View Full Version : O agente infiltrado provocador
RickHolland
June 26th, 2011, 07:55 AM
Um agente provocador (em francês, agent provocateur, agents provocateurs no plural) é uma pessoa que secretamente destrói as atividades de um grupo de dentro do próprio grupo.
Os agentes provocadores representam tipicamente os interesses de um outro grupo, ou são agentes dire(c)tamente designados para provocar agitação, violência, debate ou controvérsia através (ou dentro) de um grupo enquanto agem como membros do mesmo.
Um agente provocador é frequentemente um policial que encoraja suspeitos a praticar um crime sob condições onde evidências possam ser obtidas; ou que sugere a perpetração de um crime por outrem, na esperança de que a ideia seja levada avante e permita a prisão dos responsáveis. Este tipo de operação é por vezes chamada de razia.
Uma utilização comum dos agentes provocadores é na investigação de crimes consentidos ou "crimes sem vítimas"; visto que os participantes destes crimes tem o desejo de praticá-lo, é bastante difícil para as autoridades descobrirem tais crimes sem o uso de agentes infiltrados.
Agentes provocadores também são usados contra prisioneiros políticos. Aqui, tem sido bem documentado que os "provocadores" executam ou incitam a(c)tos contraproducentes ou inadequados, com o objetivo de alimentar o desprezo do público pelo grupo e prover um pretexto para agressão e para agravar as punições a que os seus membros estão sujeitos.
Terroristas a(c)tuam algumas vezes como agentes provocadores quando buscam provocar a repressão do governo cuja representatividade desejam questionar e assim incrementar o apoio a sua própria causa (como oponentes do governo em pauta). Neste sentido, a provocação pode ser combinada com o apoio ao terrorismo.
Historicamente, a a(c)tividade do agente provocador têm sido uma táctica operacional dos agentes infiltrados que podem ser pagos para se imiscuir, monitorar, destruir e/ou subverter entidades sindicais.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Agente_provocador
RickHolland
June 26th, 2011, 07:56 AM
Polícia infiltra manifestação pacífica em Barcelona
No dia 15 deste mês, em Barcelona, uma manifestação pacífica dos "Indignados" em frente do Parlamento vira à guerra campal com a polícia.
Por ser difícil, para a polícia, controlar um grupo de manifestantes pacíficos sem passar por um instrumento de repressão totalitário, a polícia envia agentes seus disfarçados de manifestantes para semear a confusão e justificar assim a sua intervenção.
Desencadeada a barafunda, a polícia tem então uma razão válida para intervir.
Este método é bastante clássico em muitos cenários e como podemos ver neste vídeo, não é por ter uns jeans esburacados e uma mochila às costas que um polícia passa despercebido na multidão. A prova em imagens:
YouTube - ‪Policia Infiltrada en Manifestación Indignados Barcelona 15 Junio 2011‬‏
YouTube - ‪Policia Infiltrada en Manifestación Indignados Barcelona 15 Junio‬‏
Nikolas Försberg
June 26th, 2011, 02:34 PM
Vejo coisas como essas acontecendo dia após dia, capitulo após capitulo em vários seguimentos, inclusive na luta racial, vide o Stormfront Brasil.
Aqui no Brasil a gente sempre vê um exaltado em meio alguma manifestação, inclusive até na manifestação por melhores salários de professores de escolas públicas, nesse caso também o agente provocador é um policial.
Quem será que é a pessoa que sempre "foge" em uma operação policial?
Vemos sempre na imprensa a perola: "a quadrilha foi presa mas um dos suspeitos conseguiu fugir"... trata-se de um policial.
A máxima da verdade:
Um agente provocador (em francês, agent provocateur, agents provocateurs no plural) é uma pessoa que secretamente destrói as atividades de um grupo de dentro do próprio grupo.
Os agentes provocadores representam tipicamente os interesses de um outro grupo, ou são agentes dire(c)tamente designados para provocar agitação, violência, debate ou controvérsia através (ou dentro) de um grupo enquanto agem como membros do mesmo.
Um agente provocador é frequentemente um policial que encoraja suspeitos a praticar um crime sob condições onde evidências possam ser obtidas; ou que sugere a perpetração de um crime por outrem, na esperança de que a ideia seja levada avante e permita a prisão dos responsáveis. Este tipo de operação é por vezes chamada de razia.
Uma utilização comum dos agentes provocadores é na investigação de crimes consentidos ou "crimes sem vítimas"; visto que os participantes destes crimes tem o desejo de praticá-lo, é bastante difícil para as autoridades descobrirem tais crimes sem o uso de agentes infiltrados.
