sobre os alegados casos de violência sofridos pelos empregados negros nas fazendas dos brancos. O que você sabe acerca disso?
Eu suspeito que possa existia alguma verdade nessas afirmações. Eu não acho que os negros sejam vítimas de tanta violência como dizem ser, mas é inegável que existem alguns fazendeiros que tratam mal os seus empregados. Mas como disse esses fazendeiros são uma minoria, e em contrapartida existem muitos outros fazendeiros que construíram escolas para os filhos dos seus empregados e pagam mais do que o salário mínimo, providenciam seguro e cumprem as exigências de habitação, embora eu ache que também existam agricultores que tratem muito mal os seus empregados, impedindo-os de votar ou não pagando o salário mínimo. Embora eu ache que a maioria dos fazendeiros tratem bem os seus empregados. A maioria deles conhecem muito bem a cultura dos negros e fala fluentemente pelo menos um língua africana.
O General Jan Smuts, afirmou em 1948, que a ideologia do apartheid do Partido Nacional era uma loucura e iria provocar uma tragédia na África do Sul. Concorda com a opnião do Smuts?
Smuts era um apátrida idiota. Ele na verdade não se opôs ao apartheid. Basta ver que antes das eleições em 1924, ele ocupou o cargo de primeiro-ministro e reprimiu brutalmente várias insurreições dos negros, utilizando gás mostarda e mesmo atacando os revoltosos com bombardeamentos aéreos. A verdade é que ele odiava os negros. Mas nas eleições de 1948, o seu partido opôs-se ao programa de apartheid defendido pelo Partido Nacional. Na verdade, Smuts era um seguidor do Holismo e adepto da globalização, que pensava que o mundo iria evoluir no sentido de uma maior integração, sobre a liderança do Império Britânico. É bom lembrar, que em 1939 ele conduziu o país para a guerra, depois de ter forçado a demissão do primeiro-ministro de então, quando o parlamento optou pela neutralidade na guerra. Ele obrigou os nacionalistas a saírem do seu partido, enquanto enviava milhares de rapazes para morrerem na guerra. Ele é certamente o líder mais impopular da História da África do Sul.
Você acredita que os africânderes conseguirão estabelecer o seu próprio estado independente dentro do território da República da África do Sul? Ou isso é impossível?
Sim, acredito que isso é obviamente possível.
Mas como os africânderes vão conseguir ter o seu próprio estado? Conseguirão derrotar o SANDF? Mesmo sendo vocês uma minoria? E qual seria o tamanha desse hipotético estado? Seria 20 ou 30% do território da África do Sul?
As pessoas costumam confundir a ideal de fundarindependente, mas a constituição tem uma clausula que permite aos africânderes se separar depois de negociações e consultas com o governo.
Um recente inquérito num jornal sul-africano afirmou que 70% dos brancos gostariam de ir viver para um estado unicamente branco, se tivessem essa oportunidade.
O que você sabe acerca da cidade de Orania? Alguma vez visitou esse lugar?
Sim, eu conheço bem orania, inclusive já lá estive uma temporada a trabalhar nos campos. Eu acho que eles são parecidos com os menonitas, mas com o tempo aquela comunidade está condenada ao fracasso porque os pretos não vão dar pacificamente nenhum território da África do Sul a ninguém(como eles fizeram com Walvis Baai). E infelizmente, os negros já disseram que querem a Orania "reintegrada" na África do Sul.
Alguns africânderes dizem que os judeus sempre controlaram o ANC e que foram os responsáveis pelo fim do regime do apartheid. Mas o Frederik de Klerk era de etnia africânder (e não judeu), e além do mais em 1992, houve um referendo em que 60% dos brancos votaram pelo fim do apartheid. O que você nos tem a dizer acerca desses factos?
O referendo de 1992 foi a vitória final da máquina de propaganda do Partido Nacional, e pela primeira vez com o apoio dos jornais liberais brancos. Mas mesmo assim, apesar da autêntica lavagem cerebral por parte da media, 32% (ou 2 milhões) dos brancos votaram contra as reformas do de Klerk...
Você acredita que a África do Sul se possa tornar num novo Zimbabué?
Sim, e devido aos grandes ódios étnicos que aqui existem será bastante pior. E os africânderes não se vão render como os agricultores do zimbabué fizeram.
E qual a sua opinião em relação ao Morgan Tsvangirai?
É apenas mais um líder africano...corrupto.
Em 1990 depois de sair da prisão, o Nelson Mandela, num funeral, cantou uma música onde apelava à prática de genocídio contra os brancos, esse vídeo está disponível no youtube, mas infelizmente ninguém no ocidente sabe a História desse vídeo. Mas também existem brancos ao lado do Mandela, como é o caso do judeu kasrils. Mas porque o judeu kasriles canta uma música racista anti-branca, se pelas leis do apartheid os judeus eram considerados brancos? Inclusive muitos judeus já abondonaram o país desde 1994. O que você nos tem a contar acerca desse vídeo?
Esse episódio passou-se em 1993 e não em 1990. E o nome da música era Hamba Kahle, para homenagear os terroristas pretos que morreram nas mãos dos polícias e soldados do regime do apartheid. Algumas das palavras eram que os terroristas sentiam-se honrados por "matarem muitos boeres" ("bulala zonge amabunu"). E os judeus que estão a cantar a música são o Ronnie Kasrils e o Joe Slovo, e sim, de facto eles aparentam ser brancos. O Kasrils e o Joe Slovo, eram militantes do M.K (Umkhontho We Sizwe) que em xhosa significa "lança da Nação", que era o braço armado do ANC. O Slovo foi o seu 1ºcomandante e membro fundador (vou dele a ideia de fundar o M.K), enquanto que só em Ronnie Kasrils se tornou comandante do M.K. O vídeo é publicamente conhecido, visto no funeral de Hani, acompanhado em directo pela televisão sul-africana. O apartheid pode ter visto os judeus como brancos, mas os únicos brancos que sempre foram membros do ANC foram sempre os judeus. Assim se você olhar com atenção para o ANC e os seus militantes "brancos", você vai ver que eram principalmente judeus comunistas que vieram para a África do Sul nos anos 20, ou cujas famílias vieram para cá nos anos 20 para organizarem o movimento marxista, formando o Partido Comunista Sul-Africano, e lembre-se que o ANC era controlado pelo Partido Comunista Sul-Africano após 1952. Hoje em dia o ANC está coligado com o SACP (partido comunista), e o secretário geral do SACP é o judeu Jeremy Gordim. Os únicos brancos que alguma vez participaram na "luta de libertação" foram judeus comunistas do SACP, e entraram na luta de libertação negra para entregarem o poder para os marxistas.
Quantas pessoas foram mortas pelo ANC e pelo MK entre 1960 e 1990?
Várias centenas. O ANC pediu uma indemnização à Comissão da Verdade e Reconciliação por cerca de 20 mil mortos que eles conheciam. Mas a questão era tão difícil que eles não conseguem saber o número exacto de pessoas que morreram durante a "luta de libertação"... principalmente os negros que se recusaram em obedecer à ordem do ANC de tornar o país ingovernável, como comprar exclusivamente a negros, exploração de serviços ou não pagar serviços municipais.
Na província do Natal Kwa-Zulu, onde o ANC e os xhosas lutaram contra o partido IFP dos zulus, o número de mortos da violência tribal entre 1988 e 1989, corresponde a 3 mil pessoas por ano, mas tudo isso aconteceu nas longínquas áreas rurais e por isso o número de mortes é bastante impreciso.
Para grande desilusão Comissão da Verdade e Reconciliação (que procura com fervor todos os alegados crimes cometidos pelo governo branco), apenas conseguiram provar que desde 1948, o governo branco matou apenas 900 opositores políticos, das mais diferentes formas, como condenações à morte depois do devido processo judicial, mortos em confrontos armados e assassinatos, a maioria deles foram mortos em confrontos armados (e estes estavam envolvidos na resistência armada).
Desde que o governo inventou a teoria das mortes não declaradas provocadas pelo apartheid podem rivalizar com as do holocausto judeu, embora essa afirmação nunca tenha sido seriamente provada, mas a palavra do governo é aceite como se fosse de inspiração divina.
O Mandela uma vez comparou o MK com as guerrilhas africânderes na guerra dos boeres no final do século XIX. E afirmou que os actos terroristas do MK era uma forma de auto-defesa contra o terrorista de estado da África do Sul. O que você acha disso?
Tudo mentiras. Os militantes do MK eram terroristas urbanos que atacavam bares, restaurantes, autoridades civis, e até o seu próprio povo e matou muito mais civis que alvos militares. As guerrilhas boeres na guerra contra os Ingleses atacavam unicamente alvos militares. Já em 1979, o Mbeki disse num memorando interno do ANC que os boeres não podem ser derrotados numa guerra igual à guerra Bush da Rodésia. A verdade é que os membros do MK não passavam de terroristas urbanos e não guerrilheiros e nas poucas vezes que os seus membros utilizavam tácticas de guerrilha os seus membros eram mortos em acção ou presos e posteriormente condenados à morte.
Dou-lhe um exemplo que se passou no final dos anos 80, os terroristas colocaram bombas nas províncias do extrema norte que provocou a morte a 3 agricultores, mas a quadrilha responsável pelo ataque foi localizada dentro de 2 semanas e os seus membros foram mortos num tiroteio com a polícia, sem auxilio do exército.
Um português, que actualmente vive nos EUA, e visitou a Rodésia e a África do Sul contou-me que no tempo do apartheid, os portugueses morenos que viajavam para a África do Sul, na chegada ao aeroporto, eram obrigados a ir a uma sala privada e tinham que se despir para as autoridades terem a certeza de que eram brancos. Isso é verdade?
Sim, isso é totalmente verdade. O governo branco não era muito receptivo às pessoas de cor. E os que eram classificados como não-brancos não eram obrigados ou intimidados a irem para outro país. Mas uma vez que as autoridades classificavam alguém como branco, essa pessoa tinham todos os direitos de um cidadão branco.
Um amigo meu que viver na África do Sul durante longas décadas, ofereceu-me um livro, "The Super-Afrikanners" de Ivor Wilkins e Hans Strydom, que fala sobre uma organização secreta africânder, chamada Africânder Broderbond, e todos os presidentes da África do Sul, durante o regime do apartheid eram membros dessa organização. O que você sabe da AB? Essa organização já não existe?
Correto. A AB foi fundada em 1936 por empresários boeres, como o objectivo de se apoiarem mutuamente. A organização cresceu e passou a ter grande influência na política e nas igrejas Calvinistas.
A ideia era conter a influência dos judeus e ingleses no mundo dos negócios, e estimular uma atitude pró-africânder por parte dos consumidores.
E sim, possivelmente eles controlavam o governo, as igrejas e os funcionários em posições-chave. A AB foi dissolvida em 1995, depois de várias "revelações" feitas por um grupo de ex-membros arrependidos como o Beyers Naude e Nico Smith, que denunciaram a existência da AB. E a media liberal fartou-se de falar dessa organização. Ao invés de abrirem as suas fileiras a pessoas de todas as raças, como foi solicitado na altura, a organização destriu os seus arquivos... ou talvez tenha entrado na clandestinidade... quem sabe.
Esse livro fala de uma situação bastante polémica. Uma menida cujos pais eram boeres brancos, que era bastante morena, foi inicialmente classificada como branca, mas posteriomente foi re-classificada como mestiça, mas os seus pais continuaram a ser considerados brancos. O que você pensa acerca dessa situação? Como o governo sul-africano classificava as pessoas nos diferentes grupos?
Esses tipos de casos aconteciam, era uma loucura, que nunca deveria acontecer, mas esses casos existiam. O sistema de classificação era unicamente baseado no fenótipo.
Muitos vêem o Mandela como um Paladino dos direitos humanos, um acérrimo lutar pela liberdade e igualdade. Muitos comparam mesmo o Mandela com Jesus Cristo. Os seus apoiantes dizem que depois de tudo o que ele sofreu na prisão, teve a capacidade de perdoar os seus opressores e iniciar o processo de reconciliação nacional. Mandela podia ter feito como o Mugabe que iniciou perseguições contra a comunidade branca, mas em vez disso ele falou em perdão. O que você pensa disso tudo?
Mas porque o Mandela foi para a prisão? Muitos citam o seu discurso antes de ser condenado, como sendo a definição de um grande momento da luta pela liberdade. Convém lembrar que antes de ser condenado a prisão perpétua, ele foi acusado 3 vezes de crime de traição por 3 juízes diferentes e com a ajuda de uma poderosa equipa de direito judaico ele foi declarado "não culpado", este é o caso que todos comemoram. É o chamado "julgamento da traição", mas na 2ºvez o caso ficou conhecido como o "julgamento de trivonia" que foi presidido por um juiz judeu e com o apoio da sua equipa de direito judaica. Ele colocou uma bomba na estação de comboios de Rivonia provocando a morte a uma mulher. Se o julgamento fosse mesmo justo ele deveria ter sido enforcado, mas o juiz judeu poupou a vida dele. E lembra-te que o Mandela não foi sempre o líder do ANC. E recorda-te que o Robert Mugabe esperou 18 anos antes de iniciar as políticas absurdas que levaram o Zimbabué para a ruína. O Mbeki foi sempre o verdadeiro líder do ANC e Joe Slovo era o líder do SACP. O Mandela foi escolhido para tentar ganhar as simpatias dos brancos e as simpatias dos liberais no ocidente. Mandela nunca perdoou ninguém abertamente. Os seus apoiantes dizem que ele perdoou, mas quando você leu o seu livro ou se você ver os seus discursos da época verá que ele nunca perdoou abertamente ninguém. E o mesmo para o capitão do Springbok e a sua alegada relação de amizade, é tudo propaganda de Hollywood. Mandela apenas entrou naquele jogo porque foi convidado, porque ele nunca gostou de rugby, e ele chegou mesmo a afirmar em privado que queria acabar com o emblema do Springbok porque era um "símbolo do apartheid".
Basta você olhar para a realidade política actual da África do Sul:
1-Um líder branco assassinado.
2-Um líder negro que canta uma música que contém na sua letra palavras como "matem os boeres".
Não houve nenhum verdadeiro processo de reconciliação.
P.S:Mandela apenas governou o país durante um mandato. Depois do Mbeki chegar ao poder começou logo um processo de rápida africanização do país, como a lei económica negra, a lei da equidade do empregamente o número de pessoas que de cada raça deve ser empregada numa empresa, bem como o estabelecimento do valor que deve ser transferido para os negros em empresas privadas.
Mas se o Mandela é realmente racista, porque fez amizade com vários brancos como o Frederik de Klerk, o Fidel Castro, o James Gregory (que era um dos guardas prisionais, quando o mandela esteve preso) ou um jogador de rugby in 1995?
O Mandela nunca teve consciência racial, ao contrário de outros pretos. Convém lembrar que as ideias racistas negras apenas surgiram nos anos 80 com Seteven Biko e com o Robert Sobukwe e com os movimentos de consciência negra. O Mandela é um velho típico colonialista, que basicamente lutou pelos ideias judeus marxistas do "Um homem, um voto" e pela implementação de um estado marxista igualitário... e continua a revelar as mesmas tendências comunistas hoje em dia. Castro apoiou bastante o ANC e enviou 50 mil soldados para Angola para lutar contra o SADF, e cerca de 10 mil soldados cubanas acabaram por ficar enterrados por lá. E como é óbvio, o Mandela como um astucioso marxista adora o Castro.
Você viu o filme "Invictus" do realizador Clint Eastwood? O que você se lembra do Mundial de Rugby de 1995?
Eu não assisti a esse filme. A única coisa que me lembro foi que me embriaguei quando a equipa sul-africana ganhou o campeonato.
O que aconteceu ao Partido Nacional e ao Partido Conservador após 1994?
Primeiro o Partido Nacional concorreu sozinho, depois aliou-se ao Partido Democrata e depois juntou-se ao ANC, e depois dissolveu-se.
Quanto ao Partido Conservador, deixou de existia após a morte do seu líder, Andries Truernicht. A maior parte dos seus militantes aderiu ao Partido da Frente da Liberdade.
O que provocou a dissidência no meio do Partido Nacional e levou à formação do Partido Conservador em 1982? Quais as principais diferenças entre os 2 partidos? E o que defendia o Partido Progressista Federal?
Muito simples. P.W.Botha seguiu o exemplo do John Vorster e começou lentamente a desmantelar o aparelho do apartheid, então surgiu o Partido Conservador para conter essa política seguida pelo governo. O Partido Conservador defendia o seguimento do "desenvolvimento em separado" nas linhas originais de Verwoerd, enquanto que o Partido Nacional caminhava para o multi-culturalismo, e a separação deu-se devido às reformar defendidas por Botha. O Partido Federal Progressista, era um partido judaico de extrema-esquerda, que defendia a "liberdade" e "igualdade" em um sistema federal forte. Algo que o NP tentou fazer à força e depois o ANC mais tarde falhou.
Os verdadeiros partidos pró-brancos como o HNP e o AWB recusaram ingressar no parlamento.
O ANC foi fundado em 1912 e os seus líder disseram que sempre tentaram entrar em negociações com o governo branco, mas este sempre recusou, até 1960, quando ocorreu o massacre de Shaperville, onde a polícia matou 78 pessoas e feriu outras 180. O que você pensa acer disto?
Isso é correcto. O ANC queria uma sociedade não-racial e o governo de então queria levar adiante a tese do "desenvolvimento em separado". O governo de Verwoerd, reuniu-se com vários líderes negros em assembléias para que eles pudessem informar sobre os problemas da comunidade negra, bem como prosseguir a política do desenvolvimento em separado. O ANC simplesmente recusou tomar parte dessas reuniões com o governo.
Eles apenas aceitavam entrar em negociações para implementar um Estado Comunista sobre as directrizes da carta da liberdade. O Verwoerd simplesmente se recusou a discutir nesses termos.
A verdade é que nenhum dos dois lados queria conversar sobre o assunto.
O Nelson Mandela acusou os brancos, no seu livro, "A longa caminhada para a Liberdade", de estimularem as rivalidades entre as diferentes etnias de negros. Concordas com esta tese?
Os xhosas foram o primeiros grupo etnico negro que os boeres encontraram. Eles estão geograficamente separados dos restantes negros do país pelas montanhas de Drakensberg e pelas densas florestas de Transkei / Ciskei. Os zulus são universalmente odiados como genocidas dementes, são parecidos com os aztecas ou os hunos.
Quando os boeres em 1840 se dirigiam para o interior do estado livre e o transvaal, os SePedi e SeSotho receberam-os como salvadores na sua guerra contra os zulus. No Transvaal oriental os boeres viram pessoas a viveram em árvores com medo de contruírem casas com medo de atrair outra vez a presença dos zulus. Desde esse dia os zulus consideram-se etnicamente superior aos outros negros.
O Mandela é um tolo se disse um disparate desses. Eu conheço várias pessoas de etnia SePedis que hoje em dia se recusam falar Zulu, devido aquilo que os zulus fizeram ao seu povo à 150 anos atrás.
O que você sabe acerca do "massacre de Saperville" em 1960?
10 polícias armados com caçadeiras numa pequena estação policial, cercados por milhares de negros, depois de vários avisos, e a multidão enfurecida começou a atirar pedras, os polícias como reacção de auto-defesa abriram fogo sobre os manifestantes, provocando a morte de cerca de 60 pessoas. Na verdade, foi apenas isso que aconteceu. E uma comissão de inquérito deu razão aos polícias cercados. Mas depois criou-se o mito de que a polícia tinha disparado sobre manifestantes pacíficos.
Mas a verdade é que todos os manifestantes eram adultos (o que mostra que a manifestação não era pacífica), e vários polícias foram feridos, e as janelas da esquadra foram partidas. E como eu estive integrado nas forças de choque do antigo SADF, posso lhe dizer que pretos e manifestações pacíficas são duas ideias antagónicas. Uma manifestação pacífica de negros não existe.
O que você nos tem a contar acerca do "massacre do Soweto"? Após as revoltas que se seguiram, a África do Sul ficou ainda mais isolada internacionalmente. Qual a sua opinião acerca desses acontecimentos?
As revoltas ocorreram por causa da estupidez do lado do Ministro da Educação. Ele decretou que todas as escolas negras deveriam funcionar em afrikanner. Isso era uma estupidez tremenda, e um recuo nos príncipios de desenvolvimento em separado do Vorster. O resultado dessa medida idiota era mais do que previsivel.
Mudando um pouco de assunto, qual a sua opinião em relação a Seteve Biko. O que você nos tem a contar acerca dele?
A consciência negra que o Biko defendia era exactamente o mesmo que o regime do apartheid defendia. Ele baseou-se no Malcom X, e hoje em dia a conciência negra baseia-se nos actuais líder da Nação do Islão. Ou seja eles defendem que os negros devem viver separados dos brancos, e crescer e se desenvolver em separado. Nesse ponto eu não discordo do Biko. O problema do Biko é que ele não era totalmente consciente racialmente, ele apoiou a luta anti-apartheid, se ele em vez disso tivesse tentado explicar ás autoridades brancas as suas ideias de conciência negra, muito provavelmente teria sido aceite. Eu até diria que se o Malcom X e o VerwoerdBiko defendia era exactamente o mesmo que o regime do apartheid defendia. Ele baseou-se no Malcom X, e hoje em dia a conciência negra baseia-se nos actuais líder da Nação do Islão. Ou seja eles defendem que os negros devem viver separados dos brancos, e crescer e se desenvolver em separado. Nesse ponto eu não discordo do Biko. O problema do Biko é que ele não era totalmente consciente racialmente, ele apoiou a luta anti-apartheid, se ele em vez disso tivesse tentado explicar ás autoridades brancas as suas ideias de conciência negra, muito provavelmente teria sido aceite. Eu até diria que se o Malcom X e o Verwoerd tivessem a oportunidade de se falar pessoalmente, teria chegado a acordo que o desenvolvimento em separado e a consciência negra são dois lados da mesma moeda.
Sim eu sei disso, mas eu queria que você me explicasse as circunstâncias da morte de Biko. A polícia sul-africana foi acusada de o ter morto. Isso é verdade?
Ele morreu mas não foi assassinado intencionalmente pela polícia. O polícia em causa, afirmou que o espancou e depois ele caiu de umas escada e aleijou-se na cabeça, e como não recebeu assistência médica morreu. As forças de segurança precisavam dele vivo, porque foram o interrogar e a sua morte foi um acidente. Uma coisa que você deve entender é que a polícia do apartheid estava disposta a torturar pessoas para conseguir certas informações, e não foi só até ao BSB dos anos 80 que assassinaram pessoas. A morte de Biko foi um acidente. Eles eram muito escrupulosos para levar pessoas para os tribunais e através de todo o sistema judicial. O Biko não deveria ter morrido sob custódia daquela forma, ele deveria ter recebido apoio médico.
