View Full Version : As insuficiências do Negro - A Discussão
Ricardo Mendonça
June 11th, 2011, 09:31 PM
Este tópico serve para a discussão do problema abordado neste:
http://www.vnnforum.com/showthread.php?t=128892 :nigdrum:
O outro será somente para colocarmos material. A meu ver isto vai permitir-nos falar aqui à vontade mas sabendo sempre onde encontrar fácilmente a informação.
Ricardo Mendonça
June 20th, 2011, 07:48 PM
Hoje vi um jovem inteligente, racista, patriota, diligente, e altruísta, levar uma "tareia" numa discussão argumentativa sobre raça...
Não me quis meter. Fiquei de fora a ver...Não foi bonito. O jovem em causa, não só perdeu a discussão, como me parece que perdeu, irremediávelmente, o trabalho de "consciencialização" de alguns colegas de escola, em que se havia empenhado com tanto afinco ao longo das últimas semanas.
Perdeu-os, porque não ouviu o pai e não fez o trabalho de casa...;)
O argumento chave para o resultado foi o seguinte (resumir uma parte da troca de impressões...) :
Jovem Nacionalista -
"Existem dados suficientes disponíveis para que se possa afirmar que existem diferenças a nível racial que implicam, nomeadamente ao nível do crime, que a raça é um factor estatisticamente relevante.
No que diz respeito ao crime está mais que provado que os negros cometem muito mais crimes, que os brancos. Se for necessário tenho ali x y z livros e artigos com bibliografia adicional suficiente para que qualquer individuo razoável o possa reconhecer. Isto provêm de diferenças genéticas, diferenças físicas e biológicas entre individuos de raças distintas."
Não está mau, pois não? Até aqui tudo bem. Até o interlocutor foi bastante "razoável" e acedeu. Inteligentemente evitou o desnecessário exercício de consulta a livros do pai do seu antagonista e idas à internet.Para onde pretendia levar a discussão isso era totalmente irrelevante. Podia perfeitamente dar-se "ao luxo" de conceder esse ponto.
Até aqui, confesso, que pensei que a conversa ia partir para o habitual "desfiar" de argumentos de resposta aos "Porquês" a que eu habitualmente me dedico e com os quais maço todos cá em casa à saciedade...
Quais as implicações destas diferenças? Porquê discutir o assunto?
Não senhor nada disso.
O jovem interlocutor "liberal"neste caso a jovem interlocutora, desarmou o incauto e néscio defensor da "verdadeira direita" o auto intitulado "inquebrável-fémur-argumentativo" cá de casa com um argumento tão simples como :):
Jovem (e bela) Liberal -
" Aceito, é verdade os negros são muito mais propensos a cometer actos violentos que os brancos."
Até aqui nada de novo não é? Todos nós já vimos isto...E qualquer um se preparou...- Há vais vir com a história do ambiente envolvente? Com a conversa da cultura? Ou será o caminho mais "batido" e primário de todos a opressão? Vais levar com "os gémeos" vais levar com o teste da guloseima ahahah
Nada disso... O que aconteceu foi isto. Aqui, a armadilha já estava quase pronta...
"Até concordo que provávelmente a influência dos factores de ordem genética ultrapassam os factores ambientais. Mas e então? O que fazer? Matar as pessoas?"
Aqui parece-me apenas deixou entreaberta a possibilidade do dilema moral, creio que não insistiou nele, por considerar que o meu filho deveria ser apesar de tudo "melhor" que isso e a história da ética e da moral já devia estar minimamente resolvida!
Jovem Nacionalista -
"Matá-los? Depende da situação é evidente. No entanto aquilo que pretendo demonstrar e fixar como consensual é a impossibilidade de pacífica e justa convivência entre brancos e negros dentro de um mesmo espaço geográfico e político. É impossível, não está certo que sabendo nós que um grupo representa uma ameaça permanente e incontornável à segurança do outro, se permita que convivam lado a lado! Não te parece? Eu defendo ou deportação ou segregação. E acima de tudo proibição total de mais emigração."
Jovem liberal -
"Então o facto de um grupo, neste caso negros, representar um ameaça desproporcional relativamente a outro, neste caso os brancos, nomeadamente devido à diferenças de ordem genética implica que os deportemos? Ou proibamos a vivência em comum? É isso? Achas bem? E razoável?"
Jovem Nacionalista -
"Sim é isso. E sim já disse o que acho. E sou sempre razoável! Sempre é melhor que os matar ou não? :)"
E agora veio o princípio do fim...um verdadeiro coup de maître
Jovem liberal -
"Tens então presente que seguindo essa ordem de ideias deviamos segregar homens e mulheres..."
Jovem nacionalista -
"Como? Como assim?"
Jovem liberal -
"As diferenças genéticas entre homens e mulheres apontam também incontornávelmente para que a essas se deva, a desproporcionalidade de violência exercida pelos homens sobre as mulheres. O que fazer neste caso para proteger a mulheres desta injusta e inultrapassável diferença genética senão a segregação entre homens e mulheres?"
Pai, diz - "Tás feito...:D"
Camaradas este é apenas um exemplo de como alguém mal preparado pode perder uma argumentação em que está certo, em que tem do seu lado a justiça na questão, mas ainda assim perde!
Há muitos outros exemplos eu levo as minhas tareias constantemente! Há inúmeros argumentos difíceis de contrapor não tendo "preparado" de antemão as respostas. É evidente!
Ninguém sabe tudo! Por isso é que temos de nos preparar o melhor que consigamos dentro das contigências da vida de cada um, idade, tempo, disponibilidade material etc!
Mas penso que este seja no entanto um bom exemplo...
E afinal como "descalçar esta bota"? Como é que se contra argumenta neste caso particular? Porque não deixa de estar bem visto e ser verdade...
Não podendo cair em argumentações ad baculum ;)
Ad baculum ou argumentção ad baculum quer dizer ameaçar com uma carga de porrada :)
Jay
June 20th, 2011, 10:29 PM
Ricardo excelente seu post ! desvirtuando um pouco o assunto deste thread , eu estava pensando em abrir um tópico sobre isso .Como ser bem interpretado e saber passar seu ponto de vista sem ser acusado de louco ,afinal não somos monstros certo ? ahahaha.
Conteúdo e intelectualidade a parte , um bom discurso ,usar as palavras certas ,sabendo se conectar com a pessoa é o ideal para uma conversa ou uma discussão ser bem aceita . Já passei meu ponto de vista e o modo como penso sobre racialismo e temas relacionados para alguns, inclusive pardos e negros sem ser acusado de nazista huahauuah
Ricardo Mendonça
June 20th, 2011, 10:48 PM
Obrigado Jay! Não desvirtuas nada! Fiquei muito feliz por obter uma reacção e acima de tudo por ter conseguido passar a mensagem :)
Sobre a tua ideia, força nela! Cria o tópico. Mas cria dois em paralelo, um para tu colocares o material (e nós tb algum...) mas apenas material, outro para a discussão própriamente dita. Nesses podemos inundar aquilo sem perdermos de vista os posts com o material de análise.
Mas faças o tópico no modelo "clássico" ou de acordo com a nossa experiência aqui no vnn de 2 em paralelo, cria! Vai em frente! Precisamos disso, que o pessoal perca o medo se solte. Neste fórum, desde que os posts sejam "inteligentes" e os tópicos interessantes quanto mais melhor!
MAAS "esconde" parte do jogo...os argumentos mais importantes e como os desarmar coloca num Social Group. Pede ao Nikolas se ele te cria um. Aqui só ele consegue.
Deixa só agua na boca ao pessoal, na discussão pública não dês armas aos guests infiltrados
Lusi
June 23rd, 2011, 08:47 AM
Se a merda fosse ouro, a esta hora estaríamos ricos. Eu sinceramente acho isso da influência, algo complexo, pois não a vejo assim muito, a não ser naqueles que se deixam influenciar mas aí acho que já é outra coisa.
O que é que eles têm que nos podem influenciar?
Música, aquela batucada ridícula e que não passa de poluição sonora, arte que arte é a deles, uns bonecos com o pénis grande, se aquilo é arte então a arte greco-romana, é o quê?
E então o vestuário, já viram o programa da TVI, chamado Tribos, aquilo só mostra o quanto atrasados eles são.
Eles não têm nada e acabam por se sentir complexados. O que é que eles inventaram ou descobriram, qual é a raça dos "nobéis", das idas ao espaço, das grandes descoberta cientificas, da medicina etc... Nós claro.