Agentes provocadores também são usados contra prisioneiros políticos. Aqui, tem sido bem documentado que os "provocadores" executam ou incitam a(c)tos contraproducentes ou inadequados, com o objetivo de alimentar o desprezo do público pelo grupo e prover um pretexto para agressão e para agravar as punições a que os seus membros estão sujeitos.
Terroristas a(c)tuam algumas vezes como agentes provocadores quando buscam provocar a repressão do governo cuja representatividade desejam questionar e assim incrementar o apoio a sua própria causa (como oponentes do governo em pauta). Neste sentido, a provocação pode ser combinada com o apoio ao terrorismo.
Historicamente, a a(c)tividade do agente provocador têm sido uma táctica operacional dos agentes infiltrados que podem ser pagos para se imiscuir, monitorar, destruir e/ou subverter entidades sindicais.
RickHolland
August 31st, 2011, 08:07 PM
ZOG-WAYS: A GUIDE FOR GOYIM
by E. Thomson
“How do I loathe thee? Let me count the ways...” The ploys of ZOG which are used to persecute & enslave the Goyim are myriad, so I may touch upon those which immediately come to mind, & with which I am experienced, as a victim.
Co-optation
One whom ZOG wants on its side is bribed &/or blackmailed to serve ZOG.
Infiltration
Zoggies become members of anti-Zionist groups.
False-flag ops & orgs
Zoggies found, fund & foster operations &/or organizations with ostensible anti-Zionist objectives.
Confusion
ZOG establishes &/or encourages many false-flag groups &/or fronts to confuse Goyim about which line & which group to believe & to support. The jewsmedia drowned out Father Coughlin by inundating the airwaves with a multitude of crazy bible-bangers in the 1930s.
The Tender Trap
Co-opting a Goy leader by means of a jew whore is even admitted in The Old Testament. It works!
Disinformation
In which a poisonous lie is wrapped in layers of sweet truth.
Big Lies
As Hitler warned, Goyim tend to believe impudent whoppers, being unwilling to tell such whoppers themselves. Hence, they think no one could be so bold nor impudent. Wrong, Goyim, wrong!
Assassination
When beatings & bribes do not work, murder usually does. The assassination of one’s character with kosher calumnies may be more effective than outright murder, since there is no danger of a Goy victim gaining martyrdom in the minds of the Goyim.
Threats against loved ones & other hostages
This deterred Henry Ford, & even co-opted him to stop publication of “The International Jew,” & to avoid supporting Charles Lindbergh, Jr. for U.S. president, when it counted.
Sowing defeatism
By touting ZOG’s ‘overwhelming power.’
Sowing apathy
By denying that ZOG exists.
Use of natural resources to advance ZOG policies
By exploiting the normal ignorance & egotism of Goyim.
Use of the ‘jewstice’ system
Even if trumped-up charges will not stick, the Goy victim goes broke defending himself. ZOG has the best justice money can buy, so no Goy can match ZOG’s bucks.
Imposing diversity
This goes back to The Tower of Babel Fable. If a number of voices does not confuse sufficiently, then have many listeners of different cultures, languages & identities.
Distractions
Gull the Goyim with amusements. Tout trivia as important, as with election circuses, sports & celebrity commotion.
Information overload
Goyim are bewildered, scared & apathetic amid news of ‘crises’, real, imaginary &/or exaggerated.
Information under-coverage
Goyim are lulled by non-reporting of important events which affect their well-being in long or short term.
Gradualism
ZOG can advance its policies over centuries via consistent pressure.
Suddenness
ZOG can create sudden crises which overwhelm the Goyim’s ability to learn & to think, as with Pearl Harbor; 9-11 et al.
This is just the tip of the iceberg of ZOG & its methods.
http://translate.google.pt/
Nikolas Försberg
October 7th, 2011, 02:12 AM
http://www.resist.com/CARTOON%20GALLERY/ZOG/gov_image05.jpg
RickHolland
October 12th, 2011, 01:59 PM
Olhem aqui a actuaçao do "artista" careca com um transmissor no ouvido.
"Infiltrado calvo camiseta roja" incita a la violencia a los indignados en Valencia - YouTube
Nikolas Försberg
May 3rd, 2012, 12:29 AM
A maioria dos ataques terroristas é encenada pelo FBI (http://inacreditavel.com.br/wp/a-maioria-dos-ataques-terroristas-e-encenada-pelo-fbi/)
Já faz muito tempo que as diferentes autoridades de segurança nos EUA trabalham com o método da “condução a um delito”, para prender criminosos. Eles armam armadilhas, nas quais os “sem-noção” são pegos. Funcionários do DEA se fazem passar por traficantes, agentes do ATF como vendedores de explosivos e armas automáticas, e como prostituição é proibida na maioria das cidades, policiais se disfarçam de mulheres compráveis e prendem os clientes quando estes “fecham o negócio”.
