View Full Version : Serviço Militar Obrigatório - Sim ou Não?
Afonso Santos
January 3rd, 2011, 06:44 PM
Caros camaradas,
serve o presente tópico para saber da da vossa opinião acerca da pertinência de ter ou não um Serviço Militar Obrigatório.
Em Portugal este foi abolido por lei em 2004, apesar de "informalmente" estar morto desde 1997. Desconheço a situação no Brasil, pelo que peço a vossa colaboração para o efeito.
Pessoalmente, penso que as Forças Armadas (FA) não podem nem devem ser vistas como uma organização que apenas treina indivíduos para um eventual cenário de guerra e que lhes dá algum exercício físico. Não!
As FA são acima de tudo uma escola, uma escola de formação do indivíduo, e o SM deve ser obrigatório em qualquer Nação que se preze, pois os valores que o SM pode transmitir mais nenhuma entidade na sociedade actual os fomentará.
As FA fomentam no indivíduo:
1 - Idealismo, em vez do materialismo fútil da sociedade actual.
2 - Disciplina, Autoridade e cadeia de comando
3 - Coragem
4 - Poder de decisão
5 - Sentido de responsabilidade
6 - Sentido de luta pelos interesses da comunidade geral
7 - Enaltecimento dos valores e capacidades pessoais
8 - Sentido de Nacionalidade
9 - Sacrifício do indivíduo pela Nação
E vocês, o que pensam?
Stolas
January 3rd, 2011, 07:19 PM
Cada pessoa tem um certo grau de liberdade para saber o que quer, muitos não gostam de exército, eu mesmo não gosto(do brasileiro), apesar de demonstrar um certo nível de disciplina. Os soldados, em muitos lugares ficam sem nada para fazer, em Porto Alegre, eles não fazem nada, ficam só sugando dinheiro, pagando alguns apoios e abdominais, fazer trilhos de trem, estradas, ATÉ NA PARAÍBA FAZEM. Aqui não presta para nada.
A tecnologia do exército é uma brincadeira, já vi tantos projetos para serem pesquisados no exército, tanto no ITA(Instituto Tecnológico da Aeronáutica), IME(Instituto Militar de Engenharia) e CTA(Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial). São ótimos projetos, mas por conta da própria politicagem você não é capaz de fazer nada, não pagam bem os melhores engenheiros do Brasil, enquanto os engenheiros militares formados pelo próprio ITA e IME estão trabalhando de só pesquisa, nada de prática, por uns 3 mil reais por mês, são chamados para se aperfeiçoarem no MIT e até trabalhar para a Boeing por 20 mil dolares por mês.
Só por estudar para entrar em um instituto desses, já aprendo muitas coisas, quem quer ser piloto no Brasil tem que fazer 4/5 anos de AFA(Academia da Força Aérea) e mais 4/5 anos de especialização para pilotar uns cacarecos. Na marinha, o maior instituto é a Escola Naval, se mata estudando para entrar em um lugar e navegar em banheiras, são banheiras mesmo, e dizem que é navio. Para entender, até os aviões da marinha são melhores que os da Força Aérea.
Não vou dizer nada sobre a AEB(Agência Espacial Brasileira), não fez nada até hoje, vergonha.
Estes tempos eu estava vendo o caso dos submarinos nucleares, foi a maior politicagem que já tinha visto, saiu as reportagens respectivamente:
- Brasil produz tecnologia de propulsão nuclear;
- Brasil COMPRA tecnologia de propulsão nuclear;
- Brasil COMPRA SUBMARINOS com propulsão nuclear.
As Forças Armadas do Brasil não prestam. Pouca coisa de bom se tira daí.
Nikolas Försberg
January 4th, 2011, 03:24 AM
No Brasil apenas o alistamento é obrigatório, todos se alistam mas poucos servem nas Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica).
Um bom modelo a ser implantado seria o que é feito em Israel, 2 anos de serviço militar obrigatório a todos, homens e mulheres.
As Forças Armadas mesmo sendo um local repleto de não-brancos eu acho que é o que mais se aproxima dos valores perdidos na sociedade como diciplina, moral, civilidade e responsabilidade.
As FFAA no Brasil são um monte de sucata e de militares que não passam de "numeros" para o governo, não há nenhum incentivo para os militares de carreira e os temporários.
O que eu mais vejo são pessoas ingressando nas Forças Armadas e depois pedindo baixa por verem seus sonhos destruidos pela inoperância governamental e a falta de comandantes como Castelo Branco, hoje se vê muitos "gerentes" e meros "administardores" nas Forças Armadas.
Mas mesmo assim eu aconselho aos camaradas que ingressem nas FFAA, seja pela oportunidade de aprender algo ou pela infiltração. O Exército Brasileiro que eu servi não se parece em nada com o Exército Brasileiro que existe hoje em dia.
Muitos valores já se perderam nas Forças Armadas, ainda mais em locais onde as tropas são compostas por maioria não-branca, um tipo de "anarquia velada" reina, mesmo que discretamente.
O que vemos hoje é a tercerização da guerra, cada vez mais abertamente que ao invés de usarem forças militares regulares usam mercenários.
Mercenários da Blackwater (http://www.militar.com.br/blog13062-1---MERCEN%C3%81RIOS-DA-BLACKWATER-J%C3%81-EST%C3%83O-NA-AMAZONIA)
A própria Legião Estrangeira é uma força mercenária.
Me desculpem se eu sai um pouco do tema do tópico, mas achei que seria interessante citar isso.
Stolas
January 4th, 2011, 04:26 PM
No Brasil apenas o alistamento é obrigatório, todos se alistam mas poucos servem nas Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica).
Um bom modelo a ser implantado seria o que é feito em Israel, 2 anos de serviço militar obrigatório a todos, homens e mulheres.
As Forças Armadas mesmo sendo um local repleto de não-brancos eu acho que é o que mais se aproxima dos valores perdidos na sociedade como diciplina, moral, civilidade e responsabilidade.
As FFAA no Brasil são um monte de sucata e de militares que não passam de "numeros" para o governo, não há nenhum incentivo para os militares de carreira e os temporários.
O que eu mais vejo são pessoas ingressando nas Forças Armadas e depois pedindo baixa por verem seus sonhos destruidos pela inoperância governamental e a falta de comandantes como Castelo Branco, hoje se vê muitos "gerentes" e meros "administardores" nas Forças Armadas.
Mas mesmo assim eu aconselho aos camaradas que ingressem nas FFAA, seja pela oportunidade de aprender algo ou pela infiltração. O Exército Brasileiro que eu servi não se parece em nada com o Exército Brasileiro que existe hoje em dia.
Muitos valores já se perderam nas Forças Armadas, ainda mais em locais onde as tropas são compostas por maioria não-branca, um tipo de "anarquia velada" reina, mesmo que discretamente.
Então... o que adianta entrar para servir se você pode ficar até pior quando sair?
Castelo Branco... Não fez nada pelo país, a um tempo atrás já tinhamos discutido a questão da Ditadura Militar no SF, ninguém foi capaz de dar uma explicação de coisas boas que esses milicos do alto escalão fizeram. Encheram o Brasil com estradas que não prestam para ficar fazendo politicagem com os empreiteiros norte-americanos. Não vi fazendo muita coisa pelo exército também, descartou de vez as ferrovias e contribuiu para a explosão populacional. Quanto a questão da Ditadura, devem explicações da razão de defender este lixo para mim e para o MCMLXXXII.
O que vemos hoje é a tercerização da guerra, cada vez mais abertamente que ao invés de usarem forças militares regulares usam mercenários.
Mercenários da Blackwater (http://www.militar.com.br/blog13062-1---MERCEN%C3%81RIOS-DA-BLACKWATER-J%C3%81-EST%C3%83O-NA-AMAZONIA)
A própria Legião Estrangeira é uma força mercenária.
Me desculpem se eu sai um pouco do tema do tópico, mas achei que seria interessante citar isso.
Com este tipo de exército é mais fácil para as grandes empresas conseguirem uma certa proteção de minas e lugares estratégicos, no caso a amazônia.
A amazônia além de ser o berço de milhares de tipos de remédios no mundo, é uma grande cartada para quem quer achar gás natural, petróleo e minerais preciosos como ouro e nióbio.
Afonso Santos
January 4th, 2011, 05:55 PM
(...)
A tecnologia do exército é uma brincadeira, já vi tantos projetos para serem pesquisados no exército, tanto no ITA(Instituto Tecnológico da Aeronáutica), IME(Instituto Militar de Engenharia) e CTA(Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial). São ótimos projetos, mas por conta da própria politicagem você não é capaz de fazer nada, não pagam bem os melhores engenheiros do Brasil, enquanto os engenheiros militares formados pelo próprio ITA e IME estão trabalhando de só pesquisa, nada de prática, por uns 3 mil reais por mês, são chamados para se aperfeiçoarem no MIT e até trabalhar para a Boeing por 20 mil dolares por mês. (...)
Obrigado pelo detalhe da resposta. Mas pelo que depreendo das tuas palavras, tu opões-te ao SM tal como ele existe actualmente no Brasil, não como conceito, certo? Como tu próprio referes, as FA no Brasil são dominadas por uma "politicagem" de valores e de capacidade de gestão muito duvidosa.
Mas e então, e se as FA fossem geridas por outras pessoas e por uma outra filosofia, para passarem a prestar o serviço à Nação que elas realmente têm de prestar? Será que a população jovem brasileira pode adquirir aqueles nove princípios que citei por outra qualquer instituição? Será que não seria essencial um SMO no Brasil - sério e bem gerido por Nacionalistas competentes - nem que fosse por um mínimo de 4 meses (que era o mínimo em Portugal), e eventualmente para rapazes e raparigas, como muito bem referiu o Nikolas?
Nikolas Försberg
January 5th, 2011, 01:28 AM
Então... o que adianta entrar para servir se você pode ficar até pior quando sair?
Castelo Branco... Não fez nada pelo país, a um tempo atrás já tinhamos discutido a questão da Ditadura Militar no SF, ninguém foi capaz de dar uma explicação de coisas boas que esses milicos do alto escalão fizeram. Encheram o Brasil com estradas que não prestam para ficar fazendo politicagem com os empreiteiros norte-americanos. Não vi fazendo muita coisa pelo exército também, descartou de vez as ferrovias e contribuiu para a explosão populacional. Quanto a questão da Ditadura, devem explicações da razão de defender este lixo para mim e para o MCMLXXXII.
Com este tipo de exército é mais fácil para as grandes empresas conseguirem uma certa proteção de minas e lugares estratégicos, no caso a amazônia.
A amazônia além de ser o berço de milhares de tipos de remédios no mundo, é uma grande cartada para quem quer achar gás natural, petróleo e minerais preciosos como ouro e nióbio.
Se perceber bem eu não estou clamando bençãos aos militares, eu estou comparando sobre como eram as coisas no Governo Militar e como são as coisas hoje.
No Governo Militar as coisas estavam longe de serem perfeitas, mas sem sombra de dúvida alguma a coisas estavam bem melhores (menos piores) com os militares do que com Collor, FHC, Lula e Dilma. Isso é um fato.
Faça esse comparativo e veja sobre o que eu estou falando.
Quanto ao termo "ditadura", referindo-se ao governo militar, eu não reconheço esse termo como sinônimo para época do Governo Militar, embora eu fosse jovem na época, eu cheguei a viver 8 anos do Governo Militar.
Ditadura? Que ditadura é essa que tem partido politico e imprensa? que ouve censura eu adimito que houve, mas não houve a "ditadura do pensamento" como existe hoje em dia.
As Forças Armadas e Forças Policiais perseguiam criminosos, assaltantes, comunistas, terroristas, assassinos, estupradores e muitos outros bandidos da esquerda criminosa.
Por isso, analisar o Governo Militar apenas por uma ótica é dar um tiro no pé.
Stolas
January 5th, 2011, 02:32 PM
Obrigado pelo detalhe da resposta. Mas pelo que depreendo das tuas palavras, tu opões-te ao SM tal como ele existe actualmente no Brasil, não como conceito, certo? Como tu próprio referes, as FA no Brasil são dominadas por uma "politicagem" de valores e de capacidade de gestão muito duvidosa.
Mas e então, e se as FA fossem geridas por outras pessoas e por uma outra filosofia, para passarem a prestar o serviço à Nação que elas realmente têm de prestar? Será que a população jovem brasileira pode adquirir aqueles nove princípios que citei por outra qualquer instituição? Será que não seria essencial um SMO no Brasil - sério e bem gerido por Nacionalistas competentes - nem que fosse por um mínimo de 4 meses (que era o mínimo em Portugal), e eventualmente para rapazes e raparigas, como muito bem referiu o Nikolas?
Eu me oponho sobre qualquer coisa que venha do Brasil, nada da certo, ninguém quer fazer certo e ainda pagar por isso. Acho que o Brasil tem que rever antes seu conceito de nação pois aqui cada estado se odeia.
Faz um tempo atrás estavam fazendo uma enquente a respeito do Brasil ser considerado nação, eu disse que não era, por ter a ideia de que EU não sou semelhante a um nordestino. Brasil é aquela mistureba terrível.
