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View Full Version : Colapso da Zona-Euro iminente


Sebastianus
November 10th, 2011, 10:05 AM
É cada mais evidente que o grande sonho sionista de uma Europa Federal está em implosão completa, era tudo tão artificial e frágil que ruirá à primeira grande adversidade.

Andaram durante décadas a lavar o cérebro aos povos europeus propagando a ideia que a Europa das nações não faz sentido é coisa do passado que só levou a guerras, impondo assim a composição de um estado federal governado pelo Banco Central Europeu, um instrumento óbvio da casa Rotschild, os verdadeiros mestres de Sião.

Parece que a judiaria internacional criou um monstro que não pode controlar, como já entenderam que os povos europeus rejeitam esse modelo isustentável económica e socialmente, estão agora empenhados em prolongar a agonia o máximo que podem e em embolsar uns biliões à custa dos contribuintes europeus. Todo este mecanismo de empréstimos, agências de rating e juros extorsionários aplicados às dividas soberanas não é mais que uma manobra para extorquir dos estados (ou seja dos contribuintes) tudo o que lhes for possivel antes que aconteça o inevitável, o colapso do sistema financeiro europeu e por arrastamento mundial. Sabem que muitas das suas casas bancárias rebentarão pois mais tarde ou mais cedo os povos exigirão que não se paguem as dividas, como sabem que o calote já é inevitável decidiram perder a vergonha e serem eles próprios a beneficiar com o colapso do sistema.


A União Europeia foi um falhanço total, verdadeiramente desastroso para a Europa, sobretudo a partir do acordo de Schengen e da introdução da moeda única a decadência atingiu proporções inaceitáveis. Agora que a implosão é inevitável apenas resta ao sistema controlar o timing da mesma. O chamado "sonho europeu" apoiado no sistema democrático e capitalista é uma farsa completa, um instrumento do Diabo, vejam como actuava na União Europeia:

-democracias viciadas, uma opção ideológicamente mais à esquerda e outra mais á direita, ambas controladas pelo lobby maçónico lacaio do verdadeiro mestre que é o capitalismo-judeu internacional comandado pelo conselho dos 12 encabeçado pela família Rotschild.
-estados nucleares ZOG, Alemanha e França, impõem a sua força a todos os outros a mando do Banco Central Europeu controlado pela casa Rotschild
-implementação gradual de uma agenda federalista e centralizada com a perda de soberania nacional dos estados mais pequenos.
-abertura total ao globalismo capitalista através da entrada da China e de outros países do 3º mundo à Organização Mundial do Comércio (OMC) fazendo cair as taxas alfandegárias sobre os seus produtos que entram no espaço europeu a preços irrisórios e impossiveis de competir por parte dos países com melhor nível de vida.
-queda total do proteccionismo económico, deslocalização em massa do sector industrial para os países do 3º mundo, propagada a ideia dos beneficios e oportunidades da globalização, os países desenvolvidos têm de se adequar á nova realidade sob o pretexto de se manterem competitivos económicamente com a consequente perda de qualidade de vida, queda salarial e instabilidade laboral.
-acordo de Schengen, queda das fronteiras nacionais, livre circulação de bens e pessoas, descontrole total na circulação do território europeu, promovida a imigração em massa vinda do terceiro mundo com o pretexto de tornar as economias mais competitivas (ou seja baixar o nível salarial), com a consequente transformação radical das populações nos grandes centros urbanos que de europeu hoje têm muito pouco.
-imposição de leis de nacionalidade e naturalização muito brandas, concedido estatuto de europeu aos filhos de imigrantes nascidos em solo europeu.
-propagada a ideia de uma Europa aberta e multiracial e "somos todos europeus" para disfarçar o falhanço total da falta de integração das segundas e terceiras gerações de imigrantes, altamente degeneradas com altissimas taxas de desemprego, promotores da cultura de ghetto que se espalham assustadoramente ao redor das grandes cidades. A violência urbana dispara para níveis sem precedentes na Europa. Motins e tumultos raciais multiplicam-se pela Europa, os media dizem que a culpa é do racismo dos europeus e da falta de apoio dos Estados.
-propagada a ideia que agora não basta acolher abertamente os imigrantes e dar-lhes as oportunidades todas e até mais direitos sociais que aos europeus, é necessário ir mais longe ou seja: temos de nos misturar com eles senão teremos problemas.

Agora que a crise da dívida soberana já se espalhou à terceira economia europeia a Itália, os maiores especialistas económicos convergem na opinião de que não haverá dinheiro para resgatar a Itália, será a implosão da zona Euro que o duo "Merkozy" tenta disfarçar atrapalhadamente.