Na sua opinião a África do Sul está preparada para receber o mundial de Futebol?
Sim, acredito que o país está preparado. E se os turistas forem inteligentes, prestarem atenção e fizerem visitas com guias turisticos estarão seguros. O torneiro não foi organizado aqui, é um espétaculo exclusivo da FIFA. E como é óbvio, ao contrário de quatro excepções, todos os jogos serão jogados em campos de rugby que são propriedade dos brancos. O comité organizador da FIFA, os financiadores e engenheiros são na sua maioria alemães. Os estádios vão estar sob o controlo da FIFA que os irá gerir como bem entender. Vai ser um sucesso, porque a FIFA organizou tudo correctamente, e eles sabem que para o mundial ser um sucesso tudo tem de correr em ordem.
Como são actualmente as relações entre Ingleses e Africânderes? Hoje em dias ainda subsistem muitas rivalidades entre os 2 grupos étnicos?
Não, não existem muitas rivalidades. Os antigos ingleses que sempre viveram na África do Sul, desde à muitas gerações tendiam a apoiar mais o colonialismo, e a ser mais liberais como resultado. Existe sim uma tradicional rivalidade entre os Ingleses ricos e os africânderes pobres que nada tem. Os africânderes da cidade do cabo tem tendência para apoiarem os ingleses, constituíndo assim um bloco político forte a nível nacional.
Contudo, em 1924, o Partido Nacional (partido africânder) e o Partido trabalhista da classe operária (partido Inglês) formaram uma coligação que em 1924 venceu as eleições, e a partir daí, tradicionalmente a classe trabalhadora Inglesa apoiou tradicionalmente o Partido Nacional. Exemplo disto é "east rand", na província de gauteng, onde cidades como Benoni, Boksburg e Springs, cidades que eram orginalmente habitadas pela classe trabalhadora anglofona, e eram daqui que vinham alguns dos melhores deputados do antigo governo. E foram os primeiros a se mudar para o Partido Conservador, quando o Partido Nacional iniciou a sua mudança política.
Em finais dos anos 70 e inicio dos anos 80 o governo abriu as fronteiras para os Ingleses artesães e da classe trabalhadora, quando os sindicatos da extrema-esquerda destruíram as índústrias inglesas. Essas pessoas eram muito conservadoras e continuam a o ser ainda hoje. Alguns desses Ingleses são mesmo membros dedicados do AWB. Hoje em dia não há diferença entre nós (Ingleses e africânderes). Para a maior parte os "antigos ingleses" emigraram depois de verem aquilo que criaram. Os ingleses que aqui continuam a viver são de classe trabalhadora. Além do mais para o governo e para os seus esquadrões da morte não existe diferença entre brancos africânderes e brancos ingleses... somos apenas brancos para eles, e como tal devemos nos unir ainda mais.
A nossa entrevista chegou ao fim. David, você tem alguma coisa a dizer aos nossos leitores, especialmente aos nacionalistas portugueses, e o povo português em geral?
Bem, a tua nação tem uma História Gloriosa e alguns laços com a minha. Bartolomeu Dias, foi o 1ºhomem branco a pisar a África do Sul em 1488*. Temos também um grande comunidade de portugueses emigrados na África do Sul, que se opõem às políticas criminosas e genocídas do governo racista do ANC, e que lutaram com grande distinção pelo governo branco no tempo do apartheid, com grande distinção. Em muitos aspectos temos muito mais afinidades com Portugal, do que com outros países europeus como a Alemanha.
A verdadeira História da África do Sul nunca foi contada.
A minha mensagem é que estamos na linha da frente da diversidade multi-cultural, como uma minoria branca encurralada. Olha para África do Sul e vê o exemplo do que pode resultar quando a magnamidade branca resulta numa nação bastante diversa com uma minoria branca. Agora olha para o teu país, Portugal, que está a ser invadido por imigrantes do 3ºmundo, que em uma ou duas gerações vão ser cidadãos nacionais e a maioria, agora olha para a África do Sul, vê o teu futuro e aprende a tua lição. Não permitas que isso aconteça contigo. O teu povo ainda pode evitar essa tragédia de forma pacífica. Não deixe escapar essa oportunidade. Se falhares vais acabar como os brancos na África do Sul, que lutam uma batalha dia a dia, numa nação em que constituimos uma espécie em vias de extinção.
*Um ano com um grande simbolismo para chegar à África do Sul, não achas?
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 08:48 PM
NOSSO PRONUNCIAMENTO SOBRE A DECLARAÇÃO RACISTA DA MINISTRA MATILDE RIBEIRO
Por tudo o que temos visto ultimamente, os braços do ZOG alcançam apenas os que ELES consideram uma ameaça, seja qual for. A raça branca tem sido perseguida incansavelmente, com todas as armas possíveis, ainda mais se falarmos de países como o Brasil, onde, com exceção dos estados mais ao sul do território, a presença de elementos não-arianos é maciça e está se fortalecendo cada vez mais. Em um país considerado como não sendo racista, a ministra afro-descendente Matilde Ribeiro (Ver foto ao lado), Titular da Secretaria Especial de Política da Promoção da Igualdade Social (SEPPIR) deu exemplos claros de que o ZOG tem como ameaça apenas a raça branca. A ministra disse em entrevista amplamente divulgada que: "a reação de um negro de não querer conviver com um branco, eu acho uma reação natural. Quem foi açoitado a vida inteira não tem obrigação de gostar de quem o açoitou". Não está clara a mais fina ironia desse episódio? A supracitada entrevista foi concedida à BBC Brasil, com o escopo de lembrar os "200 anos da proibição do comércio de escravos" feito pelo império britânico, patrocinado pelos judeus ingleses! Pensemos, destarte, em quem começou o tráfico de escravos no mundo e, no caso em tela, em nosso país: os judeus! Se não fossem os sionistas mercenários, abutres da economia mundial, não haveria escravos no Brasil. É prima culpa destes que os negros foram trazidos pra cá, enquanto deveriam ter permanecido na África, seja lá o que iriam fazer por lá. É inaceitável que, uma ministra que devia direcionar seu ódio infundado para os povos semitas, venha atacar abertamente a raça branca como um todo. A raça de nossos antepassados europeus, sendo eles italianos, alemães, ucranianos... que vieram pra cá e literalmente construíram esse país! É inaceitável que uma ministra negra se esqueça que boa parte das mazelas desse país é causada por seu povo, os afro-descendentes, sob o olhar atento e aprovador do ZOG! É fato notório e não algum tipo suposição. É um conceito formado e não um preconceito! Apenas olhemos pra massa carcerária brasileira, olhemos pros boletins de ocorrência das delegacias, bem lá onde vemos "cor". E façamos uma análise, introspectiva que seja... pois eu mesmo digo (já que não é "racismo" dizer isso)....
"A REAÇÃO DE UM BRANCO DE NÃO QUERER CONVIVER COM UM NEGRO, ACHO MUITO NATURAL."
Mas não podemos nos esquecer que esse país usa "dois pesos e duas medidas" e qualquer outro clichê nesse sentido que possam imaginar. Se uma declaração nesse sentido, feita por alguém formador de opinião, que serve de referência pra toda uma raça, fosse feita por um eurodescendente branco contra um judeu ou um negro, iria facilmente incorrer no famoso crime de racismo, da também famigerada lei nº 7.716/89, logo em seu artigo primeiro, cuja redação dispõe: "Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional." Como qualquer cachorrinha bem-treinada (no caso da ministra bem-treinada, mas cuja capacidade intelectual não ultrapassa a barreira do "medíocre") a senhora Matilde Ribeiro quis mudar de opinião, vindo a dizer que "não foi bem isso que quis dizer". Ora, isso não é suficiente! É a velha história do "orgulho negro é elevar a estima e orgulho branco é racismo". Racismo, racismo, racismo, negros, orgulho negro, revista raça, tv para negros, produtos só para negros, música só para negros... e tudo isso é incentivado! Qual foi a última vez que você viu algo APENAS para brancos? Talvez a inteligência....
Forte abraço!
Retirado do antigo Valhalla88
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 08:49 PM
Os protocolos dos sábios de Sião simples "teoria de conspiração"?
É fato conhecido que pessoas hipócritas, para se esquivarem de acusações e denúncias de crimes, vão sistematicamente lançar calúnias, ou dúvidas sobre a autoria ou a procedência dessas denúncias, mas nunca respondem sobre o mérito da acusação, nem sobre os crimes que seguem cometendo.
Gandhi, em seu claro Manifesto sobre os judeus na Palestina, denuncia a imoralidade e a feroz brutalidade dos judeus contra o povo palestino e crimes contra a humanidade, mas as respostas de judeus a essas acusações, limitam-se a questionar se Gandhi realmente teria escrito o Manifesto... ou a insinuar que o Manifesto seria falso, ou teria caducado pelo tempo decorrido desde que foi publicado... Agarram-se a tudo, mas não respondem, preferem confundir e desconversar. E quando o assunto então é sobre Os protocolos dos sábios de Sião1, imediatamente aparece toda a sorte de sociólogos, jornalistas, professores, todos sempre com essa mesma obscura e metódica ladaínha de suposições dispersivas e hipóteses fantásticas2, tentando distrair e esconder, a qualquer custo, o significado daquele texto insolente, escandalosamente exato e comprometedor.
Esse movediço discurso das organizações judias que circula em jornais e revistas e na internet, e em grandes programas de televisão, tenta nos convencer que os Protocolos — como querem com o Manifesto de Gandhi — ou nunca existiu, ou é falso, ou é "fruto da nossa malícia e inveja e do anti-judaísmo arraigado em todas as épocas da História e em todas as nações e povos do planeta... e das pessoas que acreditam em ridículas teorias de conspiração..."
Mas a História nos ensina — e adverte — que quando livros são queimados e proibidos, e pessoas são condenadas e lançadas em prisões por crimes de consciência, alguma assustadora verdade está sendo escamoteada e ocultada... e algo de podre já anda por aí: O obscurantismo do Índex judaico nas bibliotecas públicas e universidades, e a Inquisição Sionista.
NOTAS:
1 Os protocolos dos sábios de Sião — tradução, notas e comentários de Gustavo Barroso, Editora Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1936, 238 páginas.
2 Depois de décadas e décadas esgueirando-se por todos os lados para abafarem as denúncias que pesam sobre as suas organizações judeo-sionistas, agora ressurgem — e não por acaso durante o caos administrativo na derrocada da antiga União Soviética — com uma "conspiração diabólica da polícia secreta do Czar Nicolau II, a Okhrana, que inventou os Protocolos para difamar os judeus"... enquanto isso, em Jerusalém, uns honestos arqueólogos e historiadores judeus, vão "descobrindo" túmulos e evangelhos... em Amsterdã, em plena ocupação das tropas alemãs, em 1943, o diário de uma menina judia já era escrito com caneta bic... agora resta-nos assistir ao que esses honestos especialistas judeus "acharam" em uns fantásticos arquivos do III Reich... que durante longos sessenta anos estiveram, esquisitamente "secretos", sob a sua guarda... Por ironia, a Alemanha é o único país do Eixo (Japão, Itália, Alemanha) ainda sem a assinatura de um armistício, ou de um Tratado de Paz depois da II Guerra Mundial, mesmo depois do Tribunal de Nuremberg e, portanto, nenhum governo ou órgão alemão poderia manter "arquivos de guerra secretos", como afirmam falsamente esses "honestos" pesquisadores judeus.
Como se vê por esses rápidos exemplos, está mais do que evidente que em toda essa movimentação dos historiadores judeus, são eles os grandes especialistas em fraudes e falsificações e os únicos a quem interessa escamotear e falsificar a História. O insolente texto, Os protocolos dos sábios de Sião é, em si mesmo, um documento congruente com fatos históricos e, a cada dia, as metas da sua cínica arquitetura vêm sendo escandalosamente confirmadas pari passu à furiosa escalada da influência judeo-sionista em todos os âmbitos e instâncias da nossa sociedade.
Já vimos as maquinações e os conluios entre os Bancos que lograram arrebatar dos cofres do nosso país mais de cento e setenta bilhões de dólares, e sem que ninguém saiba de onde veio e nem para onde foi, ou onde está agora essa imensa quantia. Imediatamente, e durante alguns dias depois de um escândalo como esse, todos — jornalistas, professores, políticos, magistrados — mostram-se convenientemente e civicamente indignados mas, quando alguém dá nome aos bois e denuncia a extensão e os tentáculos do câncer, como fez Gustavo Barroso em Brasil, colônia de banqueiros, é imediatamente atacado e acusado de ser racista, anti-sionista, nazista... mas nunca respondem sobre os crimes que seguem cometendo...
Em 2004 o grupo do presidente do México, Vicente Fox, através de um decreto aprovado pelo Congresso Nacional, proibiu o ensino da História Mexicana e Universal nas escolas públicas, permitindo somente o que foi notíciado em jornais nos últimos dez anos... e assim vão, apagando a História e a consciência do povo mexicano... Quanta tristeza e vergonha e revolta sentiria Octávio Paz... ele iria perguntar se o Sr. Fox também ousaria proibir a esses rabinos ensinarem o Talmud aos meninos judeus... e porquê esses pedagogos judeus não aplicam em suas yeshivas as mesmas "teorias pedagógicas" que vêm agressivamente disseminando em nossos países?
No Brasil, subtraíram dos currículos o ensino das Línguas Clássicas, e o ensino da Gramática é omitido... agora, uns esquisitos pedagogos "brasileiros" decretam que só podem ser considerados "bons professores" aqueles que vão distribuindo notas altas aos alunos das escolas públicas; e, segundo essas pessoas, os que não aceitam falsificar os conceitos e as avaliações do rendimento escolar, devem ser advertidos, e afastados... e ninguém diz nada... nenhum educador se espanta, nenhum psicólogo se manifesta, ninguém da academia... os doutores... silêncio... e não respondem sobre os crimes que seguem cometendo...
Ao contrário do que pretende a hipócrita campanha de propaganda judeo-sionista, é evidente, para qualquer pessoa de bom senso, que o crime e a malícia estão nos atos perpetrados contra as nossas populações, e não na denúncia que se faz desses atos, ou em quem denuncia esses crimes contra a humanidade.
Que mais ainda deve ser dito sobre a evidente sincronia e sobre a ladina orquestração da sabotagem do ensino e da educação das nossas crianças e jovens em vários países e em várias partes do mundo? Que mais ainda deve ser dito sobre a vampiresca sangria, e o perverso garrote financeiro que esses banqueiros internacionais — não importa a máscara que estejam usando agora — impõem às nossas nações? Essa triste realidade, é alguma ingênua "teoria", ou é a ponta de um terrível iceberg há tanto tempo denunciado com a publicação d'Os protocolos dos sábios de Sião?
Ainda uma última pergunta: Por qual estrangeira razão, ou tortuoso raciocínio, alguém ia preferir acreditar nesses banqueiros sem pátria e em seus políticos corruptos e sociólogos e jornalistas venais, para duvidar do patriotismo e da seriedade de um verdadeiro brasileiro como Gustavo Barroso, ou de um César Lattes, ou de um Martinho Penido-Burnier, ou de patriotas como Paul Rassinier, ou do Mahatma Gandhi?
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 08:53 PM
A Soberania Ameaçada
Está no Brasil a passar por uma quadra de grandes dificuldades que, não nos iludamos, trarão conseqüências muito amargas para o povo brasileiro, e muito desastrosas para a soberania nacional.
Assiste-se, através dos meios de comunicação de massa, ao desfile permanente de atos e fatos que ferem nossos sentimentos, chocam a moral comum, agridem os direitos do cidadão, ofendem o Estado e escarnecem da Justiça - e a nação se assusta.
Policiais formam quadrilhas, juízes atribuem DAS às suas cozinheiras, políticos vendem seus votos, governantes criam esquemas de corrupção - e o país se choca.
A transgressão se torna hábito, é elogiada e, por vezes, é premiada; a certeza da impunidade anima até mesmo os covardes a transgredirem e a chamada "Lei de Gerson" não diferencia os marginais dos honestos, mas os espertos dos panacas - e a moral declina.
Grupos de assassinos dominam os presídios, o tráfico de drogas chega a níveis absurdos e quadrilhas controlam as favelas, onde a polícia não ousa entrar - e o Brasil treme.
Jovens tornam-se mães solteiras com idades cada vez mais baixas, crianças vão para as ruas em número cada vez maior, pivetes assaltam em impunidade cada vez mais debochada e pobres morrem à falta de remédios cada vez mais caros - e a nação se debilita.
Gangues fazem "arrastões" nas praias e nos centros comerciais; sensação de segurança desaparece atrás das grades que se multiplicam ao longo das calçadas, invertendo a ordem social e enclausurando o homem de bem; o cidadão comum não sai à rua e o turista não vem ao Brasil - e o país se envergonha.
Agricultores perdem parte das colheitas por falta de transporte; estradas esburacadas levam a portos obsoletos controlados por uma estiva que só quer ganho absurdo sem suor; navios brasileiros são arrestados no estrangeiro e o comércio internacional procura outros parceiros - e o Brasil fica mais pobre.
O Governo cede às pressões de organismos estrangeiros e atropela a Constituição para criar reservas indígenas de características temerárias; grupos internacionais, dominados pelas grandes potências, estabelecem controles e impõe acordados que tolhem o nosso desenvolvimento tecnológico - e o Brasil se apequena.
As Forças Armadas sofrem um processo de desprestígio e de esvaziamento moral e material: os navios não se fazem ao mar, os aviões não voam, a tropa não se exercita - e perdemos a operacionalidade.
O Primeiro Mundo evoca doutrinas como a "Nova Ordem Mundial" e a "Soberania Limitada" ou "Soberania Compartilhada"; ganham corpo as idéias de redução dos efetivos militares e de emprego das Forças Armadas no combate ao narcotráfico - o Brasil enfraquece.
Nossa soberania está ameaçada!
Sabemos todos que a Soberania de um país é garantida pelo seu Poder Nacional, figura que integra as expressões política, econômica, psicossocial e militar. Dentro deste conceito, analisemos friamente o momento nacional. A conclusão é óbvia: nem uma só dessas expressões está sequer medianamente saudável; pior, o Brasil está vulnerável.
Parte das elites apodreceu pela corrupção, aprofunda-se a recessão econômica, o povo não confia e tem medo, as Forças Armadas perderam a capacidade de dissuasão.
Nossa soberania está ameaçada!
O Estado se faz cada vez mais ausente; o Congresso elegeu a semana de três dias um costume eticamente correto; o Judiciário, moroso, mais defende os direitos humanos dos bandidos, do que garante a Justiça para os homens de bem. Aqueles que deveriam dar exemplo não o fazem. E o homem do povo, aturdido, se pergunta por que só ele tem que ser honesto.
Não nos iludamos: o Brasil vai mal. E não fiquemos a imaginar que virá ajuda de fora. Precisamos acordar para o fato de que, por ser muito grande e muito rico, o Brasil sempre foi visto pelos países mais desenvolvidos como uma ameaça potencial. Muitas nações poderosas veriam com alívio a desintegração do nosso Poder Nacional e a nossa viagem sem volta ao Quarto Mundo.
Precisamos reagir! Precisamos reafirmar a nossa Soberania!
Editorial da Revista do Clube Militar nº 307, de 1992
Cel. Eri Maia Gonçalves
(Boletim-EP / Esclarecimento ao País Nº 08 )
Obs: postar um texto não significa concordar com o mesmo.
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 08:54 PM
SEGURANÇA E INFILTRAÇÃO
por David Lane
Tradução: Ação Nacional-Socialista
Sabe-se do fato que os policiais, assim como seus dirigentes, tem tentado se infiltrar em diversos grupos de resistência pelo país. Aqueles que a mídia chama de Separatistas Brancos e que abertamente dizem que pretendemos possuir espaço territorial para a sobrevivência de nossa Raça têm sido alvos da tirania do Governo por muitos anos. Para os ativistas raciais evitarem a captura, prisão ou morte, as seguintes precauções são recomendadas:
1) Cuidado com todos os estranhos. Historicamente, a resistência aos tiranos tomaram a forma de grupos autônomos dos quais os membros se conhecem e confiam uns nos outros por terem tido outras experiências juntos. Tais grupos são unidos por um interesse em comum, objetivos e literatura em comum. Mas uma hierarquia cuidadosa logo será quebrada pelos agentes dos tiranos.
2) Cuidado com a pessoa que é ''muito perfeita''. Ele diz todas as coisas corretas, precisa de pouco persuasão e garante o dinheiro. Os ricos geralmente estão juntos com os tiranos e são os últimos a se opor ao despotismo.
3) Tome precaução em dobro com um estranho que propõe atividades ilegais. Você logo o encontrará testemunhando contra você na corte. (Matt Hale se esqueceu deste detalhe...)
4) Cuidado com aqueles que são sustentados pelo inimigo. Eles provavelmente terão sua lealdade dividida. É muito difícil para um homem destruir a besta das quais as mamas ele se alimenta.
5) Evite bêbados, drogados e qualquer um de caráter instável. Sempre opte por qualidade ao invés de quantidade.
6) Reconheça as táticas da mídia e não reaja a provocações. Separatistas religiosos, separatistas raciais, resistentes aos impostos e outros grupos são chamados de cultuadores, preconceituosos, nazistas e outras palavras que condicionam as massas à odiar. Depois que a mídia demonizou um alvo, o Governo está livre para matá-lo quando quiser. Pergunte à si mesmo, ''é errado um povo preservar sua religião, sua raça ou resistir à impostos opressivos?"
7) Evite discussões no telefone, e seja discreto quando convidar alguém à sua casa.
8) Cuidado com quem cujo o intelecto, educação e passado parece diferente daqueles com quem você pretende se relacionar. A maioria das pessoas se relacionam com outras com os mesmos interesses e experiências.
9) Investigue. Faça uma pequena investigação. Para ter certeza, o Governo pode criar um bom disfarce. Mas eles raramente se incomodam porque até agora os grupos de resistência quase nunca checaram o passado de seus associados.
10) Reconheça a falta de escrúpulos dos tiranos e aja de acordo. Um Governo que irá assassinar em massa mulheres e crianças não vai ser ''justo'' com você. Você deve conhecer o quão grande e antiga é a conspiração pelo Governo Mundial. Isto está codificado no Grande Selo dos Estados Unidos (nota da ANS: http://watch.pair.com/eye.jpg) que possui mais de 200 anos e está também codificada em planos muito mais antigos. Eles pretendem criar um Governo Mundial com uma religião humanista marrom e miscigenada, um sistema econômico para o mundo inteiro e controlar todos os seres humanos. O impressionante desta história é a paciência com a qual homens e mulheres irão se submeter a fardos desnecessários colocados em suas costas por seus governos.