Para isso teria que passar pelo cadáver de muitos das FA para conseguir colocar uma pessoa que preste por lá.
Caros camaradas,
serve o presente tópico para saber da da vossa opinião acerca da pertinência de ter ou não um Serviço Militar Obrigatório.
Em Portugal este foi abolido por lei em 2004, apesar de "informalmente" estar morto desde 1997. Desconheço a situação no Brasil, pelo que peço a vossa colaboração para o efeito.
Pessoalmente, penso que as Forças Armadas (FA) não podem nem devem ser vistas como uma organização que apenas treina indivíduos para um eventual cenário de guerra e que lhes dá algum exercício físico. Não!
As FA são acima de tudo uma escola, uma escola de formação do indivíduo, e o SM deve ser obrigatório em qualquer Nação que se preze, pois os valores que o SM pode transmitir mais nenhuma entidade na sociedade actual os fomentará.
As FA fomentam no indivíduo:
1 - Idealismo, em vez do materialismo fútil da sociedade actual.
2 - Disciplina, Autoridade e cadeia de comando
3 - Coragem
4 - Poder de decisão
5 - Sentido de responsabilidade
6 - Sentido de luta pelos interesses da comunidade geral
7 - Enaltecimento dos valores e capacidades pessoais
8 - Sentido de Nacionalidade
9 - Sacrifício do indivíduo pela Nação
E vocês, o que pensam?
1 - Recruta e soldado aqui não é feito para pensar.
2 - É a única coisa que conseguem passar, mas para muitos essa atitude fica somente dentro do quartel.
3 - ??? Vejo eles entrarem no exército para se matarem, não por coragem.
4 - Todo mundo tem poder de decisão aqui no Brasil, todos se acham engenheiros civis e mecânicos.
5 - Depende muito do individuo.
6 - Vendem armas até para traficantes.
7 - Capacidade só para ficar correndo e calcular somas do tipo 300 + 24 = 324.
8 - Pra que presta isso se não tem o resto.
9 - Não existe nação e cada um se odeia.
Se perceber bem eu não estou clamando bençãos aos militares, eu estou comparando sobre como eram as coisas no Governo Militar e como são as coisas hoje.
No Governo Militar as coisas estavam longe de serem perfeitas, mas sem sombra de dúvida alguma a coisas estavam bem melhores (menos piores) com os militares do que com Collor, FHC, Lula e Dilma. Isso é um fato.
Faça esse comparativo e veja sobre o que eu estou falando.
Quanto ao termo "ditadura", referindo-se ao governo militar, eu não reconheço esse termo como sinônimo para época do Governo Militar, embora eu fosse jovem na época, eu cheguei a viver 8 anos do Governo Militar.
Ditadura? Que ditadura é essa que tem partido politico e imprensa? que ouve censura eu adimito que houve, mas não houve a "ditadura do pensamento" como existe hoje em dia.
As Forças Armadas e Forças Policiais perseguiam criminosos, assaltantes, comunistas, terroristas, assassinos, estupradores e muitos outros bandidos da esquerda criminosa.
Por isso, analisar o Governo Militar apenas por uma ótica é dar um tiro no pé.
Mas o comunismo da China também tem partido!
Esqueci de dizer sobre a imprensa, criou Globo e deu canais para o Silvio Santos. :D
Nikolas Försberg
January 5th, 2011, 03:42 PM
Eu me oponho sobre qualquer coisa que venha do Brasil, nada da certo, ninguém quer fazer certo e ainda pagar por isso. Acho que o Brasil tem que rever antes seu conceito de nação pois aqui cada estado se odeia.
Faz um tempo atrás estavam fazendo uma enquente a respeito do Brasil ser considerado nação, eu disse que não era, por ter a ideia de que EU não sou semelhante a um nordestino. Brasil é aquela mistureba terrível.
Para isso teria que passar pelo cadáver de muitos das FA para conseguir colocar uma pessoa que preste por lá.
Sim, exato. Não acredito em nada do sistema e seu programa de igualdade.
1 - Recruta e soldado aqui não é feito para pensar.
2 - É a única coisa que conseguem passar, mas para muitos essa atitude fica somente dentro do quartel.
3 - ??? Vejo eles entrarem no exército para se matarem, não por coragem.
4 - Todo mundo tem poder de decisão aqui no Brasil, todos se acham engenheiros civis e mecânicos.
5 - Depende muito do individuo.
6 - Vendem armas até para traficantes.
7 - Capacidade só para ficar correndo e calcular somas do tipo 300 + 24 = 324.
8 - Pra que presta isso se não tem o resto.
9 - Não existe nação e cada um se odeia.
1)Isso só acontece porque não existe motivação parte de quem comanda e nem por parte de quem é comandado. Isso é pior ainda em unidades com maioria não-branca.
2)Existe outra opção? Talvez se os comandante honrassem as calças que vestem e fossem bater diretamente de frente com o sistema as FFAA não estariam servindo de "Curso Técnico de Formação de Soldados do Crime", porque um militar sem incentivo, que vai sair das FFAA com uma mão na frente e outra atrás vai ir colocar em prática o que aprendeu a serviço do crime.
3)São mercenários legalizados e isso deve primeiramente a inoperância dos comandantes que parecem mais gerentes de varejão, não passam de "pau mandado" do sistema e depois do próprio sistema que esta pouco se lixando para as Forças Armadas e Forças Policiais.
O sistema quer apenas seguir com sua agenda de dominação mundial.
Veja esses 2 videos
http://www.youtube.com/watch?v=BPNXoxVLbcE
http://www.youtube.com/watch?v=BPvuh5KVCGU
Antes que digam que eu já postei esse video, eu sei que já postei esses videos antes, mas ele cabem exatamente para a situação.
4)Quem tem poder de decisão no Brasil? Deve estar falando de um bando de incopetentes e talvez alguns poucos de pé no chão mas esses ultimos nem são ouvidos.
5)Depende de muitas coisas, desde a criação até o carater do individuo.
6)Isso também depende, não se pode colocar todos dentro do mesmo caldeirão.
7)Um incentivo resolveria isso, veja o caso da Alemanha antes e depois de Hitler.
8)Não reconheço nacionalidade sem raça.
9)Exatamente por que não temos uma nação no Brasil. Se basearmos tudo que fizermos em raça, muita coisa seria melhorada, aspectos raciais em tudo e em todas as áreas.
Nas Forças Armadas e Forças Policiais no Brasil os militares e policiais são:
"Os indesejáveis, comandados por incopetentes, fazendo o indispensável para um bando de ingratos."
Coronel Fernando Principe da PMERJ
Quanto a falta de pulso...
http://www.youtube.com/watch?v=r-js50FSvdU&feature=related
Mas o comunismo da China também tem partido!
Esqueci de dizer sobre a imprensa, criou Globo e deu canais para o Silvio Santos. :D
Agrande diferença é que o Governo MIlitar o Brasil não foi uma ditadura e na China Comunista, Cuba, o conjunto de paises da ex-União Soviética e todos os paises comunistas foram ditaduras enquanto foram comunistas e são ditaduras os que ainda são comunistas.
Abaixo uma lista de "partidos" na China
Além do Partido Comunista da China, que é denominado o partido dirigente, existem outros partidos não reconhecidos legalmente que são chamados de "partidos democráticos":
* Comitê Revolucionário do Partido Komingtang da China
* Liga Democrática da China
* Associação da Construção Democrática da China
* Associação de Fomento da Democracia da China
* Partido Democrático Camponês e Operário da China
* Partido Zhi Gong
* Sociedade de Três de Setembro da China
* Liga para Democracia e Autonomia de Taiwan
Estes partidos existem desde antes da Revolução de 1949 na China.
Fonte da lista de "partidos" da China:Lista de "Partidos" na China (http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_partidos_pol%C3%ADticos_da_Rep%C3%BAblica_Popular_da_China)
Como eu disse antes, não estou clamando bençãos aos militares, e se olhar verá que eu disse também que o Governo Militar estava longe de ser perfeito, mas com 100% de certeza eu te digo que as coisas estavam bem melhores na época dos militares do nos dias passamos nas mãos da quadrilha do PT e do PSDB, e isso é um fato inegável.
Veja a primeira ação do Ministro da Justiça depois da nomeação da quadrilheira Dilma:
Brasil restringe o uso de armas de fogo pela polícia (http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1083227&tit=Brasil-restringe-uso-de-arma-de-fogo-pela-policia-)
Dilma repreende general (http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-em-dia/noticias/politica/dilma-repreende-general-do-gsi-por-fala-sobre-ditadura-1.223577)
Portaria restringe uso de armas de fogo pela PF e PRF (http://www.jornaldiadia.com.br/jdd/brasil/47536-portaria-disciplina-uso-de-armas-e-forca-pela-pf-prf-e-forca-nacional)
Como não conseguem - e não querem - controlar o bandido fica comodo controlar o cidadão e o policial.
Entendeu agora a COMPARAÇÃO que eu fiz?
Eu não disse que o Governo Militar foi a maior maravilha, eu disse que era melhor do que é hoje.
Quanto a quadrilha do PT, espere coisas bem piores... PNDH-3 não é nada perto do que esta por vir.
Wagneriano
January 6th, 2011, 10:17 AM
Eu mesmo já fui cadete militar e passei por uma experiência altamente positiva em escolas militares até ingressar numa Academia Militar que acredito ainda ser uma das melhores na América latina. Na época já havia muitos problemas principalmente no âmbito interno que foi fator principal para a minha saída, entre tantos outros que nem faço questão de citá-los.
Sem dúvidas que as FA s são as instituições que mais se aproximam de um belo ambiente conservador dentro um país como o nosso, istó é considerando as exceções. Porém não concordo enquanto a obrigatoriedade num ambiente multicultural como o Brasil. O mais adequado era uma reforma total nas FA baseado no ideal racial semelhante as SS, e enquanto ao serviço militar seria obrigado aos mais aptos tanto do posto de vista físico e intelectual... Estes deveriam ser despertados desde o primário igual aos espartanos que disciplinava os guerreiros desde o nascimento até a morte.
Afonso Santos
January 7th, 2011, 11:58 AM
Quanto a falta de pulso...
(...)
O que este grande coronel Ubiratan diz acaba por ser a consequência da raiz do problema.
A filosofia do "coitadinho" e da apologia à vitimização; a filosofia de que os criminosos e os preguiçosos têm tantos direitos (ou mais) do que os que são sérios e trabalhadores: é com base nesta filosofia que na nossa sociedade se distingue e enaltece a mediocridade, e se cometem todo o tipo de injustiças, em nome da pretensa "igualdade de direitos" que esta democracia defende.
Qual é a verdadeira raiz deste problema?
Na minha opinião, a raiz do problema está na Carta dos Direitos Humanos, herança da revolução francesa maçónica.
Que sentido há em haver uma Carta de Direitos, sem que haja igualmente, e a um mesmo nível de importância, uma Carta de Deveres? Que raio de gente é esta que fala em direitos adquiridos à nascença, sem que lhe associe Deveres? É a falta deste "outro lado da balança" que permite que se crie esta sociedade de irresponsabilidade e de injustiça. O que estou a querer dizer é que, o problema não está na Carta dos Direitos em si, mas sim na falta do contra-poder, o que permite o exagero da primeira.
E há mais.
É com base nos ensinamentos desta nefasta Carta, cujos princípios estão assentes em todos os pilares da nossa sociedade e que aceitamos no nosso Inconsciente sem darmos por isso, que temos o problema RACIAL.
Todos os vídeos e verdades que vocês (principalmente os camaradas Nikolas e Hoffman) por aqui têm apresentado sobre a extrema tolerância da sociedade Branca em relação aos negróides, em que se permite que eles possam fazer de tudo impunemente, tendo mais direitos que os Arianos, têm a sua origem na Carta. Muitos Brancos sentem "remorsos" por causa da escravatura e tal, e então numa espécie de equilíbrio para respeitar os Direitos Humanos dos pobres negróides, permite-se que estes tenham mais direitos que nós.
Há uns tempos atrás fiz uma leve referência ao meu desprezo pela dita Carta no SF Portugal, e o anarca residente atacou-me ferozmente por causa disso, e fui apontado como uma espécie de monstro, tendo os restantes que lá andam apoiado com o seu silêncio. Infelizmente nem todos querem pensar realmente no significado que está por detrás de certos conceitos...
Voltando ao assunto do tópico, numas FA a sério este equilíbrio de deveres-direitos é incutido na pessoa, e numa sociedade racial de um país ariano, negróides não teriam lá lugar.
Aguardo por opiniões em relação ao que aqui é dito :D
"(...) Intolerance is absolutely indispensable for the growth of any Faith."
Adoph Hitler's "Mein Kampf", 2º volume.
Ricardo Mendonça
January 9th, 2011, 03:37 AM
Idevor, eu sou a favor do ensino militar obrigatório, claro...(O primeiro voto da poll foi meu...)
As razões que penso que fazem com que se imponha como necessário são tantas, que quaisquer pequena desvantagem que possa ter é claramente ultrapassada pela vantangens que confere. Individual e colectivamente, é um instrumento de engrandecimento que me custa a perceber como pode ter sido abandonado...