Agora o New York Times confirmou em um artigo, que o FBI também utiliza seus próprios agentes ou criminosos aliciados, para que eles se passem por terroristas islâmicos e conduzam os “idiotas úteis” a praticarem ataques terroristas. Eles têm então sua “autenticidade confirmada” de forma eficiente pela mídia e vendidos à população como golpe contra o Terror. Dos 22 planos terroristas que foram “desvendados” desde o 11 de setembro de 2001, 14 deles foram encenados através de operações camufladas, mas provavelmente tenha sido mais.
Eficiente apresentação na mídia da prisão pública de um terrorista “criado em casa”:
http://inacreditavel.com.br/imagens/fbi_prisao_encenada.jpg
Prisão “armada” pelo FBI
Quer dizer, as pessoas que foram presas não eram terroristas reais, que intencionavam algo por vontade própria, mas sim foram induzidas e conduzidas a praticá-lo. Com isso está confirmado o que eu mostrei há anos em meu artigo “Como se evitar um complô terrorista, em sete passos simples”. Sem a provocação para o delito, não teria acontecido um “complô”.
Os EUA não estão realmente ameaçados por ataques terroristas mortais e não foram salvos pelo FBI como foi o caso da tentativa de ataque contra o Capitólio, ou o ataque a bomba contra uma sinagoga, ou o lançamento de um modelo de avião repleto de explosivos contra o Pentágono etc. Ao contrário, investigadores disfarçados do FBI e informantes se passaram por terroristas, forneceram modelos como foguetes, ou explosivos inofensivos, ou vestimentas explosivas inoperantes para ataques suicidas e o respectivo treinamento, para então deixar que os ingênuos figurantes pudessem atuar, até que fossem presos. Desde o recrutamento, passando pelo planejamento até a iminente execução, tudo aconteceu sob os olhos do FBI.
Quando o estudante do Oregon, Mohamed Osman Mohamud, foi animado a utilizar uma bomba em um veículo e lançá-lo contra as cerimônias festivas para colocação da iluminação em uma árvore de Natal, em Portland, o FBI colocou no carro seis tambores cheios de substância inerte, disponibilizou detonadores inoperantes, trouxe um pavio e espalhou um pouco de diesel, tudo isso para que se parecesse real. Um agente do FBI até dirigia o ônibus com Mohamud como passageiro. Quando ele foi ordenado a discar um número no celular que detonaria a explosão, nada aconteceu, a não ser a tropa de agentes do FBI que caiu sobre ele, prendendo-o.
Nos EUA, estes casos de armação é legal, mas ela é legítima? Os “criminosos” iriam preparar e realizar o crime por si próprios? A animação ao ataque terrorista é o caminho para capturar os verdadeiros terroristas? Como anunciou o FBI e o Ministério da Justiça, sim. Eles estão seguros que é inviável sem este discutível método, nada digno de um Estado de Direito, e assim afirmam como justificativa.
Qual ética e moral tem uma autoridade criminal quando ela se aproxima de pessoas que apenas pensam alto, as conduzem com truques de psicologia a uma conspiração, tudo encenado à moda de Hollywood, com respectivos atores e materiais, para então fabricar artificialmente um terrorista que eles possam prender?
Todos estes trabalhosos casos armados são infelizmente aceitos pela justiça. Os acusados dizem quase sempre que caíram numa armadilha, mas mesmo assim são condenados. Basta apenas a vontade de cometer um delito, mesmo que isso seja incentivado por agentes federais e estes forneçam todos os materiais e as instruções necessárias. Como todas as conversas entre os agentes e os figurantes são gravadas, aparece de vez em quando o alerta “você já sabe que é ilegal o que estamos fazendo aqui”, para que possam produzir um “arrependido”. Mas as gravações mostram que a maioria é incentivada a continuar.
É sabido que o FBI tem um grande problema. Por um lado ele têm que mostrar um sucesso na luta contra o Terror, para assim justificar sua existência, e por outro lado não existem praticamente terroristas. Ou seja, eles têm que inventá-los, precisam encontrar um bode expiatório e animá-lo, alguém a quem eles possam entregar uma bomba e dizer: “agora corra”. “Terroristas” potenciais são procurados segundo o que dizem, diante de mesquitas ou se fazem comentários revoltosos em chats ou nos emails que são lidos pelos agentes. Eles são então contatados pelos agentes ou por condenados, aos quais foi prometido um abrandamento da pena, que se passam por companheiros para poderem fazer algo contra o “malvado satã”.