A bomba-relógio prepara-se para rebentar com estrondo, o fim do euro significará o fim da União Europeia e de todos os tratados em vigor, assistimos apenas a medidas de diversão e paninhos quentes para evitar que o colapso seja socialmente incontrolável.

Por mim o colapso será muito bem vindo, só a pobreza é que fará as pessoas sairem da sua zona de conforto e tomarem atitudes politicas, será doloroso mas nele reside a salvação da Europa a longo prazo, o maior problema é que tantas décadas de lavagem cerebral e multiculturalismo danificaram muito o espirito dos europeus. Nos anos 30 assitimos à ascenção do fascismo, nesta década como será?

Lusi
November 10th, 2011, 10:17 AM
A coisa está preta, chegamos a um ponto que vai tudo saltar do barco. Tenho ouvido falar numa Europa a dois (França e Alemanha). Já não há volta a dar, eu ando há procura de trabalho e nada, lá fora também está mal. Tenho pessoas que na minha aldeia queriam vender as casas e já não o querem, compraram terrenos para cultivar e criar animais. A minha avó sempre me disse que antes as pessoas fugiam do interior para o litoral e que irá chegar o dia em que muita gente vai voltar para o interior. Pode ser que esta situação desperte algo no povo, o que duvido muito pois já ouvi dizer que este ano vai-se gastar mais em prendas que nos outros.

Soloros
November 10th, 2011, 08:44 PM
Belo post, camarada Sebastianus.

Nos anos 30 assitimos à ascenção do fascismo, nesta década como será?

Gostaria de te perguntar como está a impressão dos europeus(legítimos) acerca de tudo isso? Você começa a perceber por algum motivo o surgimento de uma exacerbação sentimento de nacionalidade e identidade no povo?Tempos de crise são tempos de reflexão e mudança, logo a Europa, olhando para seus antigos tempos aureos, pode sentir um desejo incontrolável de retornar a esse, eliminando tudo de nefasto que foi introduzido sordidamente.

E por fim a principal pergunta: o povo europeu começa a se revoltar contra o multiculturalismo - o cancer da Europa - ou ainda a lavagem cerebral da qual muitos europeus e muitos dos brancos modernos padecem ainda prevalece?

Sebastianus
November 12th, 2011, 01:00 PM
[QUOTE=Soloros;1335853]Belo post, camarada Sebastianus.



Gostaria de te perguntar como está a impressão dos europeus(legítimos) acerca de tudo isso? Você começa a perceber por algum motivo o surgimento de uma exacerbação sentimento de nacionalidade e identidade no povo?Tempos de crise são tempos de reflexão e mudança, logo a Europa, olhando para seus antigos tempos aureos, pode sentir um desejo incontrolável de retornar a esse, eliminando tudo de nefasto que foi introduzido sordidamente.

A percepção da maioria das pessoas é muito limitada, baseiam-se apenas pelo que lhes é dito pela media mainstream, e não tem o tempo ou a vontade para se informarem e reflectir sobre o quadro global e as razões de fundo que levam a esta situação. 90% do povo é autómato, faz o seu trabalho volta para casa vê um pouco de televisão e vai dormir, é isto toda a semana, no final de semana saiem para beber uns copos, dar umas risadas e recomeça outra semana de casa-trabalho.

Diria que em alguns países tem havido um aumento do sentido de nacionalidade e enquanto mais confrontos e tumultos raciais ao estilo que aconteceu em Londres houverem, mais brancos acordarão para a realidade que a Europa está a criar um problema racial e de sustentabilidade bastante grave. Nas novas gerações urbanas existe claramente um fosso entre aqueles brancos que cresceram e absorveram a cultura de ghetto sendo já inimigos da nossa raça, e aqueles que conviveram com esse multiracialismo e o rejeitam veemente. Os riquinhos vivem num mundo á parte alienados da realidade quotidiana e do que é conviver lado a lado com essa gente, não se misturam por um factor de distinção social mas também não fazem nada para melhorar a situação...são burgueses e indiferentes.

É notório que na França, Áustria, Holanda, Itália e mais algum outro que me esteja a falhar, esse sentimento nacionalista e anti-imigração tem-se traduzido nas urnas, mas na realidade não tem efeitos práticos, o problema está numa esfera mais elevada, ao nível das regras impostas pelos tratados europeus. A Áustria por exemplo já teve um governo de extrema-direita com Jorg Haider e não conseguiu fazer absolutamente nada para impedir que a imigração turca continuasse a aumentar (já 10% da pop. austriaca é de origem não-europeia), ou seja um governo por muito boas intenções que tenha pouco pode fazer, é engolido pelo federalismo da União Europeia e pelo próprio sistema de alternância democrática, por isso não é possivel fazer um trabalho de limpeza eficaz, 4 anos de mandato cheios de limitações burocráticas e media hostil não dão para fazer nada.