No entanto meu amigo, gostaria que tu, ou algum dos nossos camaradas falasse em instituições como a Mocidade Portuguesa, os Jovens Fascistas, o a juventude Hitleriana. A existência dessas instituições antecedia, o serviço militar na vida dos mancebos e pelas mesmas razões, ou quase, que justificam aqueles poder-se-ia justificar a existência destas...
Como é que se chamava aquele período de trabalho a favor da comunidade? Em Portugal não sei se houve...Mas em Itália e na Alemanha sim.
Não será também benéfico? Idevor poderias falar um pouco sobre isto?
Idevor (Afonso...) ou qualquer um claro....Eu sobre isto sei pouco de cabeça.
Percebes? Queria trazer o assunto para a formação do carácter do indivíduo, e para a forma como a presença dessas instituições na vida do cidadão o levariam a perspectivar-se perante a Nação, perante a colectividade.
Como as instituições, mocidade Portuguesa, HitlerJugend, Giovanni Fascisti, saberiam conferir um sentido de pertença a cada um. De honra e de dever. De sacrifício...
Afonso Santos
January 10th, 2011, 06:24 PM
No entanto meu amigo, gostaria que tu, ou algum dos nossos camaradas falasse em instituições como a Mocidade Portuguesa, os Jovens Fascistas, o a juventude Hitleriana. A existência dessas instituições antecedeia, o serviço militar na vida dos mancebos e pelas mesmas razões, ou quase, poder-se-ia justificar a sua existência...
Como é que se chamava aquele período de trabalho a favor da comunidade? Em Portugal não sei se houve...Mas em Itália e na Alemanha sim.
Não será também benéfico? Idevor poderias falar um pouco sobre isto?
Idevor (Afonso...) ou qualquer um claro....Eu sobre isto sei pouco de cabeça.
Percebes? Queria trazer o assunto para a formação do carácter do indivíduo, e para a forma como a presença dessas instituições na vida do cidadão o levariam a perspectivar-se perante a Nação, perante a colectividade.
Como as instituições, mocidade Portuguesa, HitlerJugend, Giovanni Fascisti, saberiam conferir um sentido de pertença a cada um. De honra e de dever. De sacrifício...
Exactamente.
Quando coloquei este tópico, com as razões que apresentei no meu post inicial, estava exactamente a pensar na formação decorrente de um SMO, que se pode (e deve) estender a uma dessas milícias mencionadas.
A Mocidade Portuguesa (MP), nasceu em 1936 para os rapazes e um ano depois para as meninas.
O primeiro comissário da MP foi Luís Nobre Guedes, fervoroso simpatizante do III Reich, e por isso mesmo tentou fazer da MP uma cópia "à portuguesa" das Juventudes Hitlerianas.
A MP tinha originalmente uma função idêntica à da Legião Portuguesa (LP), que era "defender o património espiritual da Nação e combater a ameaça comunista e o anarquismo", só que a MP era destinada aos jovens até aos 18 anos, enquanto a LP se dirigia a todos os que tivessem idade superior a essa. Ambas tinham como função principal algo que é essencial à organização de um Estado, e que a degenerada Democracia aboliu: a educação espiritual do Povo pelo Estado, o enquadramento na realidade histórica nacional, a valorização dos heróis e dos valores éticos que eles nos legaram e dos quais são exemplo maior, o entendimento e a percepção dos valores da Pátria, da Tradição e da Raça.
Sei, através de um familiar que pertenceu a esta 1ª geração da MP, que era comum haver um orador que falava aos jovens sobre os heróis nacionais e os seus actos heróicos, como por exemplo Nun' Álvares Pereira, bem como falar sobre os males do comunismo e da anarquia.
Nobre Guedes deixou de ser comissário em 1940, e depois da II Guerra Mundial, a MP passou a ser uma instituição claramente menos militar e mais virada para a espiritualidade, princípios e valores.
http://2.bp.blogspot.com/_vY-uTNkGQTQ/TALFkfu4KvI/AAAAAAAABFw/ejP99z9p8II/s1600/PST+98+-+MOCIDADE+PORTUGUESA+PORTA+ESTANDARTE.jpg http://2.bp.blogspot.com/_A37YH78fImU/TBGD5pXES7I/AAAAAAAAAc0/McQFIvbo30c/s1600/15mocidade_portuguesa1.jpg http://2.bp.blogspot.com/_WSI_dWuQWMY/TA-pkjK2dOI/AAAAAAAACbw/7YKVOPzwWnM/s1600/MocidadePortuguesa03.jpg
Penso que em Portugal não havia oficialmente esse período de trabalho em prol da comunidade.
Na Alemanha, sei que havia a questão da "qualidade de cidadão" - que vai de encontro ao que eu falei no anterior post sobre direitos e deveres - um cidadão quando nascia era um Citizen Subject (desculpem o inglês mas eu nunca li o mein kampf em português, e como tal não sei como foi isto traduzido), e só aos 21 anos, depois de ter cumprido o percurso escolar, o percurso nas juventudes hitlerianas e o SMO, então ganharia o direito a ser um Citizen Member com todos os direitos de um qualquer cidadão germânico. Isto sim, é uma verdadeira cultura de Nação! Já agora, aqueles(as) camaradas que são descendentes de alemães, talvez pudessem acrescentar algo sobre isto, caso tenham algum familiar que viveu "ao vivo" esta realidade??
Quanto ao caso italiano, a esse deixo-te a ti, aki, estás certamente melhor habilitado que eu para falar dele, por isso se quiseres deixar aqui umas linhas especificamente sobre essa questão, agradeço.
Nikolas Försberg
January 10th, 2011, 08:08 PM
Kondagts, apenas para finalizar a questão do Governo Militar no Brasil...
A VERDADE INCONTESTÉVEL
Desculpem a minha ignorância, mas perguntar não ofende: Diante de tanta corrupção praticada nos governos tidos como democráticos, de José Sarney (Murad e outros), de Collor de Melo (PC Farias e outros), de Itamar Franco (Hargreeves e outros), de Fernando Henrique (Serjão e outros)e de Lula (Delúbio, Dirceu, Palloci, Silvinho, Genoíno e centenas de outros), eu PERGUNTO:
Em 30 anos de governo militar, qual o militar que ficou rico?
-Castelo Branco deixou apenas uma modesta casa em Fortaleza e seu soldo de General como herança
-Costa e Silva deixou o apartamento que já possuia (recebido por herança) no Leblon e seu soldo de General
-Garrastazu Médici deixou um apartamento no Rio e um sítio no Rio Grande doSul, que possuia desde antes de 1964, e seu soldo de General
-Ernesto Geisel deixou sua casa em Teresópolis e seu soldo de General,apesar de ter sido também o presidente da Petrobrás
-J.B. Figueiredo deixou um apartamento no Rio e um sítio em Nogueira, sendoambos adquiridos antes de 1964.
Todos viveram muito modestamente, e recolhidos ao convívio familiar, após os seus mandatos presidenciais.
A VERDADE INCONTESTÁVEL: O Brasil cresceu assustadoramente durante o regime militar, chegando acrescer 60% ao ano no governo Médici. Os únicos crimes que existiam eram assaltos a bancos, assassinatos de militares, policiais, bancários e sequestros de embaixadores (todos praticados pelas guerrilhas urbana e rural financiadas por Cuba), além de crimes passionais.
Não se tem notícias da existência do narcotráfico e nem das guerras dos traficantes naquela época.
Existiam furtos mas não assaltos a mão armada que merecessem um mínimo de destaque.
O juros bancários eram perfeitamente suportáveis e quem comprou algum bem financiado pelo banco sabe que é verdade.
Foi fundado o MOBRAL, O FUNRURAL, o BNH, e implantada a MERENDA ESCOLAR em TODAS as escolas do Brasil e das indústrias no Norte/Nordeste. Não há nenhum outro programa governamental de cunho social nos regimes tidos como democráticos, que tenha atingido a tantos milhões de brasileiros como estes, preservando a dignidade do necessitado, sem o cunho humilhante de "esmola".
Enfim, todos que temos consciência sabemos que os melhores tempos se perderam no passado.
E todos que temos consciência sabemos que o projeto de poder das "esquerdas" brasileiras, na verdade, se resumia à locupletação ilícita pessoal, com assaltos, não mais aos bancos, mas aos Cofres Públicos. Pena que não existem mais militares como os de antigamente.
OBS: a citação dos programas de governos do Regime Militar é apenas uma pequena síntese, já que existiram milhares de outros, de igual importância.
A MÁQUINA EMPRESARIAL DO MST
ISTOÉ Dinheiro - Economia - Quarta-feira, 06/08/2003
O movimento dos Sem-Terra virou uma S/A. Tem R$ 20 milhões em caixa, explora a marca, exporta e conquista mercados Leonardo Attuch e Renato Mendes
A empresa têxtil Matrics, localizada em Apucarana, no Paraná, há muito tempo não sabe o que é recessão. É lá que, a cada mês, são produzidos cinco mil bonés e duas mil camisetas para um cliente especial: o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Estima-se que a receita mensal com a encomenda seja de R$ 25 mil, representando um faturamento de R$ 300 mil por ano. “Eles sempre nos pagaram em dia”, conta Patrícia Lima, responsável pelo atendimento ao MST. “Nunca atrasaram uma fatura".Há oito anos, a Matrics fornece roupas, chapéus e bandeiras para os militantes do movimento. Nenhum cliente da empresa cresceu tanto em tão pouco tempo. E aquilo que, no início, despertava uma certa desconfiança nos donos da Matrics, hoje é o carro-chefe da produção.
Há dias em que todos os 45 funcionários dedicam-se exclusivamente ao MST. O gasto dos sem-terra com as camisetas e bonés – o mesmo que causou celeuma ao ser usado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva – revela um lado pouco conhecido de uma organização que vem chacoalhando o País. É a versão S/A do MST. Hoje, os sem-terra atuam como se formassem uma grande corporação empresarial, com todas as divisões internas: produção, vendas, logística, finanças, treinamento e marketing. E, como têm capacidade para promover ações relâmpago em diversos pontos do território nacional, muitas delas simultâneas, os sem-terra reúnem qualidades que faltam a muitas empresas: liderança, disciplina e determinação. Só na última semana, houve invasões coordenadas em Pernambuco, no Paraná e em Minas Gerais. “Temos de admitir que, como uma organização econômica, eles são muito competentes”, reconhece o adversário Luiz Hafers, conselheiro da Sociedade Rural Brasileira.
Na retórica, o MST S/A ainda é bastante duro e agressivo. Os líderes pregam a ocupação à força dos latifúndios, a ampla reforma agrária e até mesmo uma revolução socialista. No entanto, na prática, muitas das iniciativas do movimento são cem por cento capitalistas. O MST administra um caixa milionário, explora o valor da sua marca como poucas empresas, recolhe vastas contribuições internacionais, vende e exporta seus produtos, faz a intermediação financeira nos empréstimos agrícolas governamentais e treina intensamente seus quadros profissionais. Um exemplo é a construção de um centro de formação em Guararema, São Paulo, ao custo de R$ 7,4 milhões. Assim como muitas multinacionais, o MST também terá sua “universidade corporativa”, batizada como Escola Nacional Florestan Fernandes, em homenagem ao sociólogo que inspira o movimento. Uma outra escola já funciona em Caçador, Santa Catarina.
No organograma do poder, a corporação também tem o seu CEO. Ainda que não exista formalmente o cargo de presidente, o líder incontestável, desde a fundação do movimento, em 1984, é o gaúcho João Pedro Stédile, que, há poucos dias, deixou os produtores rurais em estado de alerta ao dizer que existem mil trabalhadores sem-terra para cada latifundiário e conclamou seu exército de 80 mil famílias acampadas a novas invasões. Abaixo de Stédile, há um número restrito de executivos, como Gilmar Mauro, de São Paulo, Roberto Baggio, do Paraná, e Mário Lill, do Rio Grande do Sul. Estes três fazem parte da direção central e Lill, que chegou a entregar uma bandeira dos sem-terra ao palestino Yasser Arafat, é quem cuida das finanças. Descendo na hierarquia, chega-se aos 90 coordenadores regionais em 23 dos 27 Estados brasileiros e aos militantes – quase todos assalariados. Mas de onde vem o dinheiro para manter tanta gente em acampamentos, tantos quadros internos e promover ocupações em regiões tão remotas? “Nós não temos controle sobre o dinheiro, porque é tudo descentralizado e cada regional recolhe os recursos que usa nas suas atividades”, garantiu Lill à DINHEIRO.
