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View Full Version : A propósito....


Lusi
October 13th, 2011, 03:46 AM
A propósito dos "professores marxistas doutrinam os nossos jovens", lançado pelo MNA, tenho algumas coisas a dizer.

É verdade que o ensino é de esquerda, mas isso não é de agora, já vem de muito atrás.
Eu tinha 17 anos quando comecei a ver que certas coisas não batiam certo e me tornei um "rebelde". Acontece que em relação ao resto do país não posso opinar, mas na área onde habito, sei que posso falar daquilo que sei.
Moro no Laranjeiro, concelho de Almada e toda a gente sabe que esta margem é vermelha, a própria câmara, naquelas placas que têm o nome da rua, faz de questão de no fim colocar "combatente anti-fascista " ou outras coisas "morreu no campo do Tarrafal", depois posso colocar fotografias se quiserem.
No Barreiro quando fui fazer exame de condução, também reparei nas ruas "Rua do Proletariado", "Rua 25 de Abril" etc...
Mas o pior acontece nas escolas, eu só acordei de um sono profundo, graças a mim. Em casa nunca ninguém me falou de Salazar, Estado Novo etc., tudo o que sei foi por minha iniciativa, muitas horas a ler, pesquisas na internet, estranhos que fizerem o que a família nunca fez, só a minha grande avó é que percebe e é cá dos meus.
Isso aconteceu porque na Escola Professor Ruy Luis Gomes, tinha um professor (hoje já reformado) que se chamava Joaquim Cardoso, esse professor era de esquerda, completamente fanático, quando falava de Salazar até ficava roxo e abanava as mãos. Ele tinha estado na Clandestinidade, foi preso pela PIDE e acabou exilado na Suécia. Foi autor de um livro "Os Militares e a Censura" e todos os anos dava palestras na escola. Todos os anos na escola celebra-se mais o 25 de Abril, do que o 28 de Maio, 5 de Outubro, 10 de Junho ou 1º Dezembro, 28 de Abril etc...
A escola faz questão de nos obrigar a escrever frases sobre o 25 de Abril, eu por me ter recusado a fazê-lo, fui linchado pelos colegas e pela professora, por defender Salazar fui olhado de lado e até me chamaram de doente e atrasado, mas nunca me importei pois a minha missão estava concluída.
Mas o pior foi quando há uns anos a escola convidou um militar que esteve metido no 25 de Abril e aquilo foi um autêntico lixo, só me passava pela cabeça, por ali uma bomba. O tal militar enxovalhou completamente Salazar, até a mãe não escapou, depois ainda nos obrigaram a cantar "Grândola" e canções comunistas, eu estava com tanta raiva que acabei por sair por uma janela que estava atrás de mim.
Querem fazer uma experiência? Agarrem num caderno e numa caneta, e perguntam aos jovens quem foi Salazar. A respostas é simples: ladrão, corrupto, anormal, ditador, assassino etc...
Sabem porque é que os jovens pensam assim? Porque o ensino é de esquerda e educação em casa é zero. É os morangos, as noitadas em discotecas, a droga, as porcarias, o facebook e o HI5 etc...

O que é preciso fazer é educar bem os filhos, para que não se vejam enrolados na teia da mentira.

Nikolas Försberg
October 13th, 2011, 06:25 AM
Sabem porque é que os jovens pensam assim? Porque o ensino é de esquerda e educação em casa é zero. É os morangos, as noitadas em discotecas, a droga, as porcarias, o facebook e o HI5 etc...

O ensino deveria ser para levar informações verdadeiras e fazer com que as pessoas questionem as coisas que estão ao redor, mas o ensino de hoje - e de antes também - nas escolas é uma "doutrina".

Existem opiniões e posições "pré-concebidas" que são as bases para a doutrina do sistema, nas escolas é ensinado que não se deve questionar as idéias do sistema, e eles justificam isso com a falsa idéia de "defender a democrácia e a liberdade". Nas escolas/universidades só existe liberdade de expressão para opinião permitidas pelo sistema.

Não é ensino é doutrinação. É lavagem cerebral mesmo.

Abaixo vou deixar um exemplo. Espero que possa servir de material de consulta para outras pessoas...

