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View Full Version : O Povo unido jamais será vencido ...


RickHolland
March 9th, 2011, 09:41 AM
«Geração à Rasca»: saiba como vai ser a manif

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/geracao-a-rasca-manif-jovens-socrates-crise-tvi24/1237921-4071.html

12 de Março de 2011, SÁBADO - Um milhão de pessoas na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a classe política

Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de pessoas. A guerra contra a chulisse, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.

Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.

Nenhum governante fala em:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;

2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado;

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES....;

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privadas), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.


Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste e-mail.

YouTube - Homens da Luta "E o povo, Pá?"

RickHolland
March 9th, 2011, 09:52 AM
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1799247&seccao=Jo%E3o%20Marcelino&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco&page=-1

A 'manif' da geração à rasca

1. Não sei se a manifestação "Geração à rasca", marcada para o próximo dia 12 em várias cidades do País, tem por detrás alguma organização partidária.

Leio que Jerónimo de Sousa vai marcar presença e Alberto João Jardim também apoia os objectivos e fico sem dúvidas quanto ao facto de muita gente desejar enquadrar politicamente o protesto destes jovens.

Ele tem, efectivamente, uma virtude: representa a denúncia de uma situação de facto.

Em Portugal, como um pouco por toda a Europa, de onde o movimento descende, há uma geração marcada pela precariedade laboral e mal paga, quando não sujeita ao desemprego, sem horizontes laborais que permitam equacionar o cenário de independência a que qualquer indivíduo se habituou no mundo ocidental nas últimas décadas.

Como expressão de um sentimento colectivo e, sobretudo, como protesto político dirigido a quem governou o País nas últimas décadas, esta manifestação faz sentido.

É, ainda, um grito de cidadania e um alerta social que deve ser ouvido no Estado e na economia.

Quando um País hipoteca a felicidade dos seus jovens, está a percorrer um caminho muito perigoso - e os decisores, políticos e económicos, no Estado e nas empresas, devem perceber isso e procurar combater este terrível quadro de incerteza que marca a sociedade portuguesa e que é retratada com ironia, cáustica, na interpretação de Ana Bacalhau e os seus Deolinda na canção "Parva que sou".

2. Há nesta situação que atravessamos uma parte de culpas próprias. A nível interno, as opções dos governos pioraram o pano de fundo internacional, em que sobressaem os crescimentos chinês, indiano, brasileiro, do Leste europeu, etc.

Delapidámos recursos.

Fizemos apostas erradas.

Até o Estado cresceu em demasia, fundado na convicção generosa de a todos poder ajudar, estrangulando a economia e adormecendo o ataque ao desafio da competitividade.

Criámos, colectivamente, um cenário de bem-estar que hoje se abate de forma brutal sobre as pessoas e sobre as perspectivas dos jovens.
Reconhecido isto, deve dizer-se que a economia do País também está mal porque sobre ela se abatem razões globais, que deslocam empresas, sobem preços de matérias-primas, aumentam o custo dos produtos alimentares, actuam sobre o factor trabalho.

Estamos pior (em Portugal) porque o mundo é hoje mais justo do que era num passado recente quando muitos milhões de seres humanos, noutras paragens, estavam condenados a "ser escravos" e sem sequer poderem dar-se ao luxo de "estudar" (como satiriza o hino oficioso da "geração à rasca"). Era trabalho escravo desde o berço, e essa desigualdade ajudou à prosperidade ocidental, europeia e norte-americana.

O mundo mudou. E, se para alguns mudou para pior, para outros mudou para muito melhor.

3. Os jovens desta "geração à rasca" fazem bem em chamar a atenção para os seus problemas imediatos, mas devem enfrentar o passo seguinte: a luta por um mundo melhor, como antes foi feito por outras gerações, de uma forma geral marcadas até por menos meios e sem tantos instrumentos académicos e culturais.

Como se faz isso?

Com trabalho, aproveitando todas as oportunidades uma a uma, tendo mais qualidade que o outro indivíduo, participando na vida do País e disponibilizando-se para serem agentes da mudança.

Portugal precisa de mais cidadania, de gente empenhada que não se esgote apenas no protesto, mesmo que ele seja justo, como este o é.