Os Romanos tinham aquedutos, pontes, termas, senado, saneamento e eles o que tinham? Uma casa com telhado de palmeira e as paredes feitas com bosta, é que nem cimento eles têm. Trocar a Europa por África, jamais. Um grande continente de grandes feitos, grandes homens e mulheres, rico em história e com um legado absolutamente brutal. É claro que se nós tomássemos conta de África aquilo avançava e muito. Em Angola, as pontes, caminhos de ferro, barragens aeroportos e outras infra-estruturas, foi Salazar que lá investiu, infelizmente mais do que aqui na minha opinião. Tudo o que lá têm é graças aos brancos. Quem lhes dá os medicamentos, a educação, quem os ajuda quando andam em guerra e quem é que lhes constrói as coisas?
Nós, claro se os mandasse-mos para lá e se fosse feito um embargo e não os deixassem vir para aqui, ao final de um ano, já não existiam. Aquilo é terceiro mundo, não tem lá nada. Eles precisam de nós, já nós não precisamos deles.
Nikolas Försberg
June 26th, 2011, 01:12 PM
Vou bater em uma tecla repetida na canção, mas que não deixa de ser um fato.
O negro é incapaz de evoluir por ele mesmo, ele depende da ajuda dos que o rodeiam para ao menos fingir que é civilizado, ele é incapaz de ter um minímo de cultura, já que a cultura que ele diz possuir é algo que não evoluiu em nada desde seus ascendentes, uma comparação simples da África negra de antes com a atual mostra a verdade sobre isso rápidamente.
Qualquer evolução na África negra é resultado do trabalho do homem branco.
Como de costume, o negro que chega na civilização branca tenta transformar o mundo branco em sua "Àfrica", veja as favelas no Brasil e o "guetos" em países europeus e nos EUA e terão essas confirmações.
Cidades dominadas por negros nos EUA são tranformadas em pocilgas cheias de lixo e são locais onde nem a polícia entra de tão perigosos que são, mulheres estupradas assim como eram e são na África, a infraestrtura do local é levada a zero, deixando o local com aparência de "cidade fantasma".
O caso do Haiti é um ótimo exemplo para tal também, o Haiti já foi uma colônia próspera enquanto esteve sob o controle francês (branco), depois que os pretos tomaram o controle do local, expulsando e matando os brancos que ali estavam não houve nem mais um tijolo colocado, o país foi a ruína, sendo reconstruído por forças internacionais e entregue aos pretos novamente que o destruíram por completo novamente. Não há rede esgosto, rede elétrica, asfalto ou qualquer tipo de higiene básica. O Haiti já foi re-construiído várias vezes, sempre tendo milhões em investimento e infraestrtura, mas porque?
Porque perder tempo com pessoas que não vão saber cuidar e desnvolver o local?
Para mão-de-obra os pretos são regulares, serviços braçais e repetitivos que até um macaco adestrado poderia fazer, o que é um fato.
Porque não deixam o controle das coisas nas mãos de quem tem cerébro? Os brancos, e deixam os demais serviços nas mãos dos negros, serviços que até um macaco ou uma lontra podem fazer.
Vejo negros na África do Sul clamando a volta dos brancos, os mesmos brancos que eles mataram e chamaram de "racistas", matam e chamam até hoje.
O negro é um ser incapaz de evoluir por ele mesmo, é um vagabundo por natureza, depende sempre do coitadismo e da piedade de outrem para "sobreviver" sugando.
Certos fatos são inegáveis, embora tais fatos sejam suprimidos... a verdade não deixa de ser verdade porque não gosta dela...
Como o Lusi disse há pouco: "Se merda fosse ouro estariamos ricos"
Recomendo a leitura do texto Ciclo da Miséria (http://www.vnnforum.com/showpost.php?p=1215723&postcount=8) como complemento.
Ricardo Mendonça
June 30th, 2011, 04:49 PM
Estava a ver o material colocado no tópico "principal"...O facto curioso é que sabendo o PORQUÊ material de o negro ser como é e se comportar como comporta...
Depois de ver os resultados práticos desses PORQUÊS, fica pouco para discutir por enquanto...eu vou lá colocar uns videos mais e um artigo muito bom sobre o assunto.
E depois queria discutir os argumentos do tipo de esquerda que entrou num debate sobre as consequências e vantagens das sociedades multiraciais.
Pode ser? Discutir as palavras dessa gente? Ver o que eles têm para dizer sobre o assunto e ver se faz algum sentido.
Ricardo Mendonça
June 30th, 2011, 09:26 PM
P.S. - Vale a pena traduzir alguma parte do material? se sim o quê primeiro?
Quem tiver algum interesse pode dizer-me por PM se preferir
Espero que A informação esteja a ser útil!
Estão a gostar de como o tópico tá a sair?
Repsondam-me os que estiverem a seguir aquilo. Eu sei que a informação é muita, mas até agora está a sair tudo muito bem a meu ver.
Amigo do nome em cirílico impronunciável :) Gostei do seu artigo, bom contributo por favor continue, muito pertinente.
Está a ficar um bom tópico misturamos AS CAUSAS com AS CONSEQUÊNCIAS.
os "porquês" com os "o quê"
Não se esqueçam se necessário alguma tradução digam eu quero gente informada e a participar.
Eu sou um nabo em 99% das linguas ;)
Nikolas Försberg
July 2nd, 2011, 03:36 AM
http://www.amren.com/ar/2009/02/01a-StopMobViolence.jpg
http://www.amren.com/ar/2009/02/05a-Rape1.jpg
http://www.amren.com/ar/2009/02/05b-FreeTreatment.jpg
http://www.amren.com/ar/2009/02/06a-RwandanVictim.jpg
http://www.amren.com/ar/2009/02/07a-Rape5.jpg
Esses animais (os negros) fazem isso com os do povo deles, é inegável o prazer mórbido desses animais em atacar o povo branco.
Estupram, matam, mutilam, agridem, fazem e acontecem com os do povo deles (negros)... não é preciso nem falar o que eles fazem com os que não são iguais aos deles né?
Eles (os negros) vivem hoje exatamente como viviam há 2 mil anos, como animais.
Procurem no youtube por matérias sobre a polícia negra da África do Sul... agem como selvagens... fora que verão os pretos civis matando policiais para roubar suas armas ou alguns tickets de alimentação.
Vejam isso aqui... (http://www.vnnforum.com/showpost.php?p=1290204&postcount=17) e depois comentem aqui...
Jonas Hoffmann
July 2nd, 2011, 08:01 PM
Vou falar que nem o Nikolas... "mais uma vez apertando a tecla do repete"
Pois é, e continua assim...
Vejamos, não é novidade alguma pra nenhum membro do VNN (PHD) que os negros ainda nos dias de hoje ainda possui a tendência de um ser animal e primitivo.
"Àfrica, o berço da civilização"
kkkk essa é a maior piada que um judeu pôde inventar!!!
Para os novos membros que estão entrando no fórum e esta a ver este excelente tópico, recomendo que tenha acesso a area: As insuficiências do negro. (http://vnnforum.com/showthread.php?t=128892)
Ali terá um breve resumo e fatos sobre a incrivel jornada do negro na historia da humanidade. São mais de 100 fatos, uma pena que não tem todos, mais aos poucos vai indo...
Pense no Richard Wagner, no Mozart e Beethoven... São grandes gênios musicais. Músicas que necessita de inspiração, trabalho, dedicação e acima de tudo a inteligência. Não é uma musica fácil de ser criar.
Pense em algum negro... criou o rap, o funk o break, hip-hop, samba, pagode.. Todos inspirados em merda. Não necessita de forma alguma de inteligência para fazer essas porcaria, precisa somente dançar e falar palavrão. No funk então, acredito que nem o primário esses bandos de macaco possuem. Quem já leu o texto: O Ciclo da miséria?
É altamente recomendado. Negros jamais devem estar/ficar ao mesmo nivel que nós brancos. Jamais!
Não podemos tentar igualar eles como nós porque a realidade não permite.
A natureza é assim, um leão jamais aceitaria conviver no mesmo espaço juntamente com o macaco, mesmo que ambos estejem na selva.
Eu poderia ficar a falar horas e horas por aqui, mas vou apresentar mais fatos...
Nikolas Försberg
July 4th, 2011, 12:28 AM
Jonas, você assistiu isso (http://www.vnnforum.com/showpost.php?p=1290203&postcount=620) e isso (http://www.vnnforum.com/showpost.php?p=1290204&postcount=17)?
Nikolas Försberg
December 23rd, 2011, 10:36 AM
Retomando essa discurssão...