Sionismo - O Poder da Intimidação

Veja como uma das mais poderosas instituições de ensino superior do Brasil - a Universidade Luterana do Brasil, ULBRA - sofre pressões do poder intimidatório do Sionismo organizado.
No final do segundo semestre de 1997 um formando de Direito da Universidade Luterana do Brasil, ULBRA, no Rio Grande do Sul, resolveu apresentar sua tese de final de curso, que tinha o seguinte título:
"Uma Nova Visão do Julgamento Internacional de Criminosos de Guerra de Nuremberg".
Tratando-se de um tema jurídico fundamental que traçou um corte brutal e radical nos antigos e conceituados mandamentos jurídicos internacionais vigentes até então, introduzindo novos preceitos como, por exemplo, a retroatividade da pena - e anulando outros como o princípio da ampla defesa - o tema apareceu apropriadíssimo ao aluno formando. O que, veremos a seguir, não era exatamente o mesmo pensamento de seus aterrorizados mestres.
Após meses de pesquisas o formando estava na posse de dados jurídicos estarrecedores sobre Nuremberg. De outro lado, durante o período de três meses em que se dedicou a preparar sua tese, as pressões por parte de alguns colegas, de professores e por parte da própria Direção do curso de Direito, atingiram um crescendo quase insuportável. A notícia de que estava sendo preparada uma tese "proibida" espalhou-se rapidamente e as reações - das tentativas de ridicularizar até o extremo do histerismo - cresceram num ritmo quase igual ou superior. De uma atividade normal, corriqueira e até automatizada que é a preparação e apresentação de teses de conclusão de cursos, o desenvolvimento do trabalho do formando "rebelde" transformou-se no alvo das atenções e - principalmente - da crítica, de uma pequena (porém organizada e ideologicamente ativa) parcela dos alunos e do atemorizado corpo docente. Apesar de não haver entre os professores nenhum judeu ou sionista reconhecido, os mestres, como um todo, agiam como se o fossem. O próprio professor orientador, ao invés de estimular a auxiliar na busca de subsídios e/ ou orientação quanto aos caminhos mais corretos a serem seguidos na elaboração da tese, pelo contrário, visivelmente constrangido e amedrontado, propunha sempre ao aluno o abandono do tema e a escolha de outro, mais "adequado".
Durante anos é ensinado nos cursos de Direito que as pessoas, principalmente os juristas, não devem ter medo de lutar e defender a verdade e a justiça... E o formando "rebelde" começava a ter sua primeira aula prática sobre a realidade: é tudo muito bonito no papel e na eloqüência das salas de aula, mas quando se passa a questionar a "verdade e a justiça" oficiais, então automaticamente o comportamento vil, a censura, a pressão, o medo, o preconceito, a subserviência, a pusilanimidade, além dos mais diversos insuspeitos e inacreditáveis tipos de perseguições começam a vir à tona. Mas o aluno, seguindo rigorosamente tudo o que seus mestres lhe haviam ensinado continuou a elaborar sua tese, sem defender idéias radicais, sem expressões de "racismo" ou "xenofobia", conforme vinha sendo apregoado por alguns outros alunos, capitaneados por um colega judeu especialmente ativo. Apesar de nunca ter passado os olhos sobre a polêmica matéria, o mesmo trabalhava freneticamente junto ao corpo docente e à própria Direção da universidade, fazendo seu lobby contra "o preconceito", contra "o racismo", contra "o perigoso ressurgimento de idéias nazistas" no seio da nossa sociedade, etc. Literalmente histérico, o "representante" de Israel dentro da Universidade Luterana continuou com sua campanha contra o aluno "rebelde" e sua tese, mantendo a banca e professores sob um terror pânico constante, inclusive na data da apresentação.
Totalmente apavorados com as conseqüências que a celeuma em torno da tese poderia ter na sociedade e - evidentemente - nos campos político e econômico, tanto os professores com receio da Direção, quanto esta com receio da repressão sionista, tentaram a última cartada para barrar o acontecimento. Minutos antes da apresentação, e já com o maior público jamais reunido para assistir uma tese de formatura presente, professores e Direção tentaram mais uma vez a tática da desestabilização emocional contra o incorrigível e obstinado rebelde. Reunidos, corpo docente e vários outros elementos diretamente interessados, ameaçaram com reprovação, pura e simplesmente, alegando que não se tratava de um trabalho de cunho jurídico, mas unicamente de fundo revisionista! O jovem não se deixou intimidar e, como bom futuro jurista, rebateu um por um os argumentos falaciosos apresentados. Voltaram a atacar com o argumento de que se tratava de "tese preconceituosa e plágio de idéias 'subversivas' e contrárias à lei e à democracia".
Como este conceito também não vingou, mais uma vez ameaçaram o aluno, alegando que o trabalho não seguia as normas técnicas da ABNT! O jovem, já preparado para este tipo de alegação, desarmou-os completamente apresentando o volume da ABNT sobre o assunto, pedindo-lhes que indicassem onde estava a falha! Incapazes de seguirem neste caminho, foram obrigados a aceitar a apresentação do trabalho. Mesmo assim já nas formalidades iniciais, outro professor de direito, membro da banca examinadora, que não era judeu, mas seguidor de idéias estranhas e comportamento duvidoso e um dos acusadores mais histéricos e radicais, voltou a acusar o formando de plágio e subversão. Notório foi a posição do professor orientador, que em nenhum destes momentos cruciais e de alta tensão, se posicionou a favor de seu "orientado", exigindo, no mínimo, a substituição daquele preconceituoso membro da banca.
Segundo membros da platéia, tratou-se de um dos melhores trabalhos apresentados naquele dia 10 de dezembro de 1997. Mesmo assim tudo foi feito para a sua reprovação! Em nenhum momento os três membros da banca fizeram perguntas de cunho jurídico. Temiam, seguramente, as respostas! Durante uma hora e meia bombardearam o aluno com perguntas desconexas e assuntos relacionados com... ortografia e gramática! Alteraram propositamente o tempo de elaboração de perguntas, praticamente triplicando-o, tudo com o intuito óbvio de desestabilizar emocionalmente o jovem. Tudo em vão. Contra a verdade e a justiça, a covardia e a ignomínia sempre acabam por se curvar. A banca se retirou e deliberou - por mais de meia hora - e a portas fechadas! Com o enorme público presente tornou-se impossível seguir a orientação alienígena que ordenava a reprovação. Completamente diferente do procedimento adotado em todas as outras decisões sobre teses de conclusão, a banca examinadora entregou ao formando sua nota, rabiscada num pedaço de papel e se retirou. Nota 6! Nota mínima, o suficiente unicamente para não reprová-lo! Resolviam assim o problema com o polêmico aluno e redimiam-se -acreditam eles! - perante o lobby sionista.
O aluno, apesar, ou principalmente por isso, foi vastamente felicitado e parabenizado, desmascarando, com seu corajoso posicionamento, o estágio quase inacreditável de dependência e submissão daquela poderosa universidade (e de todas as outras também) frente à onipotência alienígena do sionismo internacional.
Se você for procurar, hoje, por qualquer tese de formatura do ano de 1997 na biblioteca daquela universidade, encontrará todas, como é de praxe, menos uma, exatamente aquela intitulada "Uma Nova Visão do Julgamento Internacional de Criminosos de Guerra de Nuremberg".
Sic Transit Gloria Mundi
(Apesar de Lutero, o Reformador, ser o patrono da ULBRA [daí o "Luterana" nome oficial da universidade], um de seus mais expressivos e polêmicos escritos, intitulado "Dos Judeus e suas Mentiras", não consta da sua biblioteca. Oferecido por alunos e pela própria editora brasileira que o publica, foi rejeitado pela universidade. Paradoxalmente, livros do farsante e mistificador internacional Simon Wiesenthal, além de outros, de seus seguidores no Brasil, figuram incólumes nas suas listagens.)