Ação Nacional-Socialista
2006
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 08:54 PM
O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO REVELA O MAIOR CRIME DA HITÓRIA
ARTIGO DE EXTREMA IMPORTANCIA:
“A fome não só destruiu a fé no Czar, como também a fé em Deus”. Quem terá pronunciado essas palavras brutais e cínicas?
Vladimir Ilitch Oulianov, vulgo Lenine, homem símbolo do comunismo soviético – o maior crime cometido na História – utilizou a fome como meio “didático” de transformar a sociedade e extirpar qualquer fé religiosa. Ele, a exemplo de Marx, considerava a religião o “ópio do povo”.
O livro, objeto deste artigo, examina os frutos criminosos desse regime monstruoso.
O século XX deixou pesadas heranças. Entre elas, os erros da Rússia espalhados pelo mundo, como previu Nossa Senhora em Fátima. Erros que se condensaram numa bandeira tinta de sangue: a do comunismo. Hoje, no Brasil, eles são exumados pelo Movimento dos Sem-Terra (MST) e outros afins – a par do folclore sinistro de Marx, Lenine, Mao e Che Guevara –, ao promoverem invasões e depredações, semeando a tensão no campo e na cidade. Enquanto na vizinha Colômbia a guerrilha marxista-leninista já efetivamente domina parte do país.
O Livro Negro do Comunismo, há pouco editado no Brasil (1), pôs em foco a magnitude dos crimes gerados por esses erros. Desde que foi publicado na França, em 1997, ele suscita apaixonadas polêmicas. Numerosos simpatizantes do comunismo saíram da moita em defesa do partido. No Parlamento francês, o Primeiro-ministro socialista Lionel Jospin correu em socorro de seus aliados do Partido Comunista, denunciados por deputados da direita com base no referido Livro Negro (2). Apareceu até um volume criticando essa obra, ironicamente intitulado Livro Negro do Capitalismo, aliás tão pífio que a revista “Veja” o qualificou de “obra idiota e estapafúrdia” (3).
O Livro Negro do Comunismo foi escrito por esquerdistas. O coordenador da equipe é Stéphane Courtois, diretor da revista Communisme e diretor de investigações do prestigioso Centre National de la Recherche Scientifique de Paris. Ele vem do maoísmo e se define como anarquista (4). Os títulos e obras dos demais colaboradores ocupam algumas páginas. Por sua vez, a Rússia abriu-lhes arquivos até então zelosamente fechados.
A erudição é esmagadora, e a realidade retratada, estarrecedora. Segundo os cálculos, o comunismo é responsável por cerca de 100 milhões de mortos. Só na China somam 63 milhões, e na Rússia 20 milhões. E isso apesar de os autores minimizarem as cifras. Exemplos: a Comissão sobre Repressão do governo russo concluiu que os bolchevistas mataram pelo menos 43 milhões de pessoas entre 1917 e 1953 (5). Na Coréia do Norte, segundo a agência católica Zenit (6), o comunismo matou de fome 3,5 milhões, sete vezes mais do que os autores informam.
Mito da Revolução Francesa: modelo para esquerdas contemporâneas
O Livro Negro caracteriza o comunismo como intrinsecamente criminoso, genocida, muito mais nocivo à humanidade que o nazismo ou qualquer totalitarismo do século XX, enquadrando-o no gênero de crime contra a humanidade. Teses que deixam em maus lençóis as esquerdas, inspiradas, todas elas, no mesmo sonho igualitário.
Para o Livro Negro do Comunismo, a emulação com a Grande Revolução – a Francesa de 1789 – é que moveu os revolucionários vermelhos. Robespierre abriu o caminho, Lenine e Stalin lançaram-se nele, os Khmers Vermelhos do Camboja bateram recordes genocidas. Para todos eles, a utopia igualitária e libertária tudo justificava. Exterminar milhões não importava, em sua opinião, porque assim nasceria um mundo novo, fraternal, para um homem novo liberto da canga da hierarquia e da lei.
O obstáculo a varrer era a propriedade privada. E o adversário a eliminar eram os proprietários. Os comunistas atiraram-se ferozmente sobre eles do mesmo modo como Robespierre encarniçara-se contra os nobres.
Da Reforma Agrária à Guerra Civil
Na Rússia – como em geral nos países que caem nas garras do comunismo -- tudo começou pela Reforma Agrária. Sob o tzarismo, os agitadores incitavam à partilha negra de terras invadidas. Era a luta de classes dos sem-propriedade contra os proprietários rurais, grandes ou pequenos.
O desastroso desenlace da I Guerra Mundial deixou a Rússia numa situação caótica. O tzar abdicou e foi substituído por políticos centristas, concessivos à esquerda. Em face disso, a minoria comunista ousou o inconcebível e apoderou-se do governo quase sem resistência.
Logo a seguir, Lenine declarou a Guerra Civil contra os proprietários. Comitês revolucionários de intelectuais comunistas conduzindo uma tropa de “elementos criminosos e socialmente degenerados” (p. 127) instauraram o terror. A droga corria farta entre eles. Os proprietários de milhares de fazendas invadidas foram mortos ou fugiram para o exterior. Os donos de roças ou chácaras ficaram, provisoriamente. Em 29 de abril de 1918, Lenine decretou “uma batalha cruel e sem perdão contra esses pequenos proprietários” (p. 83).
Os bolchevistas passaram a desarmá-los e a lhes confiscar o grão. Quem resistia era torturado ou espancado até a morte. Roubavam-lhes até a roupa interior de inverno e os sapatos, ateavam fogo nas saias das mulheres para que dissessem onde estavam sementes, ouro, armas e objetos escondidos. As violações praticadas então pelos comunistas foram sem conta.
Entretanto, em julho-agosto de 1918, os bolchevistas perderam o controle de quase todo o país. E na região que dominavam eclodiram 140 insurreições. Os proprietários agrícolas formaram exércitos de até dezenas de milhares de homens. Porém, estes não compreendiam a natureza ideológica do adversário e que era preciso opor-lhe uma ideologia anticomunista. Repetiam inadvertidamente o jargão dos bolchevistas, pensando com isso seduzi-los. Ingenuidade! Os comunistas maquiavelicamente propunham arranjos, atribuíam os excessos a funcionários e prometiam uma solução assim que os anticomunistas entregassem as armas. Isto feito, matavam-nos desapiedadamente.
Brutal nacionalização da indústria e primeira grande fome
Tendo confiscado o alimento, o governo reduziu o povo pela fome. Só comia quem possuísse o cartão de racionamento distribuído pelo partido... Havia seis categorias de estômagos excomungados. Os burgueses, os contra-revolucionários, os proprietários rurais, os comerciantes, os ex-militares, os ex-policiais foram condenados ao desaparecimento.
Nas cidades, as fábricas pararam. Os operários trocavam ferramentas e máquinas furtadas das oficinas por alimentos. A ditadura soviética nacionalizou, então, as indústrias e as militarizou. Trabalhava-se sob ameaça. A ausência podia acarretar a morte. O pagamento não ultrapassava um terço ou metade do pão necessário para a sobrevivência.
As inúmeras revoltas operárias foram afogadas em sangue. O paraíso igualitário estava começando... “As cidades devem ser impecavelmente limpas de toda putrefação burguesa .... O hino da classe operária será um canto de ódio e de vingança!”, escrevia o “Pravda” – jornal oficial -- em 31 de agosto de 1918.
A fome prostrou a população. Em 1922 não havia mais revoltas, apenas multidões apáticas implorando uma migalha e morrendo como moscas. Foi o início da primeira grande fome que ceifou 5 milhões de vidas.
Os cadáveres insepultos acumulavam-se nas estradas. Surgiu o canibalismo. Os comunistas deitaram a mão nos bens da igreja cismática (dita ortodoxa), majoritária na Rússia. O confisco ocorreu com profanações e carnavais anti-religiosos. Após sucessivas ondas aniquiladoras, pouquíssimos templos permaneceram abertos. Os “Popes” (chefes da igreja cismática) transformados em agentes do Partido.
A sangrenta estatização dos campos
A Reforma Agrária prometeu terra aos que não a possuíam. Mas na verdade o comunismo desejava implantar os kholkhozes, isto é, granjas comunitárias pertencentes ao Estado, onde os camponeses obedecem como servos à planificação socialista.
Stalin completou a estatização do campo decretando o extermínio imediato de 60 mil chacareiros e o exílio da grande maioria para campos de concentração da Sibéria. Mesmo os simpatizantes do governo perderam tudo, sendo deslocados para terras incultas de sua região. Em poucos dias, a meta de 60 mil assassinatos foi superada. Em menos de dois anos foram deportados 1.800.000 proprietários e familiares. A viagem mortífera, em vagões de gado, durava várias semanas, sem alimento nem água. Os comboios descarregavam os cadáveres nas estações. Os locais de acolhida eram ermos, sem instalações básicas. As baixas por inanição, doença ou frio atingiram mais do 30% dos deportados, no primeiro ano.
Como nas granjas coletivas os assentados desenvolviam resistência passiva às normas, Stalin decidiu submetê-los pela fome. As reservas de alimentos, sementes e ferramentas foram confiscadas. Carentes de tudo, os camponeses abandonavam os filhos na cidade próxima. Em Jarkov, crianças famintas lotavam as ruas. As que ainda não haviam inchado foram conduzidas a um galpão, onde agonizaram aproximadamente 8 mil crianças. As outras foram despejadas num local longínquo para morrerem sem serem vistas. Esta fase final da Reforma Agrária provocou 6 milhões de mortes.
O Grande Expurgo: 6 milhões de vítimas
Em janeiro de 1930, os pequenos comerciantes, artesãos e profissionais liberais foram “desclassificados”, isto é, privados de moradia e de cartão de racionamento. E, por fim, deportados.
Stalin excogitou também o Grande Expurgo nas fileiras do partido e da administração pública. Universidades, academias e institutos diversos foram quase esvaziados. Até Tupolev, inventor do tipo de avião que leva seu nome, foi vítima. A alta oficialidade do Exército foi expurgada numa porcentagem de 90%. A mortandade causada pelo Grande Expurgo atingiu mais de 6 milhões de pessoas, embora oficialmente só tenha havido 681.692 execuções.
Durante a II Guerra Mundial, o comunismo russo dizimou as minorias étnicas. Mais de 80% dos 2 milhões de descendentes de alemães que moravam na URSS foram expurgados como espiões e colaboradores do inimigo. Várias outras etnias foram supressas.
Os expurgos alimentavam o gigantesco sistema de campos de concentração, onde os deportados funcionavam como mão-de-obra escrava para sustentar a economia soviética. Nesses locais, a alimentação era ínfima e nojenta, e a mortalidade pavorosa.
Na Europa Oriental: “requinte” do modelo russo e cruel perseguição anticatólica
Na Europa do Leste, ocupada pelos russos, reproduziu-se o mesmo drama. Em alguns países, o comunismo requintou a perversidade. Na prisão romena de Pitesti os estudantes religiosos eram batizados todos os dias, enfiando-se-lhes a cabeça em baldes cheios de fezes, enquanto era rezada a fórmula batismal. Os seminaristas deviam oficiar missas negras, especialmente na Semana Santa. O texto litúrgico era “pornográfico e parafraseava de forma demoníaca o original” (p. 495).
A perseguição tornou-se encarniçada contra o clero católico. Um Bispo greco-católico escreveu este testemunho comovedor: “Durante longos anos, suportamos, em nome de São Pedro, a tortura, os espancamentos, a fome, o frio, o confisco de todos os nossos bens, o escárnio e o desprezo. Beijávamos as algemas, as correntes e as grades de ferro das nossas celas como se fossem objetos de culto, sagrados; e a nossa farda de prisioneiros era o nosso hábito de religiosos. Nós havíamos escolhido carregar a cruz, apesar de nos proporem sem cessar uma vida fácil em troca da renúncia a Roma. .... Hoje, apesar de todas as vítimas, a nossa Igreja possui o mesmo número de Bispos que havia na época em que Stalin e o Patriarca ortodoxo Justiniano triunfalmente a declararam morta” (p. 486).
Na China: Reforma Agrária, “salto para a frente” e a maior fome da História
A China de Mao-Tsé-Tung seguiu as pegadas da Rússia com aspectos surpreendentes. Assim que se apossava de uma região, o comunismo chinês empreendia a Reforma Agrária. Mas antes de eliminar os proprietários, desmoralizava-os o quanto podia. Eles eram por exemplo submetidos ao “comício da acidez”: os parentes e empregados deviam acusá-los das piores infâmias até que “entregassem os pontos”, sendo então executados pelos presentes. Um proprietário teve que puxar um arado sob as chibatadas de colonos, até perecer. Chegou-se a obrigar membros da família de um fazendeiro a comer pedaços da carne dele, na sua presença, ainda vivo! A Reforma Agrária chinesa extinguiu de 2 a 5 milhões de vidas, sem contar aqueles que nunca voltaram entre os 4 a 6 milhões enviados aos campos de concentração.
Em 1959, Mao propôs o “grande salto para a frente”, que consistiu em reagrupar os chineses em comunas populares, sob pretexto de um acelerado progresso. Foi proibido abandonar a comuna, as portas das casas foram queimadas nos altos fornos, e os utensílios familiares transformados em aço. Iniciaram-se construções delirantes. Os responsáveis comemoravam resultados fulgurantes e colheitas astronômicas. Mas logo começou a faltar o alimento básico. Barragens e canais viraram pesadelo para seus construtores escravos. A indústria parou. A fome mais mortífera da História da humanidade sacrificou então 43 milhões de vidas! Era proibido recolher as crianças órfãs ou abandonadas. O regime reprimia os famintos, entes não previstos na planificação socialista...
O sistema amarelo de campos de concentração foi (e continua sendo) o maior do mundo. Até meados dos anos 80, mais de 50 milhões de infelizes passaram por ele. A média de ingresso nesse sistema é de 1 a 2 milhões de pessoas por ano, e a população carcerária atinge, em média, a cifra de 5 milhões. Os presos-escravos vivem psiquicamente infantilizados, num sistema de autocríticas e delação mútua. Esses cárceres, disfarçados em unidades industriais do Estado, desempenharam importante papel nas exportações chinesas. Pense nisso o leitor quando lhe oferecerem um produto chinês a preço ínfimo...
Revolução Cultural: eliminação radical da tradição e do pensamento
Em 1966, Mao lançou a Revolução Cultural. Tratava-se de reduzir a pó os vestígios do passado, de eliminar tudo quanto falasse da alma espiritual ou evocasse a beleza. Os cenários e guarda-roupas da Ópera de Pequim foram queimados. Tentou-se demolir a Grande Muralha, e os tijolos arrancados serviram para construir chiqueiros! Era proibido possuir gatos, aves ou flores!
À palavra intelectual acrescentava-se sempre o qualificativo fedorento. Os professores deviam desfilar por ruas e praças em posições grotescas, latindo como cães, usando orelhas de burro, se auto-denunciando como inimigos de classe. Alguns, sobretudo diretores de colégio, foram mortos e comidos. Templos, bibliotecas, museus, pinturas, porcelanas viraram cacos ou cinzas.
Os mortos são calculados entre 400 mil a 1 milhão, e os encarceramentos em torno de 4 milhões: uma alucinante ninharia, se comparada aos massacres da Reforma Agrária e do “salto para a frente”! Apesar disso, a Revolução Cultural serve até hoje como fonte de inspiração para revoluções do gênero.
Genocídio comuno-ecológico no Camboja
A China moldou os regimes comunistas do Oriente. Particularmente o do Camboja, onde os guerrilheiros vermelhos exterminaram mais de um quarto da população nacional. Logo após a conquista da capital, Phnom Penh, metade dos habitantes do país foi impelida para as estradas. Doentes, anciãos, feridos, ex-funcionários, militares, comerciantes, intelectuais, jornalistas eram chacinados no local. 41,9% dos habitantes da capital foram eliminados nessa ocasião. Para poupar bala ou por sadismo, matava-se com instrumentos contundentes.
As multidões de ex-citadinos foram conduzidas a campos coletivizados. Ali trabalhavam em condições duríssimas, recebiam horas de doutrinação marxista, com pouco sono, separação total da família, vestimentas em farrapos e sem remédios.
O país transformou-se num só conglomerado de concentração. Não havia tribunais, universidades, liceus, ensino, moeda, comércio, medicina, correios, livros, esportes ou distrações. Os ex-citadinos viraram bestas de carga, enquanto ouviam elogios do boi que trabalha sem protestar, sem pensar na mulher e nos filhos.
Vestiam um uniforme único, de cor preta, e se arrastavam famintos pelos campos mal explorados. Os fugitivos sumiam na selva ou eram sadicamente chacinados. Comiam insetos, ratos e até aranhas, disputavam com os porcos o farelo das gamelas. Grassava o canibalismo. Designavam-se prisioneiros para serem transformados em adubo! Por vezes, na colheita da mandioca, “desenterrava-se um crânio humano através de cujas órbitas saíam as raízes da planta comestível” (p. 728).
Os chefes comunistas Cambojaanos haviam estudado na França, onde militaram no Partido Comunista Francês, tendo então conhecido as novas doutrinas ecológicas... Sua meta: eliminar o senso da própria individualidade, todo sentimento de piedade ou amizade, qualquer idéia de superioridade. Assim, queriam forjar o “homem novo”, integrado na natureza, espontaneamente socialista, detentor de um saber meramente material, de um pensamento que não pensa.
Resultado: diminuição demográfica de 3,8 milhões de pessoas; 5,2 milhões de sobreviventes; 64% dos adolescentes órfãos; e um povo psiquicamente arrasado.
Como explicar incógnitas pendentes?
O Livro Negro do Comunismo ocupa-se muito pouco – e mal – da América Latina. Ignora inteiramente guerrilhas como as havidas no Brasil, Argentina, Chile e Uruguai. Por quê?
Após tal leitura, densa e documentada, um mundo de interrogações permanece na cabeça do leitor. O que foi feito na Rússia dos campos de concentração? Eles existem ainda? Ou foram extintos? Se existem, por que ninguém fala deles? Se foram extintos, que mistério explica o fato de os grandes órgãos de imprensa do Ocidente não enviarem jornalistas para entrevistar as vítimas ou filmar os locais de tortura e morte?
Por que as ONGs humanitárias não procuraram na Sibéria ou alhures eventuais sobreviventes? E por que a coorte de defensores dos “direitos humanos” não se interessou pelo destino final desses milhões de vítimas? E como explicar ainda seu silêncio sobre os atuais cárceres-fábricas chineses?
Nada! Nada é feito! E quando vozes se levantaram para pedir uma Nüremberg para julgar os crimes do comunismo, um pesado véu baixado pela mídia afogou a iniciativa. O que ocorreu?
Os autores marxistas do Livro Negro do Comunismo alegam tê-lo escrito porque “não se pode deixar a uma extrema direita cada vez mais presente o privilégio de dizer a verdade” (p. 45). Porém, no ideário da extrema direita ocidental, o que existe de consistente nesse sentido? O grande lance anticomunista de repercussão mundial sobre o assunto foi o lúcido e brilhante manifesto de autoria do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, intitulado Comunismo e anticomunismo na orla da última década deste milênio (7), amplamente divulgado pelas TFPs e entidades afins dos cinco continentes.
São as TFPs e suas congêneres que esses autores tiveram em vista? Por que suscitam elas essa inquietação na esquerda, notadamente a francesa? Se o comunismo de fato estivesse morto, para que tanto dispêndio de tempo e esforços? Para cortar o caminho ao anticomunismo, que se diria igualmente morto? Por que, então, essa preocupação com o anticomunismo? Alguma razão deve haver, e por certo não deve ser desprezível. – Qual é ela?
Seja como for, uma coisa é inquestionável: Os dados publicados nesse Livro Negro confirmam uma vez mais o acerto da oposição cerrada contra o comunismo levada a cabo pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, durante todo o tempo de sua longa atuação pública. Oposição essa que seus fiéis seguidores – hoje reunidos em diversas TFPs e associações afins – mantêm acesa, num mundo que procura não ver o perigo representado pelo comunismo chinês, cubano, vietnamita, norte-coreano. Para não falar em regimes socialistas implantados em numerosos países que – sobretudo através da Revolução Cultural (homossexualismo, aborto, amor livre etc.) – vão empurrando as mentalidades para o pantanal comunista.
Ao final de sua leitura, o Livro Negro do Comunismo deixa um vasto leque de incógnitas a desafiar a perspicácia de qualquer um, além de abundante matéria de reflexão para o atilado e inteligente leitor brasileiro.
NOTAS
1) Stéphane Courtois, Nicolas Werth, Jean-Louis Panné, Andrzej Paczkowski, Karel Bartosek, Jean-Louis Margolin, O livro negro do comunismo. Crimes, terror e repressão, Bertrand Brasil, Rio de Janeiro, 1999, 917 págs.
2) Cfr. “Le Monde”, Paris, 3-8-99.
3) “Veja”, S. Paulo, 3/11/1999.
4) “Expresso”, Lisboa, 6-11-98.
5) Cfr. “Jornal do Brasil”, 30-10-99.
6) Zenit, 2-9-1999.
7) “Folha de São Paulo”, 14/2/90. Publicado ademais em numerosos jornais e revistas de todo o mundo.
Enlouquecimento? Ou possessão diabólica coletiva?
Em plena Revolução bolchevista, a famosa revista francesa “L'Illustration”, publicou matéria inédita. Tratou-se de mórbida fotografia do cadáver de um oficial polonês empalado, contemplado pela soldadesca comunista. A revista quis ilustrar com essa fotografia a inexplicável e antinatural ausência de reflexos humanos, bem como a indiferença absoluta dos soldados vermelhos. O que teria anestesiado as reações instintivas daqueles homens?
“L'Illustration” acrescenta que o crime foi ordenado por uma pessoa que, na frívola Paris da época, distinguia-se como um gozador, cético em matéria de religião, mas bom rapaz, engraçado, grande jogador de bridge e freqüentador de bailes. Que fator misterioso transformou-o, subitamente, em feroz comissário bolchevista?
* * *
Uma alta autoridade eclesiástica parece oferecer-nos uma explicação indireta para o fato. Trata-se de Mons. André Sheptyskyj, Arcebispo de Lvov e Patriarca de Halich, líder da Igreja Católica na Ucrânia durante as perseguições de Lenine e Stalin. No início da II Guerra Mundial, escreveu ele à Santa Sé: “Este regime só pode se explicar como um caso de possessão diabólica coletiva”. E pediu ao Papa que sugerisse a todos os sacerdotes e religiosos do mundo que “exorcizassem a Rússia soviética” *. Mons. Sheptyskyj faleceu em 1944. Seu processo de beatificação está em andamento.