As pessoas aliciadas são em sua maioria indolentes, incompetentes, facilmente influenciáveis, ou que gostariam de ser jihadistas, que são utilizados e direcionados na direção desejada. Assim como James Cromitie, o homem que preparava um ataque com foguetes Stinger. Ele era um pequeno traficante de drogas já com ficha policial, porém, sem qualquer ato de violência ou roubo a residência. Ele procurava por uma resposta no Islamismo, como disse seu advogado. Esta procura foi distorcida completamente pelo FBI e direcionada para o trilho da violência.
Como isca, foi utilizado o informante Shahed Hussain, acusado de dar golpes na praça, mas que pode evitar sua detenção ao trabalhar como infiltrado para o FBI. Ele foi pago para se passar por um rico paquistanês, que teria ligações com Jais-e-Mohammed, um grupo terrorista, que era, entretanto, completamente desconhecido a Cromitie até sua revelação por Hussain no estacionamento da mesquita.
“Irmão, você já vez uma vez ao menos algo pelo Islã?”, perguntou Hussain a Cromitie. Dois dias depois, o informante disse a ele, “Allah tem um trabalho para você realizar”, e acrescentou “a iluminação aparecerá em seus sonhos e você terá que fazer a coisa, ok?”. Depois disso Hassain sugeriu realizar um ataque com um foguete e ele iria recebê-lo em um container proveniente da China. Cromitie riu dessa proposta.
As cem páginas da transcrição do diálogo mostram como Cromitie estava completamente distante e hesitante, mas também preparado quando lhe foi sugerido outro alvo. “Eu não quero que ninguém seja ferido”, disse Cromitie e se referia a mulheres e crianças. “Me é indiferente se toda uma sinagoga repleta de homens seja atingida”. Todo este moroso trabalho de convencimento durou 11 meses e ao final foi necessária a promessa que ele iria receber 250.000 dólares. Outros três conspiradores foram recrutados para colocar as imitações de bombas em duas sinagogas em Riverdale.
“Somente o governo pode fazer de Cromitie um terrorista, cuja comédia de botequim se iguala a um teatro de Shakespeare”, disse a juíza Colleen McMahon quando ela o condenou a 25 anos. Ele descreveu o caso como uma “operação de Terror fantasiada”, mas denominou sua tentativa “mais do que monstruosa” e rechaçou os argumentos da defesa, tratou-se de um cilada perversa.
Da mesma forma foram recrutados inúmeros idiotas úteis e transformados em terroristas atuantes em um plano formulado pelo FBI. Semelhante aos homens que queriam explodir os dutos de combustível do Kennedy International Aisport, ou a Sears Tower (agora Willis Tower) em Chicago, ou um ataque suicida nas proximidades de Tampa Bay Florida, ou uma bomba nos metrôs de Nova York e Washington. Estes casos foram confirmados pelo próprio FBI com suas operações.
Os chamados terroristas do sapato, da cueca e aquele do Times Square poderiam se enquadrar nesta categoria, pois está provado que eles tinham um tutor ao fundo que tirou as dificuldades do caminho. Foi assim que o terrorista com a bomba na cueca, Umar Farouk Abdulmutallab pode embarcar em Amsterdam sem passaporte em uma aeronave comercial com destino Chicago, pois havia um “Man in Black” que facilitara seu trânsito no controle de passaporte e segurança. Novamente uma típica ação de amador, onde ele, com sua bombinha junto ao corpo, conseguiu ferir apenas sua ‘pedra preciosa”.
Os mulçumanos deveriam saber que toda vez que um “amigo” o incentiva a uma ação qualquer, seja qual for, eles devem imediatamente tirar a mão do negócio. Pois em 99% dos casos, estão por detrás o serviço secreto, a polícia ou um departamento de Estado qualquer que procuram idiotas, os quais possam ser transformados em bode expiatório para fazer “Terror”.
A “Guerra contra o Terror” é de fato uma “guerra para o terror”, pois sem Terror não haveria qualquer justificativa para todas as guerras e medidas policiais. Os governos são os únicos interessados em Terror. Eles são os únicos que aproveitam disso.
http://www.resist.com/CARTOON%20GALLERY/ZOG/gov_image05.jpg
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