Publicado no Boletim EP-Esclarecimento ao País Nº 20 - ABR/99

RickHolland
October 15th, 2011, 02:41 PM
A propósito dos "professores marxistas doutrinam os nossos jovens", lançado pelo MNA, tenho algumas coisas a dizer.

É verdade que o ensino é de esquerda, mas isso não é de agora, já vem de muito atrás.

Eu tinha 17 anos quando comecei a ver que certas coisas não batiam certo e me tornei um "rebelde". Acontece que em relação ao resto do país não posso opinar, mas na área onde habito, sei que posso falar daquilo que sei.

Moro no Laranjeiro, concelho de Almada e toda a gente sabe que esta margem é vermelha, a própria câmara, naquelas placas que têm o nome da rua, faz de questão de no fim colocar "combatente anti-fascista " ou outras coisas "morreu no campo do Tarrafal", depois posso colocar fotografias se quiserem.

No Barreiro quando fui fazer exame de condução, também reparei nas ruas "Rua do Proletariado", "Rua 25 de Abril" etc...

Mas o pior acontece nas escolas, eu só acordei de um sono profundo, graças a mim. Em casa nunca ninguém me falou de Salazar, Estado Novo etc., tudo o que sei foi por minha iniciativa, muitas horas a ler, pesquisas na internet, estranhos que fizerem o que a família nunca fez, só a minha grande avó é que percebe e é cá dos meus.

Isso aconteceu porque na Escola Professor Ruy Luis Gomes, tinha um professor (hoje já reformado) que se chamava Joaquim Cardoso, esse professor era de esquerda, completamente fanático, quando falava de Salazar até ficava roxo e abanava as mãos. Ele tinha estado na Clandestinidade, foi preso pela PIDE e acabou exilado na Suécia.

Foi autor de um livro "Os Militares e a Censura" e todos os anos dava palestras na escola. Todos os anos na escola celebra-se mais o 25 de Abril, do que o 28 de Maio, 5 de Outubro, 10 de Junho ou 1º Dezembro, 28 de Abril etc...