A crueldade inumana da seita socialo-comunista e a desproporção entre seus satânicos feitos e os êxitos que alcançou são de molde a confirmar a impressionante declaração do heróico Prelado ucraniano.
* Pe. Alfredo Sáenz S.J., De la Rusia de Vladimir al hombre nuevo soviético, Ediciones Gladius, Buenos Aires, 1989, pp. 438-439.
Extraído da Revista Catolicismo de Fevereiro/2000
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 08:56 PM
LIGAÇÕES PERIGOSAS: ESCUTA MOSTRA QUE MST ORIENTOU A FACÇÃO CRIMINOSA PCC A ORGANIZAR UMA MANIFESTAÇÃO
Carlos Rydlewski e Fábio Portela
Era o que faltava: uma ligação entre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa que atua nos cárceres paulistas. Não se sabe ainda se é rasa ou profunda, mas, ao que tudo indica, ela existe. Um relatório preparado pelo juiz Edmar de Oliveira Ciciliati, da Vara de Execuções Criminais de Tupã (SP), com uma hora de escutas telefônicas, feitas no início de abril pela Polícia Militar em celulares de presos, sugere que o PCC contou com a colaboração dos sem-terra para organizar um protesto em 18 de abril, em São Paulo. Participaram da manifestação mais de 4.000 pessoas, no que foi a maior concentração de parentes de condenados já vista no Brasil. O ato, que reivindicava mudanças no regime de visitas dos presídios, mostrou uma capacidade até então inédita de articulação dos detentos.
As gravações indicam que o contato com o MST teria começado por meio das relações pessoais de um dos presos com integrantes do movimento. "Aí veio a idéia de ter uma maior orientação no campo de batalha", diz um criminoso (veja trechos da escuta). As dicas dos sem-terra teriam sido transmitidas em "palestras" ministradas a pessoas em liberdade, que depois as repassaram para a facção criminosa. Um integrante do MST ofereceu ainda os serviços de uma gráfica. Nas ligações, há comentários sobre o fato de um dos líderes do PCC ter conhecido José Rainha Júnior, do MST, na prisão de Presidente Bernardes (SP), em 2003. "Mas ele é sujo", diz o condenado. "Não com ladrão (detentos comuns), mas com o comando (o PCC)." Já um tal Gaúcho, apontado como membro da cúpula do MST, seria "da hora".
Nos telefonemas gravados, parcialmente divulgados na semana passada pelos jornais O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde, discutem-se ainda detalhes práticos do protesto, como o preço do frete de ônibus para levar pessoas do interior ao ato na capital. Cada veículo custou 1.300 reais. Os presos também acertaram o valor de 10.000 camisetas – cada uma a 6,40 reais. O juiz corregedor dos presídios, Miguel Marques e Silva, afirma: "Tudo isso precisa ser apurado, mas a questão que fica é como o Estado, organizado e com mobilidade para defender a sociedade, não consegue combater um grupo de presos que faz esse tipo de coisa de dentro da cadeia".
Xico Graziano, ex-presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), não considera improvável que tenha sido estabelecida uma relação mais próxima entre o MST e o PCC. "Desde que passou a montar fábricas de sem-terra, o MST faz alianças urbanas de todo tipo", diz Graziano. "Eles precisavam arregimentar pessoas para a militância e, nesse processo, essa aproximação é razoável." Razoável e com precedentes, enfatize-se. Alianças entre bandos criminosos e organizações que se pretendem revolucionárias são comuns. O caso mais próximo e atual é a associação entre as Farc, a guerrilha esquerdista que inferniza a Colômbia, e os traficantes de cocaína daquele país. Um alimenta o outro, numa simbiose que tenta minar o poder do Estado.
Os diálogos do PCC
As escutas feitas pela polícia de São Paulo, no início de abril, flagraram conversas por celular entre prisioneiros, todos apontados como integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
OS PERSONAGENS
Orlando Mota Júnior, conhecido como Cala Calu, então preso na cidade de Iaras. Condenado a 48 anos de prisão.
Douglas Azevedo, o Da Paz, na ocasião, preso em Araraquara. Condenado a dezesseis anos.
Marcos Willians Camacho, vulgo Marcola ou Narigudo, atual cabeça do PCC. Condenado a 39 anos.
Denis e Luizinho, outros dois integrantes do grupo. Luizinho está solto.
AS CONVERSAS
O PCC PEDE AJUDA AO MST
Fala 1. Entre Orlando Mota Júnior, o Cala Calu, e Denis:
Cala Calu (...) Eu acabei de conversar com os líderes do MST e eles vão dar umas instrução (sic) pra gente.
Fala 2. Entre Cala Calu e Douglas Azevedo, o Da Paz:
Da Paz (...) O Narigudo (Marcola) conhece um dos líderes dele, que estava em Bernardes. É sujo, o Rainha (José Rainha).
Cala Calu É sujo, né?
Da Paz Sujo, sujo. Nem conversava (...) Mas um outro que assumiu e é líder-geral deles lá, que é o Alemão, e o nome dele é Gaúcho, ele já mandou as cartas para o irmão aqui (Marcola). Ele é um cara da hora, irmão, e está fechando com a gente de igual.
Fala 3. Mantêm-se os personagens:
Cala Calu (...) Nós pode (sic) ficar tranqüilo que ele (o suposto integrante do MST) tem experiência com isso, ele vai conduzir a situação nossa, aí veio a idéia de (...) ter uma maior orientação no campo de batalha, entendeu? (...)
Da Paz Pra você ver que, às vezes, os ventos estão a nosso favor, né, cara?
Cala Calu Ele deixou à nossa disposição até mesmo a gráfica dele e as pessoas que faz (sic) faixa para ele pra todo tipo de manifestação.
Da Paz Não tô acreditando no tamanho do negócio que estamos proporcionando. O bagulho é evolução, mesmo. O barato vai ser mil grau (sic).
CRIME MUITO ORGANIZADO
Fala 4. Da Paz faz comentários sobre a consulta feita ao Ministério da Justiça, por um advogado, sobre os ritos burocráticos para organizar um protesto:
Da Paz Eles (do Ministério da Justiça) não podem estar diretamente com a gente, não vão mover nenhuma palha. A única coisa que podem fazer é mandar aviso para a prefeitura, para a PM, a Civil (polícia), o DSV (departamento de trânsito). Tem de avisar um monte de gente. (...) Tudo isso, como eu posso te falar, é um direito nosso. (...) Se vocês fizer (sic) desse jeito, podem ir que já era. (...)
PODER DE FOGO
Fala 5. Da cadeia, outros negócios também são tratados nas ligações gravadas, como a compra de uma metralhadora:
Luizinho Tem um cara aqui que está vendendo uma matraca (metralhadora). (...) Fala que dá 3 000 reais, no máximo 3 500 reais, se estiver nova.
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 08:59 PM
O ENVOLVIMENTO JUDAICO NA DESTRUIÇÃO DA SOLIDARIEDADE RACIAL BRANCA
Crítica por Stanley Hornbeck
Em A Cultura da Crítica (The Culture of Critique), Kevin MacDonald levanta uma tese cuidadosamente pesquisada, mas extremamente controversa: de que certos movimentos intelectuais do século 20 - amplamente estabelecidos e liderados por judeus - mudaram sociedades européias de maneira fundamental e destruíram a confiança do homem ocidental. Ele reivindica que estes movimentos foram planejados, conscientemente ou inconscientemente, para progredir interesses judaicos ainda que fossem apresentados aos não-judeus como universalistas ou até mesmo utópicos. Ele conclui que a dominância crescente destas idéias tiveram profundas conseqüências sociais e políticas que beneficiaram os judeus mas causaram enormes danos às sociedades gentias. Esta análise, que ele faz com força considerável, é uma acusação incomum de um povo geralmente visto mais como vítima do que como agressor.
The Culture of Critique (A Cultura da Crítica) é o título final do maciço estudo de três volumes do Prof. MacDonald sobre os judeus e seu papel na história. Os dois volumes anteriores são A People That Shall Dwell Alone (Um Povo Que Deveria Viver Sozinho) e Separation and its Discontents (Separação e Seus Dissabores), publicados pela Praeger em 1994 e 1998. A série é escrita a partir uma perspectiva sociobiológica que vê o judaísmo como uma estratégia de sobrevivência única que ajuda os judeus a competir com outros grupos étnicos. O Prof. MacDonald, que é um psicólogo da Universidade da Califórnia em Long Beach, explica esta perspectiva no primeiro volume, que descreve os judeus como tendo um senso muito poderoso de unicidade que os mantém separados social e geneticamente de outros povos. O segundo volume traça a história das relações judaico-gentias (não-judaicas), e acha as causas do anti-semitismo principalmente na dominância intelectual e comercial praticamente invariável das sociedades gentias pelos judeus e sua recusa em se assimilar. The Culture of Critique (A Cultura da Crítica) traz sua análise para o século presente, com um relato sobre o papel judaico na crítica radical da cultura tradicional Os movimentos intelectuais que o Prof. MacDonald discute nesse volume são o marxismo, a psicanálise freudiana, a escola de sociologia de Frankfurt e a antropologia boasiana. Talvez mais relevante a partir de uma perspectiva racial, ele também traça o papel dos judeus em promover o multiculturalismo e a imigração do Terceiro Mundo. Através de sua análise, o Prof. MacDonald reitera sua visão de que os judeus têm promovido estes movimentos como judeus e no interesse dos judeus, apesar de eles terem freqüentemente tentado dar a impressão de que eles não tinham interesses distintos próprios. Portanto, a mais profunda acusação do Prof. MacDonald contra os judeus não é o etnocentrismo, mas a desonestidade - de que enquanto declarando estarem trabalhando para o bem da humanidade, eles freqüentemente trabalharam para seu próprio benefício e em detrimento dos outros. Enquanto tentaram promover a fraternidade do homem ao dissolver as identificações étnicas dos gentios (não-judeus), os judeus têm mantido precisamente o tipo de intensa solidariedade de grupo que eles execram como imoral nos outros.
Celebrando a Diversidade
O Prof. MacDonald reivindica que uma das maneiras mais consistentes na qual os judeus tem progredido seus interesses tem sido a promoção do pluralismo e da diversidade - mas somente para os outros. Desde o século XIX, eles têm liderado movimentos que tentaram desacreditar as fundações tradicionais da sociedade gentia: patriotismo, lealdade racial, a base cristã para a moralidade, a homogeneidade social e o refreio sexual. Ao mesmo tempo, dentro de suas próprias comunidades, e com relação ao estado de Israel, eles têm freqüentemente apoiado as mesmas instituições que eles atacam na sociedade gentia.
Por que isto é do interesse dos judeus? Porque a lealdade paroquial de grupo característica dos judeus atrai muito menos atenção em uma sociedade que não tem um núcleo racial e cultural coeso. A determinação judaica em não se assimilar completamente, o que foi responsável por sua sobrevivência como povo por milhares de anos - mesmo sem um país - tem invariavelmente atraído escrutínios desagradáveis e até mesmo assassinos em nações com identidades bem definidas. Na visão do Prof. MacDonald, é portanto do interesse dos judeus diluir e enfraquecer a identidade de qualquer povo no meio do qual eles vivam. A identidade judaica pode florescer em segurança somente quando a identidade gentia é fraca.
O Prof. MacDonald cita uma notável passagem de Charles Silberman: "Judeus estadunidenses estão comprometidos com a tolerância cultural por causa da sua crença - firmemente enraizada na história - de que os judeus estão seguros somente numa sociedade receptiva a uma vasta gama de atitudes e comportamentos, assim como uma diversidade de grupos étnicos e religiosos. É esta crença, por exemplo, e não a aprovação da homossexualidade em si, que leva uma maioria absoluta de judeus estadunidenses a apoiar 'direitos gays' e tomar uma posição liberal na maior parte das assim chamadas 'questões sociais'".
Ele está dizendo, com efeito, que quando os judeus usam o argumento "diversidade é a nossa força", eles fazem isso apoiando seu verdadeiro objetivo, de diluir a homogeneidade de uma sociedade para que os judeus se sintam seguros. Eles estão expressando um plano judaico em termos que eles acreditam que os gentios irão aceitar. Da mesma forma, assim como a segunda parte da citação de Silberman sugere, os judeus podem apoiar movimentos divergentes não porque eles acham que é bom para o país, mas porque é bom para os judeus.
O Prof. Silberman também fornece uma citação esclarecedora de um economista judeu que achava que os republicanos tinham políticas econômicas mais sensatas, mas que votou no candidato democrata à presidência ainda assim. Sua razão? "Eu prefiro viver num país governado pelos rostos que vi na convenção democrata do que aqueles que vi na convenção republicana." Este homem aparentemente desconfia de brancos gentios, e votou num partido racialmente misturado mesmo que suas políticas econômicas estivessem erradas. O que é bom para os judeus parece vir na frente do que é bom para o país. Earl Raab, ex-presidente da pesadamente judaica Universidade Brandeis, usa o argumento da diversidade de uma maneira ligeiramente diferente. Expressando sua satisfação com a previsão de que pelo meio do próximo século os brancos se tornarão minoria [minoria lá, nos Estados Unidos; aqui, no Brasil, já somos minoria a muito tempo -- nota nossa], ele escreve: "Nós passamos do ponto onde um partido nazista-ariano será capaz de prevalecer neste país." Ele aparentemente está preparado a remover o povo e a cultura das origens fundadoras dos Estados Unidos de maneira a prevenir uma hipotética ascensão de um regime anti-judaico. O Prof. Raab parece ver os brancos como nazistas em potencial, e está disposto a sacrificar a cultura e a continuidade nacional deles a fim de diminuir qualquer possibilidade de uma ameaça imaginada pelos judeus. Esta passagem toma por garantida a existência futura continuada dos judeus como uma comunidade distinta mesmo enquanto os brancos gentios continuarem deminuindo em números e influência. Na mesma passagem, o Prof. Raab continua ao notar que "[n] ós [judeus] temos nutrido o clima estadunidense de oposição à intolerância por cerca de meio século. Este clima não ainda não está perfeito, mas a natureza heterogênea de nossa população tende a tornar isso irreversível..." - assim como tende a fazer a total remoção da cultura européia também irreversível.
O Prof. MacDonald traça o desenvolvimento desta estratégia de diversidade a várias fontes. É amplamente reconhecido que o imigrante judeu-alemão Franz Boas (1858- 1942) quase solitariamente estabeleceu os contornos atuais da antropologia, arrancando dela todas as explicações biológicas para as diferenças na cultura humana ou no comportamento. O Prof. MacDonald relata que ele e seus seguidores - com as notáveis exceções de Margaret Mead e Ruth Benedict - eram todos judeus com fortes identidades judaicas: "A identificação judaica e a busca de interesses judaicos, particularmente na defesa e promoção de uma ideologia de pluralismo cultural como modelo para as sociedades ocidentais, tem sido o 'assunto invisível' da antropologia norte-americana."
Por volta de 1915, Boas e seus estudantes controlavam a American Anthropological Association (Associação Antropológica Estadunidense), e por volta de 1926 eles já lideravam cada um dos maiores departamentos universitários estadunidenses de antropologia. Desta posição de domínio, eles promoveram a idéia de que raça e biologia são questões insignificantes, e que é o ambiente que conta para tudo. Eles remodelaram completamente a antropologia para prover o apoio intelectual para a imigração aberta, integração e miscigenação. Eles também lançaram o fundamento para a idéia de que porque as raças têm todas o mesmo potencial, o fracasso dos não-brancos deve ser exclusivamente culpa da opressão branca. A conclusão suprema da antropologia boasiana foi de que já que o ambiente é o responsável por todas as diferenças humanas, cada desigualdade em mérito seria eliminada ao mudar o ambiente. Esta tem sido a justificativa para enormes e inúteis programas governamentais de intervenção.
Todo o movimento dos "direitos civis" pode ser visto como uma conseqüência natural do triunfo do pensamento boasiano. Já que todas as raças são equivalentes, a separação seria imoral. A linha da cor também afiava a auto-consciência branca de forma que poderia tornar os brancos mais atentos ao paroquialismo judaico. Por isso que este movimento contra a segregação, de acordo com o Prof. MacDonald, foi quase totalmente lançado por judeus. Sem a liderança dos judeus, a NAACP jamais poderia ter se estabelecido, e até 1975, cada um de seus presidentes foi um judeu. O Prof. MacDonald relata que em 1917, quando o separatista negro Marcus Garvey visitou a central da NAACP, ele viu tantas faces brancas que saiu enfurecido, reclamando que aquela era uma organização branca. O Prof. MacDonald conclui que os esforços dos judeus foram cruciais para a transformação dos "direitos civis" nos Estados Unidos. Ele cita um advogado do American Jewish Congress (Congresso Judaico Estadunidense) que reivindicava que "muitas destas leis [de direitos civis] tinham sido na verdade escritas nos escritórios de agências judaicas por pessoal judaico, introduzidas por legisladores judeus e pressionadas por eleitores judeus." Enquanto a escola de Boas estava promovendo a integração e a equivalência racial, ela também era crítica, nas palavras do Prof. MacDonald, da "cultura estadunidense como sendo demasiadamente homogênea, hipócrita e emocionalmente e esteticamente repressiva" (especialmente com relação à sexualidade). Central para este programa foi a criação de etnografias de culturas [do Terceiro Mundo] idílicas e ideais culturas, que eram livres dos atributos vistos negativamente na cultura ocidental". O papel dos antropólogos passou a ser criticar tudo sobre a sociedade ocidental e ao mesmo tempo glorificar tudo o que era primitivo. O Prof. MacDonald nota que os retratos boasianos dos povos não-ocidentais ignoravam deliberadamente o barbarismo e a crueldade, ou simplesmente os atribuíam à contaminação do ocidente. Ele vê isso como uma tentativa proposital de minar e sabotar a confiança das sociedades ocidentais e fazê-las permeáveis às influências e povos do Terceiro Mundo. Hoje, esta visão é cultuada no dogma de que os Estados Unidos devem permanecer abertos à imigração porque os imigrantes trazem espírito e energia de que de alguma forma os nativos carecem.
Personalidades Autoritárias
De maneira a abrir as sociedades derivadas da Europa à imigração que iria transformá-las, era necessário desacreditar a solidariedade racial e o compromisso com a tradição. O Prof. MacDonald argumenta que este foi o propósito básico de intelectuais conhecido como a Escola de Frankfurt. O que era apropriadamente conhecido como Instituto de Investigações Sociais foi fundado em Frankfurt, Alemanha, durante o período de Weimar por um milionário judeu mas foi fechado pelos nazistas logo após eles tomarem o poder. A maioria do seu quadro emigrou para os Estados Unidos e o instituto se recompôs na Universidade da Califórnia, em Berkeley. A organização era encabeçada por Max Horkheimer, e seus membros mais influentes eram T. W. Adorno, Erich Fromm e Herbert Marcuse, todos os quais tinham fortes identidades judaicas. Horkheimer não fazia segredo da natureza de guerrilha ideológica das atividades do instituto: "A pesquisa deve ser capaz aqui de transformar a si própria diretamente em propaganda ideológica", ele escreveu (itálicos no original).
O Prof. MacDonald dedica muitas páginas a uma análise de The Authoritarian Personality (A Personalidade Autoritária), que foi escrito por Adorno, e apareceu em 1950. Este livro foi parte de uma série chamada Studies in Prejudice (Estudos Sobre o Preconceito), produzido pela escola de Frankfurt, que incluía títulos como Anti- Semitism and Emotional Disorder (Anti-Semitismo e Desordem Emocional). The Authoritarian Personality (A Personalidade Autoritária) foi particularmente influente, porque, segundo o Prof. MacDonald, o American Jewish Comittee (Comitê Judaico Estadunidense) financiou bastante sua promoção, e porque os acadêmicos judeus tomaram sua mensagem de forma tão entusiasta. O propósito do livro é fazer parecer qualquer filiação de grupo como se fosse um sinal de desordem mental. Tudo, de patriotismo à religião, até a lealdade à família - e à raça - são sinal de uma perigosa e deficiente "personalidade autoritária". Porque delinear distinções entre diferentes grupos é ilegítimo, todas as lealdades de grupo - até mesmo laços com familiares próximos! - são "preconceito", segundo Adorno. Como Christopher Lasch escreveu, o livro leva à conclusão de que o preconceito "poderia ser erradicado somente ao submeter o povo estadunidense ao que equivaleria a uma psicoterapia coletiva - tratando-os como internos de um asilo para insanos".
Mas de acordo com o Prof. MacDonald, esta é precisamente a mesma lealdade de grupo, respeito pelas tradições e consciência das diferenças que é central à identidade judaica, que Horkheimer e Adorno descreveram como doença mental nos gentios (não-judeus). Estes escritores adotaram o que eventualmente se tornou uma tática soviética favorita contra dissidentes: qualquer um cujas visões políticas fossem diferentes das deles era louco. Como o Prof. MacDonald explica, a escola de Frankfurt nunca criticou ou sequer descreveu a identidade de grupo judaica - somente a dos gentios: "o mesmo comportamento que é fundamental para o judaísmo como uma estratégia grupal evolucionária bem-sucedida é conceituado como patológico não-judeus."
Para estes intelectuais judeus, o anti-semitismo também era um sinal de doença mental: eles concluíram que a auto- negação cristã, e especialmente a repressão sexual, causou ódio aos judeus. A escola de Frankfurt foi entusiástica com relação à psicanálise, de acordo com a qual "a ambivalência edipiana com relação ao pai e as relações sádico-anais na tenra infância são as heranças irrevogáveis dos anti-semitas".
Além de ridicularizar o patriotismo e a identidade racial, a escola de Frankfurt glorificou a promiscuidade e a pobreza boêmia. O Prof. MacDonald vê a escola como uma influência germinativa: "Certamente muitas das atitudes centrais da muito bem-sucedida revolução contra- cultural dos anos de 1960 achou expressão e apoio no livro The Authoritarian Personality (A Personalidade Autoritária), incluindo a rebelião idealizada contra os pais, relacionamentos sexuais de pouco envolvimento, e desprezo pela mobilidade social ascendente, pelo orgulho familiar, pela religião cristã e pelo patriotismo." Do interesse aqui, no entanto, é o sucesso do movimento em rotular antigas lealdades à nação e à raça como doenças mentais. Apesar de ter vindo depois, o "desconstrucionista" judeu-francês Jacques Derrida estava na mesma tradição quando ele escreveu: "A idéia por trás da desconstrução é desconstruir os trabalhos de fortes estados-nação com poderosas políticas de imigração, de desconstruir a retórica do nacionalismo, as políticas de lugar, a metafísica da terra nativa e da língua nativa... A idéia é desarmar as bombas... da identidade que os estados-nação constroem para se defender contra o estranho, contra judeus, árabes e imigrantes..."