Na prática, ainda que haja um certo grau de delegação de poderes, a descentralização não é absoluta. DINHEIRO apurou que o MST S/A tem quatro grandes fontes de recursos. Uma das principais é o próprio setor público, especialmente o governo federal. Por meio de convênios com ministérios como Desenvolvimento Agrário, Trabalho e Educação, o movimento tem acesso a verbas próximas a R$ 8 milhões por ano. São recursos, na maioria dos casos, para treinamento e assistência técnica nos assentamentos. Em segundo lugar, vêm as doações nacionais, da Igreja Católica progressista, e internacionais. O MST S/A conta com enorme simpatia das ONGs européias e algumas delas, como a alemã Caritas e a francesa Frères des Hommes, estão ajudando a levantar a Escola Nacional Florestan Fernandes. Cerca de 65% dos R$ 7,4 milhões orçados vêm de fontes européias. Uma terceira fonte de renda é a cobrança de 1% do que é produzido nos assentamentos. Já existem, organizadas, 150 cooperativas e agroindústrias ligadas ao MST em todo o País. Cada uma fatura, em média, R$ 30 mil mensais e algumas fornecem a multinacionais, como a Parmalat e a Ceval. As cooperativas têm uma receita anual próxima a R$ 54 milhões por ano e o 1% representa R$ 540 mil. Por último, há ainda um “pedágio” de 3% cobrado na liberação de empréstimos para a agricultura familiar ou para projetos habitacionais.
Ocupando o orçamento. Somando tudo, chega-se a uma receita de R$ 20 milhões por ano, valor considerado razoável pelo deputado e ex-ministro do Desenvolvimento Agrário, Raul Jungmann (PMDB-PE). “O MST invade terras com o propósito, muitas vezes, de ocupar o orçamento federal”, disse Jungmann à DINHEIRO. A onda recente de invasões, segundo ele, faz parte dessa estratégia. Até agora, o governo Lula assentou apenas 3 mil famílias. O orçamento da reforma agrária neste ano foi cortado de R$ 400 milhões para apenas R$ 160 milhões. Em 2002, cerca de 100 mil famílias receberam títulos de posse e esperava-se que, na era Lula, a velocidade da reforma agrária, em vez de desabar, crescesse.
Ao mesmo tempo em que invade fazendas, o MST S/A fortalece sua marca por meio de um amplo aparato de marketing. O movimento tem um jornal mensal, com tiragem de 20 mil exemplares, uma revista trimestral com 10 mil unidades e ainda criou diversas rádios nos assentamentos. Nas lojas do movimento, são vendidos bonés, camisetas e bolas de futebol com a marca MST, além dos doces, queijos, biscoitos e dos produtos ligados a militantes famosos, como o fotógrafo Sebastião Salgado e o compositor Chico Buarque (veja quadro abaixo). O sem-terra Eli César, 28 anos, responde pela loja de São Paulo, que gera uma margem de lucro considerável. “Gastamos R$ 3 mil na compra dos produtos e vendemos R$ 16 mil a cada mês”, disse à DINHEIRO. Muitos dos itens à venda nas lojas são também encontrados no site do MST, com versão para seis países europeus: Alemanha, França, Espanha, Itália, Suécia e Inglaterra. Entre os livros, constam ícones do pensamento de esquerda, como Karl Marx, Rosa Luxemburgo e Antônio Gramsci, e até mesmo títulos feministas como A Nova Mulher e a Moral Sexual, de Alexandra Kolontay. “O MST conseguiu criar sua identidade corporativa e se tornou uma marca muito forte, reconhecida no Brasil e no mundo”, disse à DINHEIRO Eduardo Tomiya, diretor de avaliação de marcas da Interbrand, consultoria especializada em marketing.
Cachaça e turismo. O MST S/A, que já assentou 350 mil famílias em todo o País, também diversificou suas atividades e descobriu novos nichos de mercado. Um exemplo é a destilaria Paladar, que produz cachaça na Bahia. “Queremos exportá-la para a Alemanha e a Itália”, disse Júlio César Campos, 36 anos, coordenador do setor de produção do MST baiano. Outro é a agência de turismo rural Turismo Solidário, também conhecida como MSTur, conduzida por Miguel Stédile, filho do líder da organização, o que já aponta um certo ar de empresa familiar na corporação. O foco da MSTur consiste em organizar visitas a assentamentos, onde são oferecidos churrascos e chimarrão aos visitantes. “Durante o último Fórum Social de Porto Alegre, levamos mais de 2 mil turistas, a maioria estrangeiros, aos assentamentos”, revelou Stédile à DINHEIRO. Lá, eles conhecem produtos sem agrotóxicos, que são até exportados para vários países sob as marcas Sabor do Campo e Terra & Frutos, entre outras. E, como toda empresa, o MST sempre prospecta novos mercados potenciais. “Eles são organizados e pesquisam as melhores áreas para atuar”, aponta Francisco Graziano, ex-presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, o Incra. Foi isso que aconteceu, há vários anos, quando o sem-terra José Rainha, recentemente condenado à prisão, foi deslocado do Espírito Santo para atuar no Pontal do Paranapanema, em São Paulo, uma das regiões mais conflagradas do País. “Eles podem ser acusados de tudo, menos de desorganização.” Graziano aponta que uma das principais falhas do movimento é a dificuldade para reter os assentados no campo. “Mais de 30% vendem as terras logo depois que recebem os financiamentos e os títulos de posse”, diz ele.
Apesar das controvérsias, o MST S/A tem tudo para alcançar aquilo que é o sonho de muitas corporações empresariais: a perpetuidade. À medida que a reforma agrária avança, novas cooperativas surgem, assim como novas fontes de recursos. O financiamento proveniente da Europa é um dos pontos mais polêmicos e que mais assustam os grandes produtores rurais. “Os europeus são nossos principais concorrentes e dão dinheiro a uma organização que tem como propósito tumultuar a agricultura brasileira”, aponta João de Almeida Sampaio, presidente da Sociedade Rural Brasileira. Ele lembra que o agronegócio gera um superávit de US$ 24 bilhões por ano no comércio exterior brasileiro. “Nós queremos uma CPI no Congresso para abrir a caixa-preta do MST.” Mas mesmo que o movimento continue avançando, é pouco provável que o MST S/A consiga promover a revolução camponesa e socialista no Brasil. Pesquisas da área de inteligência do governo federal constataram que, assim que se tornam donos de terras, mais de 70% dos sem-terra passam a defender incondicionalmente a propriedade privada e – quem diria – o próprio capitalismo. Pouco a pouco, o ímpeto revolucionário é dissolvido e dá lugar a discussões sobre números contábeis, capital de giro, geração de caixa e até mesmo lucro.
Colaborou Carolina Peres
Sem terra mas com dinheiro de onde vem o faturamento ...
Os convênios com o setor público garantem R$ 8 milhões. O movimento também recolhe doações da Igreja, de ONGs internacionais e cobra 1% de tudo que é produzido nos assentamentos. Além disso, há um “pedágio” de 3% sobre a liberação de financiamentos agrícolas. quais são as despesas ... O dinheiro é usado para pagar salários dos militantes, para a assistência técnica dos assentamentos, para a fabricação de bonés e camisetas e também no treinamento dos líderes. Uma escola, de R$ 7,4 milhões, está sendo construída no interior de São Paulo. outras atividades ... Os Sem-Terra têm um amplo aparato de marketing, com um jornal, uma revista e várias rádios.
Possuem ainda uma destilaria que produz cachaça e uma agência de turismo rural que organiza visitas a assentamentos. as marcas e os produtos ... Além dos alimentos Sabor do Campo, Terra Viva e Terra & Frutos, o MST S/A vende bolas de futebol, livros marxistas e produtos de militantes famosos, como Chico Buarque.
De Castelo Branco a Lula
Ao ver Lula defendendo seu filho que recebeu R$ 15 milhões de reais da TELEMAR para tocar sua empresa, Élio Gáspari publicou essa história buscada no fundo do baú:
Em 1966 o presidente Castello Branco leu nos jornais que seu irmão, funcionário com cargo na Receita Federal, ganhara um carro Aero-Willys, agradecimento dos colegas funcionários pela ajuda que dera na lei que organizava a carreira. O presidente telefonou mandando ele devolver o carro.
O irmão argumentou que se devolvesse ficava desmoralizado em seu cargo.
O presidente Castelo Branco interrompeu- o dizendo: "Meu irmão, afastado do cargo você já está. Estou decidindo agora se você vai preso ou não".
E o Lula ainda "sonha" que não existe ninguém nesse país com mais moral e ética que ele.
Perceberam agora a diferenca entre honestidade e canalhice?
Afonso Santos
January 10th, 2011, 09:14 PM
Caro Nikolas,
pretendo em breve colocar naquela secção da Arte Europeia alguns selos da minha colecção particular que tenham relação com o Nacionalismo, e não me vou esquecer, em tua honra, de lá colocar a série portuguesa de 4 selos emitida em 1973 dedicada à vinda do presidente Médici a Portugal! :)
Ricardo Mendonça
January 10th, 2011, 09:46 PM
Após a Primeira Guerra Mundial, surge em Itália, um movimento político, revolucionário de carácter profundamente nacionalista. O Fascismo. A Terceira via. De carácter reacionário, impõe-se como reacção natural a que obrigava quer comunismo quer liberalismo. Opõe-se ferozmente ao conceito democrático. Sendo portanto um movimento totalitário.
O herói fundador do Fascismo foi Benito Mussolini que com a famosa marcha sobre Roma sobe ao poder em 1922. Onde oitenta mil fascistas entraram na Cidade Eterna, com uma camisa preta, o tricolor e os fasces, desfilando diante do Rei. Unidos por um ideal, novos e velhos, trabalhadores da mente e do braço, velhos soldados e jovens campeões da luta contra os subversivos. Heróis que desafiaram a morte e triunfaram. Magnífico! Sublime!
YouTube - Inno dei Giovani Fascisti
Houve uma fase transitória de aproximadamente três anos até ao completo estabelecimento do Estado Fascista, em 26. Suspendem-se todos os partidos de oposição e o direito de associação severamente restringido.
Será de referir que o principal objectivo seria o de controlar as actividades subversivas de comunistas, financiados treinados e incentivados pela Rússia Bolchevique que procurava, não convém esquecer, instabilizar todos os países, em particular os Ocidentais.
Itália era enquanto unidade nacional uma realidade relativamente recente à época, e a sua história recente resultara num país empobrecido. O analfabetismo era grande, pelo que Mussolini inicia um programa nacional de alfabetização.
Renato Ricci foi incumbido da tarefa de reorganizar o ensino italiano, por forma a garantir ao jovem italiano uma formação capaz de o fortalecer moral e fisicamente.
Desta forma, a escola italiana transmitiria conhecimentos e valores. Aos jovens educados pelos ideais do fascismo, eram ensinados, além das matérias curriculares, a compreender as qualidades e valores do fascismo. Os valores fascistas, enobrecem. Incutem sentimentos patrióticos de dever e heroísmo.
A educação militar, era considerada uma parte fundamental no contexto formativo educativo do jovem italiano. E este, ao longo deste mesmo percurso, educativo e formativo, ia gradualmente tomando contacto com ela.
Ao viverem o clima histórico criado pela revolução fascista (em todos os graus de ensino...) surgem rapidamente das escolas ardentes intelectuais, jovens fascistas, que inspirados pelo ideal fascista se juntam espontaneamente em múltiplas organizações de onde se podem destacar a ONB ( Opera Nazionale Balilla...) e mais tarde da GIL ( Gioventù Italiana del Littorio) ou ainda a FSI. Organizações culturais e universitárias de cariz nacional. Estas referidas, promovidas pelo Estado Italino.
A primeira destinava-se à assistência, educação física e moral da juventude. Foi fundada em 1926 por Benito Mussolini e extinta em 1937. Inspirava-se em exemplos como Perasso Balilla, um jovem genovês, que em 1746, lançou a revolta contra os austríacos que ocupavam essa parte do solo nacional. Era um modelo revolucionário muito querido dos jovens fascistas. A segunda semelhante em competências e atribuições.
A FSI passa a ser de inscrição obrigatória a todos os universitários.
O ensino passa portanto a ter como missão formar os fascistas da geração de amanhã.
Instrumentos como uniformes, marchas, exercícios físicos, incutiam noções de garbo, disciplina, e temperança.
O mote "acreditar, obedecer e combater " será recordado gloriosamente anos mais tarde pelos jovens voluntários que correm a alistar-se nos batalhões de camisas negras!
Em suma, são as organizações da juventude que introduzem os
jovens (neste caso os jovens rapazes...) no mundo das forças armadas. Em particular depois da extinção da ONB e através da GIL.
A s meninas passaram a fazer parte da ONB, a partir de 1929,participando
das Piccole e Giovani Italiane.
Todas as crianças e jovens que frequentavam escolas públicas estavam automaticamente inscritos nas organizações e actividades da juventude do Fascismo. Mas a grande qualidade das actividades extra curriculares como férias em colónias balneares, faziam com que os pais não deixassem de inscrever e levar seus filhos a essas actividades, mesmo não sendo vinculativas.
As atividades da ONB, realizavam-se nas chamadas casas del Balilla. Lugares onde os jovens e as crianças se reuniam e onde encontravam, entre outras coisas, bibliotecas, salas de cinema e de jogos.
Os meninos participavam em actividades de tipo psicológico e físico, tais como:
palestras,acampamentos, cerimónias de culto aos mortos, exercícios militares, educação física e práticas desportivas. Todas inter-relacionadas de forma a proporcionar aos jovens uma boa formação moral, social e física.
Exaltavam-se qualidades másculas e marciais como a coragem, a virilidade, o respeito, a obediência, disciplina, a força. Estes valores e ideais de vida que eram incutidos aos jovens distanciavam-se profundamente do individualismo exaltado pelo liberalismo.