A escola faz questão de nos obrigar a escrever frases sobre o 25 de Abril, eu por me ter recusado a fazê-lo, fui linchado pelos colegas e pela professora, por defender Salazar fui olhado de lado e até me chamaram de doente e atrasado, mas nunca me importei pois a minha missão estava concluída.

Mas o pior foi quando há uns anos a escola convidou um militar que esteve metido no 25 de Abril e aquilo foi um autêntico lixo, só me passava pela cabeça, por ali uma bomba. O tal militar enxovalhou completamente Salazar, até a mãe não escapou, depois ainda nos obrigaram a cantar "Grândola" e canções comunistas, eu estava com tanta raiva que acabei por sair por uma janela que estava atrás de mim.

Querem fazer uma experiência? Agarrem num caderno e numa caneta, e perguntam aos jovens quem foi Salazar. A respostas é simples: ladrão, corrupto, anormal, ditador, assassino etc...

Sabem porque é que os jovens pensam assim? Porque o ensino é de esquerda e educação em casa é zero. É os morangos, as noitadas em discotecas, a droga, as porcarias, o facebook e o HI5 etc...

O que é preciso fazer é educar bem os filhos, para que não se vejam enrolados na teia da mentira.

Isso que descreves sao episodios do marxismo-leninismo em Portugal cujos adeptos normamelmente votam no Partido Comunista Portugues.

Infelizmente existem varios grupos que sao inimigos da naçao e alguns sao mais numerosos e poderosos que os comunistas e esses grupos de traidores nao sao todos de esquerda.


http://www.abola.pt/img/fotos/mundos/lusa/jeronimodesousa3.jpg

Regressámos à «miséria e opressão» do fascismo - Jerónimo de Sousa

O secretário geral do PCP afirmou hoje que Portugal está a regressar «aos tempos de miséria e opressão» do Estado Novo, e que as novas medidas de austeridade abrem «uma nova fase na luta de massas».

«Ou se conforma com a destruição pedra a pedra dos seus direitos, das suas condições de vida, do seu presente e futuro, ou se levanta e luta pela salvação do país, pela derrota de todas e cada uma das medidas que o Governo, a União Europeia e o grande capital querem impor ao país», afimrou num encontro na Casa do Alentejo, em Lisboa.

«Depois dos PEC, do pacto de agressão, do programa de Governo e da declaração do primeiro-ministro na passada quinta-feira, entramos numa nova fase da luta de massas», concluiu Jerónimo de Sousa.

http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=293103

Ricardo Mendonça
October 25th, 2011, 05:08 PM
A propósito dos "professores marxistas doutrinam os nossos jovens", lançado pelo MNA, tenho algumas coisas a dizer.

É verdade que o ensino é de esquerda, mas isso não é de agora, já vem de muito atrás.
Eu tinha 17 anos quando comecei a ver que certas coisas não batiam certo e me tornei um "rebelde". Acontece que em relação ao resto do país não posso opinar, mas na área onde habito, sei que posso falar daquilo que sei.
Moro no Laranjeiro, concelho de Almada e toda a gente sabe que esta margem é vermelha, a própria câmara, naquelas placas que têm o nome da rua, faz de questão de no fim colocar "combatente anti-fascista " ou outras coisas "morreu no campo do Tarrafal", depois posso colocar fotografias se quiserem.
No Barreiro quando fui fazer exame de condução, também reparei nas ruas "Rua do Proletariado", "Rua 25 de Abril" etc...
Mas o pior acontece nas escolas, eu só acordei de um sono profundo, graças a mim. Em casa nunca ninguém me falou de Salazar, Estado Novo etc., tudo o que sei foi por minha iniciativa, muitas horas a ler, pesquisas na internet, estranhos que fizerem o que a família nunca fez, só a minha grande avó é que percebe e é cá dos meus.
Isso aconteceu porque na Escola Professor Ruy Luis Gomes, tinha um professor (hoje já reformado) que se chamava Joaquim Cardoso, esse professor era de esquerda, completamente fanático, quando falava de Salazar até ficava roxo e abanava as mãos. Ele tinha estado na Clandestinidade, foi preso pela PIDE e acabou exilado na Suécia. Foi autor de um livro "Os Militares e a Censura" e todos os anos dava palestras na escola. Todos os anos na escola celebra-se mais o 25 de Abril, do que o 28 de Maio, 5 de Outubro, 10 de Junho ou 1º Dezembro, 28 de Abril etc...
A escola faz questão de nos obrigar a escrever frases sobre o 25 de Abril, eu por me ter recusado a fazê-lo, fui linchado pelos colegas e pela professora, por defender Salazar fui olhado de lado e até me chamaram de doente e atrasado, mas nunca me importei pois a minha missão estava concluída.
Mas o pior foi quando há uns anos a escola convidou um militar que esteve metido no 25 de Abril e aquilo foi um autêntico lixo, só me passava pela cabeça, por ali uma bomba. O tal militar enxovalhou completamente Salazar, até a mãe não escapou, depois ainda nos obrigaram a cantar "Grândola" e canções comunistas, eu estava com tanta raiva que acabei por sair por uma janela que estava atrás de mim.
Querem fazer uma experiência? Agarrem num caderno e numa caneta, e perguntam aos jovens quem foi Salazar. A respostas é simples: ladrão, corrupto, anormal, ditador, assassino etc...
Sabem porque é que os jovens pensam assim? Porque o ensino é de esquerda e educação em casa é zero. É os morangos, as noitadas em discotecas, a droga, as porcarias, o facebook e o HI5 etc...