Eu acabei por me lembrar de um exemplo que eu havia dado já há alagum tempo aqui no VNN (e no SF também), que é a questão das favelas.
As favelas são "obras" criadas por negros, e são utilizadas por esses (negros) e não-brancos.
A definição de favela é algo como uma gambiarra, algo mal feito, improvisado e mal projetado, na realidade sem projeto algum.
Gambiara: Uma invenção negra
A gambiara é basicamente, em um negro (aplica-se ao não-branco também) fazendo mal feito o que um branco faria bem feito.
Enquanto os brancos criam cidades inteiras, com bairros e uma infra-estrutura, os negros criam favelas, destruindo as cidades, bairros e toda a infra-estrutura.
As favelas são a materialização do negro, que vivia na África como um primitivo, em malocas, e hoje vive nas favelas. A favela é a genética africana tomando corpo no meio da civilização.
No final do século XVIII, os primeiros assentamentos, hoje conhecidos como favelas eram chamados de "bairros africanos". Estes eram os lugares onde ex-escravos sem terras e sem opções de trabalho ia morar. Mesmo antes da primeira "favela" passar a existir, os cidadãos pobres eram afastados do centro da cidade e forçado a viver em distantes subúrbios. No entanto, as favelas mais modernas apareceram na década de 1970.
As favelas são quase em sua totalidade, frutos de invasões e roubos de terra.
Vale citar o caso do Haiti, o país inteiro é uma favela. Já foi prospero quando colônia européia, e depois que ficou nas mãos dos pretos, se transformou em uma favela, um lugar desgraçado, sem luz elétrica, água e nem nada mais.
Já foi reconstruído inumeras vezes, e basta ser entregue nas mãos dos pretos que o caos toma conta do lugar.
Com exceção dos lugares construídos pelos brancos, a África continua das mesma forma de milhares de anos atrás, ou seja um local primitivo sem avanço nenhum, uma selvageria enorme.
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/86/Nicolas-Antoine_Taunay.jpg/220px-Nicolas-Antoine_Taunay.jpg
Vista do alto do Morro de Santo Antônio, por Nicolas-Antoine Taunay (c.1816). Acredita-se que nesse morro, em 1897, tenha surgido a primeira favela do país
Ricardo Mendonça
December 23rd, 2011, 12:16 PM
Mas o que é que está em jogo Nikolas? Eu creio que fiz o suficiente que na vida de um homem se pode fazer para conseguir, pelo menos, aproximar-me da resposta.
O que é que está em jogo, quando falamos nas insuficiências do negro? Que consequências podem delas resultar?
Tu também sabes, bem sei. Mas quantos mais além de uns poucos saberão?
Posts como o do Duff Hill, do Sebastianus (também nascido depois de 1974...), esses relatos causaram-me algum impacto.
A minha história é tão diferente da deles...Assim, não dá para esquecer sequer por um momento que por cada Duff ou Sebastianus existem outros que nunca vão despertar e perceber certas coisas.
Pois como o Duff disse, é quase um "milagre", é algo que vem de dentro. Sem qualquer dúvida os estímulos exteriores provocam esse despertar de algo latente, mas só alguns conseguem quebrar o sortilégio...
As 4 ideias que eu pretendia reunir e encadear são estas :
- As insuficiências percebidas nos negros, enquanto grupo, acarretam consequências?
- O que é que um homem de bom coração precisa para encarar de frente a resposta à pergunta acima?
- Em face das duas interrogacões acima faço uma outra. Porque é que eu tanto me esforçei para sacudir o ónus da pesquisa, da leitura, o fardo da procura de cima dos ombros dos nossos? Tentei tanto, mas tanto, mostrar aos nossos que as "explicações" têm de recair sobre os nossos opositores não sobre nós.
Em primeiro lugar porque, assim, tal como está parece que para formar um de nós é preciso tirar um doutoramento. Aliás vários. É preciso saber Economia, História, Antropologia, Geografia, Biologia, Filosofia, Literatura, etc, etc, etc, etc, etc.
NÃO É PRECISO!!! O ónus da prova recai sobre os nossos opositores! Por favor pensem porquê e sacudam esse jugo!
Lembrem-se do que procurei dizer, no OV, em posts vários ao longo de dois anos no Stormfront, por PMs, a tantos e tantos camaradas. No grupo preparação de interlocutores.
Sacudam esse fardo! Não é nosso para carregar. Numa discussão ou no confronto com elementos circundantes no dia-a-dia empurrem a necessidade de explicações para os multiculturalistas, para os liberais de esquerda. Imponham-lhes a necessidade de explicar os seus pontos de vista irresponsáveis, é assim que tem de ser, veja-se a questão por onde se quiser ver.
Em segundo lugar e para terminar.
Este problema que referi faz com que apenas alguns dos nossos, por questões de natureza própria de cada um, ou de excepcional ambiente envolvente consigam ser racialmente conscientes.
Assim como está só os mais dados ou à leitura, os mais introspectivos e reflexivos, ou por outro lado (se bem que muitas vezes esta é característica comum...) aqueles que são mais zelosos das imposições de consciência, que têm um sentido de dever e protecção mais apurado, é que despertam e conseguem vencer, repito, vencer o ónus, o peso, o fardo que hoje e tal como estamos, implica ser racialmente consciente.
NÃO É PRECISO DOUTORAMENTO NENHUM!
A leitura, a pesquisa são condições superlativas à questão central. Superam-na, vêm depois, complementam-na. E não são condição necessária.
O que é preciso é, em meu entender :
Espírito crítico
Coragem
Honestidade
Perseverança
Isto é o que é preciso. Qualidades como a bondade, altruísmo, inteligência, não são necessárias.
Conclusão:
I- Consequências das insuficiências do negro, na organização de um grupo multiracial numa sociedade que se queira pacífica e funcional.
II - Até onde é preciso ir na procura destas respostas? É preciso tornar-me um "investigador" a tempo inteiro?
III - Conflitos e guerras. A paz= período de tempo entre dois estados guerra?
Extermínio e "princípio de mútua exclusão competitiva". Ilhas canárias VS Cabo Verde, São Tomé e princípe, Haiti, Madagáscar...Austrália???? Nova Zelândia??? Lições a retirar.
Coragem e altruísto, VS cobardia mal disfarçada e individualismo em certas posições...
IV - A impossibilidade de transmitir conceitos para além de um determinado intervalo de conhecimentos entre interlocutores.
Não é possível ensinar cálculo avançado, a uma criança que está a aprender a contar. Tudo tem um princípio e a transmissão de conhecimentos implica que cada incremento de saber transmitido tenha uma dimensão máxima. O professor Universitário não consegue fazer-se entender a um aluno do ensino elementar.
Existe uma distância máxima entre os interlocutores a nível de domínio das matérias e existe uma quantidade máxima de informação possível de ser transmitida.
Implica tempo (também no sentido de experiência de vida...) e calma de parte a parte.
sem DOUTORAMENTOS...
Nikolas Försberg
December 24th, 2011, 06:39 AM
O que eu direi vai soar meio que "limitado", mas é um resumo apenas.
O negro é um ser incapaz de evoluir, extremamente limitado, é primitivo desde a escência, é da natureza do negro ser um primitivo.
É igual um animal de circo que por mais que possamos ensinar a eles uns "truques" ele não deixa de ser um animal. Pode-se dar uma "pintura" por fora, mas por dentro continua a ser o mesmo selvagem de sempre.
No que isso nos afeta?
Em tudo. Quando tentamos inserir o negro na sociedade como um "igual", estamos regredindo ao invés de evoluir. Para a maioria das pessoas aceitar que eles não são civilizados é algo extremamente penoso, por que isso significa colocar as coisas no devido lugar, ou seja, o negro não pode fazer fazer parte de uma sociedade saudável, e isso significaria para essa maioria, excluir o negro. E isso é exatamente o que falavamos no outro tópico, sobre o tóxico culto sentimentalismo.
Duff Hill
December 24th, 2011, 03:51 PM
O que eu direi vai soar meio que "limitado", mas é um resumo apenas.
O negro é um ser incapaz de evoluir, extremamente limitado, é primitivo desde a escência, é da natureza do negro ser um primitivo.
É igual um animal de circo que por mais que possamos ensinar a eles uns "truques" ele não deixa de ser um animal. Pode-se dar uma "pintura" por fora, mas por dentro continua a ser o mesmo selvagem de sempre.
No que isso nos afeta?