As mulheres, tendo um papel distinto do homem na sociedade, mas ainda assim fundamental no ideal de família fascista, apreenderiam conhecimentos e encetariam actividades que as preparariam para o papel que lhes cabia.
Neste contexto, as actividades mais recreativas e intelectuais femininas, eram tão importantes eram encaradas e preparadas com o mesmo cuidado e importância que as acções de formação militar ou a componente de educação física na formação dos rapazes.
Importará então sublinhar que não só não houve qualquer resistência popular às novas medidas, como foram bem acolhidas pela generalidade da população. Havendo-se Professores e alunos dedicado ao seu cumprimento com zelo e diligência por toda a Itália! Antes de 1930, escassos oito anos passados sobre o advento Fascista, largos passos se haviam já dado na transformção do país. A reforma do sistema educativo, seria apenas um dos alicerces sobre o qual o edifício Fascista assentaria. Monumento a vontade e capacidade italiana.
O ensino profissional e técnico, tendo sido profundamente reformulado, foi muito incentivado e valorizado. A pujante indústria italiana rapidamente viria a beneficiar deste esforço e dinamismo.
Ao mesmo tempo prosseguiam cursos de formação de adultos, cursos de puericultura e de economia doméstica para as mulheres, dando especial atenção à saúde e higiene.
Em suma, preparavam-se, portanto, os meninos para ser bons chefes de família, trabalhadores honestos e diligentes, e soldados corajosos. Enquanto que às meninas se ensinava a cuidar do lar, e da família e transmitia-se a importância da maternidade.
As crianças eram organizadas da seguinte forma:
dos seis aos treze os meninos faziam parte dos Balilla, enquanto as meninas das Piccole Italiane.
Dos catorze aos dezoito, os meninos integravam os Avanguardisti, e as meninas entravam para Giovani Italiane.
Em 1933, foi criado o grupo Figli della Lupa destinado às crianças de seis a oito anos.
Cada uma destas três divisões subdividia-se em partes que recebiam nomes de antigas subddivisões das legiões do exército romano. Como coorti, manopli etc...
A entrada na ONB era precedida de um um juramento realizado diante do Duce. (Busto, Retrato,etc...)
Mas muitas vezes diante do próprio Mussolini, numa cerimónia denominada Leva Fascista. Sempre no mesmo dia e local (24 de Maio, data da entrada da Itália na 1ºGG.) .
Quando Mussolini presidia pessolamente à cerimónia o local eleito era sempre o mesmo, a praça Veneza. Nela ficava a sede do governo Fascista e também o Altar da Pátria, monumento aos caídos na 1ºGG, e por isso também conhecida era chamada de “coração da Itália Fascista”. Também foi nesta praça que Mussolini realizou muitos dos seus famosos discursos, da varanda do Palácio do governo.
Neste ritual de passagem os jovens também eram relembrados dos sacrifícios do passado.
O juramento consistia nestas palavras:
“Em nome de Deus e da Itália juro seguir as ordens do Duce e de servir com
todas as minhas forças e se necessário com o meu sangue à causa da Revolução"
Isto atesta bem a importância dada pelo Duce às crianças, o futuro da Nação.
Na mesma cerimónia, a Leva Fascista, também se dava a passagem dos Avanguardisti ao Fasci Giovanilli e a destes à Milícia Voluntária pela Segurança Nacional e ao Partido Nacional Fascista.Sendo pois, nesta ocasião que os jovens se tornavam oficialmente fascistas. Neste momento de verdadeira renovação nacional o jovem recebia a sua cédula do partido e se fosse rapaz uma arma de fogo. Simbolos de fé e de força fascista!
Seguia-se, assim, à risca o mote "Libro e Moschetto"...
Amanhã pode ser que escreva mais qualquer coisa...Estou-me a guiar por um livro que para aqui tinha, "Vida na Itália Fascista" porque sobre este aspecto particular, educação dos jovens não sabia quase nada....
Nikolas Försberg
January 11th, 2011, 10:41 AM
Aki, estou escrevendo um detalhamento sobre o seu texto e logo irei postar aqui.
Preciso discutir algumas coisas contigo antes de postar minha impressão.
Caro Nikolas,
pretendo em breve colocar naquela secção da Arte Europeia alguns selos da minha colecção particular que tenham relação com o Nacionalismo, e não me vou esquecer, em tua honra, de lá colocar a série portuguesa de 4 selos emitida em 1973 dedicada à vinda do presidente Médici a Portugal! :)
Estarei aguardando camarada!
Obrigado mesmo!
Lusi
January 11th, 2011, 11:05 AM
Independentemente de ser obrigatório ou não, estou a pensar ingressar.
Stolas
January 11th, 2011, 12:53 PM
Kondagts, apenas para finalizar a questão do Governo Militar no Brasil...
Que finalizar? Foi um lixo o governo militar, você está comparando merda com bosta, até hoje os próprios militares enriquecem com verbas do exército, e isso eu tenho provas. A pouco tempo um capitão da aeronáutica morreu dirigindo um carro importado de peso, não estou falando dos importados vagabundos, e sim de carros como Lamborghini, em São Paulo a 170 km/h.
Você está sendo muito bem manipulado pela Globo, que INFELIZMENTE surgiu nesta época, assim como a maior parte dos grupos de imprensa podres do Brasil. O Correio do Povo, jornal histórico de Porto Alegre que fez 100 anos estes tempos foi calado e não podia mais se falar sobre nazismo ou fascismo e isso que na época de proibição da Era Getúlio Vargas.
Tudo de bom que posso considerar nestes tempos de ditadura foi o reflexo das políticas a longo prazo do próprio Getúlio Vargas, que vocês começaram a condenar por proibir e caçar nazistas aqui da região. A questão é a seguinte, mesmo vendo documentários a respeito dele proibir a língua alemã, italiana, etc, ele não fez isso por ele, e sim por pressão que o governo dos EUA estava fazendo, o mesmo que levaria a dezenas de golpes militares na América Latina.
O Rio Grande do Sul é um belo exemplo, aqui faziam vistas grossas para as cidades alemãs e italianas, e em Santa Catarina também.
Se eu for comparar governo Lula e Militar, Lula foi muito melhor, pois os militares com suas enormes redes de comunicação colocaram tudo para baixo dos panos.
Nem o exército eles conseguiram revitalizar.
A última grande revitalização do exército ocorreu no Estado Novo. Eu não fico confiando minhas ideias em um governo SÓ porque foi militar como é o que está parecendo. Como já tinha dito antes nada melhorou, as cidades germânicas perderam suas indústrias neste período, uma série de portos aqui da região sul foram inutilizados, as linhas férreas foram banidas do papel, não se criou nada importante ou de fonte exclusivamente dos militares.
Caro Nikolas,
pretendo em breve colocar naquela secção da Arte Europeia alguns selos da minha colecção particular que tenham relação com o Nacionalismo, e não me vou esquecer, em tua honra, de lá colocar a série portuguesa de 4 selos emitida em 1973 dedicada à vinda do presidente Médici a Portugal! :)
Médici não fez nada pelo país, foi um porco que devastou pensamentos em nome do Tio Sam. O nacionalismo era pura fachada.
Afonso Santos
January 11th, 2011, 05:39 PM
Médici não fez nada pelo país, foi um porco que devastou pensamentos em nome do Tio Sam. O nacionalismo era pura fachada.
Nunca estudei esse senhor, apenas sei que liderou um governo militar no início dos anos 70, mais que isso, apenas me posso fiar no que vocês dizem.
Seja como for, colocarei os selos dele como prometido! :)
Nikolas Försberg
January 11th, 2011, 11:27 PM
Que finalizar? Foi um lixo o governo militar, você está comparando merda com bosta, até hoje os próprios militares enriquecem com verbas do exército, e isso eu tenho provas. A pouco tempo um capitão da aeronáutica morreu dirigindo um carro importado de peso, não estou falando dos importados vagabundos, e sim de carros como Lamborghini, em São Paulo a 170 km/h.
Acho que você NÃO entendeu... eu NÃO estou clamando honrarias aos militares e eu disse acima que o Governo MIlitar estava longe de ser ideal, mas era bem melhor do que as coisas são hoje em dia com essas quadrilhas, porque partido politico no Brasil é Organização Criminosa.
Me mostre um único militar da época do Governo Militar que esta rico ou razoavelmente bem de vida,
Uai, não sei como foi o caso desse Capitão da FAB, mas ele não pode ter uma Lamborghini? E se ela nem for dele? E se for dele? Com o salário da FAB não conseguiria comprar uma, mas as vezes ele é de familia rica ou talvez é ladrão mesmo, sei-lá quem é esse Capitão.
Ainda referente ao Governo Militar, peço-lhe que me fale um ÚNICO militar que enriqueceu durante o Regime Militar. (obs: hoje tem muitos, na democrácia tu acha aos montes, mas eu gostaria de um único nome de algum durante o Governo Militar)
Você está sendo muito bem manipulado pela Globo, que INFELIZMENTE surgiu nesta época, assim como a maior parte dos grupos de imprensa podres do Brasil. O Correio do Povo, jornal histórico de Porto Alegre que fez 100 anos estes tempos foi calado e não podia mais se falar sobre nazismo ou fascismo e isso que na época de proibição da Era Getúlio Vargas.
Você confundiu bem as coisas ae.
Tudo de bom que posso considerar nestes tempos de ditadura foi o reflexo das políticas a longo prazo do próprio Getúlio Vargas, que vocês começaram a condenar por proibir e caçar nazistas aqui da região. A questão é a seguinte, mesmo vendo documentários a respeito dele proibir a língua alemã, italiana, etc, ele não fez isso por ele, e sim por pressão que o governo dos EUA estava fazendo, o mesmo que levaria a dezenas de golpes militares na América Latina.
Acho que você NÃO entendeu... eu NÃO estou clamando honrarias aos militares e eu disse acima que o Governo MIlitar estava longe de ser ideal, mas era bem melhor do que as coisas são hoje em dia com essas quadrilhas, porque partido politico no Brasil é Organização Criminosa. [2]
O Rio Grande do Sul é um belo exemplo, aqui faziam vistas grossas para as cidades alemãs e italianas, e em Santa Catarina também.
Se eu for comparar governo Lula e Militar, Lula foi muito melhor, pois os militares com suas enormes redes de comunicação colocaram tudo para baixo dos panos.
Acho que você NÃO entendeu... eu NÃO estou clamando honrarias aos militares e eu disse acima que o Governo MIlitar estava longe de ser ideal, mas era bem melhor do que as coisas são hoje em dia com essas quadrilhas, porque partido politico no Brasil é Organização Criminosa. [3]
Nem o exército eles conseguiram revitalizar.
A última grande revitalização do exército ocorreu no Estado Novo. Eu não fico confiando minhas ideias em um governo SÓ porque foi militar como é o que está parecendo. Como já tinha dito antes nada melhorou, as cidades germânicas perderam suas indústrias neste período, uma série de portos aqui da região sul foram inutilizados, as linhas férreas foram banidas do papel, não se criou nada importante ou de fonte exclusivamente dos militares.
Discordo plenamente, a época em que as Forças Armadas mais cresceu em todos os aspectos.
Acho que você NÃO entendeu... eu NÃO estou clamando honrarias aos militares e eu disse acima que o Governo MIlitar estava longe de ser ideal, mas era bem melhor do que as coisas são hoje em dia com essas quadrilhas, porque partido politico no Brasil é Organização Criminosa. [4]
Nikolas Försberg
January 12th, 2011, 09:05 PM
ÉLIO GASPARI E O GOVERNO MEDICI (http://www.fortalweb.com.br/grupoguararapes/msg.asp?msg=1104)
Afonso Santos
January 16th, 2011, 10:38 AM
ÉLIO GASPARI E O GOVERNO MEDICI (http://www.fortalweb.com.br/grupoguararapes/msg.asp?msg=1104)
Meus caros,
tenho uns livros que explicam o que está por detrás de cada um dos selos que foram emitidos em Portugal, e consultei o que essa obra diz acerca dos meus selos do Presidente Médici (selos que expus na tópico "Arte Europeia"). Para além de, à partida, eu nutrir uma certa simpatia por tal regime militar pela sua Ordem a Autoridade que o Nikolas bem frisou, deixo aqui alguns pontos importantes que encontrei no tal livro acerca do Presidente Médici.
GENERAL EMÍLIO GARRASTAZU MEDICI - Nasceu em Bagé, estado do Rio Grande do Sul, a 4 de Dezembro de 1905, filho de Emílio Medici e de Júlia Garrastazu Medici, respectivamente de origem italiana e basca espanhola. Fez os estudos primários em Bagé e os secundários no Colégio Militar de Porto Alegre. A sua preparação profissional compreende o curso de formação na Arma de Cavalaria, sendo diplomado em 7 de Janeiro de 1927, na turma “Laguna e Dourados“, e os cursos das Escolas de Aperfeiçoamento de Oficiais e de Comando, e Estado-Maior do Exército. Como oficial superior, pertenceu ao Estado-Maior da 3.ª Divisão de Cavalaria em Bagé, à 3.ª Região Militar em Porto Alegre, e foi subcomandante da Academia Militar das Agulhas Negras. Além de chefe do Serviço Nacional de Informação foi, já no generalato, adido militar junto da Embaixada do Brasil em Washington, delegado brasileiro na Junta Inter-americana da Defesa e na Comissão Mista de Defesa Brasil-Estados Unidos em Washington, e ainda sub-chefe do Estado-Maior do Exército no Rio de Janeiro.