Se eu fizesse parte desta "geração à rasca" haveria com certeza uma coisa a que reagiria mal: a que as manifestações fossem frequentadas por políticos e pessoas fora do quadro geracional de que emanam. A partidarite, neste caso, só pode dividir e retirar autenticidade à denúncia.

http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1799247&seccao=Jo%E3o%20Marcelino&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco&page=-1

Afonso Santos
March 9th, 2011, 11:45 AM
Poderia ser um dia memorável... mas como dizia no outro dia um dos "fazedores de opinião" da nossa TV, com o espírito do povo português, nem o número chegará ao milhão, e nem haverá vigília por tempo indefinido na avenida da liberdade, com tendas e acampamentos e afins.

A ver vamos como isto vai correr.

E depois há a questão de, nem que seja por mera curiosidade, saber se há algum partido por detrás desta coisa.
Curiosamente, poucos dias depois de ter sido anunciada, a FENPROF anunciava para o mesmo dia uma manif de professores. Ora, como sabemos, uma manif de profs organizada por um sindicato demora alguns dias a ser preparada, e precisa da autorização do governo civil para se realizar. Como foi tudo isto feito em escassos dias? Não haveria já conhecimento da parte deste Sindicato (filial comunista) que no 12 de Março ia acontecer algo?

As razões do protesto, descritas no primeiro post do Rick, são louváveis.

O que já não é tão louvável são esses dois palhaços que se aproveitaram da situação. O discurso deles, infelizmente, não é pelo "povo", é sim um discurso marxista-comunista. "Somos pela liberdade de Abril", "somos pela liberdade preconizada por Zeca Afonso e Vitorino", "acreditamos no poder do povo, como aquele que vemos nas ruas do Egipto, Tunísia e Líbia", são algumas das pérolas que dizem bem do seu pensamento. Já para não falar de toda a "imagem" por eles concebida, claramente colada ao PC.
Infelizmente por cá, sempre que se fala em "lutar pelo povo", tal empreendimento é logo associado ao PC, e estes dois palhaços não são excepção. É uma pena que assim seja...

RickHolland
March 12th, 2011, 04:12 PM
O Partido Nacional Renovador (PNR) não se vai representar na manifestação da `Geração à Rasca`, mas vários nacionalistas vão estar presentes, disse à Lusa o líder do partido, José Pinto Coelho.

http://www.ionline.pt/conteudo/109907-protestocrise-pnr-nao-se-representa-na-manifestacao-que-vai-contar-com-varios-nacionalistas---lider-do-partido

A Agenda do PNR não anda a reboque de oportunismos

12 de Março, 2011

A propósito da manifestação convocada pela denominada «geração à rasca» para este dia 12 de Março, e confrontado pela Agência Lusa acerca da nossa presença, vem o Partido Nacional Renovador desde já demarca-se de qualquer apoio ao referido protesto através de uma presença oficial.

Para o PNR, os problemas graves de que padece o nosso país, só são passíveis de resolução com alterações de fundo na sociedade portuguesa. A mera alternância da classe governante, sustentada pelos promotores do protesto, apenas prolonga o agudizar da situação calamitosa vigente na actualidade.

Não defendemos a queda deste ou de outro governo para vir a ser substituído por algum outro de igual matriz anti-nacional. Defendemos sim, o fim deste regime podre

Além disso, jamais poderemos aderir oficialmente a manifestações que, embora coincidentes connosco em vários pontos de protesto, são manipuladas e aproveitadas por forças do próprio sistema. Jamais estaríamos ao lado dos comunistas do Bloco de Extrema-Esquerda ou PCP ou ainda da JSD.

Recorde-se que no passado, marcamos presença a título oficial nas manifestações contrárias à legalização do aborto, ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e em apoio das forças da ordem. A temática subjacente a esses protestos era clara, precisa e em consonância com as linhas de orientação preconizadas pelo PNR.

Deste modo, a participação a nível individual de militantes ou simpatizantes do PNR na manifestação de amanhã, não resulta de nenhuma directiva emitida nesse sentido pela Comissão Política Nacional, mas tão só da livre iniciativa particular de qualquer Nacionalista.

http://www.pnr.pt/

RickHolland
March 12th, 2011, 04:38 PM
Grupos nacionalistas associam-se a manifestação em Lisboa


Grupos nacionalistas portugueses vão associar-se à manifestação do movimento Geração à Rasca anunciada para sábado em Lisboa, mas prometem não se juntar aos outros manifestantes, avançou, sexta-feira, um simpatizante nacionalista.

"Vamos marcar presença numa zona próxima da manifestação porque estamos solidários com algumas reivindicações desta manifestação", disse à agência Lusa Carlos Carrasco, um dissidente do CDS/PP do Barreiro que tem colaborado com a associação política e cultural Oposição Nacional.