Em tudo. Quando tentamos inserir o negro na sociedade como um "igual", estamos regredindo ao invés de evoluir. Para a maioria das pessoas aceitar que eles não são civilizados é algo extremamente penoso, por que isso significa colocar as coisas no devido lugar, ou seja, o negro não pode fazer fazer parte de uma sociedade saudável, e isso significaria para essa maioria, excluir o negro. E isso é exatamente o que falavamos no outro tópico, sobre o tóxico culto sentimentalismo.
Perfeito, não há o que discordar. É a verdade nua e crua, as pessoas queiram ou não.
Basta observar e ter a experiência de entrar em favelas e meios em que eles predominam para concluir isso. É arriscado, mas ao vermos com os próprios olhos, as coisas são diferentes...
E é exatamente como você falou, podemos adestrá-los ou até torná-los menos desagradáveis e inconvenientes em nosso meio, mas jamais serão capazes de construirem o que construímos ou saírem dessa situação sozinhos.
Nikolas Försberg
December 26th, 2011, 03:18 PM
E é exatamente como você falou, podemos adestrá-los ou até torná-los menos desagradáveis e inconvenientes em nosso meio, mas jamais serão capazes de construirem o que construímos ou saírem dessa situação sozinhos.
Exato! Sozinhos eles não fazem nada, e no meio da sociedade branca o máximo que eles vão conseguir é aprender um truque ou outro, mas isso não duradouro, pois logo na primeira oportunidade o negro mostra a face primitiva e selvagem.
Não adianta, os negros podem frequentar as melhores escolas, vestirem os melhores ternos e ter tudo do bom e do melhor, ele nunca vai deixar de ser um negro.
A sociedade branca perde muito com isso... o que se gasta de tempo e dinheiro para ensinar uns truques, e nada além de uns truques, poderiamos estar realmente formando um ser descente, e não um "macaco amestrado" que sabe diferenciar quadrados de triangulos.
Ricardo Mendonça
December 26th, 2011, 05:09 PM
Eu sou o primeiro a temer as consequências das diferenças de potencial entre grupos racialmente distintos dentro de uma sociedade.
Numa sociedade livre, em que se vença pelo mérito e em que cada um é livre, também e por isso, para viver as consequências das suas acções, o negro...perde.
Essa diferença de potencial intelectual terá sempre de se traduzir numa arrumação estraficada por raça da pirâmide social dessa sociedade com brancos ou amarelos no topo, e negros na base.
O preto não dá mais do que pode dar, é verdade, e não se deve esperar que entre eles se consiga encontrar os números suficientes com capacidade para vingarem e obterem sucesso em livre competição com os outros.
Caso fosse possível aceitar essas insuficiências, uns e outros perceberem isso, acredito que o resultado pudesse ser uma sociedade funcional e pacífica, as tensões seriam muito atenuadas.
No entanto isso não é possível.
O preto, e muitos brancos, hoje, recusam-se a admitir que de entre os negros não possa sair na mesma proporção o mesmo número de médicos ou de técnicos em sentido mais lato, que sairia, por exemplo de entre uma população branca.
Não sai. Não dá. É cultural sem dúvida, mas é biológico, é físico e está no sangue. O preto não conseguirá garantir nos números necessários (proporcionalmente idênticos aos outros grupos raciais...) individuos capazes o suficiente para que nos estratos da pirâmide social o preto não se veja sempre colocado na base.
Por fim
Sim o negro é limitado relativamente aos outros, o seu potencial enquanto grupo não consegue prover na mesma proporção (nem de perto...) gente capaz de em liberdade homogeneizar racialmente uma sociedade, os estratos sociais não serem racialmente identificáveis.
O preto não consegue fazer isso. O asiático consegue, por exemplo. Não sendo sangue do nosso sangue, mostram que conseguem vencer e fazer pela vida.
Agora penso que há que ter um certo cuidado quando classificamos o preto de "animal"...Já passo a explicar, e não não amoleci...Nem estou a deixar de encarar o problema de frente.
A questão é que o preto pode ser aparentemente igual a qualquer um...Aparentemente, sublinho.
E importa ter isto presente. Esta aparência tende a mascarar o problema aos olhos de muita gente, há que ter cuidado. Chamar um preto de animal, quando para muitos existem pretos que conseguem manter uma conversa...Faz com que nós é que pareçamos que estamos errados, ao apontar as insuficiências do preto.
Atenção! Elas existem. E sim é claro que um preto pode manter uma conversa, no entanto recomendaria que lessem os artigos do tópico as "insuficiências do negro" e pensassem nisto que vou acrescentar.
O preto "conversa", fala mas não o faz da mesma forma que um amarelo, e muito menos um branco (quando concretizou o seu máximo potencial racial...) E aliás as diferenças são mais perceptiveis quando avaliadas no conjunto da população em grupo...e na média desse grupo.
O preto não projecta pensamento. É terrível na abstracção de pensamento. A cultura que emana de uma população de negros, nunca produz ciência, intelectualidade, raros são os negros gostam de ler, que gostam de matemática, de química...nunca procuram isso. Nem depois de instalados nas sociedades alheias onde poderiam e PODEM beneficiar do trabalho dos outros.
Nunca o fazem, nunca....O preto beneficia do nosso trabalho porque se monta como um parasita nos outros. Nem inventou nada, nem agora, contribui com nada de útil, que não fosse fácilmente feito por qualquer um.
Assim é o resulto do somatório de incontáveis acções ao longo da vida e por cada individuo que compõe uma sociedade, que trilha o caminho que essa sociedade pode levar.
Se levarmos em conta todas as vezes que o preto diz "amanhã faço", "deixa para lá"..."Tché ágora não!", "que se f*** dá trabalho..." todo e cada preto que não estuda, que se encosta milhões e milhões de pequenas atitudes (resultado das suas insuficiências...de carácter e intelectuais...) o que há a esperar de uma sociedade criada por eles?
São sempre um lastro...um peso morto...a questão será saber se é possível carregar o peso ou não? Dá para aguentar? Quantos pretos pode uma sociedade aguentar carregar?
Nem falo do porque deveremos aceitar essa cruz...Eu apenas digo quantos é possível carregar às costas?
É uma situação intolerável e insustentável! Alem disso o preto recusa-se a admitir que é burro relativamante aos outros...Assim não admira que a estratificação natural, por raça, da pirâmide social seja sempre atribuída a um qualquer sistema que impede o negro de ascender.
O preto recusa-se, como é natural, a assumir a sua própria insuficiência face aos outros.
Aliás duas características observadas por todos quanto aos negros, são a sua cpacidade de atirar as culpas para outros e avaliar o valor próprio de forma distorcida. Por isso quando os resultados no fim, não correspondem lá aquilo que o preto achava que "merece" ou é "capaz", chora, grita, enfurece-se, em suma, atira a culpa para os outros...seja em que situação for.
Ricardo Mendonça
December 26th, 2011, 05:27 PM
Vejamos, não é novidade alguma pra nenhum membro do VNN (PHD) que os negros ainda nos dias de hoje ainda possui a tendência de um ser animal e primitivo.
"Àfrica, o berço da civilização"
kkkk essa é a maior piada que um judeu pôde inventar!!!
Para os novos membros que estão entrando no fórum e esta a ver este excelente tópico, recomendo que tenha acesso a area: As insuficiências do negro. (http://vnnforum.com/showthread.php?t=128892)
Ali terá um breve resumo e fatos sobre a incrivel jornada do negro na historia da humanidade. São mais de 100 fatos, uma pena que não tem todos, mais aos poucos vai indo...
Pense no Richard Wagner, no Mozart e Beethoven... São grandes gênios musicais. Músicas que necessita de inspiração, trabalho, dedicação e acima de tudo a inteligência. Não é uma musica fácil de ser criar.
Pense em algum negro... criou o rap, o funk o break, hip-hop, samba, pagode.. Todos inspirados em merda. Não necessita de forma alguma de inteligência para fazer essas porcaria, precisa somente dançar e falar palavrão. No funk então, acredito que nem o primário esses bandos de macaco possuem. Quem já leu o texto: O Ciclo da miséria?
É altamente recomendado. Negros jamais devem estar/ficar ao mesmo nivel que nós brancos. Jamais!
Não podemos tentar igualar eles como nós porque a realidade não permite.
A natureza é assim, um leão jamais aceitaria conviver no mesmo espaço juntamente com o macaco, mesmo que ambos estejem na selva.
Eu poderia ficar a falar horas e horas por aqui, mas vou apresentar mais fatos...
Perfeito...
Só nos falta conseguir mostrar a quem nos visita por onde começar a encarar isso de frente.