O que é preciso fazer é educar bem os filhos, para que não se vejam enrolados na teia da mentira.

Lusi não desistas pá, aguenta-te. O teu relato saiu de dentro e é muito bonito, toca mesmo, eu sei perfeitamente o que estás a dizer, não sendo dessa região conheço-a relativamente bem.

Não sei o nome de todas a ruas ou onde ficavam as "ruinas" que nos foste mostrando no excelente tópico "visita de estudo", penso que era esse o nome. Portanto não conheço a esse nível de detalhe mas conheço suficientemente bem para entender perfeitamente o que descreves...inclusivé as mentalidades...É assim e ainda podias dizer mais.

Mas tem cuidado Lusi. Que isso é mau e estás muito isolado. Vê lá os pormenores...tu é que sabes, mas eu tinha cuidado.

Mas o que te queria dizer é que há mais como tu, tenho quase a certeza que encontrei há uns anos um dos nossos por aí (Laranjeiro, balcão do antigo Credito Predial Português) parei o carro e fui tomar a bica no café (pastelaria) que está à frente (Oásis...acho eu) o rapaz devia trabalhar por ali, conversa puxa conversa e acho que ficámos os dois a pensar o mesmo, este aqui é um dos meus. Voltei lá uma poucas de vezes mas nunca mais o vi...Estava a "contratos" segundo percebi.

Com os meus filhos isso acontece mais vezes, como é evidente. Mas ao longo dos anos já encontrei alguns dos nossos, em Almada por exemplo, até em Setúbal (mesmo no meio da desgraça...) conheci um tipo novo muito interessante, em Évora idem...Com cuidado dá para perceber que ainda há uns quantos dos nossos.

Depende é muito da ocasião. Até um brasileiro dos nossos apanhei, até contei a história ao Nikolas, não fosse por algum acaso do destino conhecer. Visto que na altura alguns dos nossos camaradas estavam cá.

Esse pobre rapaz desapareceu quando eu lhe perguntei se tinha os papéis em ordem, disse que sim e tal que ia buscar e nunca mais o vi. E eu que tinha perguntado porque percebi que o rapazinho estava aflito e precisava mesmo, só queria saber qual a situação dele para ver como é que o podia ajudar, onde é que o podia meter ( a trabalhar...na altura podia..).

A situação passou-se numa escola, como acredito que a vida tem destas coisas vou por isto aqui, não vá o gajo andar nos fórums, a empresa que fazia aquilo, e o tipo que estava a ler o "tal livro" (em que ele reparou ) dentro da carrinha era eu. A empresa é minha.

Como disse ao Nikolas o rapaz veio bater talvez à única porta deste país onde de certeza que ia pensar que lhe estava a sair a sorte grande e foi-se embora, vê lá o que é a vida. (Comigo trabalham, mais uns quantos assim eheheeh)

Por isso qualquer dia ainda nos encontramos, ou a um dos meus filhos, se calhar até já se viram e não sabem nem um nem outro.

Qualquer dia pode ser que te fale de um sítio onde está sempre um dos nossos. É um bocado longe, mas é aí para esses lados, bom tipo.