Em 25 de Outubro de 1969, o Congresso Nacional elegeu o General Emílio Médici, Presidente da República Federativa do Brasil (sucedendo ao Marechal Costa e Silva), sendo empossado cinco dias depois. Entre as principais decisões tomadas durante o seu governo, contam-se:
- o Programa de Integração Nacional que compreende, entre outras medidas, a construção das grandes rodovias Cuiabá-Santarém, Transamazónica e perimetral Norte
- o Programa de Colonização das regiões ao longo dessas rodovias;
- Programa Energético, com a construção do grande complexo hidroeléctrico de Itaipu (o maior do mundo);
- Programa de Integração Social que compreende a criação de um grande fundo nacional de participação dos trabalhadores nos núcleos das empresas;
- Central de Medicamentos: instrumento regulador da produção e distribuição de medicamentos populares;
- Programa Nacional de Habitação Popular e inúmeros outros de igual importância.
Tendo sido o quarto Presidente do Brasil a visitar Portugal neste século,
o seu mandato terminou em 1974 sucedendo-lhe o General Ernesto Geisel.
Afonso Santos
January 20th, 2011, 11:24 AM
(...)
Fonte: Diário Reich Lei, 1939/Nr. Fonte: Diário Lei Reich, 1939/Nr. 66, Berlim, 6 66, Berlim, 6 4 4. 1939
Ó meu caro Gisley, agradeço o contributo, mas algumas das frases não fazem sentido, bem como expressões utilizadas. Parece-me que houve aqui uma tradução "by google" do inglês para português, sem uma revisão da mesma.
Já agora, és descendente de alemães?
Afonso Santos
January 20th, 2011, 12:25 PM
A s meninas passaram a fazer parte da ONB, a partir de 1929,participando
das Piccole e Giovani Italiane.
(...)
As mulheres, tendo um papel distinto do homem na sociedade, mas ainda assim fundamental no ideal de família fascista, apreenderiam conhecimentos e encetariam actividades que as preparariam para o papel que lhes cabia.
Neste contexto, as actividades mais recreativas e intelectuais femininas, eram tão importantes eram encaradas e preparadas com o mesmo cuidado e importância que as acções de formação militar ou a componente de educação física na formação dos rapazes.
No meu post da Mocidade Portuguesa (MP), apesar de ter feito referência ao nascimento da MP feminina em 1937 e de lá ter colocado ma foto, acabei por nada dizer sobre a mesma. Que vergonha ter-me esquecido das meninas...! Aqui vai a correcção. :D
A MP feminina não era provavelmente muito diferente da Giovani Italiane. Na MP feminina:
- enquadravam-se as jovens na história e nos valores da Nação;
- enaltecia-se o matrimónio e a reprodução como função essencial da mulher na sociedade;
- fomentava-se a formação em diversas actividades tradicionalmente mais associadas ao sexo feminino, bem como de outras mais gerais e importantes para a Pátria: costura, culinária, enfermagem e primeiros-socorros, apoio a crianças e à 3ª idade,...;
- organizavam-se viagens de férias em conjunto para cimentar o espírito de comunidade e de entreajuda;
- a actividade desportiva era um dos principais pilares da MP feminina: um corpo são numa mente sã!
As mais novinhas da MP feminina eram as chamadas "Lusitas", e eram orientadas pelas colegas mais antigas.
http://1.bp.blogspot.com/_ecQlHN2kZRA/TJzBrxJCwmI/AAAAAAAAIBE/zl97MYnD6Mc/s1600/mocidade.jpg
Lusita:
http://4.bp.blogspot.com/_hVi9HUJf5YQ/TA2XM3gtwsI/AAAAAAAAEuU/Ex28HCKhi7w/s1600/Imagem+de+uma+lusita,+elemento+mais+jovem+da+Mocidade+Portuguesa+Feminina+%28retirada+da+obra+de+Irene+Pimentel%29+%28DR%29.jpg
Suevio Vicenzo
January 20th, 2011, 12:25 PM
Porém, o debate levantado pelos camaradas Nikolas e Kondagts, os quais prezo muito, pelas boas argumentações, no concernente ao tópico, e é algo que pretendo opinar.
Para começar, o meu voto é NÃO.
Os motivos são tão simples quanto um problema de aritmética básico: tudo que é obrigatório, imposto, compulsório, acaba se tornando uma grande balburdia.
Veja o caso do voto, que o camarada Nikolas sempre coloca muito bem: "Se voto modificasse alguma coisa, o sistema o tornaria ilegal". Exatamente isso.
SE o voto fosse facultativo, o montante de pessoas que iria às urnas, não chegaria a 30% dos que vai hoje. E teríamos eleições, que se não são perfeitas (e nunca o serão), ao menos, teríamos pessoas que estariam ali porque QUEREM votar e acreditam em algo (seja esse algo lá o que for), e, logo, isso torna aquele voto um voto de QUALIDADE, porque foi, no mínimo pensado. Hoje, com o voto obrigatório, o cidadaão elege PM miliciano como vereador, porque dá churrasco de graça na "comunidade", vota no deputado que "asfaltou a rua dele", vota de "raivinha" no Tiririca, e outras coisa patéticas.
Da mesma forma, acontece com o serviço militar.
Eu já disse, tanto na época do SF Brasil, como com o camarada Nikolas, que EU, não tenho vocação para a carreira militar - e eu não servi.
Mas eu conheço vários cidadãos que são verdadeiros "vibradores" (quem estudou em escolas militares ou serviu, sabe o que é isso) das FFAA, e foram dispensados. Ora bolas, e ao mesmo tempo, conheço outros que simplesmente não suportam o ambiente militar (o que não os torna mais nem menos disciplinados, nem nacionalistas, nem qualquer daquelas qualidades elencadas no início do debate - tanto que não servi, e sou MUITO mais disciplinado e perseverante, e idealista e organizado que 90% dos meus conhecidos que serviram e mesmo os que estudaram nas escolas para chegar ao oficialato!), e é posto para servir: o elemento perde um ano da vida dele (muitos, tiveram que adiar a entrada para a universidade), e ficam estupidamente aborrecidos com ordens sem fundamento, dadas pelos superiores (e, vejam, eu conheço MUITOS colegas que estudaram na EsPCEX, EPCAR, Colégio Naval, AMAN, Escola Naval e AFA para afirmar isso!), e acabam sendo péssimos servidores militares do país - acabam ficando presos, são suspensos por indisciplina, etc.
O que eu quero dizer é:
O serviço militar facultativo torna as FFAA uma organização PROFISSIONAL: o elemento que quer servir, vai servir com gosto - se mandarem o cidadão caminhar dentro do Campo do Gericinó, com 50 Kg de equipamentos nas costas, debaixo de um sol de 45 graus centigrados, sem parar, durante 3 dias, o cara VAI FAZER ISSO, e sorrindo e pedindo mais; se mandarem um elemento que foi posto para servir CONTRA sua vontade (fato que acontece na obrigatoriedade da prestação do serviço militar), até engraxar os sapatos e fazer a cama vão ser motivo para o mesmo ficar detido! E isso é fato, pois eu já vi isso acontecer.
Ora, e não é isso que se espera das forças de defesa e ataque de um país? Homens dedicados e entusiasmados com suas carreiras? A profissionalização das forças armadas é a única forma de fazer isso. E melhoraria MUITO o nível dos recrutas lá dentro, que ficam usando o erário público, que é originado dos impostos de todos os cidadãos do país.
Agora, quanto a vários aspectos citados pelo camarada Kondagts, sobre o aparelhamento das forças armadas, mesmo no findado Governo Lula, eu posso afirmar que existem muitas informações que a MÍDIA vende errado, e o camarada comprou as mesmas e fica repetindo - sem ofensas camarada. Sei disso, porque, apesar de NÃO ser militar, sou empregado/funcionário do Estado Brasileiro, trabalho em setor de alta tecnologia, e posso garantir que várias afirmações que a mídia arvora de colocar como MANCHETES, são pura mentira. Eu quero falar... Eu gostaria IMENSAMENTE DE FALAR TUDO, para vocês todos poderem entender, mas... Eu tenho as informações para provar, mas, eu não vou falar, porque é muito perigoso. Mas, fique sabendo que, só no orçamento de 2008/2009, o montante destinado para o Ministério da Defesa foi mais de um bilhão de reais maior que o montante somado para Educação, Saúde, Desenvolvimento Social e Previdência somados juntos, isso sem falar nos projetos CONSUB, Soldado do Futuro e outros, ligados às áreas cibernética, aeroespacial e nuclear, nas FFAA, pois estou envolvido com isso, e garanto que os militares sabem MUITO bem a diferença de hoje e da época em que os soldados eram mandados na sexta-feira embora antes do meio-dia, porque NÃO HAVIA COMIDA, e chegassem na SEGUNDA-FEIRA de café tomado, porque também não tinha mais café da manhã.
Não posso continuar falando mais, mas, se você soubesse o que eu sei, iria rir das informações da Veja, da Isto É, da Globo, e de toda essa mídia sionista.
Sem ofensas a qualquer forista, mas, eu precisava dizer isso. Mais que isso, não posso, pois compromete meu anonimato e minha vida profissional e particular.
Saudações!
Ricardo Mendonça
January 20th, 2011, 01:52 PM
No meu post da Mocidade Portuguesa (MP), apesar de ter feito referência ao nascimento da MP feminina em 1937 e de lá ter colocado ma foto, acabei por nada dizer sobre a mesma. Que vergonha ter-me esquecido das meninas...! Aqui vai a correcção. :D
A MP feminina não era provavelmente muito diferente da Giovani Italiane. Na MP feminina:
- enquadravam-se as jovens na história e nos valores da Nação;
- enaltecia-se o matrimónio e a reprodução como função essencial da mulher na sociedade;
- fomentava-se a formação em diversas actividades tradicionalmente mais associadas ao sexo feminino, bem como de outras mais gerais e importantes para a Pátria: costura, culinária, enfermagem e primeiros-socorros, apoio a crianças e à 3ª idade,...;
- organizavam-se viagens de férias em conjunto para cimentar o espírito de comunidade e de entreajuda;
- a actividade desportiva era um dos principais pilares da MP feminina: um corpo são numa mente sã!
As mais novinhas da MP feminina eram as chamadas "Lusitas", e eram orientadas pelas colegas mais antigas.
http://1.bp.blogspot.com/_ecQlHN2kZRA/TJzBrxJCwmI/AAAAAAAAIBE/zl97MYnD6Mc/s1600/mocidade.jpg
Lusita:
http://4.bp.blogspot.com/_hVi9HUJf5YQ/TA2XM3gtwsI/AAAAAAAAEuU/Ex28HCKhi7w/s1600/Imagem+de+uma+lusita,+elemento+mais+jovem+da+Mocidade+Portuguesa+Feminina+%28retirada+da+obra+de+Irene+Pimentel%29+%28DR%29.jpg
Eu retenho o ideal, os valores sociais...Não é? Quer dizer a sociedade, não é alheia às leis que nos governam, a entropia também se infiltra nas sociedades.
No entanto, enquanto homens, podemos contrariar isso. A mesma natureza que nos criou, estimula-nos a fazer sempre melhor, combater as forças entrópicas de degeneração da sociedade é não só possível como desejável.
Não concordo, com argumentação de facto isso para mim só em política internacional, e mesmo assim reconhecer não implica aceitar.
A sociedade degenerada, entrópica de hoje pode e deve ser regenerada, em meu entender os valores apontados como justificantes da existência de um serviço militar obrigatório, são portanto não só válidos como desejáveis.
De reter portanto as diferentes formas já apresentadas de serviço comunitário, e as razões fundamentais subjacentes.
No mais, um grande abraço ao meu amigo Vicenzo, é bom ter-te por cá, e finalmente discordar de ti nalguma coisa!! :)
Uma saúde e outro abraço!
Thomas de Aynesworth
January 20th, 2011, 01:54 PM
Sim. Muito bom.
Afonso Santos
January 20th, 2011, 06:56 PM
Porém, o debate levantado pelos camaradas Nikolas e Kondagts, os quais prezo muito, pelas boas argumentações, no concernente ao tópico, e é algo que pretendo opinar.
(...)
Caro Vicenzo, intromete-te quando quiseres! Nunca falámos antes, mas li com prazer alguns dos teus posts no tempo do SF, e já tinha comentado com o aki que fazes falta ao VNN!
A mim o que me parece, considerando as respostas que aqui tenho lido, é que há aqui uma enorme diferença cultural, e talvez de interpretação, em relação à questão colocada.
Os camaradas brasileiros manifestaram-se maioritariamente contra, mas fizeram-no sempre numa óptica muito particular da situação actual do seu próprio país. Não acreditam no SMO no actual Brasil, e como tal põem de lado o conceito. Em suma, particularizaram a questão à luz do que vêem no seu próprio país, e não a viram como um Ideal.