Começar, como o Jonas disse pelos artigos colocados no tópico de apresentação de material "as insuficiências do negro" ajuda e depois dar uma vista de olhos nos videos do Dr.Jared Taylor e do Dr. Pierce.
E depois voltar aqui e debater como evitar a catástrofe anunciada para toda e qualquer sociedade multi-racial...
Duff Hill
December 26th, 2011, 06:20 PM
O que é que aconteceu ao branco materialmente pobre no Brasil?
Nikolas lembraste de uma conversa que tivemos há cerca de um ano sobre isto?
Porque é que os brancos "SUMIRAM" das classes materialmente mais baixas?
O que já ouvi de afirmações clamando pela falta de oportunidades iguais as que os brancos tiveram para os negros, que eles foram excluídos, que foram vítimas de preconceito, etc e etc, não está escrito. Inclusive de pessoas muito próximas. Considero que são pessoas mal esclarecidas, gente que pouco lê ou leu sobre o que se passou na mundo.
É uma afirmação totalmente falaciosa, não precisa ser nenhum pós-graduado para saber disso. Pergunte aos colonos mais velhos a experiência e vivência deles com essa gente.
Duff Hill
December 26th, 2011, 07:03 PM
Vamos analisar algumas passagens para esclarecer a situação da Terra de Vera Cruz:
O Brasil recebeu cerca de 38% de todos os escravos africanos que foram trazidos para a América. A quantidade total de africanos subsaarianos que chegaram ao Brasil tem estimativas muito variadas: alguns citam mais de três milhões de pessoas, outros quatro milhões. [...] O Brasil foi, de longe, o país que mais recebeu escravos no mundo[/B]. [..] De acordo com a estimativa do IBGE, o número total de africanos que chegou ao Brasil foi de 4.009.400.
Além da imigração européia do final do século XIX e início do século XX, um dos fatores que causaram a diminuição estatística relativa da população preta no Brasil nos últimos dois séculos foi a intensa miscigenação ocorrida
Não se faz necessário ser "sábio" ou "doutor" para perceber que com uma quantia tão expressiva de negros trazidos para cá, que anteriormente viviam em florestas, em guerras tribais e de uma forma completamente rudimentar e primitiva, quando inseridos em um país com vocação agrária e que na época iniciava sua industrialização, o problema estava feito. O que fazer com tantos deles?
Vamos perceber o cenário.
Os negros recém-libertos. O governo imperial da época incentivando a imigração européia. Chegavam os colonos. Alguns que ganhavam terras abandonadas e outros que vinham tentar a sorte e na busca por dias melhores. Muitos dos quais mesmo sem instrução ou qualquer conhecimento desse país, trataram de pegar forte na enxada e partiram para o trabalho. Enquanto isso os negros recém libertos e sem qualquer preparo para uma competição (o que era de se esperar) se aglomeravam em subúrbios ou ficavam a espera de caridade ou uma luz que os ajudasse a se integrar. Viviam à margem. Muitos entraram para a criminalidade. O negro é mais violento que as outras raças. O resultado está aí, olhem as presídios. O fim da história vemos até hoje. Aliás, não teve fim. Parece que nunca terá.
O engraçado é que mais de 120 anos após a libertação, os negros são vistos como coitados e que merecem uma chance e um empurrãozinho. Há os dispostos a salvá-los, à enxugar gelo, mas em tanto tempo não se vê e não se viu resultados expressivos, apenas exemplos pontuais de avanço, mas que se quer substituem o que um branco seria capaz de fazer. Há uma aclamação para tentar empurrá-los, há chances de todas as formas, incentivos de todos os jeitos e maneiras, campanhas que tentam nos empurrar goela abaixo uma falsa realidade sobre essa situação. Mas nada parece adiantar.
No entanto, o problema maior é mostrado na segunda estrofe. A miscigenação. Os pardos tem sangue negro, e muitos "falsos brancos" também. Com uma REAL população de 15% de brancos sendo que a maioria apenas pensa no próprio bolso, é óbvio que se esse problema conseguisse ser contornado, as coisas melhorariam e muito. Resta saber como... Educação? Saúde? Acesso à informação? Religião? Esporte? Nem Deus sabe, afinal é um problema dos homens.
Sebastianus
December 26th, 2011, 07:49 PM
[QUOTE]O engraçado é que mais de 120 anos após a libertação, os negros são vistos como coitados e que merecem uma chance e um empurrãozinho. Há os dispostos a salvá-los, à enxugar gelo, mas em tanto tempo não se vê e não se viu resultados expressivos, apenas exemplos pontuais de avanço, mas que se quer substituem o que um branco seria capaz de fazer. Há uma aclamação para tentar empurrá-los, há chances de todas as formas, incentivos de todos os jeitos e maneiras, campanhas que tentam nos empurrar goela abaixo uma falsa realidade sobre essa situação. Mas nada parece adiantar.
Portugal foi o primeiro país europeu a abolir totalmente a escravatura em solo europeu e nas colónias do Oriente em 1761, nas colónias africanas em 1869. O Brasil fê-lo em 1888 e os Estados Unidos em 1865 mas só foi atribuida plena igualdade de direitos na década de 60.
Os países africanos e árabes, mesmo aqueles que não pertenceram a nenhuma potência europeia, só aboliram oficialmente a escravatura durante o século XX, o ultimo país a fazê-lo foi a Mauritânia em 1981.
Enquanto nas colónias portuguesas os negros já tinham a igualdade de direitos no resto do continente continuavam a ser escravizados pelo seus "irmãos" negros, o racisto étnico entre negros é bem conhecido de quem conhece um pouco a África.
Apesar da escravatura já ter sido oficialmente abolida por todos os países, existe actualmente um número de escravos mais elevados do que em qualquer período na História da Humanidade, isso passa-se exclusivamente na África e na Ásia.
Os únicos países que contribuiram significativamente para abolir a escravatura foram os países brancos.
E ainda se queixam que os brancos são racistas e que são o Mal em forma de gente ?! :confused:
Fonte, a insuspeita pró-judaica Wikipédia, aqui fica a cronologia dos eventos abolicionistas ao longo da História:
http://en.wikipedia.org/wiki/Abolition_of_slavery_timeline
Ancient times550 BC:
Slavery in Achaemenid Persia was generally banned. Zoroastrianism, the religion of the empire, explicitly forbids slavery and the kings of Achaemenid Persia, especially the founder Cyrus the Great, followed this ban to varying degrees. This was evidenced by the freeing of the Jews at Babylon, and the construction of Persepolis by paid workers.
3rd century BC: Ashoka abolishes slave trade and encourages people to treat slaves well but does not abolish slavery itself in the Maurya Empire, covering the majority of India, which was under his rule.[1]
AD 9: In China, Emperor Wang Mang usurps the throne, abolishes slave trading (although not slavery), and institutes radical land reform[2]
[edit] Early timelineIt should be noted that many of these changes were reversed in practice over the succeeding centuries.
1102: Trade in slaves and serfdom ruled illegal in London: Council of London (1102)
1117: Slavery abolished in Iceland
1200: Slavery virtually disappears in Japan; it was never widespread and mostly involved captives taken in civil wars.[3]
1214: The Statute of the Town of Korčula (Croatia) abolishes slavery.[4]
1215: Magna Carta signed. Clause 30, commonly known as Habeas Corpus, would form the basis of a law against slavery in English common law.
1274: Landslova (Land's Law) in Norway mentions only former slaves, which indicates that slavery was abolished in Norway
1315: Louis X, king of France, publishes a decree proclaiming that "France" signifies freedom and that any slave setting foot on the French ground should be freed[5]
1335: Sweden (including Finland at the time) makes slavery illegal.[6]
1416: Republic of Ragusa (modern day Dubrovnik, Croatia) abolished slavery and slave trading
[edit] Modern timeline[edit] 1500–1700
1569: An English court case involving Cartwright, who had bought a slave from Russia, ruled that English law could not recognise slavery.
1588: The Polish–Lithuanian Commonwealth abolishes slavery[7]
1595: A law is passed in Portugal banning the selling and buying of Chinese slaves.[8]
16th century Japan: Toyotomi Hideyoshi outlaws export of Japanese as slaves by Portuguese traders[9]
February 19, 1624: The King of Portugal forbids the enslavement of Chinese of either sex.[10][11]
1652: Slavery abolished in Providence Plantations.
1683: The Spanish crown abolishes slavery in Chile[citation needed]
[edit] 1700–1800
1701: The Lord Chief Justice rules that a slave became free as soon as he arrived in England.[12]
1723: Russia abolishes outright slavery but retains serfdom.[13]
1761, 12 February: Portugal abolishes slavery[14] in mainland Portugal and in Portuguese possessions in India through a decree by the Marquis of Pombal.