Como o Prof. MacDonald coloca, "Visto de seu nível mais abstrato, um plano fundamental é então influenciar os povos derivados de europeus dos Estados Unidos a ver sua preocupação com sua extinção demográfica e cultural como irracional e uma indicação de psicopatologia." Desnecessário dizer que este projeto tem sido bem- sucedido; qualquer um que se oponha à extinção dos brancos é rotineiramente tratado como um "promotor do ódio" mentalmente desequilibrado, e sempre que os brancos defendem seus interesses de grupo são descritos como desajustados psicologicamente. A ironia não escapou ao Prof. MacDonald: "A ideologia de que o etnocentrismo seria uma forma de psicopatologia foi promulgada por um grupo que ao longo de sua história tem provado ser o mais etnocêntrico entre todas as culturas do mundo."
Imigração
O Prof. MacDonald argumenta que é perfeitamente natural que os judeus promovam imigração aberta. Ela traz a "diversidade" que os judeus acham confortável e mantém os Estados Unidos abertos a seus correligionários perseguidos ao redor do mundo. Ele diz que os judeus são o único grupo que sempre lutou pela imigração em massa; umas poucas organizações étnicas européias fizeram alguns esforços esporádicos para tornar mais fácil para seu próprio povo vir, mas apenas os judeus têm consistentemente promovido fronteiras abertas para todos os que se apresentam. Além disso, quaisquer que fossem as divergências que eles tivessem tido em outras questões, judeus de todas as correntes políticas têm favorecido imigração elevada.
Também isto remonta há muitos anos, e o Prof. MacDonald traça em detalhes consideráveis o sistemático esforço judaico pró-imigração. Israel Zangwill, autor da peça The Melting Pot (O Caldeirão de Mistura), de 1908, era da opinião que "existe somente um caminho para a Paz Mundial, e este caminho é a abolição total de passaportes, vistos, fronteiras, alfândegas, etc..." Apesar disso ele era um ardente sionista e desaprovava casamento de judeus com não-judeus.
Apesar de que a estátua da liberdade, apropriadamente conhecida como Liberdade Iluminando o Mundo, foi um presente da França aos Estados Unidos como um tributo às tradições políticas estadunidenses, o soneto da judia Emma Lazarus ajudou a transformá-la num símbolo da imigração. Afixada na base da estátua muitas décadas depois de sua construção, o poema recepciona aos Estados Unidos "massas comprimidas desejosas de respirar em liberdade/A infeliz recusa de suas praias apinhadas".
O Prof. MacDonald descobriu que argumentos implausíveis sobre diversidade ser a quintessência da força estadunidense têm sido feitos por judeus a muito tempo. Ele menciona que em 1948 o American Jewish Comittee (Comitê Judaico Estadunidense) estava apelando ao Congresso para acreditar que o "americanismo é o espírito por trás das boas vindas que a América tradicionalmente estendeu a povos de todas as raças, todas as religiões, todas as nacionalidades". É claro, nunca houve tal tradição. Em 1952, o American Jewish Comittee (Comitê Judaico Estadunidense) argumentou em palestras sobre imigração que "nossa experiência nacional tem confirmado, sem sombra de dúvida, que nossa verdadeira força reside na diversidade de nossas pessoas". Também isto foi numa época em que a lei estadunidense de imigração era ainda explicitamente desenhada para manter uma maioria branca. Freqüentemente é dito que quando a antiga política de imigração foi descartada em 1965, dificilmente alguém sabia, e ninguém previa, que a nova lei iria mudar a composição racial do país. O Prof. MacDonald contesta isso, argumentando que este tem sido o objetivo de grupos judaicos desde sempre.
O Prof. MacDonald acha que os judeus têm sido os principais defensores da imigração na Inglaterra, França e Canadá, e que grupos judaicos têm sido os mais ruidosos oponentes da independência de Quebec. Os judeus australianos conduziram o esforço para desmantelar a política de "Austrália branca", uma razão pela qual foi citado em um editorial na publicação Australian Jewish Democrat: "O fortalecimento de uma Austrália multicultural ou diversificada é também a nossa mais eficaz política de segurança contra o anti-semitismo. O dia em que a Austrália tiver um governador geral chinês eu me sentiria mais confiante de minha liberdade de viver como um judeu australiano." Como Earl Raab escrevendo sobre os Estados Unidos, este judeu australiano está preparado para sacrificar a cultura, o povo e a identidade tradicionais da Austrália especificamente para interesses judeus. Não seria surpreendente se tal objetivo tão abertamente expresso tivesse o efeito oposto do intencionado, e aumentasse o sentimento anti-judaico.
Os Judeus e a Esquerda
É um fato bem conhecido que os judeus têm tradicionalmente sido associados com a esquerda, e o Prof. MacDonald investiga esta conexão com algum detalhe. Historicamente é compreensível que os judeus tenham apoiado movimentos que defenderam a derrubada de uma ordem existente. Depois da emancipação, os judeus encontraram resistência das elites gentias que não queriam perder terreno para competidores e, excluídos, facilmente se tornaram revolucionários. No entanto, na visão do Prof. MacDonald, o compromisso judaico com causas esquerdistas tem sido freqüentemente motivado pela esperança de que o comunismo, especialmente, poderia ser um instrumento para combater o anti-semitismo, e pela expectativa de que soluções sociais universalistas pudessem ser ainda outra forma de dissolver as lealdades gentias que pudessem excluir os judeus. O apelo de ideologias universalistas está amarrado ao entendimento implícito de que o particularismo judaico estará isento: "No extremo, a aceitação de uma ideologia universalista pelos gentios implicaria que os gentios não perceberiam os judeus como em uma categoria social diferente, enquanto os judeus todavia seriam capazes de manter uma forte identidade pessoal como judeus". O Prof. MacDonald argumenta que os judeus tinham razões especificamente judaicas para apoiar a revolução bolchevique. A Rússia czarista era notória por suas políticas anti-semitas, e durante os seus primeiros anos, a União Soviética parecia ser a terra prometida para os judeus: ela acabou com o anti-semitismo estatal, tentou erradicar o cristianismo, abriu oportunidades para judeus individuais, e pregava uma sociedade "sem classes", na qual o judaísmo iria presumivelmente não atrair nenhuma atenção negativa. Além disso, já que o marxismo ensinava que todos os conflitos eram econômicos em vez de étnicos, muitos judeus acreditavam que ele anunciava o fim do anti- semitismo.
O Prof. MacDonald enfatiza que apesar de que os judeus comunistas pregavam tanto o ateísmo quanto a solidariedade internacional dos trabalhadores, eles se dedicavam em preservar uma identidade judaica distinta e secular. Ele relata que o próprio Lênin (que tinha um avô judeu) aprovou a continuação de uma identidade explicitamente judaica sob o comunismo, e em 1946 o Partido Comunista dos Estados Unidos votou uma resolução também apoiando a distinção do povo judaico em países comunistas. Assim, apesar de que o comunismo supostamente seria sem fronteiras ou religiões, os judeus estavam confiantes de que ele iria reservar um lugar para sua própria identidade de grupo. Ele escreve que apesar de a visão oficial ser a de que todos os homens deveriam ser irmãos, "muito poucos judeus perderam sua identidade judaica durante toda a era soviética".
Os judeus comunistas às vezes deixavam escapar particularismos notáveis. O Prof. MacDonald cita Charles Pappoport, um líder comunista francês: "O povo judeu é o portador de todas as grandes idéias de unidade e comunidade humana na história... O desaparecimento do povo judeu significaria a morte da humanidade, a transformação final do homem em uma besta selvagem." Isto parece atribuir aos judeus uma posição de elite incompatível com a "unidade e comunidade humana". O Prof. MacDonald argumenta que muitos judeus começaram a se distanciar do comunismo somente quando Stálin começou se mostrar ele próprio um anti-semita. E da mesma forma que os judeus se tornaram os líderes revolucionários em uma Rússia anti-semita pré-revolução, os judeus se tornaram os líderes dissidentes em uma União Soviética anti-semita. Um padrão similar pode ser achado nos governos comunistas impostos à Europa oriental, que eram amplamente dominados por judeus. A maioria dos líderes do Partido Comunista Polonês, por exemplo, falava melhor iídiche do que polonês, e eles também mantinham uma forte identidade judaica. Após a queda do comunismo, muitos deixaram de ser poloneses e emigraram para Israel.
O Prof. MacDonald escreve que no governo comunista de curta duração de Bela Kun na Hungria, em 1919, 95 por cento dos líderes eram judeus, e que na época do levante de 1956, o comunismo era tão proximamente associado com os judeus que a revolta teve quase o aspecto de um pogrom. Ele argumenta que também nos Estados Unidos, os mais influentes e importantes indivíduos entre os comunistas e membros da Students for a Democratic Society (SDS, Estudantes por uma Sociedade Democrática) eram judeus. Aqui também uma visão revolucionária, ateísta e universalista era totalmente compatível com uma forte identidade própria judaica. O Prof. MacDonald cita de um estudo de esquerdistas estadunidense: "Muitos comunistas, por exemplo, declaram que eles jamais poderiam se casar com uma esposa que não fosse esquerdista. Quando os judeus eram questionados se eles poderiam se casar com gentios (não-judeus), muitos hesitavam, surpreendidos pela questão, e a achavam difícil de responder. Após reflexão, muitos concluíram que eles tinham sempre tido como certo o casamento com alguém do povo judeu." Seu compromisso como judeus era ainda mais fundamental e intocável que seu compromisso com a esquerda.
O Prof. MacDonald relata que muitos judeus estadunidenses também abandonaram o comunismo assim que ele se tornou cada vez mais anti-semítico. Para uma boa parte, o rompimento de relações diplomáticas da União Soviética com Israel durante a guerra de 1967 foi a última gota. Um ex-ativista da SDS sem dúvida falou por muitos quando explicou, "Se eu devesse escolher entre a causa judaica e uma SDS anti-israel 'progressista', escolheria a causa judaica. Se barricadas são erguidas, vou lutar como judeu". De acordo com o Prof. MacDonald, o neoconservadorismo estadunidense também pode ser descrito como uma mudança superficial na política externa que mantém o compromisso mais fundamental com a identidade judaica inalterada. Assim, antigos esquerdistas abandonaram uma ideologia que se voltou contra Israel e recriaram uma aparência para o conservadorismo estadunidense de um movimento diferente, cujo tema inabalável era o apoio à Israel. Neoconservadores também apoiam altos níveis de imigração, e foram ativos em excluir a identidade racial branca da direita "respeitável".
Objeções
Há muitas objeções possíveis à tese do Prof. MacDonald. A primeira é que ela é amplamente construída sobre a suposição de que os judeus são desonestos. É sempre arriscado alguém supor entender os motivos de outros que não eles próprios. Os judeus têm tradicionalmente pensado sobre si próprios como uma presença benevolente, até mesmo como uma "luz das nações" ou um "povo escolhido". Isto é ecoado hoje na auto-imagem judaica como sendo os campeões dos excluídos e oprimidos. Na maior parte das vezes, o que passa como "justiça social" tem o efeito de minar as tradições e lealdades da sociedade gentia (não- judaica), mas estariam os judeus deliberadamente minando estas coisas em vez de simplesmente combatendo o que eles acham que está errado?
O Prof. MacDonald admite que muitos judeus são sinceros em seu apoio a causas liberais, mas então agrava sua acusação ao argumentar que "os melhores enganadores são aqueles que enganam a si mesmos". Em outras palavras, muitos judeus que estão na verdade trabalhando para os interesses judeus têm primeiramente convencido a si mesmos do contrário. Um judeu que principalmente deseja que os Estados Unidos se tornem menos brancos pode também ter se convencido de que os Estados Unidos se beneficiam de uma multiplicidade de culturas. Tendo convencido a si mesmo ele pode mais eficazmente convencer os outros.
Muitos judeus, argumenta o Prof. MacDonald, não são sequer conscientes da extensão pela qual seu judaísmo é central a suas identidades ou suas visões políticas. Ele cita o Rabino Abrham Joshua Heschel, em sua surpresa de quão apaixonadamente ele abraçou o lado israelense durante a guerra de 1967: "Eu não sabia o quão judeu eu era." Esta é uma declaração impressionante de um homem que se pensou ser talvez o maior líder espiritual judaico de seu tempo. E mesmo que isto afete ou não suas políticas, os judeus certamente aparentam ter um senso muito vívido de comunidade étnica e de povo. O Prof. MacDonald cita o teólogo Eugene Borowitz que disse, "a maioria dos judeus reivindicam ser equipados com um dispositivo de sensibilidade interpessoal 'amigo-ou- inimigo' que os torna capazes de detectar a presença de um outro judeu, a despeito da camuflagem pesada.". Sempre pensar em termos de "amigo ou inimigo" não é uma questão insignificante.
O Prof. MacDonald é, portanto, cético com relação aos desmentidos judaicos: "Declarações superficiais sobre uma falta de identidade judaica podem ser altamente enganosas." Ele nota que as publicações judaicas escrevem sobre o poder e a influência dos judeus estadunidenses em uma linguagem que os judeus iriam imediatamente denunciar como "anti-semítica" se usada por gentios. Ele concorda com Joseph Sobran, quando ele disse "eles querem ser judeus entre eles mesmos mas ressentem serem vistos como judeus por gentios. Eles querem perseguir seus próprios interesses distintos enquanto fingem não ter tais interesses..."
O Prof. MacDonald argumenta que o sucesso dos movimentos intelectuais liderados por judeus somente foi possível porque seu caráter judaico foi escondido. Se o multiculturalismo ou a imigração maciça ou The Authoritarian Personality (A Personalidade Autoritária) tivessem sido promovidas por judeus ortodoxos em longos casacos negros o elemento judaico teria sido claro. O Prof. MacDonald escreve que de fato, "o plano político judaico não foi um aspecto da teoria e as próprias teorias não tinham conteúdo abertamente judaico. Era pouco provável que intelectuais gentios abordando essas teorias as vissem como aspectos de uma competição cultural judaico-gentia ou como um aspecto específico de um plano político judaico." O Prof. MacDonald também reivindica que os judeus têm freqüentemente tentado ocultar o caráter judaico de um movimento intelectual recrutando testas-de-ferro gentios para posições visíveis como porta-vozes. Ele escreve que esta tática era tão comum no Partido Comunista dos Estados Unidos que os gentios freqüentemente enxergavam isso e se resignavam. Mas como motivos podem ser completamente conhecidos? O Prof. MacDonald lança um teste difícil: "A melhor evidência de que indivíduos realmente cessaram de ter uma identidade judaica é quando eles escolhem uma opção política que eles percebem como sendo claramente não direcionada no interesse dos judeus como um grupo. Na ausência de um conflito claramente perceptível com interesses judaicos, ainda é possível que diferentes escolhas políticas entre judeus étnicos sejam somente diferenças em táticas sobre qual delas é melhor para atingir interesses judaicos."
Este padrão pode parecer bastante severo - até que ele seja aplicado a gentios brancos. A imigração do Terceiro- Mundo, ação afirmativa, leis anti-discriminação e integração forçada são claramente contra os interesses dos brancos, e ainda assim muitos brancos as adotam, demonstrando portanto o quão completamente eles abandonaram sua identidade racial.
Finalmente, o Prof. MacDonald levanta a perturbadora possibilidade de que alguns judeus, por causa de séculos de conflito com os gentios, odeiam ativamente a sociedade gentia e conscientemente desejam destruí-la: "uma motivação fundamental dos intelectuais judeus envolvidos com a crítica social tem sido simplesmente ódio da estrutura de poder dominada por gentios, vista como anti- semítica". Ele descreve o poeta judeu-alemão Heinrich Heine, do século XIX, como "usando sua habilidade, reputação e popularidade para minar a confiança intelectual da ordem estabelecida".
Em defesa de sua visão altamente provocativa, o Prof. MacDonald cita Benjamin Disraeli sobre os efeitos de séculos de relações judaico-gentias sobre os judeus: "Eles podem ter se tornado tão odiosos e tão hostis à humanidade como mérito pela sua presente conduta, não importando como ocorreu, o antagonismo e os maus-tratos nas comunidades onde eles habitam e nas quais eles raramente se permite a eles se mesclar." Deixando de lado quaisquer questões sobre motivos, no entanto, está a questão dos números. Os judeus são uma pequena minoria nos Estados Unidos e dentro dessa minoria há desacordo até mesmo em questões que claramente afetam os judeus. Como os judeus podem ser responsáveis pelas mudanças dramáticas no campo intelectual? Na visão do Prof. MacDonald, a explicação reside na inteligência, energia, dedicação e coesão dos judeus. Ele atribui uma grande parte ao QI médio dos judeus - em 115, um desvio padrão acima da média dos gentios (não-judeus) - e ao "seu trabalho duro e dedicação, seu desejo de deixar sua marca no mundo, e seu desejo de ascender no mundo, de se engajar em promoção pessoal, e conseguir apoio popular." Ele também acredita que os judeus têm trabalhado firmemente juntos em qualquer questão que eles considerem necessária para sua sobrevivência: "A atividade intelectual é como qualquer outra atividade humana: grupos coesos competem em estratégias individuais." Ele nota que nunca houve uma época em que grandes números de brancos estadunidenses favoreceram a imigração não-branca; foi uma minoria coesa e determinada que subjugou a resistência desorganizada da maioria. O Prof. MacDonald acredita que por causa da eficácia de alguns judeus, não foi nem mesmo necessário que a maioria dos judeus apoiasse ativamente movimentos anti- majoritários, mas que ainda assim a atividade judaica foi decisiva. Como ele coloca, "movimentos intelectuais dominados por judeus foram um fator crítico (condição necessária) para o triunfo da esquerda intelectual nas sociedades ocidentais no final do século vinte". Isto, é claro, nunca poderá ser testado, mas não restam dúvidas que de os judeus estadunidenses tiveram um efeito desproporcional sobre o intelecto estadunidense. O Prof. MacDonald cita Walter Kerr, escrevendo em 1968, para o efeito de que "o que aconteceu desde a Segunda Guerra Mundial foi que a sensibilidade estadunidense se tornou em parte judaica, talvez mais judaica que qualquer outra coisa... A mente erudita estadunidense em certa medida passou a pensar de forma judaica".
À parte da questão sobre se o Prof. MacDonald está certo, está a questão seguinte de que diferença faz se ele está certo. Se correta, sua tese certamente lança luz na rapidez com que os brancos estão perdendo seu poder. Apenas algumas décadas atrás, os brancos eram uma raça confiante, orgulhosa de seus feitos, convencida de sua capacidade de dominar o mundo. Hoje eles são uma povo em declínio que vive pedindo perdão, envergonhado de sua história e até mesmo incerto de seu direito de possuir terras que ocuparam por séculos. É muito difícil conceitos fundamentais serem alterados em suas cabeças no curso de apenas uma ou duas gerações, como aconteceu com o pensamento sobre raça. Tal velocidade sugere que houve algo mais do que uma mudança natural.
Stanley Hornbeck é o pseudônimo de um executivo da área de Washington, DC, Estados Unidos
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 09:01 PM
REVOLTA POPULAR
Revolta popular: Retirado de um fórum de discussões, acerca do governo Lulla. Veja como funciona o engessamento social e a criação de bolsões de dependência político-partidária:
(Des)governo MULA em ação, sustentando a escória do norte/nordeste... e quem paga a conta são os OTÁRIOS do sul/sudeste(leia-se: os únicos que produzem, ou seja, NÓS)!
...conversando com o zelador do prédio onde mora, em Natal RN, o mesmo pediu a um amigo que intercedesse junto à administração do condomínio onde trabalhava para que o demitissem.
Curioso ele quis saber o motivo e, quão foi a surpresa: O zelador contou que tem dois cunhados desempregados lá mesmo em Natal e que, por conta da bolsa escola, cartão cidadão, cartão alimentação, vale gás, transporte gratuito, refeição (acreditem - Vale refeição!) e demais benfeitorias do nosso propio governo dado a título de esmola, vivem melhor que ele.
Aí paramos e fomos fazer umas continhas:
a) Bolsa escola - R$ 175 reais para cada filho que freqüente as aulas (suponhamos que sejam apenas dois) R$ 350,00 (em dinheiro);
b) Cartão cidadão (cujo intuito é "restituir a cidadania") -R$ 350,00 (em dinheiro);
c) Vale gás - (um por mês) - R$ 70,00;
d) Transporte (calculamos 4 passagens diárias, o que é uma boa média) - R$ 8,00/dia x 20 dias = R$ 160,00;
e) Vale refeição - (uma por dia) R$ 3,50/dia x 30 dias x 4 pessoas - ele
a esposa e os dois filhos) - R$ 420,00;
f) Total em dinheiro - R$ 700,00. total em serviços - R$ 650,00 equivalendo R$ 1.350,00, acreditem, R$ 1.350,00 mensalmente.
Motivo do pedido do zelador - O seu salário acrescido de horas extras e tudo girava em torno de R$ 830,00. Como ele tem três filhos em idade escolar, para ele é vantajoso ficar desempregado e ter esses benefícios. Seu salário iria girar em torno de R$1.525,00, quase o dobro do que ganha trabalhando.
Porque vc acha que o Nordeste todo votou no FDP do Mula?
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 09:04 PM
A SOLUÇÃO FINAL DE LUTERO
O que devem fazer os cristãos contra este povo rejeitado e condenado, os judeus? Já que eles vivem entre nós, não devemos ousar tolerar a sua conduta, agora que sabemos das suas mentiras e suas injúrias e suas blasfêmias. Se o fizermos, tornamo-nos participantes de suas mentiras, sua injúria e sua blasfêmia. Portanto não temos como apagar o inextinguível fogo da ira divina, da qual falam os profetas, e tampouco temos como converter os judeus. Com oração e temor de Deus devemos colocar em prática uma dura misericórdia, para ver se conseguimos salvar pelo menos alguns deles dentre as chamas crescentes. Não ousamos vingar a nós mesmos. Vingança mil vezes pior do que qualquer uma que poderíamos desejar já os toma pela garganta. Quero dar-lhes minha sincera recomendação:
Em primeiro lugar, queimem-se suas sinagogas e suas escolas, e cubra-se com terra o que recusar-se a queimar, de modo que homem algum torne a ver deles uma pedra ou cinza que seja. Isso deve ser feito em honra de nosso Senhor e da Cristandade, de modo que Deus veja que somos cristãos, e não fazemos vista grossa ou deliberadamente toleramos tais mentiras, maldições e blasfêmias públicas tendo como alvo seu Filho e seus cristãos. Pois o que quer que tenhamos tolerado inadvertidamente no passado – e eu mesmo estive ignorante dessas coisas – será perdoado por Deus. Mas se nós, agora que estamos informados, protegermos e acobertarmos essa casa de judeus, deixando-a existir debaixo do nosso nariz, na qual eles mentem, blasfemam, amaldiçoam, vilipendiam e insultam a Cristo e a nós, seria o mesmo que se estivéssemos fazendo tudo isso e muito mais nós mesmos, como bem sabemos.