Na apologia que faço a um SMO e a todas as milícias com ele relacionadas/aparentadas, não o faço a pensar no SMO que havia no Portugal "democrático" de 1990, ou no Brasil "democrático" de hoje, ou no país X ou Y... faço-o como conceito e como princípio, como uma entidade que proporcionaria todos aqueles valores que apontei, num país decentemente governado numa óptica nacionalista.
Serão as juventudes hitlerianas, a mocidade portuguesa, a juventude fascista, desnecessárias? É melhor deixar a juventude em "plena liberdade" como nos dias de hoje, sem princípios, valores ou respeito pelo próximo?
Referiste que és uma pessoa com carácter e princípios, e que para isso não precisaste de nenhum SMO. Estás-me a dizer então que todos os brasileiros são iguais a ti, e não precisam de uma Educação de Valores? Estás-me a dizer então que, por eu ter aprendido a ler e a escrever antes de ir para a escola, nenhum jovem do meu país precisará de ir à escola para aprender a ler e a escrever?
Há pessoas que não têm perfil para militar? Naturalmente. Por isso mesmo, aqueles que tivessem perfil seguiriam a carreira, enquanto que os outros apenas prestariam o serviço obrigatório - o serviço à sua Nação, e a si próprio, como elemento de valorização pessoal.
Uma sociedade "boa" é aquela em que nada é obrigatório, e cada um fará sempre o que é melhor para si e para a sua comunidade, sem uma orientação superior? Não acredito em Rousseau nem em Trotsky...
Uma sociedade em que o voto não é obrigatório o voto tem mais qualidade? Em Portugal a % de votantes não costuma exceder os 40%, e isso não é sinónimo nenhum de qualidade. Continuam a haver muitos a votar sem qualquer consciência, outros que pensam que têm essa consciência, e depois há os piores de todos - os que votam com vista à satisfação de um interesse pessoal e particular - chama-se Democracia. Desprezo-a...
Obrigado pelo tempo que dedicaste a participar neste debate. Espero que cá apareças muitas mais vezes! :)
W.R.I.
January 20th, 2011, 08:25 PM
Votei em SIM.
Uma obrigação mínima que todos os homens devem exercer ao País é servir à comunidade de um modo nobre, como militarmente.
Suevio Vicenzo
January 21st, 2011, 12:13 PM
Caro Vicenzo, intromete-te quando quiseres! Nunca falámos antes, mas li com prazer alguns dos teus posts no tempo do SF, e já tinha comentado com o aki que fazes falta ao VNN!
A mim o que me parece, considerando as respostas que aqui tenho lido, é que há aqui uma enorme diferença cultural, e talvez de interpretação, em relação à questão colocada.
Os camaradas brasileiros manifestaram-se maioritariamente contra, mas fizeram-no sempre numa óptica muito particular da situação actual do seu próprio país. Não acreditam no SMO no actual Brasil, e como tal põem de lado o conceito. Em suma, particularizaram a questão à luz do que vêem no seu próprio país, e não a viram como um Ideal.
Na apologia que faço a um SMO e a todas as milícias com ele relacionadas/aparentadas, não o faço a pensar no SMO que havia no Portugal "democrático" de 1990, ou no Brasil "democrático" de hoje, ou no país X ou Y... faço-o como conceito e como princípio, como uma entidade que proporcionaria todos aqueles valores que apontei, num país decentemente governado numa óptica nacionalista.
Serão as juventudes hitlerianas, a mocidade portuguesa, a juventude fascista, desnecessárias? É melhor deixar a juventude em "plena liberdade" como nos dias de hoje, sem princípios, valores ou respeito pelo próximo?
Referiste que és uma pessoa com carácter e princípios, e que para isso não precisaste de nenhum SMO. Estás-me a dizer então que todos os brasileiros são iguais a ti, e não precisam de uma Educação de Valores? Estás-me a dizer então que, por eu ter aprendido a ler e a escrever antes de ir para a escola, nenhum jovem do meu país precisará de ir à escola para aprender a ler e a escrever?
Há pessoas que não têm perfil para militar? Naturalmente. Por isso mesmo, aqueles que tivessem perfil seguiriam a carreira, enquanto que os outros apenas prestariam o serviço obrigatório - o serviço à sua Nação, e a si próprio, como elemento de valorização pessoal.
Uma sociedade "boa" é aquela em que nada é obrigatório, e cada um fará sempre o que é melhor para si e para a sua comunidade, sem uma orientação superior? Não acredito em Rousseau nem em Trotsky...
Uma sociedade em que o voto não é obrigatório o voto tem mais qualidade? Em Portugal a % de votantes não costuma exceder os 40%, e isso não é sinónimo nenhum de qualidade. Continuam a haver muitos a votar sem qualquer consciência, outros que pensam que têm essa consciência, e depois há os piores de todos - os que votam com vista à satisfação de um interesse pessoal e particular - chama-se Democracia. Desprezo-a...
Obrigado pelo tempo que dedicaste a participar neste debate. Espero que cá apareças muitas mais vezes! :)
Camarada Afonso Santos, saudações!
O camarada Aki também já tinha comentado comigo acerca de você, e, apesar de não ainda haver falado entre nós, que bom que esse primeiro contacto directo se faça nesse assunto que pode causar “polêmica”, como eu mesmo havia comentado antes de “me intrometer”, acerca da discussão um tanto acalorada entre os camaradas Nikolas e Kondagts.
Pois bem, então vamos ao assunto – para que se dissipem as dúvidas de posicionamento. Pois eu tenho somente um.
Realmente, como o camarada bem explicitou as respostas aqui, se relacionam com o particular e temporal, e não com o geral e atemporal, como as opiniões contrárias ao SMO proferidas por mim e pelo camarada Kondagts (se não me engano, ele também é contra). Realmente, eu particularizei, quando deveria haver analisado a questão sob aspecto amplo, para emitir minha opinião, e somente então, fazer a ressalva da contrariedade baseada no particularismo temporal que vivemos. Resumindo, foi o que você disse: particularizou-se a questão à luz do que vemos aqui no Brasil, e não enxergamos mais de longe, com uma visão panorâmica, como um ideal.
Todavia, devo ressaltar que a sua apologia ao SMO sob a ótica idealista não se aplica à realidade, especialmente àquela que vivemos no Brasil, pois, falta-nos, como sempre bem explica o camarada Nikolas, o conceito de “país decente governado numa óptica nacionalista”.
Aqui, você chegou ao ponto: como o camarada Nikolas sempre diz, a nação é formada pelo sangue, e não por pedaços de papel que dizem que, num mapa, um país começa nessas linhas e terminam naquelas; é formada pelo sangue, e não por um pedaço de papel que governantes que somente pensam em se perpetuar no cargo, concedem a negros, mestiços e outros não-brancos “certificando” que o tal é um português, um espanhol, um alemão, um italiano, um polonês – não!
Isso NÃO forma uma nação.
Como não me lembro, não citarei “ipsis literis”, mas vou escrever o que me recordo de haver lido sobre o acontecido no julgamento do Führer, quando lhe foi indagado, antes de ser condenado, se ele era um cidadão alemão, o mesmo respondeu: “se for por esse pedaço de papel na sua mesa [referindo-se ao fato de Hitler ser austríaco – para o promotor], não e decerto não desejo sê-lo assim”; “Porém”, continua o Führer, “se for pelo sangue que corre em minhas veias, sim, óbvio que sou cidadão germânico”. E isso foi registrado pelo mesmo, no tempo em que ficou preso, por “traição” (???) ao país, e durante o período em que esteve preso, escreveu o “Mein Kampf”.
Antes de existirem os maravilhosos “Estados Nacionais” (criação do Liberalismo), existiam as Nações, que eram ligadas pelo sangue, língua, cultura e raça. Os lusos, os galegos, os galaicos, os gaélicos, os saxões, os germanos, os alemanos, os vândalos, os alanos, os asturianos, os celtas, os suevos, e eu posso ficar aqui a falar uma infinidade.
Pouco importa se aquele pedaço de chão, delimitado por políticos, em reuniões fechadas e regadas ao dinheiro sionista, se chama “Áustria” e ao lado, outro pedaço de chão que se chama “Alemanha”.
Lá, antes dos Estados Nacionais se constituírem, havia a Ibéria, a Gália, a Germânia, a Bretanha, e outros. E elas eram NAÇÕES de verdade, não essa palhaçada atual, em que Therry Henry é “francês” e Lewis Hamilton é “inglês”. Ou, num pesadelo mais louco, o ex-jogador de futebol brasileiro negro, Júnior Baiano, quase virou “alemão”! Ora bolas!
Camarada, o seu conceito de “país decente governado numa óptica nacionalista”, somente seria aplicável se isso que relatei acima NÃO existisse, ou seja, um branco, europeu étnico, aí sim, eu mudo de opinião, deveria servir obrigatoriamente às forças armadas porque haveria identidade daquele povo naquele pedaço de chão como NAÇÃO. Do jeito que está hoje, eu NÃO consigo me identificar nem com as seleções de esportes do Brasil, quanto mais pegar em armas, ficar de serviço e fazer combate por gente que não tem nada a ver comigo e com a história de meus antepassados – e é isso que forma uma nação. Só para fechar: eu não me imagino servindo às forças armadas de um país que defenderia um apreciador de transexuais, como Ronaldo, jogador de futebol. NÃO MESMO.
Camarada, obviamente que NÃO foram, não são e NUNCA serão desnecessárias a Juventude Hitlerista, a Mocidade Portuguesa, a Juventude Fascista! São absolutamente necessárias. Mas, na realidade que explicitei acima – não no inferno multicultural que é o Brasil. E mesmo que fossem empregadas nos dias de hoje, nesse ambiente lúgubre, essas massas sem raça NUNCA aprenderiam os valores que você se refere: princípios, fundamentos e respeito pelo próximo. Esteja certo disso.
Sim, realmente, sou uma pessoa de caráter e princípios, e, realmente, realmente MESMO, não precisei do SMO para que eu aprendesse que:
01) Devo respeitar os meus pais;
02) Devo respeitar professores e autoridades constituídas;
03) Devo ser solidário para com aqueles que possuam alguma dificuldade física ou mental;
04) Devo ser disciplinado o máximo possível para atingir os meus objetivos (ainda mais em uma sociedade que, estranhamente, adota o SMO, mas que nem o SMO consegue incutir nessas pessoas que se deve abdicar de determinados prazeres fúteis em prol da edificação de ideais – ainda que a luta seja desigual);
05) Devo ter a prudência, que é a mãe da coragem, para poder ter o poder de decidir quando, e como fazer algo em benefício dos interesses da comunidade geral;
06) Devo aprender que, se eu não sou o melhor nas ciências humanas, ou bom orador, posso ter o meu valor nas ciências exatas; assim como, se não sou capaz de competir de igual para igual no rugby com um camarada de 1,95 m e 110 Kg, posso ser muito melhor que ele como ginasta olímpico, por ser mais baixo, e ter 1,70 m e 85 Kg e fazer exercícios no cavalo, nas argolas, nas barras paralelas e no solo, que o outro não conseguiria fazer, pelo meu centro de gravidade (do meu corpo) ser mais apropriado para esses exercícios, uma vez que sou mais baixo! (essa eu escrevi para o seu item 07)
07) Devo ter o sentido de NACIONALIDADE (e não de “patriotada” que tentam nos impor em época de Copa do Mundo – porque NÃO considero um símio como Ronaldinho Gaúcho ou 99% dos mestiços e negros futebolistas brasileiros, como maus NACIONAIS). E não sei se o camarada era nascido ou acompanhou: eu vibrei muito quando o TOTALMENTE esquecido, e boicotado pela Federação Brasileira de Judô, o judoca BRANCO Aurélio Miguel, obteve a medalha de Ouro nas olimpíadas de Seul (Coréia do Sul), em 1988, e o mestiço e marginal Romário, amargou a medalha de Prata, perdendo na final, da mesma olimpíada, no torneio de futebol, para a então Rússia soviética. O branco, Miguel, que ninguém sabia quem era, trazia, então, a única medalha de ouro do Brasil, naquela olimpíada; e os badaladíssimos Romário e outros, com todo apoio da Rede Globo e a mídia sionista, com o lema do “País Arco Íris”, não conseguiu vencer a equipa amadora da Rússia (é, porque todos os jogadores dos países então socialistas eram de atletas amadores, e “as estrelas” do Brasil, já tinham contratos milionários com clubes no Brasil e na Europa – lembre-se, a olimpíada foi em 1988, ou seja, um ano antes do fim do comunismo do Leste Europeu). (essa eu escrevi para o seu item 08)
08) Devo acordar todos os dias, trabalhar e pagar meus impostos, mesmo com burocratas me impedindo ascender por não pertencer à máfia judaico-macônica, e que, mesmo assim, contribuo para o país Brasil (que ainda não é uma nação, pelas definições postas) continuar a evoluir – eu faço esse sacrifício, mesmo sendo vilipendiado e preterido. (essa eu escrevi para o seu item 09)
09) E, finalmente, devo aprender a fazer a minha cama, e arrumar o meu quarto, assim como varrer o chão, e lavar meus pratos, coisa que já vi muitos que passaram pelo SMO NUNCA terem feito – pelo menos na minha presença.