1772: The Somersett's case held that no slave could be forcibly removed from Britain. This case was generally taken at the time to have decided that the condition of slavery did not exist under English law in England and Wales, and emancipated the remaining ten to fourteen thousand slaves or possible slaves in England and Wales, who were mostly domestic servants.[15]
1775: Pennsylvania Abolition Society formed in Philadelphia, the first abolition society in America.
1777: Slavery abolished in Madeira, Portugal[16]
1777: Constitution of the Vermont Republic bans slavery.[16]
1780: Pennsylvania passes An Act for the Gradual Abolition of Slavery, freeing future children of slaves. Those born prior to the Act remain enslaved for life. The Act becomes a model for other Northern states.[17]
1783: Russia abolishes slavery in Crimean Khanate[18]
1783: Massachusetts Supreme Judicial Court rules slavery illegal based on 1780 state constitution.[16] All slaves immediately freed.
1783: Joseph II, Holy Roman Emperor issued an order abolishing slavery in Bukovina on 19 June 1783 in Czernowitz[19]
1783: New Hampshire begins a gradual abolition of slavery, freeing future children of slaves, and all slaves in [year].
1784: Connecticut begins a gradual aboliton of slavery, freeing future children of slaves, and all slaves in [year].[20]
1784: Rhode Island begins a gradual abolition of slavery, freeing future children of slaves, and all slaves in [year].
1787: Sierra Leone founded by Britain as colony for emancipated slaves
1787: Society for the Abolition of the Slave Trade founded in Britain[16]
1788: Sir William Dolben's Act regulating the conditions on British slave ships enacted
1789: Slavery is abolished during the French Revoultion.
1792: Denmark-Norway declares transatlantic slave trade illegal after 1803 (though slavery continues to 1848)[21]
1793: Upper Canada abolishes import of slaves by Act Against Slavery
1794: French First Republic abolishes slavery[16]; in 1804 France re-legalizes slavery in the Caribbean colonies.
1799: New York State passes gradual emancipation act freeing future children of slaves, and all slaves in 1827.[22]
1799: In Scotland, an act of the Parliament of Great Britain—the 'Colliers (Scotland) Act 1799' (39 Geo III c. 56)—ended the legal slavery of Scottish coal miners that had been established by the Parliament of Scotland in 1606.[23] The Colliers and Salters (Scotland) Act 1775 (15 Geo III c. 28) was originally intended to accomplish this, but it had been only partially effective.
[edit] 1800–1849
1802: The First Consul Napoleon re-introduces slavery on French colonies growing sugarcane.[14]
1803: Denmark-Norway abolition of transatlantic slave trade takes effect 1 January 1803
1803: Lower Canada abolishes slavery
1804: New Jersey begins a gradual abolition of slavery, freeing future children of slaves.[20] Those born prior to the Act remain enslaved for life
1804: Haiti declares independence and abolishes slavery[16]
1805: Bill for Abolition passed in Commons, rejected in the House of Lords.
1807, 25 March: Abolition of the Slave Trade Act abolished slave trading in British Empire. Captains fined £120 per slave transported.
1807: British begin patrols of African coast to arrest slaving vessels. West Africa Squadron (Royal Navy) established to suppress slave trading; by 1865, nearly 150,000 people freed by anti-slavery operations[24]
1807: Abolition of serfdom in Prussia through the Stein-Hardenberg Reforms.
1808: In United States, import and export of slaves prohibited after 1 Jan.[25]
1810: In Mexico, Miguel Hidalgo y Costilla declared slavery abolished, but it wasn't official until Independence War finished
1811: Slave trading made a felony in the British Empire punishable by transportation for British subjects and foreigners.
1811: Spain abolishes slavery at home and in all colonies except Cuba,[14] Puerto Rico, and Santo Domingo
1811: The First National Congress of Chile approves a proposal drafted by Manuel de Salas that declares the Freedom of wombs, which sets free the sons of slaves born on Chilean territory, no matter the conditions of the parents; it prohibited the slave trade and recognized as freedmen those who, passing in transit through Chilean territory, stayed there for six months.
1813: In Argentina, the Law of Wombs was passed on February 2, by the Assembly of Year XIII. The law stated that those born after January 31, 1813 would be granted freedom when contracting matrimony, or on their 16th birthday for women and 20th for men, and upon their manumission would be given land and tools to work it. In 1853, slavery was completely abolished.
1814: Uruguay, before its independence, declares all those born of slaves in their territories are free from that day forward.
1814: Dutch outlaw slave trade.
1815: British pay Portugal £750,000 to cease their trade north of the Equator[26]
1815: Congress of Vienna. 8 Victorious powers declared their opposition to slavery
1816: Serfdom abolished in Estonia.
1817: Serfdom abolished in Courland.
1817: Spain paid £400,000 by British to cease trade to Cuba, Puerto Rico, and Santo Domingo[26]
1817: New York State sets a date of July 4, 1827 to free all its slaves.[27]
1818: Treaty between Britain and Spain to abolish slave trade [28]
1818: Treaty between Britain and Portugal to abolish slave trade [28]
1818: France and Netherlands abolish slave trading
1819: Treaty between Britain and Netherlands to abolish slave trade [28]
1819: Serfdom abolished in Livonia.
1820: Compromise of 1820 in U.S. prohibits slavery north of a line (36°30')
1821: Gran Colombia (Ecuador, Colombia, Venezuela, Panama) declares free the sons and daughters born to slave mothers, sets up program for compensated emancipation [29]
1822: Liberia founded by American Colonization Society (USA) as a colony for emancipated slaves.
1822: Greece abolishes slavery
1823: Chile abolishes slavery[16]
1824: The Federal Republic of Central America abolishes slavery.
1825: Uruguay declares independence from Brazil and prohibits the traffic of slaves from foreign countries.
1827: Treaty between Britain and Sweden to abolish slave trade [28]
1828: New York State abolishes slavery. Children born between 1799 and 1827 are indentured until age 25 (females) or age 28 (males).[30]
1829: Mexico officially abolishes slavery[16]
1830: The first Constitution of Uruguay declares the abolition of slavery.
1831: Bolivia abolishes slavery[16]
1834: The British Slavery Abolition Act comes into force, abolishing slavery throughout most of the British Empire. Legally frees 700,000 in West Indies, 20,000 in Mauritius, 40,000 in South Africa. The exceptions, territories controlled by the Honourable East India Company and Ceylon, were liberated in 1843 when they became part of the British Empire. [31]
1835: Treaty between Britain and France to abolish slave trade [28]
1835: Treaty between Britain and Denmark to abolish slave trade [28]
1836: Portugal abolishes transatlantic slave trade
1838, 1 August: Enslaved men, women and children in the British Empire finally became free after a period of forced apprenticeship following the passing of the Slavery Abolition Act in 1833
1839: British and Foreign Anti-Slavery Society founded, now called Anti-Slavery International
1839: Indian indenture system made illegal (reversed in 1842)
1840: Treaty between Britain and Venezuela to abolish slave trade [28]
1841: Quintuple Treaty is signed; Britain, France, Russia, Prussia, and Austria agree to suppress slave trade[16]
1842: Treaty between Britain and Portugal to extend the enforcement of the ban on slave trade to Portuguese ships sailing south of the Equator.
1843: Honourable East India Company becomes increasingly controlled by Britain and abolishes slavery in India by the Indian Slavery Act V. of 1843.
1843: Treaty between Britain and Uruguay to suppress slave trade [28]
1843: Treaty between Britain and Mexico to suppress slave trade [28]
1843: Treaty between Britain and Chile to suppress slave trade [28]
1843: Treaty between Britain and Bolivia to abolish slave trade [28]
1845: 36 British Royal Navy ships are assigned to the Anti-Slavery Squadron, making it one of the largest fleets in the world.
1846: Tunisia abolishes slavery
1847: Ottoman Empire abolishes slave trade from Africa.[32]
1847: Sweden abolishes slavery [33]
1847: Slavery ends in Pennsylvania. Those born before 1780 (fewer than 100 in 1840 Census) are freed.[34]
1848: Denmark abolishes slavery [33]
1848: Slavery abolished in all French and Danish colonies [16]
1848: France founds Gabon for settlement of emancipated slaves.