"Estamos solidários com o protesto, mas não nos vamos juntar, porque já há muitos partidos políticos -- o BE, o PCP, o PSD e até alguns dirigentes do CDS/PP -- que se estão a associar a este protesto sem qualquer legitimidade para o fazerem, porque também são responsáveis pela situação a que o país chegou", disse.

Carlos Carrasco assegurou que não haverá qualquer acto de violência provocado pelos nacionalistas.

"Ser nacionalista não é sinónimo de ser nazi ou fascista. Não haverá saudações nazis nem qualquer ato de violência da nossa parte", reiterou, congratulando-se com o facto de o Partido Nacional Renovador (PNR) se ter demarcado da iniciativa.

"Ainda bem que não vão estar presentes", referiu, assegurando que vão estar representados dezenas de grupos nacionalistas de todo o país, onde se incluiu a Oposição Nacional.

O secretário-geral da Oposição Nacional, Vítor Luís, confirmou à Lusa a presença na manifestação de sábado em sinal de protesto contra a degradação das condições de vida da população portuguesa, particularmente dos jovens.

O dirigente responsabilizou os principais partidos políticos que têm governado o país pela situação difícil em que Portugal se encontra, com uma taxa de desemprego muito elevada e com um défice excessivo.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1804173&page=-1

RickHolland
March 12th, 2011, 05:00 PM
Vários grupos de diferentes identidades e ideais, da extrema esquerda à extrema direita, participaram hoje pacificamente na manifestação da geração à rasca.

Professores, advogados, médicos, precários e não precários, grupos anarquistas e nacionalistas fizeram da contestação e das palavras as principais armas do protesto.

Na linha da frente, na Avenida da Liberdade, um grupo de nacionalistas ostentava bandeiras negras gritando “ação, ação, lutar pela nação”.

De cabeça rapada e de indumentária conotada com a extrema direita, Daniel Botelho disse à Lusa que esta é uma manifestação pacífica que conta com o apoio dos movimentos nacionalistas: “Hoje está cá a polícia à paisana e estamos bem guardados. Viemos pacificamente”.

Outro elemento nacionalista, Cláudio Cerejeira, que adiantou ser sobrinho neto do cardeal com o mesmo nome, que foi patriarca de Lisboa e apoiante de Salazar, disse à lusa que este protesto mostra o descontentamento dos portugueses.

“Toda a gente é escrava do sistema. Tem de haver uma revolução à bala e não com cravos”, afirmou o manifestante, adiantando que esta é uma iniciativa pacifica, sem conflitos com a extrema esquerda, “ e onde se encontram muitos polícias disfarçados”.

“A policia persegue-nos todos os dias, ainda falam da PIDE”, queixou-se, acrescentando já ter estado preso com Mário Machado, o líder da extrema direita condenado pelos crimes de discriminação racial, coacção agravada, detenção de arma ilegal, ameaça, dano e ofensa à integridade física qualificada.

A meio da Avenida, anarquistas e marxistas partilhavam a revolta com a situação dos jovens e do país

“O estado continua a impor que os trabalhadores paguem esta crise. Esta é uma manifestação pacífica, mas alguns elementos de extrema direita querem arranjar confusão” disse à Lusa Renato Guedes, da revista de extrema esquerda Rubra.

Um dos elementos anarquistas presentes no protesto afirmou que pretende uma iniciativa pacífica mas garantiu estar preparado para “qualquer confusão com os ‘skinheads’”.

“A manifestação da extrema direita é uma provocação. A polícia devia expulsá-los porque eles são ilegais e perigosos”, disse, adiantando estar “pessoal do gueto” preparado para toda e qualquer eventualidade.

Além destes grupos, partiram da Avenida da Liberdade em direção ao Rossio estudantes vindos de Coimbra e movimentos ‘gay’ como as Panteras Rosa.

Segundo Inês Ribeiro, deste movimento, esta foi uma oportunidade para as Panteras Rosas alertaram para “a precariedade” em que vivem os transexuais.

Do álcool ao haxixe, muitas foram as substâncias que alguns grupos levaram para se manifestarem no protesto da “geração à rasca”.

http://www.destak.pt/artigo/89921-extremas-politicas-participam-pacificamente-na-manifestacao

http://2010.record.xl.pt/storage/ng1118230.jpg?type=headline

http://www.tvi24.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13398655/980x735

http://www.tvi24.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13398656/980x735

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