Sebastianus
December 7th, 2011, 11:57 PM
Elaborei um post para comentar uns videos colocados pelo meu camarada Lusi e acabei por me alongar mais que o esperado, é mesmo assim, em certos dias as palavras saiem-nos com mais facilidade, os dedos ganham vida própria e mesmo assim tudo o que pudesse escrever hoje seria insuficiente para expressar a dor de alma que sinto ao pensar no futuro terrível que deixaremos aos nossos filhos e netos. Acho que vale a pena criar um thread sobre este assunto da maior importância para a Europa. São todos muito bem vindos a participarem. Um Abraço deste vosso irmão.
Não quero ser o mau da fita, nem quero que pensem mal de mim;)
Brancos na Miséria na Ãfrica do sul - YouTube (http://www.youtube.com/watch?v=URQpIPVFFRs)
Mas sim tens razão isto é que eles não mostram:
Emigrantes portugueses em França - YouTube (http://www.youtube.com/watch?v=SvQWODlogeY&feature=related)
memories of Portuguese immigration in France - YouTube (http://www.youtube.com/watch?v=zgtDCuazkFM&feature=related)
A gente das barracas, felizmente os meus avós quando emigraram nunca passaram por isso. É triste quando o nosso país não nos dá uma oportunidade e é no país dos outros que nos safamos, eu não me imagino assim, mas sinceramente já pensei em fazer as malas e procurar uma melhor vida lá fora. Sei que isso já passou, mas ainda existe muita gente branca em barracas e em busca de uma vida melhor, acabam por ser explorados e violentados.
O que eles mostram:
marianas sa ta caba - YouTube (http://www.youtube.com/watch?v=N7o4G7vX2yU)
O problema da imigração para Europa é o mais grave, mais ameaçador e por isso o mais urgente de resolver sob pena de se tornar insustentável e pôr em risco a segurança, estabilidade e futuro dos países europeus como nações civilizadas e não totalmente descaracterizadas do ponto de vista étnico e cultural. É a sobrevivência e bem estar dos europeus que está em risco absoluto e continuando com a presente tendência demográfica num contexto de imigração descontrolada, estima-se que cerca do ano 2050 em algumas nações, os europeus passarão a ser a minoria nos seus próprios países, significando o fim da Europa como sempre a conhecemos, tornar-se-á um continente islamizado e terceiro mundista e a inevitável extinção da raça branca. Algo verdadeiramente assustador, os nossos antepassados que moldaram a ferro e fogo este continente estarão a dar voltas de desespero em suas campas e os heróis da 2ª Guerra Mundial certamente não teriam disparado um tiro sequer, se soubessem que tal catástrofe estaria em risco de acontecer.
Para quem não está familiarizado com a emigração portuguesa para França nos anos 60 e 70 vou fazer um breve resumo:
-Em 1961 deflagrou a Guerra Colonial e o Estado Novo passou a restringir bastante a emigração de portugueses para as colónias (terra de abundância), e a Metrópole (Portugal continental) não oferecia boas condições sobretudo às pessoas do interior.
Entre 1960 e 1972 perto de 1 milhão de portugueses, na maioria camponeses do norte e interior do país, partiram para França pois nesse periodo havia lá escassez de mão de obra em consequência da emigração italiana e espanhola para França (que antecederam a portuguesa) terem estagnado com a melhoria das condições económicas e industrialização desses países durante os anos 60.
No interior de Portugal as condições de vida eram muito dificeis e o país isolado económicamente por ser um Regime pró-fascista, além de estar envolvido numa desgastante guerra colonial. Estes factores separados ou muitas vezes combinados entre si originaram essa enorme vaga de emigração. As pessoas partiam até á fronteira com Espanha e depois tinham de ir por caminhos escondidos e passar clandestinamente a fronteira a pé, por vezes guiados por passadores pouco escrupulosos que os enganavam, e repetiam o processo quando chegavam à fronteira francesa. Normalmente os homens eram os primeiros a partirem, chegavam a Paris (ou outros locais mais principalmente Paris) arranjavam trabalho, alojamento, documentação e quando já havia condições minímas mandavam vir a familia.
A maioria (cerca de 500 mil) fixou-se nos arredores de Paris, pois era aí que havia mais emprego, aqueles videos que vimos dizem respeito à bidonville de Champigny-sur-Marne no departamento 94 no sudeste de Paris, que durante muitos anos teve um bairro de barracas habitado por cerca de 10 mil portugueses. No entanto, embora fossem apenas uma pequena parte dos imigrantes portugueses isso foi o suficiente para os franceses (sempre racistas para com os outros brancos) esterotiparem toda a comunidade como "Les gens des barraques" ou "a gente das barracas". Foi precisamente no sector da construção civil, recolha do lixo e limpezas que trabalhavam a maioria dos emigrantes pois a França estava muito carenciada em termos habitacionais e de infra-estrutura ainda a recuperar da destruição da 2ª Guerra Mundial.
Meus avós também emigraram para a França em 1963, embora fossem pobres, ou remediados como se dizia na época, viviam em Lisboa onde havia mais trabalho e oportunidades, e tomaram a decisão de emigrar mais para que o meu tio escapasse à Guerra do Ultramar do que por dificuldades económicas. Eles como até tinham profissões operárias mas especializadas sempre foram razoávelmente bem pagos e nunca tiveram as dificuldades como aqueles compatriotas de Champigny, trabalharam muito, construiram uma casa em Portugal e regressaram passados 15 anos. Contam-me que quando lá chegaram a Paris ainda se via muito lixo, entulho e destroços da Guerra, e que nas praias da Normandia por esses anos ainda se viam minas, granadas e outros vestigios bélicos do Dia D.