1848: Treaty between Britain and Muscat to suppress slave trade [28]
1849: Treaty between Britain and Persian Gulf states to suppress slave trade [28]
[edit] 1850–1899
1850: In the United States, the Fugitive Slave Law of 1850 requires return of escaped slaves
1851: New Granada (Colombia) abolishes slavery[29]
1852: The Hawaiian Kingdom abolishes kauwa system of serfdom.[35]
1853: Argentina abolishes slavery when promulgating the 1853 Constitution
1854: Peru abolishes slavery[16]
1854: Venezuela abolishes slavery[16][29]
1855: Moldavia partially abolishes slavery.[36]
1856: Wallachia partially abolishes slavery.[36]
1860: Indenture system abolished within British-occupied India.
1861: Russia frees its serfs in the Emancipation reform of 1861.[37]
1862: Treaty between United States and Britain for the suppression of the slave trade (African Slave Trade Treaty Act).[28]
1862: Cuba abolishes slave trade[16]
1863: Slavery abolished in Dutch colonies.[38]
1863: In the United States, the Emancipation Proclamation declares those slaves in Confederate-controlled areas to be freed. Most slaves in "border states" are freed by state action; separate law frees the slaves in Washington, D.C.
1865: United States abolishes slavery with the Thirteenth Amendment to the United States Constitution; about 40,000 remaining slaves are affected.[16]
1866: Slavery abolished in Oklahoma.[39]
1869: Portugal abolishes slavery in the African colonies
1870: U.S. abolishes slavery in the Department of Alaska after purchasing it from Russia in 1867
1871: Brazil declares free the sons and daughters born to slave mothers after 28 September 1871.
1873: Slavery abolished in Puerto Rico
1873: Treaty between Britain and Zanzibar and Madagascar to suppress slave trade [28]
1874: Britain abolishes slavery in the Gold Coast (now Ghana), following its annexation in 1874 (after Third Anglo-Asante War).
1879: Bulgaria abolishes slavery (note: the slavery was abolished with the first constitution of the renewed Bulgarian state)
1882: Ottoman firman abolishes all forms of slavery, white or black.[40]
1885: Brazil passes Sexagenarian Law freeing all slaves over the age of 60.
1886: Slavery abolished in Cuba[16]
1888: Brazil passes Golden Law, abolishing slavery without indemnities to slaveowners or aid to newly freed slaves.[41]
1890: Brussels Conference Act – a collection of anti-slavery measures to put an end to the slave trade on land and sea especially in the Congo Basin, the Ottoman Empire and the East African coast
1894: Korea abolishes slavery[42]
1896: France abolishes slavery in Madagascar
1897: Zanzibar abolishes slavery[43] following its becoming a British protectorate.
[edit] 1900–today1906:
China formally abolishes slavery effective 31 January 1910, when all adult slaves were converted into hired labourers and the young were freed upon reaching age 25.[13]
1912: Siam (Thailand), formally abolishes all slavery. The act of selling a person into slavery was abolished in 1897 but slavery itself was not outlawed at that time.[44]
1921: Nepal abolishes slavery[45][46]
1923: Afghanistan abolishes slavery[47]
1922: Morocco abolishes slavery [48]
1924: Iraq abolishes slavery
1924: League of Nations Temporary Slavery Commission
1926, 25 September: Convention to Suppress the Slave Trade and Slaverybound all signatories to end slavery.
1928: Iran abolishes slavery[49]
1928: Domestic slavery practised by local African elites abolished in Sierra Leone[50] Though established as a place for freed slaves, a study found practices of domestic slavery still widespread in rural areas in the 1970s.
1935: Italian General Emilio De Bono proclaims slavery to be abolished in the Ethiopian Empire[51]
1936: Britain abolishes slavery in Northern Nigeria[52]
1942: Ethiopian Empire abolishes slavery
1945: In the subsequent defeat of Nazi Germany and Japan, workcamps for slave labor (primarily Jewish encampments in Nazi Germany and colonists in Japanese-dominated lands) were gradually closed by the liberators.
1946: Fritz Sauckel, procurer of slave labor for Nazi Germany, convicted at the Nuremberg trials and executed as war criminal.
1948: UN Article 4 of the Declaration of Human Rights bans slavery globally[53]
1952: Qatar abolishes slavery
1959: Slavery in Tibet is abolished by China after the Dalai Lama flees.
1960: Niger abolishes slavery (though it was not made illegal until 2003)[54]
1962: Saudi Arabia abolishes slavery
1962: Yemen abolishes slavery
1963: United Arab Emirates abolishes slavery
1970: Oman abolishes slavery
1981: Mauritania abolishes slavery[55][56][57]
Sebastianus
December 26th, 2011, 08:12 PM
Continuando o meu post anterior, trago-vos o artigo da mesma Wikipedia sobre a escravatura contemporânea:
http://en.wikipedia.org/wiki/Slavery#Present_day
Present day
See also: Contemporary slavery, Child slavery, and Trafficking of children
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/e/e8/FrancisBok.jpg
Francis Bok, former Sudanese slave. It is estimated that as many as 200,000 people had been enslaved during the Second Sudanese Civil War. The slaves are mostly Dinka people.[136][137]
There are more slaves today than at any point in history,[4] remaining as high as 12 million[5] to 27 million,[6][7][8] even though slavery is now outlawed in all countries.[7][138] Several estimates of the number of slaves in the world have been provided. According to a broad definition of slavery used by Kevin Bales of Free the Slaves (FTS), an advocacy group linked with Anti-Slavery International, there were 27 million people in slavery in 1999, spread all over the world.[139] In 2005, the International Labour Organization provided an estimate of 12.3 million forced labourers in the world.[140] Thanks to the ILO Special Action Programme to Combat Forced Labour (SAP-FL), the work of the ILO has been spearheaded in this field since early 2002. The Programme has successfully raised global awareness and understanding of modern forced labour; assisted governments to develop and implement new laws, policies and action plans; developed and disseminated guidance and training materials on key aspects of forced labour and human trafficking; implemented innovative programmes which combine policy development, capacity building of law enforcement and labour market institutions, and targeted, field-based projects of direct support for both prevention of forced labour and identification and rehabilitation of its victims. Siddharth Kara has also provided an estimate of 28.4 million slaves at the end of 2006 divided into the following three categories: bonded labour/debt bondage (18.1 million), forced labour (7.6 million), and trafficked slaves (2.7 million).[141] Kara provides a dynamic model to calculate the number of slaves in the world each year, with an estimated 29.2 million at the end of 2009.
The Middle East Quarterly reports that slavery is still endemic in Sudan.[142] In June and July 2007, 570 people who had been enslaved by brick manufacturers in Shanxi and Henan were freed by the Chinese government.[143] Among those rescued were 69 children.[144] In response, the Chinese government assembled a force of 35,000 police to check northern Chinese brick kilns for slaves, sent dozens of kiln supervisors to prison, punished 95 officials in Shanxi province for dereliction of duty, and sentenced one kiln foreman to death for killing an enslaved worker.[143] In 2008, the Nepalese government abolished the Haliya system of forced labour, freeing about 20,000 people.[145] An estimated 40 million people in India, most of them Dalits or "untouchables", are bonded workers, working in slave-like conditions in order to pay off debts.[146][147][148] Though slavery was officially abolished in China in 1910,[149] the practice continues unofficially in some regions of the country.[150][151][152] In Brazil more than 5,000 slaves were rescued by authorities in 2008 as part of a government initiative to eradicate slavery.[153]
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/51/11.02450_Brothel-girls-11.jpg.gif
Young prostitutes wait for customers in Mumbai's red light district. India is the world’s hub in prostitution-related human trafficking and forced labour.[154]
In Mauritania, the last country to abolish slavery (in 1981),[155] it is estimated that up to 600,000 men, women and children, or 20% of the population, are enslaved with many used as bonded labour.[156][157] Slavery in Mauritania was criminalized in August 2007.[158] In Niger, slavery is also a current phenomenon. A Nigerien study has found that more than 800,000 people are enslaved, almost 8% of the population.[159][160][161] Many pygmies in the Republic of Congo and Democratic Republic of Congo belong from birth to Bantus in a system of slavery.[162][163] Some tribal sheiks in Iraq still keep blacks, called Abd, which means servant or slave in Arabic, as slaves.[164] Child slavery has commonly been used in the production of cash crops and mining. According to the U.S. Department of State, more than 109,000 children were working on cocoa farms alone in Côte d'Ivoire (Ivory Coast) in "the worst forms of child labor" in 2002.[165] Poverty has forced at least 225,000 Haitian children to work as restavecs (unpaid household servants); the United Nations considers this to be a modern-day form of slavery.[166]
Trafficking in human beings (also called human trafficking) is one method of obtaining slaves. Victims are typically recruited through deceit or trickery (such as a false job offer, false migration offer, or false marriage offer), sale by family members, recruitment by former slaves, or outright abduction. Victims are forced into a "debt slavery" situation by coercion, deception, fraud, intimidation, isolation, threat, physical force, debt bondage or even force-feeding with drugs of abuse to control their victims.[167] "Annually, according to U.S. Government-sponsored research completed in 2006, approximately 800,000 people are trafficked across national borders, which does not include millions trafficked within their own countries. Approximately 80 percent of transnational victims are women and girls and up to 50 percent are minors," reports the U.S. Department of State in a 2008 study.[168]
While the majority of victims are women, and sometimes children, who are forced into prostitution (in which case the practice is called sex trafficking), victims also include men, women and children who are forced into manual labour.[169] Due to the illegal nature of human trafficking, its exact extent is unknown. A U.S. Government report published in 2005, estimates that 600,000 to 800,000 people worldwide are trafficked across borders each year. This figure does not include those who are trafficked internally.[169] Another research effort revealed that between 1.5 million and 1.8 million individuals are trafficked either internally or internationally each year, 500,000 to 600,000 of whom are sex trafficking victims.[141]
Mais algumas insuficiências dos negros aqui expostas, principalmente a INGRATIDÃO.