Em segundo lugar, recomendo que suas casas sejam também arrasadas e destruídas. Pois nelas elem perseguem os mesmos objetivos que em suas sinagogas. Eles devem ao invés disso ser alojados debaixo de um único teto ou pavilhão, como ciganos. Isso fará com que eles aprendam que não são senhores no nosso país, da forma como se vangloriam, mas que vivem em exílio e no cativeiro, da forma como gemem e lamentam incessantemente a nosso respeito diante de Deus.
Terceiro, recomendo que todos os seus livros de oração e obras talmúdicas, nos quais são ensinados tais idolatrias, mentiras, maldições e blasfêmia, sejam tirados deles.
Quarto, recomendo que seus rabis sejam de agora em diante proibidos de ensinar, sob pena de morte ou da amputação de algum membro. Pois eles perderam da forma mais justa o direito a tal posição ao manterem os judeus cativos com a declaração de Moisés (em Deutoronômio 17:10ss) na qual ele ordena que obedeçam os seus mestres sob pena de morte, embora Moisés acrescente claramente: "o que eles ensinam segundo a lei do Senhor". Esses desprezíveis ignoram isso. Eles arbitrariamente empregam a obediência do pobre povo de forma contrária à lei do Senhor, infundindo neles esse veneno, essa maldizer, essa blasfêmia. Do mesmo modo o papa nos manteve cativos com a declaração de Mateus 16, "Tu és Pedro," etc, induzindo-nos a crer em todas as mentiras e falsidades que provinham de sua mente diabólica. Ele não ensinava em conformidade com a palavra de Deus, e perdeu portanto seu direito a ensinar.
Quando um judeu se converter, serão dados a ele cem, duzentos ou trezentos florins.
Quinto, recomendo que o salvo-conduto para o livre-trânsito nas estradas seja completamente negado para os judeus. Eles não tem o que fazer no campo, visto que não são proprietários de terras, oficiais do governo, mercadores ou coisa semelhante. Que fiquem em suas casas.
Sexto, recomendo que sejam proibidos de emprestar a juros, e que todo o dinheiro e peças de ouro e prata sejam tomados deles e colocados sob custódia. O motivo de tal medida é que, como foi dito, eles não possuem qualquer outro modo de ganhar a vida que não seja emprestar a juros, e através da usura furtaram e roubaram de nós tudo que possuem. Esse dinheiro deveria ser agora usado para nenhum outro fim que não o seguinte: quando acontecer de um judeu se converter, serão dados a ele cem, duzentos ou trezentos florins, da forma como sugerirem suas circunstâncias pessoais. Com isso ele poderá estabelecer-se em alguma ocupação de modo a sustentar sua pobre mulher e filhos e dar suporte aos velhos e fracos. Pois tais ganhos malignos são amaldiçoados se não colocados em uso com a benção de Deus numa causa digna e justa.
Sétimo, recomendo que se coloque um malho, um machado, uma enxada, uma pá, um ancinho ou um fuso nas mãos dos jovens judeus e judias, e deixe-se que eles ganhem o seu pão com o suor do seu rosto, como foi imposto sobre os filhos de Adão (Gênesis 3:19). Pois não é justo que eles deixem que nós, os gentios malditos, labutemos debaixo do nosso suor enquanto eles, o povo santo, gastam o seu tempo atrás do fogareiro, banqueteando-se e peidando, e acima de tudo isso vangloriando-se blasfemamente do seu senhorio sobre os cristãos através do nosso suor.
Martinho Lutero,
Sobre os Judeus e Suas Mentiras, 1543
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 09:07 PM
"O INFERNO VERDE": UM FILME NAZISTA FEITO NO BRASIL
Por José Rocha Filho
Cena do filme alemão "O inferno verde", dirigido em 1938 por Eduard von Bosordy, com cenas filmadas na Amazônia
Drama do Terceiro Reich realizado na Amazônia em 1938 é restaurado na Alemanha
Quarenta e quatro anos antes de “Fitzcarraldo” (1982), de Werner Herzog, um outro filme germânico foi realizado em locações na Amazônia, com elenco de alemães e brasileiros, tendo a exploração da borracha e o capitalismo expancionista como tema principal. O filme, passou esquecido durante décadas até ser restaurado em 2005 pela Friederich Whilelm Murnau Stiftung. Com cenas rodadas na Amazônia e nos estúdios Travemünde, em Schleswig-Holstein e Babelsberg, em Berlim, “O inferno verde” (“Kautschuk”, 1938) , de Eduard von Bosordy, teve sua première no UFA-Palast de Hamburgo, na Alemanha nacional-socialista, em 1º de novembro de 1938. O ministro da propaganda Joseph Goebbels saudou o filme como “muito valoroso, tanto política quanto artisticamente. Uma brilhante realização da Ufa”
“O inferno verde” segue a diretriz do nacional-socialismo para a época: a narrativa de conquista imperial com tons conservadores e militaristas, conforme as regras ditadas pelo Ministério para o Esclarecimento Social e a Propaganda (RMVP - Reichsministerium für Volksaufklärung und Propaganda”). O filme se apóia nos preceitos do cinema de aventura clássico, bem como no cinema etnográfico, gênero muito popular na Europa dos anos 30, para contar como os ingleses romperam o monopólio brasileiro de borracha natural, no Brasil de 1876
A película foi realizada grande parte em locação na selva amazônica, utilizando extensivamente cenas documentais mescladas às de estúdio e contava com um elenco de astros de primeira grandeza do cinema alemão, como René Deltgen (que foi nomeado “Staatsschauspieler”, ator nacional, em 1939) e Gustav Diessl, bem como o brasileiro José Alcantra. O diretor austríaco Eduard von Borsody atingiu com “O inferno verde” feitos notáveis. A hábil colagem de imagens documentais com cenas de estúdio e tomadas feitas em locação, aliadas às coreografias muito bem coordenadas nas cenas de ação e uma edição primorosa fazem de “O inferno verde” um produto muito bem acabado. Foi um sucesso de bilheteria, tornando-se um dos mais bem-sucedidos filmes lançados na Alemanha em 1938.
A indústria de cinema no Terceiro Reich
Uma diretriz internacional atual dos estudos de cinema no que concerne ao cinema germânico do período do Terceiro Reich (1933-1945) aponta para uma mudança de rumos. Comumente associado ao cinema de propaganda propriamente dita ou ao cinema anti-semita por excelência, o cinema do Terceiro Reich como um corpus, vai muito além de lugares-comuns acadêmicos vigentes e possui áreas que foram sistematicamente negligenciadas e territórios ainda bem pouco estudados, como é o caso do cinema popular. Algumas iniciativas têm sido tomadas nesse sentido de expandir os horizontes dos estudos de cinema para novas zonas, que estejam além das teorias deterministas de propaganda e ideologia que estavam incorporadas à metodologia até bem pouco tempo dominante. A partir dessa mudança surgem filmes até então desconhecidos, esquecidos ou simplesmente rotulados de produto escapista, como é o caso de “O inferno verde”.
Para compreender melhor a política de entretenimento no Terceiro Reich é preciso prestar igualmente atenção aos elementos constituintes do cinema popular. Na luz dessas amplas implicações, as formas e práticas fílmicas preexistentes não precisam ficar reduzidas à simples oposição binária entretenimento versus propaganda e não podem ser analisadas unicamente por meio das intenções oficiais do Ministério de Propaganda ou pelas sobreposições temáticas de conceitos-chave da ideologia nacional-socialista. Pelo contrário, o processo de incorporação, transformação e instrumentalização realizado durante o Terceiro Reich precisa ser avaliado em um contexto amplo do cinema alemão, incluindo sua história e historiografia. É preciso atentar para a função simultaneamente estabilizadora / desestabilizadora do cinema popular. Novos insights só aparecerão por meio de enfoques que reconheçam as múltiplas funções de uma indústria local e nacional, de uma instituição cultural, de uma esfera pública, de uma experiência social e é claro de uma máquina de fantasia e de guerra que é o cinema, desde seus primórdios.
O nacional-socialismo é marcado por uma fragmentação excessiva e idiossincrática 10, que acabou por produzir dispositivos culturais que operavam em permanente contradição entre si. Essa tensão emerge notadamente no campo da cultura popular e de entretenimento. As artes ditas “cultas” eram sujeitas a uma intensa censura e estavam ligadas estritamente ao projeto oficial do Terceiro Reich -culminando em eventos como a infame queima de livros em 1933 ou as exibições “Entartete Kunst” (Arte degenerada) em 1937 e “Entartete Musik” (Música degenerada), em 1938 -que ridicularizavam e excluíam formas de expressões como “dementes”.
Outros formatos ditos “populares” como a cultura de entretenimento recebiam cuidados ideológicos mais sutis. De certa forma, aqui há uma quebra entre a teoria e a prática: os mesmos princípios regiam a produção da indústria de entretenimento. O cinema popular do Terceiro Reich comunicava muitos dos temas sugeridos pela doutrina oficial, mas não raro, exibia também conteúdos que eram dificilmente conciliáveis com as diretrizes principais do NSDAP (Die Nationalsozialistische Deutsche Arbeitspartei – Partido nacional-socialista dos trabalhadores alemães).
A indústria cinematográfica, a partir de 1933 sob nova direção, não estava preparada para atender pontualmente as demandas do projeto a ser implantado. A intenção era uma homogenização -que nunca foi atingida, dadas as mudanças constantes e velozes do projeto nacional-socialista. O que se vê são alianças instáveis e temerosas e com um retorno inadequado às questões capitalistas, já que até 1939 a indústria cinematográfica alemã opera no vermelho. Após esse período, ela cresce e lucra espantosamente, mais especificamente durante a guerra.
Nesse contexto de incertezas, um elemento aparece como denominador comum: a unificação em torno da “Volksgemeinschaft” (comunidade nacional). Esse elemento permitiu a auto-transformação do cinema alemão por meio de uma força unificadora que trouxe novos significados a um cinema nacional em crise, sofrendo de estagnação artística e com traumas estruturais. O nascimento do que inicialmente seria um cinema popular, mas que acabou se configurando como um cinema populista foi possível graças à eliminação em ordem crescente do que foi definido como “o outro” na indústria cinematográfica e por extensão da estética e da sensibilidade crítica associadas a esses grupos ou indivíduos 11.
É preciso salientar de forma categórica a natureza altamente adaptável dos gêneros populares (inclusive e de maneira muito mais insidiosa nas cinematografias contemporâneas) e das narrativas clássicas, de estilo hollywoodiano, ao estabelecer tradições artísticas e culturais e também moderar novas, constantes e insistentes pressões de ordem institucional e/ou ideológicas. A aparente continuidade, da maneira que argumenta Sabine Hake 12, no nível das convenções gerais que regem a indústria de entretenimento e as reais estratégias de exclusão em forma de leis, decretos e medidas institucionais é de enorme relevância para compreender melhor as construções discursivas do tipo de narrativa adotado oficialmente pelo Terceiro Reich em seus 12 anos no poder.
Uma expedição ao Brasil
O Nacional-Socialismo havia priorizado o Brasil como tema já em 1933, ano da instalação do aparato totalitário. O curta-metragem “Neuland der Tat” (“O novo país do trabalho”), tratava da imigração dos povos alemães ao Brasil. O Terceiro Reich ainda iria realizar, em 1939, “Eine Brasilianische Rhapsodie” (“Uma rapsódia brasileira”), documentário com direção de Gero Priemel, para citar dois exemplos. Os interesses nacionais-socialistas na realização de cada um desses filmes são fragmentários e diversificados.
Para a realização de “O inferno verde” foi necessário enviar uma expedição ao Brasil, durante os anos de 1936 e 1937, liderada pelos irmãos Edgar e Franz Eichhorn. Os Eichhorn foram os produtores de “Urwald Symphonie” (“Sinfonia da floresta selvagem”, 1931), de August Brückner e Pola Bauer-Adamara -que também tinha a Amazônia como cenário. Em 1937, Franz Eichhorn publicou um relato de viagem das aventuras brasileiras 13 que se tornou amplamente popular. O livro, que faz parte da tradição de relatos de desbravadores em terras distantes 14 , tornou-se um campeão de vendas e foi traduzido para o inglês e o francês, sendo reimpresso seguidas vezes na Alemanha.
A ação de “O inferno verde” tem início na Inglaterra, quando o oficial inglês Henry Wickman (René Deltgen) parte de navio em direção ao Brasil, com claras intenções de tentar romper o monopólio brasileiro da borracha natural, um tesouro nacional do país. Embora sem apoio oficial, mas com um zelo patriótico extraordinário, Henry sonha em surrupiar as sementes de borracha para plantá-las na Índia, no Sri Lanka e na Malásia, que eram colônias britânicas.
Em “O inferno verde”, o Brasil, a fim de salvaguardar o seu tesouro nacional, impôs a pena de morte a qualquer pessoa envolvida na exportação ilegal de sementes borracha. No navio, durante a viagem transatlântica, Henry Wickman apaixona-se por Mary Waverley (Vera von Langen), a filha do cônsul britânico no Brasil, noiva do milionário brasileiro da borracha Dom Alonso de Ribeira (Gustav Diessl). No decorrer de “O inferno verde”, Henry Wickham e Dom Alonso brigam pelo coração de Mary e pelas preciosas sementes da plantação de borracha do brasileiro, à beira do rio Araguari (no Amapá).
Sob o pretexto de uma expedição científica em busca de um tipo raro de borboleta, encontrada na mesma área das plantações de borracha, Wickham adentra o inferno verde da selva amazônica, acompanhado pelo vaqueiro José. Para conquistar a borracha desejada, o inglês enfrenta ataques de índios com flechas venenosas, piranhas, crocodilos, uma anaconda gigante, febre amarela e uma enchente. Transportar as sementes é problemático, já que os britânicos à bordo do navio Wellington só aceitam a carga apenas quando o navio estiver em águas internacionais, tentando evitar possíveis conflitos diplomáticos.
A polícia brasileira prende Wickham e assassina José, depois deles terem colocado as sementes no navio, que parte rumo à Inglaterra. Sem provas tangíveis para acusar Wickham da exportação ilegal de sementes de borracha, Dom Alonso acusa-o de espionagem militar. Wickham não pode provar obviamente que encontrou a borboleta rara e é condenado à morte. Quando Mary intercede, Dom Alonso admite ter roubado a borboleta de Wickham e é preso. Wickham é libertado. O império britânico ganhou a batalha pela borracha.
“O inferno verde” utiliza vários artifícios para despertar no público uma percepção mais específica sobre o que significava a exploração colonial no ano de 1938 e mais especificamente a questão da exploração da borracha. A Alemanha vivia uma crescente ampliação industrial e bélica e contava com um plano de economia de guerra em andamento. No jogo de espelhos e de projeções dispostos em “O inferno verde”, A Alemanha aproxima-se da Inglaterra, como força imperial e expansionista, e a Inglaterra -que em 1938 detinha o controle da produção de borracha natural, principalmente na Malásia- do Brasil, como força oponente a ser derrotada. Esse deslocamento geográfico-temporal é um procedimento comum a práticas cinematográficas realizadas durante regimes totalitários para falar insistentemente do presente, do que é iminente e importante.
O crítico Hans Hömberg escreveu sobre “O inferno verde”: “O filme encontra-se no terreno localizado entre a reportagem e a fábula. Ele pretende dar a impressão de suspense, mas as cenas que acontecem com a floresta amazônica de cenário trazem à tona uma compreensão maior sobre a batalha entre duas nações pelo monopólio de uma matéria-prima. A história tem uma lição: responsabilidade e braveza pertecem aos tesouros de um homem” 15
É exatamente o que preconizava a idéia de ‘Volksgemeinschaft’ e a participação de cada indivíduo na nação, que mesclava noções superficiais de heroísmo, obrigações cívicas e louvor à pátria. Konrad Himmel, em sua resenha de “O inferno verde” na revista “Licht-Bild-Bühne”, completa: “Sacrificar a sua vida pela continuidade da nação é a maior forma de oferenda. A língua alemã tem uma palavra que de maneira majestosa descreve tal ato: ‘Pflichterfüllung’ (cumprimento do dever). Isso significa não satisfazer somente a si mesmo, mas servir à comunidade” 16
1 - O filme, além do título original “Kautschuk” (Borracha) tem o título alternativo em alemão “Die Grüne Hölle” (“O inferno verde”) e em inglês “The green hell” (“O inferno verde”). Foi adotado “O inferno verde”, em concordância com os dois títulos. Todas as traduções são próprias, exceto quando mencionado.
2 - 1. November 1938. “Film Geprüft: Kautschuk", Spielleiter Borsody, mit Deltgen, v. Langer, Hübner und Diessl. Grossartig politisch und Künstlerisch. Eine Glanzleistung der Ufa”. Joseph Goebbels. “Die Tagebücher von Joseph Goebbels”, ed. Elke Fröhlich, Part I: Aufzeichnungen 1924-1942, 9 vols. München: K. G. Saur, 1998, I. 6: 169.
3 - Ver Mary-Elizabeth O’Brien, “Imperial conquest and the fatal attraction to the foreign: Kautschuk” (1938) in “Nazi Cinema as enchantment: The politics of entertainment in the Third Reich”.Rochester, NY: Camden House, 2004. p. 66-78.
4 - “O inferno verde” é um espetáculo visual e de entretenimento, o que seria uma constante na carreira de Borsody, diretor especializado em filmes de aventura e sobre o front. Seus maiores sucessos durante o Terceiro Reich foram “Kongo-Express” (1939) e “Wunschkonzert” (1940). Ele continuaria dirigindo filmes normalmente no pós-guerra, até 1963, ainda que sem atingir o mesmo sucesso obtido durante o Terceiro Reich.
5 - O filme custou um total de 802.000 RM (Reichsmark) e arrecadou 1.800.000 RM. “Licht-Bild-Bühne 287" (07/12/1938).
6 - Ver Karsten Witte, "Lachende Erben, Toller Tag. Filmkomödie im Dritten Reich". Berlin: Vorwerk 8, 1995.
7 - Ver Sabine Hake, “Third Reich cinema” in "German National Cinema". London: Routledge, 2001. p. 59-86.
8 - Ver Eric Rentschler, “Ministry of Illusion. Nazi Cinema and its afterlife”. Cambridge: Harvard University Press, 1996.
9 - Ver Paul Virilio, "Guerre et cinèma". Paris: Cahiers du Cinéma, 1984.
10 - Cf. Antje Ascheid, “Hitler's heroines: stardom and womanhood in nazi cinema”. Philadelphia: Temple Univ. Press, 2003. p. 214.
11 - “O outro” pode ser entendido como qualquer elemento que desestabilizasse a noção altamente volátil de Volksgemeinschaft (comunidade nacional), tal qual ela era entendida pelo nacional-socialismo. “O outro” estava associado a sensibilidades conectadas com o judaísmo -seguida de perto por outros grupos minoritários: eslavos, ciganos, deficientes físicos, homossexuais e demais indivíduos considerados associais. Em contextos nacionais é possível observar ódio declarado aos britânicos e russos, em especial -necessários à construção de um conceito de comunidade onde “o outro” precisava ser eliminado.
12 - Sabine Hake. “Popular cinema of the Third Reich”. Austin: University of Texas Press, 2001.
13 - “In der grünen Hölle: Kurbelfarhten durch Brasilien". Berlin Scherl Verlag, 1937.
14 - O exemplo mais bem sucedido de relatos de viagem em terras longínquas é o livro do austríaco Heinrich Harrer “Sieben Jahre in Tibet” (“Sete anos no Tibete”), publicado em 1952. O livro foi resultado da experiência do alpinista e pesquisador, enviado em missão oficial à Ásia pelo Terceiro Reich. Harrach era membro do partido Nacional-Socialista e também oficial da Schutzstaffel (SS).
15 - “Der Film Kautschuk steht zwischen Reportage und Fabel; er will einen Spannungsvermittelnden und einen Verständniserweckenden Eindruck vom Kampf zweier Länder um ein Handelsmonopol erwecken (...) Die Fabel, die sich um die Urwald-Szenen rankt, steht unter dem Motto: Verantwortung und Tapferkeit gehören zum Schmuck des Mannes", Hans Hömberg, “Kautschuk Premiere im UFA-Palast am Zoo", Arquivo 8701, Bundesarchiv-Filmarchiv, Berlim. Cf. Mary-Elizabeth O’Brien. Op. cit. p. 69.
16 - “In der Hingabe des eigenen Lebens für die Existenz der Gemeinschaft liegt die Krönung allen Opfersinns. Gerade unsere deutsche Sprache besitzt ein Wort, das in herrlicher Weise das Handeln nach diesem Sinn bezeichnet: Pflichterfüllung. Das heisst: Nicht sich selbst genügen, sondern der Allgemeinheit dienen“. Adolf Hitler, citado por Konrad Himmel em “Eine Tat, die die Weltwirtschaft umformte”, "Licht-Bild-Bühne" 207 (03/09/1938).
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 09:08 PM
VALEU A PENA A II GUERRA MUNDIAL?
Por Patrick Buchanan
No debate de Bush versus Putin sobre a II Guerra Mundial, Putin teve de longe a tarefa mais difícil. Defendendo o registro histórico da Rússia na “Grande Guerra Patriótica”, o presidente russo declarou: “Nosso povo não só defendeu sua pátria, mas também libertou 11 países europeus”.
Esses países são, presumivelmente: Lituânia, Letônia, Estônia, Polônia, Alemanha Oriental, Tchecoslováquia, Hungria, Romênia, Bulgária, Iugoslávia e Finlândia.
Para confirmar se a Rússia realmente libertou esses países, poderíamos fazer uma pesquisa perguntando aos filhos e filhas da geração que sobreviveu à libertação do Exército Vermelho que pilhou, estuprou e matou em todo o seu trajeto através da Europa. Como na Floresta de Katyn, esse exército eliminou os verdadeiros heróis que lutaram para preservar o caráter nacional e cristão dos países europeus.