Lusi
October 26th, 2011, 06:45 AM
És uma pessoa estranha, sabias, ás vezes pensos que estás a gozar comigo. Não te quero conheçer porque tenho um medo enorme de ti:D.
Escreves de maneira que nos toca cá dentro e por vezes pareces um enigma.
Mas sim o café é o Oásis, fica no centro do Laranjeiro, a poucos metros de dois Bairros Sociais e á frente da CGD junta-se a escumalha.
Acho que a gente nunca estamos isolados ou sós, eu tenho a minha avó e tenho-me a mim e é a estas duas pessoas que tenho de ser fiel, mas ter cuidado com o que? O meu problema é que apesar da miséria de vida e família que tenho ando com bem disposto, sempre pronto para a risota. Quando estou em baixo uma bela tarde a olhar para o Tejo ou um bom cd de música e o problema fica resolvido. Desistir nunca, não desisto facilmente, sou um rapaz de uma só palavra e sou bastante persistente. Isto foi a minha salvação, antes não tinha valores, não tinha interesses nenhuns, só queria era jogar Playstation e mais nada. Quando conheci isto, comecei a ler (infelizmente demasiado tarde, 19 anos), comecei a gostar de política, a interessar-me mais por o meu País e por aquilo que me deixaram, se antes era viciado em História então ainda fiquei mais, tomei conhecimento de coisas que nunca me tinham mostrado ... A vida é curta eu sei, e morrerei sem saber tudo, mas se um dia tiver filhos ensinar-lhes-ei tudo o que sei e o caminho correcto para que não sejam mais umas ovelhas no rebanho. Já nem sei o que é uma televisão, passos os dias a ler e a cultivar-me. A minha mãe diz-me que andei na escola e que não arranjei amigos, mas que amigos? Metade da turma era só pretos e a outra metade era brancos com a mania que eram pretos. Prefiro assim, sozinho e no meu canto, faço a minha vida e luto por aquilo que quero. Na outra vez conheci o Afonso, personagem sinistra, mas um bom rapaz.
E volto a dizer que nós nunca estamos sozinhos ou isolados existe sempre algo que nos acompanhada diariamente. Já agora fumas?

Boia chi molla. - YouTube

Ricardo Mendonça
October 26th, 2011, 08:30 PM
És uma pessoa estranha, sabias, ás vezes pensos que estás a gozar comigo. Não te quero conheçer porque tenho um medo enorme de ti:D.
Escreves de maneira que nos toca cá dentro e por vezes pareces um enigma.
Mas sim o café é o Oásis, fica no centro do Laranjeiro, a poucos metros de dois Bairros Sociais e á frente da CGD junta-se a escumalha.
Acho que a gente nunca estamos isolados ou sós, eu tenho a minha avó e tenho-me a mim e é a estas duas pessoas que tenho de ser fiel, mas ter cuidado com o que? O meu problema é que apesar da miséria de vida e família que tenho ando com bem disposto, sempre pronto para a risota. Quando estou em baixo uma bela tarde a olhar para o Tejo ou um bom cd de música e o problema fica resolvido. Desistir nunca, não desisto facilmente, sou um rapaz de uma só palavra e sou bastante persistente. Isto foi a minha salvação, antes não tinha valores, não tinha interesses nenhuns, só queria era jogar Playstation e mais nada. Quando conheci isto, comecei a ler (infelizmente demasiado tarde, 19 anos), comecei a gostar de política, a interessar-me mais por o meu País e por aquilo que me deixaram, se antes era viciado em História então ainda fiquei mais, tomei conhecimento de coisas que nunca me tinham mostrado ... A vida é curta eu sei, e morrerei sem saber tudo, mas se um dia tiver filhos ensinar-lhes-ei tudo o que sei e o caminho correcto para que não sejam mais umas ovelhas no rebanho. Já nem sei o que é uma televisão, passos os dias a ler e a cultivar-me. A minha mãe diz-me que andei na escola e que não arranjei amigos, mas que amigos? Metade da turma era só pretos e a outra metade era brancos com a mania que eram pretos. Prefiro assim, sozinho e no meu canto, faço a minha vida e luto por aquilo que quero. Na outra vez conheci o Afonso, personagem sinistra, mas um bom rapaz.
E volto a dizer que nós nunca estamos sozinhos ou isolados existe sempre algo que nos acompanhada diariamente. Já agora fumas?



Tu escreves como eu, por isso te respondo, refiro-me à sinceridade. O resto quanto à minha escrita. Agradeço, mas não posso subscrever. Mas posso dizer isto: O que escreves também vem de dentro e isso é que toca. Vai à alma. Isso é que é importante e queria que soubesses o que penso. A meu ver, respeito não se dá, merece-se.

Não o manifestar é apanágio dos mesquinhos. Não me tenho nessa conta, por isso aqui estou a falar contigo e a dizer-te isto.

De ti, pelo menos também sei isso, mesquinho não és. E por isso não tiveste problemas em falar com a sinceridade com que falaste quando te dirigiste a mim. É uma atitude mais nobre e rara do que os teus 21 anos provávelmente te deixam ver. Mas é. E eu como já tenho mais uns anos desta vida, digo-te que não vais ver como essa que aqui tiveste, e que eu espero estar a saber retribuir, muitas vezes na vida.