Na maioria dos outros países esse sentimento até existe numa parte da população mas acaba por não ter expressão politica pois muitas constituições europeias proibem a existência de partidos de extrema-direita, enquanto que os de extrema esquerda são abundantes.

Estou cada vez mais absolutamente convencido que só o colapso total deste modelo económico (que está a tomar forma), levará a uma reacção expressiva dos europeus e poderá dar aso ao resurgimento efectivo de partidos e politicas nacionalistas. Quanto pior ficar a situação económica e social, melhor será para a nossa causa e a longo prazo para a regenaração da Europa.

O sistema é irredimivel, tem de colapsar e temos de fazer tudo para que ele colapse. As pessoas tem de se sentir ameaçadas e com fome, a pobreza é nossa aliada, com burgueses não se fazem mudanças.

E por fim a principal pergunta: o povo europeu começa a se revoltar contra o multiculturalismo - o cancer da Europa - ou ainda a lavagem cerebral da qual muitos europeus e muitos dos brancos modernos padecem ainda prevalece?

Apenas uma pequena correcção, com a qual tu concordas certamente. O cancer é o multiracialismo e não o multiculturalismo. Chamemos as coisas pelos nomes, multiculturalismo é um termo politicamente correcto mas que não traduz com exactidão a raiz do mal. O multiculturalismo entre os povos europeus até é algo extremamente enriquecedor e foi factor decisivo no espectacular progresso cultural e cientifico da Europa, esse intercambio europeu é hoje tão fundamental como no passado. O problema de facto está no multiracialismo que só degrada a Europa, não trouxe nada de bom e é a ameaça mais séria que este continente atravessa desde as invasões mongóis e otomanas.

Respondendo muito directamente á tua pergunta: - o povo europeu só se revoltará contra o actual estado de coisas quando não tiver dinheiro. Quando as economias quebrarem será um efeito dominó muito rápido, aí poderão se passar coisas interessantes.

O facto de terem o cérebro poderá ser irrelevante, quando não há pão a tolerância não passa de uma palavra bonita, a sobrevivência fala mais alto. Esquerdistas, gays, sindicalistas, anarquistas, minorias étnicas e demais libertinos degenerados já sabemos muito bem onde é que se situam, estarão seguramente nas ruas a vocericefar e tentar aproveitar a oportunidade para impôr a sua agenda, o que eu quero saber é como irá reagir a maioria até agora silenciosa e refém do clima de supressão e censura de opinião imposto pelo establishment, creio que muitos quando já não tiverem nada a perder extravasarão com violência a raiva contida.

Ricardo Mendonça
November 12th, 2011, 03:52 PM
Concordo, mas faria um reparo.

Penso que o Soloros alude ao multiculturalismo considerando que é possível agrupar a cultura europeia num tronco comum. E que o que não é europeu, o que não provém desse tronco comum configurará ao fazer-se presente na Europa, uma situação em que se tem, de facto, pluralidade de culturas, um multiculturalismo. Se for isso, está certo e dispensa grandes explicações.
Dizer apenas que existe realmente uma cultura europeia, única, comum a todos e apenas aos povos de extracção europeia. Pelo que, nesse sentido percebo a referência ao multiculturalismo feito pelo Soloros.

E eu sou daqueles que não crê ser possível dissociar a cultura do grupo racial de onde emana. O da composição racial prevalente, pelo menos.

De resto, subscrevo o que o Sebastianus aí deixou, o que descreveu é assim, tal e qual, e mesmo quanto à parte mais subjectiva também concordo na maior parte com a apreciação.
Só duvido é que a miséria material possa resultar numa maior consciência de identidade nacional e racial por parte das pessoas. Duvido. Não chega.

Tem de ser pior, infelizmente ainda tem de ser pior. Muito pior.

Sebastianus
November 12th, 2011, 08:23 PM
Tens razão Ricardo, eu entendi perfeitamente com que sentido o Soloros empregou o conceito de multiculturalismo, eu mesmo também já o fiz muitas vezes, não foi nenhuma censura apenas uma explicação perante o forum que não me agrada o uso desse termo, prefiro usar a palavra multiracialismo que considero mais exacta e reveladora da raiz do problema, temos de dar enfoque sobre a raça. Se observarmos os países com longo histórico multiracial como o Brasil e Estados Unidos constatamos que comungam práticamente a mesma cultura no entanto as diferenças comportamentais continuam bem vincadas, o mesmo principio também se deve de aplicar à Europa uma vez que alguns países já contam com populações não brancas muito significativas em alguns casos já na 2ª e 3ª geração de imigrantes portanto já nascidos em solo europeu e muitos, culturalmente indistintos da maioria dos europeus.