Para Bush, essas nações não foram libertas. “Ao marcarmos uma vitória de seis décadas atrás, lembramo-nos de um paradoxo”, disse ele:
Para grande parte da Europa Oriental e Central, a vitória trouxe o domínio cruel de outro império. O dia da vitória marcou o fim do fascismo, mas não terminou a opressão. O acordo de Yalta seguiu a tradição injusta de Munique e do Pacto Molotov-Ribbentrop. Mais uma vez, quando governos poderosos negociaram, a liberdade de nações pequenas foi de certo modo descartável… O cativeiro de milhões na Europa Oriental e Central será lembrado como um dos grandes erros da história.
Bush revelou a verdade terrível sobre o que realmente triunfou na II Guerra Mundial em toda a Europa Oriental. E não foi a liberdade. Foi Stálin, o ditador mais detestável do século. Onde Hitler matou seus milhões, Stálin, Mao, Ho Chi Minh, Pol Pot e Castro mataram suas dezenas de milhões.
O comunismo foi a Peste Negra do Século 20.
As verdades que Bush declarou corajosamente em Riga, Letônia, trazem à tona perguntas que há muito permaneceram escondidas, enterradas ou ignoradas.
Se o Acordo de Yalta traiu nações pequenas e foi tão imoral quanto o Pacto Molotov-Ribbentrop, por que veneramos Winston Churchill e Franklin Delano Roosevelt? Em Yalta, Churchill e Roosevelt entregaram, em segredo, essas pequenas nações para Stálin, assinando a “Declaração da Europa Liberta”, um documento cínico que foi uma mentira monstruosa.
Já que Roosevelt e Churchill entregaram esses povos ao inferno de Stálin, então por que eles não são colocados nos livros de história ao lado de Neville Chamberlain, que em Munique entregou os tchecos ao dar os Sudetos à Alemanha? Pelo menos os alemães dos Sudetos queriam ficar com a Alemanha. Contudo, nenhum dos povos cristãos da Europa jamais aceitou seus captores soviéticos ou os traidores a serviço de Stálin.
Outras perguntas também vêm à tona. Se a Inglaterra agüentou a guerra durante seis anos e teve milhares de mortos numa guerra que os ingleses declararam para defender a liberdade da Polônia, e a liberdade da Polônia acabou sendo exterminada pelo comunismo, como é que podemos dizer que a Inglaterra ganhou a guerra?
Se o Ocidente entrou na guerra para impedir Hitler de dominar a Europa Oriental e Central, e essas regiões terminaram debaixo de uma ditadura ainda mais detestável, conforme Bush indica, pode-se dizer que a civilização ocidental ganhou a guerra?
Em 1938, Churchill queria que a Inglaterra lutasse pela Tchecoslováquia. Chamberlain não aceitou.
Em 1939, Churchill queria que a Inglaterra lutasse pela Polônia. Chamberlain concordou. No fim da guerra Churchill conseguiu o que queria: a Tchecoslováquia e a Polônia estavam sob a ditadura do império de Stálin.
Como é que, então, os homens podem proclamar Churchill como o “Homem do Século”?
É verdade que as tropas americanas e inglesas libertaram a França, a Holanda e a Bélgica da ocupação nazista. Mas antes que a Inglaterra declarasse guerra contra a Alemanha, a França, a Holanda e a Bélgica não precisavam ser libertas. Essas nações já eram livres, e só foram invadidas e ocupadas depois que a Inglaterra e a França declararam - em favor da Polônia - guerra contra a Alemanha.
Quando paramos para pensar nas perdas que a Inglaterra e a França sofreram - centenas de milhares de mortos, privação, falência, o fim de impérios - valeu a pena a II Guerra Mundial, considerando que de todo jeito a Polônia e todos outros países da Europa Oriental foram completamente abandonados e entregues à opressão comunista?
Se o objetivo do Ocidente era a destruição da Alemanha nazista, foi um sucesso “esmagador”. Mas por que destruir Hitler? Se foi para libertar os alemães, não valeu a pena. Afinal, Hitler subiu ao poder através do processo democrático, recebendo voto dos próprios alemães.
Se foi para impedir Hitler de atacar a Europa Ocidental, por que declarar guerra contra ele e levá-lo a atacar a Europa Ocidental? Se foi para manter Hitler fora da Europa Oriental e Central, então o destino já era certo: Stálin era que ficaria mesmo com essas regiões.
Valeu a pena lutar uma guerra mundial - com 50 milhões de mortos?
A guerra que a Inglaterra e a França declararam para defender a liberdade da Polônia acabou tornando a Polônia e toda a Europa Oriental e Central escravos do comunismo. E nas festividades de Moscou, americanos e russos estavam na frente e centro, sorrindo - mas os ingleses e os franceses não. Dá para compreender.
Sim, Bush tocou numa questão que ainda vai trazer muitos problemas imprevisíveis.
*Patrick J. Buchanan concorreu duas vezes à candidatura presidencial do Partido Republicano. Ele é também fundador e editor da revista The American Conservative. Atualmente, ele trabalha como analista político da MSNBC e colunista sindicalizado. Ele assessorou três presidentes na Casa Branca e é autor de sete livros.
Traduzido e adaptado por Julio Severo.
Fonte: Mídia Sem Máscara - 15/05/2005
Nota: Para a população dos países aliados não há a menor dúvida de que a II Guerra Mundial não valeu a pena. França e Inglaterra declararam guerra à Alemanha não para defender os interesses de seus cidadãos, mas foram levados à guerra pela manipulação judaica para defender os interesses dos mesmos. O mesmo ocorreu depois com os EUA.
Cegos pelas mentiras judaicas, milhões de arianos morreram combatendo seus próprios irmãos e com isso os únicos vitoriosos foram os vermes judeus. Não deixemos que eles saiam impunes!
A partir deste momento devemos intensificar a luta contra nosso inimigo mortal. Ao trabalho camaradas!
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 09:09 PM
UMA PERGUNTA, RESPONDA RÁPIDO!!
Quem desses dois nomes inventou o telefone?
a) Alexander Graham Bell
b) Antonio Meucci
A resposta seria Graham Bell, se a pergunta fosse: quem dos dois foi um milionário judeu, dono da Western Union Telegraphs, maior empresa de telégrafos dos estados unidos?
O verdadeiro inventor do telefone foi o imigrante italiano pobre Antonio Meucci que não tinha 250 dólares para patentear sua invenção, então mandou seus protótipos para a empresa de telegrafo e inocentemente entregou o ouro AOS BANDIDOS. Meucci morreu na miséria durante o inverno de 1889 enquanto Bell colocou seu nome da historia e sua empresa no hall das mais ricas do mundo. A família de Meucci nunca desistiu de lutar por meios legais para desfazer a injustiça até que depois de 100 anos de luta nos tribunais (e provavelmente varias acusações de anti-semitismo) em 15 de junho de 2002 o congresso americano reconhece Antonio Meucci como único e legítimo inventor do telefone.
Esse fato foi totalmente abafado pelos meios de comunicação em paises controlados pelo dinheiro de outros roubos como esses que ainda não foram descobertos. Nos estados unido e no Brasil isso é totalmente ignorado e continuam nos ensinando mentiras nas nossas escolas.
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 09:10 PM
OS JUDEUS.
Winston Churchill sugeriu que os judeus eram "parcialmente responsáveis pelo antagonismo" que os marcou como "sanguessugas hebreus", de acordo com o artigo que veio à público pela primeira vez em 2007. O documento de 1937, "como os judeus podem combater a perseguição" foi trazido à toa pelo Dr. Richard Toye, um historiador da Universidade de Cambridge. Anos antes de Churchill se tornar primeiro ministro, o artigo aparentemente permaneceu escondido nos arquivos de Churchill em Cambridge desde os primeiros meses da Segunda Guerra Mundial. O artigo diz que "a fraqueza dos perseguidores" não era a única razão pelo tratamento de choque dos judeus durante os tempos."
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 09:11 PM
Protocolo dos sabios de Siao
Protocolos dos sábios de Sião
3ª guerra Mundial, Nova ordem Mundial, crise económica e mais.
Verdade: Os protocolos são manual de regras ditadas por um guia aos sionistas (judeus) para controlar as massas,
por um governo secreto no mundo, iluministas e franco-maçons e por aí fora, o
assunto é complexo. Estes manuscritos são reais , existem mesmo, surgiram
num congresso de associações sionistas reunidas em Bade (1897), tidos como
documentos secretos até 1912 quando foram então revelados na Rússia.
Essa publicação deve-se a Sergio Nilu que em 1901 recebeu os originais de Alexis Nicolaievich Suchotin.
Mentira: Esse livro foi escrito pela policia secreta Russa, seria uma fraude. Caro leitor voce
poderá conferir as passagens que irei mencionar abaixo e verificar que tudo o
que fora planeado há 200 anos está acontecendo hoje, os Protocolos não são um
documento falso. Não são um documento racista contra os israelitas,
sionistas. Assim como as críticas ao governo Bush não são críticas racistas ao
povo americano, assim como as críticas á guerra não são críticas
racistas.
"Imprensa, o seu papel é o de excitar e inflamar as paixões entre o povo " ,
"Em política, é preciso saber tomar a propriedade de outrem sem hesitar, se por esse meio temos de alcançar o poder."
"Os gentios são um rebanho de carneiros e nós somos os lobos! E bem sabeis o que acontece aos carneiros quando os lobos penetram no redil!"
Leia estas e mais coisas que falam os Protocolos! É chocante , é a realidade do nosso dia a dia!
A nova ordem sempre existiu, a 3ª guerra há muito que está planeada, a maçonaria actua secretamente nos governos, algumas
pistas estão bem visíveis aos nossos olhos!
George w. Bush apoiou Ariel Sharon quando este cercou o quartel de Arafat, mas depois o conflito intensificou-se e Bush já dizia a Sharon para recuar. Recentemente o chefe de Estado Maior Israelita confessou em Beersheva que eles tinham um plano para assassinar Arafat.
Israel é inimiga do Afeganistão, Bush bombardeou o Afeganistão com o pretexto de capturar Bin Laden, certo? Errado, pois deixaram-no escapar mesmo debaixo dos olhos, e Bush mais tarde disse que já não queria saber
do Bin laden inclusivé ordenou ao Fbi que deixasse de investigar a familia dele.
Agora os EUA controlam Afeganistão e pretendem construir lá um oleoduto, o negócio do ópio fica entregue ás forças da Aliança do Norte.
Israel odeia também Irão, reparem como os Estados Unidos logo após bombardear o Iraque já estão ameaçando atacar o irão?
Acho que são coincidências demais.
Israel tem diversas armas quimicas e nucleares e ninguém vai lá inspeccionar.
Vários países criticaram os EUA por ocultar informação. Os EUA mentiram relativamente ás armas de destruição massiça no Iraque. O Pentágono admitiu dar informações falsas á mídia internacional em nome da segurança, etc.
Mentiras e mais mentiras, mas, tudo está de acordo com o que dizem os Protocolos!
"Imprensa, o seu papel é o de excitar e inflamar as paixões entre o povo [...] E o público está muito longe de poder imaginar quem é o primeiro beneficiário da imprensa. [...]
">A imprensa nos será uma boa ferramenta para oferecer aos homens tantas opiniões diferentes que eles perderão qualquer visão global e se perderão no labirinto das informações. [...]
Assim, eles chegarão à conclusão que o melhor é não ter opinião (política).
Acerca da manipulação de imprensa e opinião pública vejam o protocolo 7, veja como está sendo cumprido até hoje!
"Devemos obrigar os governos cristãos a obrar de acordo com este plano, que amplamente concebemos e que já está chegando à sua meta. A opinião pública ajudar-nos-á, essa opinião pública que o 'grande poder', a imprensa, secretamente já pôs em nossas mãos. Com efeito, com poucas excepções, que não têm importância, a imprensa está toda em nossa dependência."
A 3ª guerra mundial já está planeada:
A guerra já está planeada, vejam o que disse o acessor do 1ºMinistro de Ariel Sharon: "A Terceira Guerra Mundial vai acontecer, gostemos ou não... onze de setembro foi apenas o começo... Ainda há mais, um dos maiores illuminati Albert Pike
teria escrito numa carta a Mazzini que ...A terceira guerra mundial explodiria no Oriente Médio devido a inimizade entre os árabes e os israelenses e que ela terminaria com a instauração de uma ditadura mundial.
Plano para invasão de sete Países
Paul Richter em Los Angeles diz que os Estados Unidos preparam ataques a 7 países:
China, Rússia, Iraque, Irão, Coreia do Norte, Líbia e Síria. E é verdade. Após bombardearem o Afeganistão dirigiram-se ao Iraque, sem motivo bombardearam o Iraque. Ao mesmo tempo ameaçavam a Coreia do Norte, depois acusaram A Síria de apoiar o Iraque, agora ameaçam atacar o Irão caso eles avancem com o programa nuclear, enfim, dentro de poucos anos iremos constatar que tudo se vai compondo.
Os noticiários encarregar-se-ão de nos transmitir os "factos".
A Russia mantem laços militares e economicos com varios países árabes, inimigos de Israel. Reparem que há pouco tempo os Eua acusaram a Russia de fornecer material bélico ao Irão e Iraque... Mais cedo ou mais tarde os EUA vão entrar em conflito com a Russia.
Líbia faz fronteira com o Egipto, e ultimamente tem desenvolvido treinos militares.
Mais protocolos:
Vícios, endividamento, instabilidade financeira, pânico...
"Dominar as pessoas pelos seus vicios, distrair a atenção das massas pelas diversões populares, jogos, competições esportivas, etc; divertir o povo para impedilo de pensar.
Destruir toda estabilidade financeira: multiplicar as crises económicas e preparar a bancarrota universal; parar as engrenagens da indústria; fazer ir por água abaixo todos os valores; concentrar todo o ouro do mundo em certas mãos; deixar capitais enormes em absoluta estagnação; em um momento dado, suspender todos os créditos e provocar o pânico.
Diga-me, não é exactamente isto que está acontecendo no seu país? No meu, no de todos?
É necessário compreender que a força da multidão é cega, insensata, sem raciocínio, indo para a direita ou para a esquerda..
Penso que aqui se referem á confusão política, o povo vota num partido de direita, e este governa pessimamente o país, há crise, promessas não cumpridas, etc. O povo nos anos seguitnes tenta votar noutro partido, esquerda por exemplo, as
promessas eram outras, continua tudo na mesa. A dada altura o povo apercebe-se que votar é uma ilusão, os partidos parecem opostos mas prosseguem os planos do partido anterior, nada muda. Ou seja as moscas são outras mas a bosta é a mesma.
Toda a crise num País é manipulada pelo Governo.
É o cenário de uma situação de crise criada e as soluções para ela apresentada, que incluem aumento na segurança e perda de
liberdades. Com uma crise manipulada, o governo pode manipular o povo obtendo a solução para a crise, direccionando a
população para um caminho já previamente escolhido.
A violência deve ser um princípio ; a astúcia e a hipocrisia, uma regra para os governos que não queiram entregar sua coroa aos agentes de uma nova força.
Por isso não nos devemos deter diante da corrupção, da velhacada e da traição, todas as vezes que possam servir as nossas finalidades. Em política, é preciso saber tomar a propriedade de outrem sem hesitar, se por esse meio temos de alcançar o
poder.
É precisamente o que os políticos cumprem à regra!Vamos relacionar esse protocolo com uma profecia, repare como as
profecias são também presságios acertados.Siddarta Gautama dissera: Milhões de pessoas irão perder os seus tesouros,
não pela mão de bandidos mas através daqueles que foram designados para cuidar delas.
Repare, quem foi designado para cuidar do seu dinheiro? O governo, os Bancos, os bancos cobram mais juros do que deveriam, promovem o endividamento familiar. O governo aumenta o iva, cobra imensos impostos, hoje em dia tudo tem imposto.
Quem nos tira a maior fatia do nosso salário?
Outro protocolo diz:
"Armamos todos os partidos e fizemos do poder o alvo de todas as ambições. Transformamos os Estados em arenas onde reinam os distúrbios... Dentro de pouco tempo, as desordens e bancarrotas surgirão por toda a parte."
Podemos ouvir na tv, crise económica, crise europeia, desemprego, milhares de empresas prestes a falir. Máximo histórico do preço do petróleo, irá inflacionar o preço dos transportes, dos alimentos que são transportados, iremos sentir no
orçamento familiar as despesas com o combustivel, etc. Portugal por exemplo, tem 3000 empresas em risco de falir, os portugueses têm no geral milhões de euros de endividamento (cerca de 9 milhões de euros), somos um dos povos com maior endividamento para com o grupo.
Outro protocolo diz:
O nosso poder reside na fome crônica, na fraqueza do operário, porque tudo isso o escraviza à nossa vontade, de modo que ele fique sem poder, força e energia de se opor a ela. A fome dá ao capital mais direitos sobre o operário do que a
aristocracia recebia do poder real e legal.
Podemos ver a fome como o desemprego, milahres de empregados ficam na miséria, o resto do país (milhões de empregados)temem
perder os seus empregos, ficam passivos, obedientes, os patrões aproveitam-se da situação de medo, exploram os direitos dos funcionários, começam a pagar menos dinheiro! Com receio de ficar sem emrpego, as pessoas submetem-se.
Repare ainda como as profecias não fogem á realidade, dizia Nostradamus na quadra III:
"A criança nascerá com dois dentes na garganta, haverá na Itália (Toscana) chuva de pedras (bombardeios?).
Anos mais tarde, não haverá trigo nem cevada para satisfazer os homens, que morrerão de
fome."
Continua o protocolo a respeito do desemprego...
"Quando criarmos, graças aos meios ocultos de que dispomos por causa do ouro, que se acha totalmente em nossas mãos, uma crise econômica geral, lançaremos à rua multidões de operários, simultaneamente, em todos os países da Europa."
Repare novamente em Nostradamus, versículo III.
"As representações do ouro e da prata vítimas da inflação, depois do vôo da doce vida, serão atiradas em um fogo em fúria; esgotados e perturbados pela dívida pública, os papéis e as moedas serão destruídos."
Deixe-me mostrar-lhe a gravidade de tudo isto, incrivelmente precisa esta profecia. Haverá inflacção, estamos actualmente passando por isto, em Portugal, Brasil, enfim todos os Países, inclusivé EUA.
Em breve pretendem acabar com o dinheiro, papel e moedas, inclusivé cartões de crédito, virá o implante digital para substituir tudo isso.
Veja mais...
Este protocolo é bem sério:
"Os gentios são um rebanho de carneiros e nós somos os lobos! E bem sabeis o que acontece aos carneiros
quando os lobos penetram no redil! Fecharão ainda os olhos sobre tudo o mais, porque nós lhes prometeremos restituir todas as liberdades confiscadas, quando se aquietarem os inimigos da paz e os partidos forem reduzidos à impotência. É inútil dizer que esperarão muito tempo esse recuo ao passado..." [Protocolo 11 - O Estado Totalitário]
Reflecte bem o que Bush prometeu, que o povo poderia perder algumas liberdades ,porque a prioridade máxima era a guerra após o 11 de Setembro, combater os países "inimigos da paz”, tal como Powell referiu recentemente que o Hammas também é inimigo da paz.
Não acha muita coincidência eles utilizarem o mesmo termo : "Inimigos da paz "
O Governo de Portugal pretende quebrar laços familiares:
O ministro actual do emprego Bagão Felix pretende alterar a lei de desemprego, ou seja quem estiver desempregado será obrigado a ir trabalhar para longe se houver uma proposta de trabalho, caso rejeite perderá o subsídio de desemprego.Ou seja, se um pai de família morar no Algarve, e receber uma porposta de trabalho para Lisboa, terá que ir! E a sua esposa, e filhos ficam longe do pai, não é estranho?
Em Portugal actualmente há meio milhão de desempregados, somos um país pequeno com cerca de 10 milhões de habitantes.Que apoios dá o nosos país para quem tiver filhos? Porque será que a taxa de natalidade está a diminuir? A população cada vez mais envelhecida, cada vez menos jovens. As editoras exploram os pais de família, têm o monopólio dos livros de estudos e o ministério da educação permite. Quem tiver um filho na escola, compra alguns cinco ou seis livros, cada livro em média custa 25 euros! (este ano houve aumento).
Além disso, milhares de escolas em cidades ou aldeias pequenas, com poucos alunos, fecharão. Impedindo muitos de ter
acesso aos estudos, e os jovens trabalhadores têm acesso dificultado aos estudos de noite (ensino recorrente), todas as leis e alterações de leis prejudicam a família, o acesso aos estudos, a taxa de natalidade. Por isso cada vez há mais analfabetismo, menos nascimentos.
Menos qualidade de vida.
Outra coisa: Alguns casais recebem pensão social por invalidez ( ou marido ou mulher ficou inválido por acidente, ou doença) a certa altura a segurança social (para a qual descontaram uma vida inteira) corta o subsídio. Essas famílias, com filhos, sem apoios, passam fome, dificuldades. Sabe o que o Governo lhes aconselha!? Divórcio para receber outra pensão melhor. Quebrar oficialmente o laço familiar, imagine separar-se da sua mulher, ou do marido, dos filhos, oficialmente, no papel, pela porcaria dum subsídio. É o que o Governo pretende, quebrar laços de família.
E perante tudo isto, o presidente disse temos que manter pensamento positivo claro!
Nós somos pessimistas, mas eles andam há 4 anos a prometer a melhoria, a melhoria económica seria para 2004, agora é anunciada para 2006.(ano de eleições)
Não sejamos pessimistas, mas sim Realistas! E não deixemos que nos tomem por idiotas!
Os nomes de alguns políticos famosos maçons:
João Soares
Santana Lopes
Pinto Balsemão( ex-presidente de Portugal)é Maçon.(a 22 de Julho de 2000 inaugurou o Museu
da Maçonaria, na Quinta da Regaleira, Sintra).
Durão Barroso já participou em reuniões de Maçons, e tambem no encontro do Grupo Bilderberg em
1999 em Sintra.
Santana Lopes também esteve presente. E ele é o actual 1º minsitro de Portugal, outra
coincidencia. Maçons como 1º ministros, influentes na política, tal como a
Maçonaria afirma sempre.
Durão Barroso deixa o lugar de 1º Ministro ao amigo
maçon, e sem eleições antecipadas, o presidente Sampaio concordou. Não
aceitou eleições antecipadas. Curiosamente Sampaio esteve também nessa reunião
maçónica a 14 de Junho. Santana em 18 de Outubro de 2003 esteve presente na
cerimónia de descerramento do Busto de Gomes Freire de Andrade ( grão mestre
Maçon) pela GLLP (Grande Loja Legal de Portugal).
Esses dados acima são facilmente encontrados em buscas na internet, em artigos do correio da manha, diário de noticias, independente, em foruns, etc.
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 09:12 PM
Isto é Genocídio
por Robert Thompson
Aqueles que ouvem regularmente a este programa sabem que eu sou inabalavelmente contra ao que é chamado de "A Nova Ordem Mundial ", isto é, eu sou contra o estabelecimento de um governo mundial sob as Nações Unidas e outras entidades internacionais.