É essa nobreza de carácter que transparece no que escreves, que te grangeia o meu respeito. Não é nenhum favor.Como disse, o respeito ganha-se, merece-se, não se dá. O meu soubeste tu ganhá-lo. É diferente da estima, que já é com cada um a quem se a dá.

Ok? Pode ser? Pode ficar assim esta parte mais pessoal dos nossos posts? Acho que sim. Só dizer-te mais isto Lusi.

Podes acreditar numa coisa quando me vires chateado, lembra-te que eu, só me chateio com quem dou importância. Acredita nisto que te digo. Percebes?

Pronto quanto ao fumar...fumo, claro. Mas pouco. Com o café e não é todos os dias, e ao serão depois de jantar, um cigarro, ou de inverno quando estou só...cachimbo.

Charuto, só se for bom, de dia, e em convívio. Manias...

O resto pode ficar para depois? Se quiseres posso responder depois à parte mais política e impessoal, é só dizeres. Por agora era isto que queria dizer. Os fórums também devem servir para isto. Responde rápido para esta incómoda situação (sermos o assunto em discussão...) passar depressa :)

Abraço

Lusi
October 27th, 2011, 03:28 AM
És um ser impecável, pertences ao grupo daqueles que ao longo de 21 anos contei-os pelos dedos e ainda me sobram. Nada de vícios:D

"Respeita o teu corpo. Tem em conta que um modo de vida decadente é um triunfo do inimigo. Uma imagem forte é importante, mas não é garantia suficiente, pois pode esconder fraquezas interiores nefastas. Cuida do teu corpo e do teu espírito. O vício degenera o corpo e o espírito. Não deixes que nenhum vício te domine. Pensa que quanto mais preso te encontres, mais difícil será para te livrares dele. O vício rebaixa a condição humana e este a afasta do arquétipo ideal que devemos inclinar, ainda que sem atingi-lo totalmente”.

Predro Varela, Ética Revolucionária

Quando falaste em netos e depois falaste em fumar cachimbo e devido á tua maneira de escrever e de falar, imaginei-te já com alguma idade, imaginei-te assim:

http://3.bp.blogspot.com/-yO4rT46CGDE/TZJBCZzsR6I/AAAAAAAAAA4/ggTvaiPcmks/s1600/aaaaa.jpg

Foi a primeira imagem que me apareceu na cabeça. O Cérebro é algo misterioso.

Jay
October 27th, 2011, 10:42 AM
Sou estudante do ensino médio * reprovei um ano :rofl* e não aguento mais ouvir falar de Olga e afins ,chega a ser cansativo o jeito que o professor enche a cabeça dos alunos.
E o pior é que nenhum aluno faz questões , apenas engole tudo o que é passado ou simplesmente não ouve nada, ficam com o fone ouvindo funk ou qualquer outro lixo sonoro , são tantas as culpas disso tudo que
nem sei por onde começar

Colonus
October 30th, 2011, 10:26 PM
O que o Lusi disse parece muito com o que vivi e eu tenho 17(será essa a idade do despertar?)

Sempre gostei de ler sobre História e Economia,tanto que comprei meu primeiro livro por conta própria no meu aniversário de 12 anos(10 de junho é meu aniversário,interessante não?),em uma livraria em São Paulo(eu sou de Goiânia,onde sou praticamente solitário na defesa de nossa causa).

Eu nunca pedi nada dos meus pais além de livros e eu ainda fico chateado quando eles compram "coisas" para mim sem me perguntar,sendo que eu poderia colocar o dinheiro na poupança ou comprar outro livro pra ler mais tarde.

Enfim,o que quero demonstrar é que sempre fui muito baseado em mim mesmo e isso me ajudou muito a ser o que sou hoje e a conhecer o VNN,por exemplo.

Só para continuar a estória(é só pra compartilhar com vocês,não percebam a má estruturação do texto):Um dia eu fui pesquisar se havia alguma comemoração no dia 10 de junho.Descobri que era dia de Portugal e até me espantei pela coinscidência.Esse fato que pareçe ser sem importância foi um fator notável na minha vida.Daí eu pesquisei que a maioria dos meus ascestrais vieram de Portugal(pelo meu apelido é óbvio mas eu nunca tinha pensado nisso):cidade de Sertã;Viana do Castelo;Almeida e Lisboa.

E eu me olhava no espelho(aos 13 anos):sou loiro,alto,branco,tenho descendência portuguesa,sou católico,odeio o samba,considero o Brasil como colónia ainda...Espere porque não posso me considerar português?Talvez um colono pelo menos.