Nikolas Försberg
December 26th, 2011, 09:30 PM
Mais algumas insufiências dos negros aqui expostas, principalmente a INGRATIDÃO.
Falando em INGRATIDÃO DOS NEGROS...
Video OBRIGATÓRIO para ser assistido:
Não temos dívida!
Descrição do video no Youtube:
Você, negro, se você sabe ler, se você sabe escrever, se você usa roupas, ou até mesmo se você mora em uma casa, agradeça aos seus ancenstrais escravos por isso. Vocês é que têm uma dívida com eles, e não nós, brancos, que temos com vocês.
Alguns comentários que o video recebeu:
Há 500 anos atrás os nativos africanos ainda não haviam desenvolvido uma linguagem escrita, domesticado qualquer animal ou até mesmo inventado a roda. Os descendentes dos escravos que foram retirados da África hoje vivem em um mundo civilizado pelos brancos. E os que permaneceram na África? Porque continuam selvagens? Só falta dizer que a culpa é dos brancos também.
Só 2 lembretes:
1 - os negros já eram escravos de outros negros antes de terem sido traficados para cá. Os próprios negros da áfrica os escravizavam
2 - Zumbi dos Palmares era dono de vários escravos negros.
PS: Os negros ainda escravizam outros negros na África.
Ninguém tem dívida com negros, a final, alfabetizamo-los, Emprego foram dados, etc etc.
Talvez ele estariam comendo a si na África.
Eles é que têm uma dívida conosco.
Os negros é que tem dívidas com o povo branco! Nós brancos sivilizamos os negros e lhe demos educação! Deveriam nos agradecer por não tê-los enviado de volta à África assim como fez o Chile e a Argentina após a escravidão! O Brasil hoje seria o ÉDEN se tivessem feito o mesmo!
Porque em vez do negro ficar chorando por cotas nao ajunta todos os jogadores negros e facam uma universidade de 1 mundo. Uma pessoa mostra o que com acoes e nao com exigencias.
Acredito que esse video expõe bem uma parte do que o Sebastianus, Ricardo Mendonça e o Duff Hill estavam falando.
Vou deixar abaixo um pequeno exemplo, algumas palavras de uma autoridade no assunto África.
Vejamos abaixo:
Dr Albert Schweitzer, who spent most of his life in Africa, "uplifting" Negroes, received the Nobel Prize for Peace in 1952. He held several doctorate degrees. Shortly before his death, he said:
"I have given my life to alleviate the sufferings of Africa. There is something that all white men that have lived here must learn and know; that these individuals are a sub-race; they have neither the intellectual, mental or emotional abilities to equate or share in any of the functions of our civilization. I have given my life to try and bring them the advantages which our civilization must offer, but I have become well aware that we must retain this status; white, the superior, and they the inferior, for whenever a white man seeks to live among them as their equal, they will either destroy him or devour him, and they will destroy all his work; and so for any existing relationship or for any benefit to this people let white men from anywhere in the world who would come to help Africa remember that you must continually retain the status; you the master, and they inferior, like children that you would help or teach. Never fraternize with them as equals, never accept them as your social equals; or they will devour you; they will destroy you."
Fonte 1 (EM INGLÊS) (http://www.vnnforum.com/showpost.php?p=1226668&postcount=42)
O Dr Albert Schweitzer, que passou a maior parte da sua vida em Africa, a auxiliar Negros, que recebeu o prémio Nobel da paz em 1952, detentor de inúmeros doutoramentos, disse, pouco antes da sua morte:
"Dediquei a minha vida ao alívio do sofrimento em África.
Existe algo que todos os homens brancos que aqui viveram já devem saber e conhecer; que estes indivíduos são uma raça inferior.
Não têm as habilidades, nem intelectuais, nem mentais, nem emocionais, para conceber ou partilhar nenhum dos meios de funcionamento da nossa civilização.
Eu dei a minha vida a tentar trazer-lhes a vantagens que a nossa civilização tem para oferecer, no entanto fiquei bem ciente de que devemos manter este estatuto; brancos, os superiores, e eles, os inferiores. Pois sempre que um homem branco procura viver entre eles como um seu igual, eles irão ou destruí-lo ou devorá-lo, e ainda destruir todo o seu labor.
Desta forma e para que a existência de uma qualquer relação seja possível e para o próprio benefício desta gente, que os homens brancos que de qualquer parte do Mundo que venham a África com o intuito de ajudar se lembrem, que devem sempre preservar o referido estatuto; vós sois os Mestres, e eles os inferiores, como crianças que vós ajudais ou ensinais. Nunca fraternizeis com eles como iguais, nunca os aceiteis como vossos iguais sociais; ou eles devorar-vos-ão, eles destruir-vos-ão."
Tradução por aki Mendonça
FONTE 2 (EM PORTUGUÊS -Tradução por Aki) (http://www.vnnforum.com/showpost.php?p=1227311&postcount=46)
Ricardo Mendonça
January 5th, 2012, 02:47 PM
O Dr Albert Schweitzer, que passou a maior parte da sua vida em Africa, a auxiliar Negros, que recebeu o prémio Nobel da paz em 1952, detentor de inúmeros doutoramentos, disse, pouco antes da sua morte:
"Dediquei a minha vida ao alívio do sofrimento em África.
Existe algo que todos os homens brancos que aqui viveram já devem saber e conhecer; que estes indivíduos são uma raça inferior.
Não têm as habilidades, nem intelectuais, nem mentais, nem emocionais, para conceber ou partilhar nenhum dos meios de funcionamento da nossa civilização.
Eu dei a minha vida a tentar trazer-lhes a vantagens que a nossa civilização tem para oferecer, no entanto fiquei bem ciente de que devemos manter este estatuto; brancos, os superiores, e eles, os inferiores. Pois sempre que um homem branco procura viver entre eles como um seu igual, eles irão ou destruí-lo ou devorá-lo, e ainda destruir todo o seu labor.
Desta forma e para que a existência de uma qualquer relação seja possível e para o próprio benefício desta gente, que os homens brancos que de qualquer parte do Mundo que venham a África com o intuito de ajudar se lembrem, que devem sempre preservar o referido estatuto; vós sois os Mestres, e eles os inferiores, como crianças que vós ajudais ou ensinais. Nunca fraternizeis com eles como iguais, nunca os aceiteis como vossos iguais sociais; ou eles devorar-vos-ão, eles destruir-vos-ão."
Estas palavras devem produzir efeito.
Já volto...
Duff Hill
January 5th, 2012, 07:19 PM
Não precisa ser nenhum "Nobel da paz", "Doutor" ou o que quer que seja para saber disso, embora este senhor não está falando nenhum absurdo, longe disso... Apenas levanto o fato que as pessoas tendem a só dar importância à alguma afirmação quando se trata de uma pessoa com títulos, vivida ou com dinheiro, infelizmente.
Os conselhos dos velhos, pessoas de outro tempo, sempre são deixados em vão. A juventude quer quebrar a cara e a cada dia consegue isso, mais e mais.
Quem ainda tem dúvidas de como é um preto, entre nas favelas, frequente lugares de pretos, converse com eles. Veja com os prórpios olhos, saiam dos seus apartamentos, de suas casas com cerca elétrica e parem de defender o que não sabem.
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