O estabelecimento de um governo mundial, o qual está se formando agora, e tem começado a se formar desde que a guerra para impor a Nova Ordem Mundial terminou em 1945, significará o fim da liberdade Norte-Americana.
Nós alcançamos o ponto onde o Presidente dos Estados Unidos se sente mais obrigado a obter a permissão das Nações Unidas para ação militar do que ele se sente obrigado para obter autorização do próprio Congresso.
Desde que já estamos tão longe nesta ladeira perigosa, eu acho que é sábio parar um pouco e olhar aos propósitos ostensivos das Nações Unidas, e quão bem suas ações coincidem com seus princípios declarados.
Um dos princípios declarados é a oposição ao genocídio, isto é, a tentativa de destruição de um povo. Vamos dar uma olhada na definição da ONU de genocídio.
A citação seguinte é da "Convenção sobre Genocídio" das Nações Unidas.
"Atos constituindo Genocídio " Artigo II "Na presente Convenção, genocídio significa qualquer um dos seguintes atos cometidos com a intenção de destruir, em todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, tais como :" " (a) Matar membros de um grupo;" "(b) Causar sérios danos físicos ou mentais a membros do grupo;" "(c) Deliberadamente inflingir ao grupo condições de vida calculadas para trazer sua destruição física ao todo ou em parte;" "(d) Impor medidas intencionadas para prevenir nascimentos dentro do grupo;" "(e) Transferir de maneira forçada crianças de um grupo para outro grupo."
Genocídio, pela definição acima, se aplica a grupos nacionais, incluindo Norte-Americanos; e grupos étnicos, incluindo pessoas de ascendência Européia nos Estados Unidos e África do Sul; tanto quanto à qualquer outros grupos. É o meu dever dizer que as pessoas de ascendência Européia neste mundo são os alvos de uma campanha constante, consistente, sistemática e sustentada de genocídio, com a intenção de humilhar, subjugar, e eventualmente eliminar nossa gente. Isto está sendo cumprido em dois níveis: por meio de coerção governamental, tanto aberta quanto encoberta; e por meios de uma campanha de guerra psicológica, tanto aberta quanto encoberta, usando técnicas sofisticadas de guerra psicológica, uma campanha de guerra mental subliminar.
Pense sobre a integração racial. As leis que anteriormente protegiam a liberdade de associação de diferentes grupos raciais, que durante toda a história registrada tem mostrado uma forte tendência a segregarem-se e revelaram um forte desejo de viverem entre os de sua própria espécie e por seus próprios valores, todas essas leis foram revertidas por decretos ilegais de uma Corte Suprema esquerdista, até que, hoje em dia, a liberdade de associação é virtualmente ilegal, exceto, até agora, dentro do quarto de dormir. Todas as sociedades humanas, e, de fato, todas as formas de vida superiores neste planeta, requerem um território exclusivo para a sua sobrevivência. Tanto nações quanto espécies defendem seus territórios, às vezes até a morte, porque esta verdade está gravada em seus corações a um nível muito profundo e instintivo. É este conhecimento interior da necessidade de um território exclusivo, que nos faz naturalmente agruparmo-nos nas linhagens étnicas e faz com que nossos jovens homens desejem lutar e morrem para manter nosso território – nossa nação – para nós próprios. Nós não podemos sobreviver a menos que nós tenhamos um território exclusivo para nós. Integração tira isto de nós.
De acordo com a seção C da Convenção de Genocídio, genocídio é "Deliberadamente inflingir a um grupo condições de vida calculadas para trazer sua destruição física em todo ou em parte". Ver os assassinatos interraciais e as estatísticas de estupro interraciais liberadas pelo FBI é o suficiente para qualquer pessoa racional ver que os Americanos de ascendência Européia tem sido alvos de um constante ataque físico, devido em grande parte à promoção da "integração". E "integração" tem destruído nosso sistema de justiça criminal; os culpados frequentemente saem impunes, ou os inocentes são perseguidos, não pela base das evidências, mas baseado na composição racial do júri, que é sabido até mesmo pela mídia de notícias ser um dos mais importantes fatores no resultado de um julgamento.
Uma das consequências particularmente horríveis da "integração" é a tomada à força de nossas pequenas e inocentes crianças, algumas delas de apenas cinco anos, e mandá-las em ônibus escolares para as zonas de guerra de Terceiro Mundo, que é o que tantas de nossas cidades se tornaram; ou mandar de ônibus gangues violentas para dentro de nossos bairros – tudo em nome da "integração". De acordo com a seção E da Convenção de Genocídio, genocídio é definido como "Transferir forçadamente crianças de um grupo para outro grupo". Mesmo apesar de membros decentes e preocupados de muitas raças terem sido contra isto desde o começo, nossos ‘mestres’ estão agora acelerando o empurrão para promover adoções interraciais como uma política oficial do governo, cuja oposição a ela será punida por lei. Isto também se enquadra na definição de genocídio sob a seção E.
A seção B da Convenção de Genocídio define genocídio como "Causar sérios danos físicos ou mentais a membros de um grupo". Nós temos discutido danos físicos – e sobre danos mentais? Para ser saudável, toda criança e todo adulto deve tem um senso positivo de identidade. Nos Estados Unidos, nossas escolas costumavam ensinar nossas crianças sobre as contribuições positivas de nossa raça, que fundou a América e a própria Civilização Ocidental. Nós ensinávamos nossas crianças a respeitar as culturas de outros povos, sim, mas também a reverenciar e honrar os feitos de nosso próprio povo, da Ilíada a Shakespeare, de Stonehenge ao transístor, até a caminhada na Lua. E eles eram ensinados que estes eram NOSSOS feitos! Mas sob o atual regime do "Politicamente Correto", é considerado maligno saber o fato de que nossa civilização é uma civilização Européia. Nossos feitos não devem ser mencionados em aulas ou em livros escolares a menos que seja dado um peso igual a feitos Africanos, Orientais ou Lésbicos ou Comunistas, e que a verdade e precisão histórica que se danem! O desejo de um povo de viver entre sua própria espécie é chamado de "racismo", e culpa por este pecado imaginário é inculcada entre nossa juventude em quase todo livro, programa de televisão, filme ou até mesmo jogo de computador que está disponível a eles. Dizem a eles que seus ancestrais, que construíram a América e o Ocidente, estavam errados, e que somente a revolução dos "direitos-civis", inspirada de maneira Comunista, das últimas décadas é que finalmente acertou as coisas. Eles são forçados a engolir uma visão de mundo em que qualquer coisa que tenda à sobrevivência e avanço dos Brancos Norte-Americanos é considerado maligno, e tudo o que tende para a nossa extinção é considerado bom, por definição. Esta moralidade forasteira e estranha, que não faz bem a qualquer raça, exceto aos seus auto-apontados mestres, tem dolorosamente atingido duas gerações inteiras de nosso povo. Isto é doente – isto é maligno – e isto é sem dúvida nenhuma genocídio – "causar sérios danos mentais a membros de um grupo".
A seção D da Convenção do Genocídio define genocídio como " impor medidas intencionadas a prevenir nascimentos dentro do grupo". Pergunte a si mesmo esta questão. Qual tem sido o resultado demográfico de toda a agitação dita "feminista" das últimas décadas? Ela tem resultado em uma significante redução nos números dos Terceiro-Mundistas que agora infestam nossas cidades? Será que as mulheres mexicanas imigrantes ilegais, ou as mães do "bem-estar social" (welfare) estão agora decidindo preferir suas carreiras e deixando para ter filhos somente quando elas estiverem próximas dos 40 anos? Ou são as tradicionais mulheres Euro-Americanas que tem decidido que há coisas mais importantes do que o nascimento e criação da próxima geração de nosso povo?
Nós como um povo não estamos nem mesmo nos repondo. Nós estamos começando nossas família tarde, se começamos, e poucas mulheres estão tendo as três crianças necessárias para manter nossos números. A promoção do aborto atualmente tem causado pouco efeito na crescente população de não-Americanos dentro de nossas fronteiras, mas ela convenceu muitas milhões de pessoas, de nosso próprio povo, que assassinar suas crianças no útero, por nenhuma razão melhor do que conveniência pessoal, é uma idéia boa e louvável. Uma geração inteira foi, portanto morta, e nunca verá a luz do dia – ainda outra razão porque a porção da população de ascendência Européia está declinando abruptamente. Outras políticas anti-nascimentos incluem as campanhas governamentais e da mídia para promover e legitimizar homossexualidade.
Há alguma estrutura de poder identificável dentro da América que está "impondo medidas intencionadas para prevenir nascimentos dentro do grupo?" Você pode apostar que sim!
Nós ainda não tocamos na seção A da convenção, "matar membros de um grupo", mas quando os garotos da Nova Ordem Mundial tiverem sucesso em nos desarmar, nós veremos quais são as suas verdadeiras intenções a este respeito.
Também em andamento está uma lenta guerra contra nós, agora sendo levada em nossas próprias cidades; e também há o fato, exposto muitas vezes neste programa, que a maioria das guerras neste século tem sido planejadas para o benefício dos elitistas da Nova Ordem Mundial – e são nossos pais, irmãos e filhos que fazem os mortos.
É o multi-racialismo genocídio? Sim, é isso.
É o multi-culturalismo genocídio? Sim, é isso.
Ensinar as minorias auto-estima enquanto ensina-se aos Brancos "sensibilidade", é genocídio? Sim, é isso.
A doutrinação de diversidade é genocídio? Sim, é isso.
Tolerância com a imigração ilegal é genocídio? Sim, é isso.
É qualquer imigração não-Branca, exceto talvez para representantes consulares e diplomáticos, genocídio? Sim, é isso.
As leis anti-discriminação constituem genocídio? Sim, elas constituem.
As leis de "crime de ódio" constituem genocídio? Sim, elas constituem.
Apoio do aborto por conveniência constitui genocídio? Sim, isto constitui.
Promoção da homossexualidade constitui genocídio? Sim, constitui.
A supressão de informações sobre diferenças raciais constitui genocídio? Sim, constitui.
Inibir pesquisa sobre as diferenças raciais constitui genocídio? Sim, constitui.
A "ação afirmativa" é genocídio? Sim, é genocídio.
A promoção subliminar ou aberta de sexo interracial na TV é genocídio? Sim, é genocídio.
A falha de prover tempo igual na mídia para os Brancos promoverem sua causa, constitui genocídio? Sim, constitui.
A sabotagem da lealdade dos Brancos Americanos para sua própria raça constitui genocídio? Sim, constitui
A sabotagem da soberania de nossa nação e da promoção do governo mundial constitui genocídio? Sim, constitui.
Não é necessário usar câmaras de gás para cometer genocídio.
Alguns de nosso próprio povo, de maneira a ganhar favores com uma elite traidora e desleal, acham, para sua própria vantagem, sacrificar a integridade de nossa nação e de nossa raça, por dinheiro ou poder. Alguns do nosso próprio povo prefeririam se render e se esconder do que lutar. Por tanto tempo quanto eles forem capazes de ir levando, eles fingem ignorar a decadência e colapso de nossa civilização, trazida como resultado direto do programa genocida sendo imposto à nós. Eu acredito que o dia está chegando quando eles deverão responder por sua traição. Se este dia chegar, e eu acredito que ele chegará, eles vão achar suas desculpas caindo em ouvidos surdos: "Traição, como ela poderia ser punida...?"
Aqueles que promovem a Nova Ordem Mundial hoje são os primos espirituais, e em alguns casos, físicos, daqueles que fundaram o Comunismo. Apesar de que a tentativa de governo mundial aberta do Comunismo afundou nos seus fracassos econômicos, nós cometemos um grande erro se nós pensamos que o perigo passou.
Aqueles que criaram o Comunismo, em primeiro lugar como um instrumento de controle mundial estão muito vivos, e seu sonho maligno de governo mundial está sendo agora atingido. Eles tem sido sempre amigáveis para o Comunismo, porque ele favorece seus objetivos secretamente. Eles usam palavras-código como "restaurar a democracia", enquanto eles impõem tiranias Comunistas na África do Sul e Haiti. Eles odeiam todas as raças, mas eles odeiam especialmente a nossa raça – porque nossas nações, uma vez acordadas, tem o potencial para derrotar seus esquemas malignos.
Vamos ver se o presente plano para "integração" coincide ou não com os objetivos Comunistas.
Um dos maiores escritores Comunistas na Inglaterra no começo do século vinte já tinha planos de longo alcance para o problema racial.
Ele tinha a dizer em seu livro, A Racial Program for the 20th Century ("Um Programa Racial para o Século 20"), como foi impresso no Registro Congressional para 1957, página 8559:
"Na América, nós vamos objetivar por uma vitória discreta. Enquanto inflamamos a minoria Negra contra os Brancos, nós vamos nos empenhar em instilar nos Brancos um complexo de culpa por sua exploração dos Negros. Nós vamos ajudar os Negros a subir em proeminência em todos os campos da vida, nas profissões e no mundo dos esportes e entretenimento. Com este prestígio, os Negros serão capazes de se casar inter-racialmente com os Brancos e começar um processo que vai entregar a América à nossa causa."
Bem, aqui está. Direto da boca do cavalo. Eu quero que você preste uma atenção especial à declaração, e eu enfatizo: "... nós vamos nos empenhar em instilar nos Brancos um complexo de culpa por sua exploração dos Negros." Apesar da queda da União Soviética, o pessoal de guerra psicológica Soviética, com a ajuda de seus agentes de influência no Ocidente, tem tido sucesso além de seus sonhos mais delirantes.
Agora, eu pessoalmente acredito que é o tempo certo de desfazer, por todos os meios legais possíveis, o maior triunfo de guerra psicológica Soviética. De fato, este é o maior triunfo de qualquer campanha de guerra psicológica já lançada – a "integração" racial nos Estados Unidos. É claro que os poderosos aliados dos Comunists ajudaram, e estes "ajudantes" estão bem próximos a nós, aqui mesmo na América.
Em 1928, o escritor Comunista Joseph Pogany foi enviado aos Estados Unidos por Moscou com a missão de implementar a agenda racial Soviética na América. Escrevendo no jornal Comunista, The Daily Worker, sob o nome de Joseph Schwartz, este expôs o programa de seu partido para a destruição racial deste país. O programa era:
"1. Abolição do sistema inteiro de discriminação racial e assegurar igualdade racial total;" " 2. Assegurar aos Negros o direito de voto;" "3. Abolir todas as leis Jim Crow e proibir discriminação contra Negros na venda ou aluguel de casas;" "4. Abolir todas as leis proibindo casamento inter-racial de pessoas de raças diferentes;" "5. Assegurar total integração nas escolas públicas e universidades;" "6. A admissão igual de Negros em estações de trem, salas de espera, hotéis, restaurantes e teatros;" "7. Total integração do Exército e Marinha." "8.Permitir Negros a se juntar a todos as uniões de trabalhadores;" "9. Oportunidades iguais de emprego para Negros."
Agora, estas medidas têm uma ligação familiar com eles? É claro que têm. Isto é o que se tornou o movimento dos "direitos civis" norte-Americano. Este era o plano. Há gente que nos diz que "integração" vai nos fazer uma nação melhor e mais forte. Você acredita que os Soviéticos teriam feito qualquer coisa para fazer nossa nação mais forte ou melhor? Você espera que eu acredite nisso? Para qualquer um que tenha sido crédulo o suficiente para aceitar ao todo ou qualquer parte desta agenda, eu digo isto: Lenin tinha uma expressão para você. Ele se referia àqueles no Ocidente que conscientemente serviam à interesses Soviéticos como seus "idiotas úteis".
Neste ponto, nós podemos esperar ouvir as vaias, os chiados e os protestos: "eu não me importo se nós fomos levados pelo nariz no assunto racial pelos Comunistas, isto era certo!". Se você pensa que nossa sociedade fraturada e em desintegração é melhor até mesmo para os Negros, do que a forte, confiante, próspera e pacífica América de antes da revolução dos "direitos civis", então você está realmente vivendo num mundo de fantasia. "Integração" forçada de povos vastamente diferentes nunca funciona – isto somente destrói. A história está repleta de exemplos. Lembre-se, a maioria dos povos do Terceiro Mundo que tem sido encorajados e permitidos a virem até aqui não são os reais inimigos da América. Eles estão apenas aproveitando vantagens de uma situação criada pelos inimigos da América. Sua cultura e sobrevivência, também, estão em perigo sob a agenda multicultural da Nova Ordem Mundial. Os inimigos da América são aqueles que criaram e estão empurrando esta agenda.
Para nos opôr ao programa genocida da Nova Ordem Mundial, nós devemos dizer algumas coisas que nossos mestres decidiram que nós não devemos dizer. Eles querem homogeneizar todos nós e destruir todas as raças e nações para cumprir seu sonho de conquista mundial.
Destruir as identidades e sentimentos raciais e nacionais são seu objetivo número um – porque tais sentimentos são o maior obstáculo no caminho de "um mundo só". Ao invés de exércitos, na América nossos inimigos tem nos conquistado pela infiltração de nosso governo e de nossa mídia – eles tem conquistado nossas mentes – mas eles não conquistaram todos nós. Alguns de nós sabemos que nós devemos nos opôr ao genocídio de nossa raça. Nós sabemos em nossos corações que nós não somos "odiadores", e que nossa luta pela liberdade e independência não é baseada no ódio a outros ou a outras culturas, pelas quais nós devemos, é claro, mostrar o devido respeito, mas baseado, ao invés disso, no amor à nossas crianças, e as crianças delas, e as incontáveis gerações futuras, e na determinação de que a luz representada pela nossa civilização Ocidental nunca deva ser extinguida.
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 09:13 PM
VEJAM COM EXCLUSIVIDADE AS REGRAS QUE TODO MUNDO DEVE TER EM MENTE QUANDO OUVE OS NOTICIÁRIOS OU LÊ OS JORNAIS
AS REGRAS
01 - No Oriente Médio, são sempre os "fascínoras" dos árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende. Esta defesa chama-se "represália".
02 - Os Árabes Palestinos ou Libaneses, não tem o direito de matar civis. Isso se chama "terrorismo".
03 - Israel tem todo o direitos de matar civis Árabes. Isso se chama
"Legitima Defesa".
04 - Quando Israel mata civis, as potências ocidentais pedem que seja mais comedido. Isso se chama uma "Reação da comunidade Internacional".
05 - Os palestinos e os Libaneses não têm o direito de capturar combatentes de Israel mesmo que o número dos capturados seja inferior a três soldados. Isso se chama "seqüestrar pessoas indefesas".
06 - Os israelenses têem o direito de levar a qualquer hora e de qualquer lugar quantos Palestinos e Libaneses desejarem (atualmente são mais de 10.000 no total, dos quais 300 são crianças, e 1.000 são mulheres). Não há limite e não precisam ter provas de culpabilidade de crimes cometidos pelos seqüestrados. Basta mencionar a palavra Mágica "Terrorista" como justificativa. Israel pode manter os seqüestrados presos definitivamente.
07 - Quando se menciona 'Hezbollah", é obrigatório na mesma frase dizer a expressão "apoiado e financiado pela Síria e pelo Irã".
08 - Quando se menciona "Israel", é proibido falar a expressão "apoiado ou financiado pelos Estados Unidos". Isso pode dar a impressão de que o conflito é desigual e que Israel não está em perigo existencial.
09 - Nunca falar de "Territórios Ocupados" ou de resoluções da ONU, nem "violações de direitos humanos ou internacionais" nem da "convenção de Gênova". Isso pode perturbar os israelenses ou os ocidentais especialmente os telespectadores da CNN, da FOX, da BBC, etc.
10 - Tanto os Palestinos quanto os Libaneses são "covardes" que se escondem entre a população civil que não os querem. Eles dormem com as suas famílias nas suas casas. Isso se chama de "covardia". Israel tem todo o direito de aniquilar os bairros onde eles estão. Isso é permitido e se chama "ação cirúrgica de alta valentia".
11 - Os Israelenses falam melhor o Inglês, o Francês, o Espanhol, o Português etc. que os Árabes. E por isso eles e os que os apóiam são mais entrevistados e tem mais oportunidade que os Árabes para explicar as presentes regras (de 1 a 10). Isso se chama de "neutralidade jornalística".
12 - Todas as pessoas que não estão de acordo com o exposto acima são definitivamente "Terroristas" e "Anti-semitas de Alta Periculosidade".
[Traduzido do Francês por M.N.Manasseh]
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 09:14 PM
SOUTH PARK
Não é de hoje que a série de desenhos animados South Park dá umas cutucadas nos judeus. Na cidade onde se passa a história existe apenas uma família judaica e as contradições dela com as outras são sempre expostas.
Existe um personagem racista, o gorducho Cartman, herói para muitas crianças e adolescentes. Em quase todos os episódios o racismo de Cartman é evidenciado e suas falas contra judeus são bem conhecidas. Por incrível que pareça existem muitos judeus que curtem o Cartman e isso é a demonstração de como a propaganda racista vai incutindo seus valores nas pessoas.
No episódio que foi ao ar ontem (26/mar/2005) pelo canal 42 da NET, Cartman se finge de robô para afanar uma fita de vídeo em poder de seu amigo Butters. As falas racistas são na maioria das vezes totalmente irrelevantes ao contexto da história, como foi esse caso. A mãe de Butters diz que eles vão para Los Angeles e pergunta para a mãe de Cartman, se o gorduho pode ir com eles. A resposta foi a seguinte: “Bem, não sei. É que ele está de castigo porque queria exterminar os judeus na semana passada”. Sem mais nem menos, simplesmente isso.
Cartman, o personagem principal, o ídolo de milhões de crianças e jovens, fica de castigo (mas não cumpre) por querer exterminar os judeus e tudo bem. Isso é passado como mensagem positiva e entra na cabeça de quem assiste o programa. Tem gente que se preocupa quando uma suástica fora de contexto aparece numa foto num jornal ou num desenho animado oriental. Cartman é MUITO PIOR.
Fonte: Mídia Judaica Independente
Nota: South Park é mais um de uma série de "desenhos politicamente incorretos" que se tornaram bastante populares nos EUA na última década. O desenho possui grande audiência e apesar das supostas falas anti-semitas os próprios judeus lucraram com isso não exitando em ganhar milhões de dólares ao produzirem um longa metragem de South Park que foi distribuido e exibido por diversas cadeias de cinema pelo mundo todo. Nessas horas eles não se importam muito com política. Para eles o dinheiro sempre fala mais alto.
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 09:17 PM
Me desculpem a sessão de Ctrl C + Ctrl V, mas eu estou respostando alguns textos e notiícias da antiga conta do outro forum.
Obrigado
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