O termo multiculturalismo tem sido muito aplicado pelos promotores do mesmo e como resposta pelos que se opõem, principalmente no sentido de focar os choques culturais com a imigração muçulmana. Creio que multiracialismo é mais correcto, mas entendo perfeitamente quem utilize o termo multiculturalismo, capto o sentido em que o aplicam e isso é o principal. É uma questão semântica sem grande importância, foi apenas uma observação.

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Quanto à miséria material chegar ou não para produzir um efeito na consciência nacional/racial dos europeus eu sou da opinião que tudo passa por aí, o pior a que te referes estará a isso relacionado, ou seja os problemas materiais desencadearão violência, disturbios sociais, reacções extremadas, tumultos raciais e a consequente resposta a eles. Nesse cenário de aumento incontrolável do espiral de violência, crescerão os antagonismos e os moderados tenderão a extremar as suas posições e a saírem do estado de cobardia, indiferença e postura politicamente correcta pois elas não lhes trarão soluções aos seus problemas.

Ricardo Mendonça
November 12th, 2011, 11:49 PM
Tens razão Ricardo, eu entendi perfeitamente com que sentido o Soloros empregou o conceito de multiculturalismo, eu mesmo também já o fiz muitas vezes, não foi nenhuma censura apenas uma explicação perante o forum que não me agrada o uso desse termo, prefiro usar a palavra multiracialismo que considero mais exacta e reveladora da raiz do problema, temos de dar enfoque sobre a raça. Se observarmos os países com longo histórico multiracial como o Brasil e Estados Unidos constatamos que comungam práticamente a mesma cultura no entanto as diferenças comportamentais continuam bem vincadas, o mesmo principio também se deve de aplicar à Europa uma vez que alguns países já contam com populações não brancas muito significativas em alguns casos já na 2ª e 3ª geração de imigrantes portanto já nascidos em solo europeu e muitos, culturalmente indistintos da maioria dos europeus.

O termo multiculturalismo tem sido muito aplicado pelos promotores do mesmo e como resposta pelos que se opõem, principalmente no sentido de focar os choques culturais com a imigração muçulmana. Creio que multiracialismo é mais correcto, mas entendo perfeitamente quem utilize o termo multiculturalismo, capto o sentido em que o aplicam e isso é o principal. É uma questão semântica sem grande importância, foi apenas uma observação.

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Quanto à miséria material chegar ou não para produzir um efeito na consciência nacional/racial dos europeus eu sou da opinião que tudo passa por aí, o pior a que te referes estará a isso relacionado, ou seja os problemas materiais desencadearão violência, disturbios sociais, reacções extremadas, tumultos raciais e a consequente resposta a eles. Nesse cenário de aumento incontrolável do espiral de violência, crescerão os antagonismos e os moderados tenderão a extremar as suas posições e a saírem do estado de cobardia, indiferença e postura politicamente correcta pois elas não lhes trarão soluções aos seus problemas.


Totalmente de acordo.

Sebastianus
November 16th, 2011, 05:45 AM
Ferreira do Amaral aconselha Portugal a sair do Euro
http://economico.sapo.pt/noticias/ferreira-do-amaral-aconselha-portugal-a-sair-do-euro_120941.html

Ferreira do Amaral aconselha Portugal a sair do euro
Económico

João Ferreira do Amaral aconselha Portugal a usar o dinheiro da ‘troika' para regressar ao escudo.

"Acho que nos devíamos começar a preparar para isso [sair do euro] para, quando acontecer, o fazermos de forma ordenada e com o mínimo de estabilidade", defendeu o economista em entrevista ao Diário de Notícias. Para o economista, Portugal deve agir para "que o financiamento da troika seja utilizado para compensar o aumento das dívidas" causado por uma saída do euro.

"Admito que seja preciso um empréstimo de 30% do PIB. A nossa saída do euro deve levar a uma depreciação cambial na ordem dos 30%. Daria entre 50 a 60 mil milhões de euros. Ou usaria o actual empréstimo ou haveria um novo veículo, com prazo mais longo", argumenta João Ferreira do Amaral, para quem "a hora da verdade está iminente" porque "a Grécia servirá de cobaia para o que se seguirá"

Ferreira do Amaral considera que "Deixamos apodrecer esta situação e já nos estão a impor juros de 12%. Infelizmente, como o plano que [a troika] nos impõe não irá dar resultado ao nível de crescimento, significa que mal acabe esse financiamento vamos deparar com taxas de juros dessa magnitude".

O custo dessa eventual saída do euro "será brutal" mas "penso que ainda estamos a tempo de negociar uma saída com apoio comunitário", defendeu o economista.