Quando disse isso a meus pais o embate começou:"mas os brasileiros são o seu povo;o samba não é tão ruim,Portugal é um país atrasado(palavra deles),sua cultura não é portuguesa,eles nem vão te considerar,vão te bater sr você for morar lá mesmo que seja por um dia..."
E o que aconteceu:além de instruir mais sobre a cultura portuguesa(cantei a Portuguesa quando passava um jogo entre Brasil e Portugal na frente de toda minha família,kkkk) eu despertei para a questão racial também(não foi instantâneo obviamente).

Quando vi um indiano beijando uma italiana,na minha viajem à Itália,foi que me despertei racialmente de forma definitiva.

Bem,esse é meu resumo.Desculpem-me se não fui condizente com a thread
,mas precisava dizer isso,sei lá,acho legal contar e ler essas trajetórias pessoais.


Talvez depois de passar por avaliações de ingresso nas universidades eu visite novamente Portugal,sozinho se possível.

Abraços e Boa Luta!

RickHolland
November 2nd, 2011, 12:16 PM
O que o Lusi disse parece muito com o que vivi e eu tenho 17 (será essa a idade do despertar?)

Sempre gostei de ler sobre História e Economia, tanto que comprei meu primeiro livro por conta própria no meu aniversário de 12 anos(10 de junho é meu aniversário,interessante não?), em uma livraria em São Paulo (eu sou de Goiânia,onde sou praticamente solitário na defesa de nossa causa).

Eu nunca pedi nada dos meus pais além de livros e eu ainda fico chateado quando eles compram "coisas" para mim sem me perguntar,sendo que eu poderia colocar o dinheiro na poupança ou comprar outro livro pra ler mais tarde.

Enfim,o que quero demonstrar é que sempre fui muito baseado em mim mesmo e isso me ajudou muito a ser o que sou hoje e a conhecer o VNN,por exemplo.

Só para continuar a estória (é só pra compartilhar com vocês,não percebam a má estruturação do texto): Um dia eu fui pesquisar se havia alguma comemoração no dia 10 de junho. Descobri que era dia de Portugal e até me espantei pela coinscidência. Esse fato que pareçe ser sem importância foi um fator notável na minha vida. Daí eu pesquisei que a maioria dos meus ascestrais vieram de Portugal (pelo meu apelido é óbvio mas eu nunca tinha pensado nisso):cidade de Sertã;Viana do Castelo;Almeida e Lisboa.

O dia 10 de Junho e o dia de Camoes, dia de Portugal e foi em tempos dia da raça (portuguesa).


E eu me olhava no espelho (aos 13 anos):sou loiro, alto, branco, tenho descendência portuguesa, sou católico, odeio o samba, considero o Brasil como colónia ainda...Espere porque não posso me considerar português? Talvez um colono pelo menos.

Quando disse isso a meus pais o embate começou: "mas os brasileiros são o seu povo; o samba não é tão ruim, Portugal é um país atrasado (palavra deles), sua cultura não é portuguesa, eles nem vão te considerar, vão te bater sr você for morar lá mesmo que seja por um dia..."

E o que aconteceu:além de instruir mais sobre a cultura portuguesa (cantei a Portuguesa quando passava um jogo entre Brasil e Portugal na frente de toda minha família, kkkk) eu despertei para a questão racial também (não foi instantâneo obviamente).

Tambem nao percebo porque e que os descendentes de Europeus que se identificam mais com a Europa e a cultura Europeia se haveriam de considerar brasileiros.

O Patriotismo tambem pode ser anti-europeu e anti-branco.


"mas os brasileiros são o seu povo; o samba não é tão ruim, Portugal é um país atrasado (palavra deles), sua cultura não é portuguesa, eles nem vão te considerar, vão te bater sr você for morar lá mesmo que seja por um dia..."

Acho que me saltava a tampa se me dissessem que os brownsileiros sao o meu povo so porque tem a mesma cultura ...

O Brasil e um pais de origens Europeias e principalmente portuguesa.

Se o Brasil nao tem cultura Portuguesa tem cultura do que? Cultura da Senzala?

Nao acho que Portugal seja um pais mais atrasado que o Brasil mas acho que tanto em Portugal como no Brasil e mais provavel seres agredido na rua por seres branco do que por seres brasileiro.


Quando vi um indiano beijando uma italiana, na minha viajem à Itália, foi que me despertei racialmente de forma definitiva.

Bem,esse é meu resumo. Desculpem-me se não fui condizente com a thread
, mas precisava dizer isso, sei lá, acho legal contar e ler essas trajetórias pessoais.

Talvez depois de passar por avaliações de ingresso nas universidades eu visite novamente Portugal, sozinho se possível.

Abraços e Boa Luta!

Segue os teus instinctos.

O nosso instincto de sobrevivencia e inato e ja sabe quem sao os inimigos da raça branca.