E como aprendi isso? Sabe, há uma coisa chamada família – na escola, no SM (obrigatório ou não), e em outros lugares, você aprende coisas acessórias (que são importantíssimas), mas é na família que se aprende o essencial. E foi na minha família – que é portuguesa, por pai e espanhola, por mãe (entenda bem que eu sou descendente direto, não são como uns e outros que tem um avô lá na 5ª geração, italiano, mas é um macaco, e o cidadão acredita ser branco). Meu pai é português, de uma das cidades mais setentrionais de Portugal, de Vila Real, fronteiriça com Espanha e Valpaços, e minha mãe é de uma aldeia do centro-norte da Espanha, e ambas as famílias vieram no entre guerras para o Brasil – assim como vários e vários outros imigrantes.
Não, não estou a dizer que todos os brasileiros são iguais a mim – mesmo porque, se o fossem, o Brasil não seria o Brasil, mas sim um país com as tradições da Europa, a disciplina oriental e a não-passividade dos estadunidenses. Mas isso é só especulação. É claro que os brasileiros, brancos, precisam de valores, precisam da escola, da família, e de tudo o mais que você citou. Mas não é impossível sê-lo, ou seja, uma pessoa de caráter e de princípios, se faltar isso. A história nos dá muitos exemplos de autodidatas e cientistas que destronaram o pensamento vigente porque possuíam algo muito maior que a erudição: a inteligência. O mais preparado (ou mais forte) sobrevive.
Como o camarada mesmo afirma, há pessoas que não possuem perfil para a carreira militar – e isso não é crime, nem faz com que a pessoa tenha menos utilidade à Nação (não país, lembre-se bem), a si próprio e nem tivesse o citado elemento de valorização pessoal. Ainda mais no Brasil, que segue a cartilha liberal de soldados são a ralé, oficiais, a elite. Acho que foi no SF Brasil mesmo que li, não posso ser realmente mais acurado, que entre as tropas alemãs, não havia a separação entre oficiais e soldados, criando assim, REALMENTE, um sistema de cooperação, confiança, camaradagem, entre oficiais e soldados, e sacrifício em prol da realização do dever até o fim. Como fazer isso aqui no Brasil, se o ingresso de uma academia militar, já aprende desde o primeiro dia (E ISSO É VERDADE PORQUE EU VIVENCIEI) que soldados e recrutas são descartáveis – e aqueles ali, os aspirantes a oficiais, são a elite? COMO QUERER QUE ALGUÉM, com um mínimo de vergonha na cara, e eu a tenho, COMPACTUE com esse tipo de pensamento? O sangue de um soldado no front tem o mesmo valor de um coronel ou general, camarada. Às vezes, até mais, pois, quantas vezes a história não nos mostrou, nas histórias das guerras, que a última linha de resistência foi defendida por soldados e cabos, mesmo tendo seus oficiais FUGIDO ou MORRIDO?
Não camarada, não disse que: “Uma sociedade "boa" é aquela em que nada é obrigatório, e cada um fará sempre o que é melhor para si e para a sua comunidade, sem uma orientação superior? Não acredito em Rousseau nem em Trotsky...”, por favor, NÃO distorça o que disse. Eu AFIRMEI algo que eu já vivi e vivo: no caso ESPECÍFICO do SM, que seja facultativo – há milhares de jovens que são os chamados “vibradores”, e serviriam com prazer. E há outros que simplesmente não acham válida a experiência – como eu, até porque o que eu tive na minha vida pessoal, a enfrentar, foi muito mais rigoroso que o SMO. Em TODOS os sentidos. Quanto às outras questões, é óbvio que não. Nada ser obrigatório? O que seria? Uma anarquia, que é a irmã siamesa do liberalismo – o não controle dos excessos e a não-disciplina. E deixe Rousseau e seu pacto social, que nunca deu certo, bem longe da discussão (risos).
Quanto à não obrigatoriedade do voto, eu sei muito bem, em que os países que o voto é facultativo, desde o final da segunda grande guerra, o grau de comparecimento não excede 30%, 35%. Isso é fato. Concordo com o camarada quanto à continuação de voto de indivíduos que votam por interesses particular e pessoal. Mas isso, creio que houve um engano da parte do camarada, não é Democracia. Chama-se INDIVIDUALISMO (não confunda com individualidade). Hitler foi eleito porque havia uma democracia, oras! Aliás, TODOS OS GOVERNOS, desde a derrota da Alemanha, não são governos válidos, porque não foram sucedidos numa eleição democrática, como o Partido Nacional dos Trabalhadores Alemães venceu. Logo, se o Partido Nacional dos Trabalhadores Alemães nunca foi vencido numa eleição democrática, todos os governos seguintes NÃO SÃO VÁLIDOS.
E obrigado digo eu ao camarada, por proporcionar debate construtivo e que não tenha ofendido ao camarada em nenhuma de minhas objeções e argumentações. Se o fiz, peço desculpas, e me retrato. É que o calor do embate no debate me traz os argumentos, e muitas vezes, acho, acabo ofendendo, pela forma, nunca pelo conteúdo, o meu debatedor.
E fique certo que aparecerei mais sim!
Saudações!
Afonso Santos
January 21st, 2011, 01:37 PM
(...)
E obrigado digo eu ao camarada, por proporcionar debate construtivo e que não tenha ofendido ao camarada em nenhuma de minhas objeções e argumentações. Se o fiz, peço desculpas, e me retrato. É que o calor do embate no debate me traz os argumentos, e muitas vezes, acho, acabo ofendendo, pela forma, nunca pelo conteúdo, o meu debatedor.
E fique certo que aparecerei mais sim!
Saudações!
Tudo muito certo, Vicenzo, apresentaste a situação de forma clara, e como também o referiste, continuamos a ver a questão numa óptica diferente: eu como o Ideal, e tu de uma forma que não dissocia a questão da realidade brasileira, e compreendo que o faças.
Apenas não posso deixar passar a questão da Democracia. É verdade que o caso referido chama-se "Individualismo", mas este manifesta-se sempre na natureza humana, e a democracia permite que o individualismo de cada um se sobreponha ao interesse geral - por isso a desprezo. Compreendo o argumento do NSDAP, mas essa foi uma realidade da década de 30 do século passado. Acreditas que voltará a ser possível eleger democraticamente um NSDAP, nos tempos actuais, com toda a censura "democrática" que existe? Pessoalmente tenho sérias dúvidas, e por isso mesmo, tal como tu, não descarto uma solução que possa não ser pacífica.
Saudações!!
Stolas
January 21st, 2011, 05:37 PM
Meus caros,
tenho uns livros que explicam o que está por detrás de cada um dos selos que foram emitidos em Portugal, e consultei o que essa obra diz acerca dos meus selos do Presidente Médici (selos que expus na tópico "Arte Europeia"). Para além de, à partida, eu nutrir uma certa simpatia por tal regime militar pela sua Ordem a Autoridade que o Nikolas bem frisou, deixo aqui alguns pontos importantes que encontrei no tal livro acerca do Presidente Médici.
GENERAL EMÍLIO GARRASTAZU MEDICI - Nasceu em Bagé, estado do Rio Grande do Sul, a 4 de Dezembro de 1905, filho de Emílio Medici e de Júlia Garrastazu Medici, respectivamente de origem italiana e basca espanhola. Fez os estudos primários em Bagé e os secundários no Colégio Militar de Porto Alegre. A sua preparação profissional compreende o curso de formação na Arma de Cavalaria, sendo diplomado em 7 de Janeiro de 1927, na turma “Laguna e Dourados“, e os cursos das Escolas de Aperfeiçoamento de Oficiais e de Comando, e Estado-Maior do Exército. Como oficial superior, pertenceu ao Estado-Maior da 3.ª Divisão de Cavalaria em Bagé, à 3.ª Região Militar em Porto Alegre, e foi subcomandante da Academia Militar das Agulhas Negras. Além de chefe do Serviço Nacional de Informação foi, já no generalato, adido militar junto da Embaixada do Brasil em Washington, delegado brasileiro na Junta Inter-americana da Defesa e na Comissão Mista de Defesa Brasil-Estados Unidos em Washington, e ainda sub-chefe do Estado-Maior do Exército no Rio de Janeiro.
Em 25 de Outubro de 1969, o Congresso Nacional elegeu o General Emílio Médici, Presidente da República Federativa do Brasil (sucedendo ao Marechal Costa e Silva), sendo empossado cinco dias depois. Entre as principais decisões tomadas durante o seu governo, contam-se:
- o Programa de Integração Nacional que compreende, entre outras medidas, a construção das grandes rodovias Cuiabá-Santarém, Transamazónica e perimetral Norte
- o Programa de Colonização das regiões ao longo dessas rodovias;
- Programa Energético, com a construção do grande complexo hidroeléctrico de Itaipu (o maior do mundo);
- Programa de Integração Social que compreende a criação de um grande fundo nacional de participação dos trabalhadores nos núcleos das empresas;
- Central de Medicamentos: instrumento regulador da produção e distribuição de medicamentos populares;
- Programa Nacional de Habitação Popular e inúmeros outros de igual importância.
Tendo sido o quarto Presidente do Brasil a visitar Portugal neste século,
o seu mandato terminou em 1974 sucedendo-lhe o General Ernesto Geisel.
Se fosse bom construir estradas(vagabundas) o Brasil seria o campeão.
Afonso Santos
January 21st, 2011, 07:00 PM
Camarada, obviamente que NÃO foram, não são e NUNCA serão desnecessárias a Juventude Hitlerista, a Mocidade Portuguesa, a Juventude Fascista! São absolutamente necessárias. Mas, na realidade que explicitei acima – não no inferno multicultural que é o Brasil. E mesmo que fossem empregadas nos dias de hoje, nesse ambiente lúgubre, essas massas sem raça NUNCA aprenderiam os valores que você se refere: princípios, fundamentos e respeito pelo próximo. Esteja certo disso.
(...)
E como aprendi isso? Sabe, há uma coisa chamada família (...)
Desculpa partir a minha resposta em 2 posts, mas há pouco escrevi à pressa e esqueci-me de comentar esta parte, que era meu objectivo.
Tens toda a razão - a família, e não tenho dúvidas de que tens uma família fabulosa - pudessem todos ter uma igual. Mas não têm. A maioria, não a tem, e perante isso, que fazer? Deixar os jovens à sorte? Não, acredito que o Estado deve educar TODOS, e tal como reconheceste, as milícias acima citadas tinham um papel essencial nessa questão. E é nessa mesma óptica que encaro o SMO. Logo em seguida mostraste a tua total descrença em ver tal realidade no Brasil que conheces. Exacto, é a tal questão do Ideal e do Real que falámos anteriormente.
Epá, obrigado pelo teu longo post, sinal maior de dedicação e interesse. ::)
Afonso Santos
January 21st, 2011, 07:03 PM
Se fosse bom construir estradas(vagabundas) o Brasil seria o campeão.
Infelizmente, nunca visitei o Brasil.
Apenas transcrevi a pequena biografia escrita pelo Dr. Carlos Kullberg, que muito prezo.
gislei cesar
January 24th, 2011, 04:50 PM
Ó meu caro Gisley, agradeço o contributo, mas algumas das frases não fazem sentido, bem como expressões utilizadas. Parece-me que houve aqui uma tradução "by google" do inglês para português, sem uma revisão da mesma.
Já agora, és descendente de alemães?
è proibido o uso do google p/tradução??
sou ascendente de italiano. PQ??
Afonso Santos
January 24th, 2011, 06:16 PM
è proibido o uso do google p/tradução??
sou ascendente de italiano. PQ??
Claro que não é proibido usar o google para traduzir, mas convém fazermos uma revisão ao texto para verificar se tudo faz sentido, pois a sua tradução não é perfeita.
Perguntei da descendência porque anteriormente tinha solicitado que, se por aqui houvesse algum descendente de germânicos, que partilhasse connosco alguma história que conhecesse sobre as Juventudes Hitlerianas. Como pouco depois colocaste o post sobre elas, fiquei curioso, só isso!
gislei cesar
January 24th, 2011, 06:29 PM
Claro que não é proibido usar o google para traduzir, mas convém fazermos uma revisão ao texto para verificar se tudo faz sentido, pois a sua tradução não é perfeita.
Perguntei da descendência porque anteriormente tinha solicitado que, se por aqui houvesse algum descendente de germânicos, que partilhasse connosco alguma história que conhecesse sobre as Juventudes Hitlerianas. Como pouco depois colocaste o post sobre elas, fiquei curioso, só isso!
Ok camarada.
Henzo
December 12th, 2011, 08:54 AM
Votei em SIM.
Uma obrigação mínima que todos os homens devem exercer ao País é servir à comunidade de um modo nobre, como militarmente.
Votei em SIM.
Uma obrigação mínima que todos os homens devem exercer a raça é servir à comunidade de um modo nobre, como militarmente.
vBulletin® v3.8.6, Copyright ©2000-2013, Jelsoft Enterprises Ltd.