Apesar de desempenharem os trabalhos mais baixos e das dificuldades e carências de alguns(como no caso da bidonville de Champigny) a comunidade portuguesa em França foi sempre muito discreta e trabalhadora, muito sub-representada a nível criminal, faziam uma vida humilde mas digna de casa-trabalho/casa-trabalho e poupavam o máximo que possivel para um dia poderem construir uma casa e regressar a Portugal, com o decorrer dos anos os que lá continuaram foram bem assimilados e integrados na sociedade francesa e as segundas gerações já nascidas em França evoluiram para um outro nível, desempenhando outro tipo de trabalhos de maior prestigio. Actualmente já vai na 3ª geração de emigrantes sendo que a maioria ainda mantém laços com os pais ou avós e tem o hábito de passar as férias em Portugal (tradicionalmente em Agosto) embora muitos já falem mal português e tenham maridos ou mulheres francesas.
E aqui está a diferença entre receber uma imigração europeia como é o caso da italiana, portuguesa e mais tarde dos países de leste como a ucraniana ou polaca, e receber uma imigração não-europeia ou não-branca, como é o caso da marroquina, africana, turca, paquistanesa etc...os europeus integram-se sem grandes dificuldades e as segundas e terceiras gerações evoluem ao ponto de ocuparem muitos lugares de destaque na sociedade, são emigrações que tendo um cariz popular contribuem significativamente para o avanço dos países e não provocam choques culturais acentuados nem problemas sociais ou criminais relevantes.
Em contraposição, a emigração não-europeia/não-branca nesses mesmos países como a França, Inglaterra, Alemanha etc, já vai também na segunda e terceira geração e apresenta problemas quase irresoluveis e que se agravam com o decorrer do tempo, como falta de adaptação civica e cultural, desrespeito pelos costumes locais, criação de ghettos, e mais grave que tudo mais, as gerações já nascidas na Europa crescem numa sub-cultura degenerada, com alto insucesso escolar, desemprego, criminalidade e degradação urbana, decadência cultural e criando problemas sociais muito sérios e um grande fardo financeiro para o Estado.
A este respeito, já foi dado um sinal importante por Angela Merkel e seu conselheiro Thilo Sarrazin que escreveu um livro fazendo o enquadramento histórico desses fluxos emigratórios para Alemanha e uma detalhada exposição dos problemas e das soluções, citando como casos de sucesso a emigração portuguesa e italiana e como falhanços totais e erros históricos terem pensado que as emigrações não-europeias se assimilariam da mesma forma. Exemplifica que a emigração marroquina e principalmente turca na Alemanha já vai na 3ª geração e os problemas que causam são cada vez maiories e insustentáveis. Essa tese e opiniões foram amplamente cobertas pela media local e foram aprovadas por 95% da população alemã segundo um inquérito feito pela imprensa. Tal consenso até levou a Chanceler Angela Merkel a declarar oficialmente que "o Multicultarismo foi um falhanço total, está acabado". Vamos ver se é para cumprir ou se é só para enganar o povo, até agora ainda não vi nada...
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Complicada essa situação de alguns brancos na África do Sul, com tanto imigrante ilegal e refugiados a entrar na União Europeia não há um país que acolha esses afrikaaners ?! A Suécia, a França ou principalmente a Holanda que é a terra dos ancestrais da maioria dos Afrikaaners receberam tão calorosamente refugiados iraquianos e africanos e não poderiam receber também esses cidadão europeus de sangue?!
A verdade é que eles são párias, indesejados, condenados ao ostracismo mais vil porque são sul-africanos brancos, a própria jornalista deu a entender na pergunta dela que "agora não se queixem", é assim que a maioria da nossa raça pensa, pois a esses eu digo:
- deixam entrar todos os imigrantes, celebram o multiculturalismo e a invasão dos seus países e quando forem a minoria acontecer-lhes-á o mesmo que áqueles afrikaaners brancos que agora desprezam, depois não se queixem...
Não quero ser o mau da fita, nem quero que pensem mal de mim;)
Brancos na Miséria na Ãfrica do sul - YouTube (http://www.youtube.com/watch?v=URQpIPVFFRs)
Mas sim tens razão isto é que eles não mostram:
Emigrantes portugueses em França - YouTube (http://www.youtube.com/watch?v=SvQWODlogeY&feature=related)
memories of Portuguese immigration in France - YouTube (http://www.youtube.com/watch?v=zgtDCuazkFM&feature=related)
A gente das barracas, felizmente os meus avós quando emigraram nunca passaram por isso. É triste quando o nosso país não nos dá uma oportunidade e é no país dos outros que nos safamos, eu não me imagino assim, mas sinceramente já pensei em fazer as malas e procurar uma melhor vida lá fora. Sei que isso já passou, mas ainda existe muita gente branca em barracas e em busca de uma vida melhor, acabam por ser explorados e violentados.
O que eles mostram:
marianas sa ta caba - YouTube (http://www.youtube.com/watch?v=N7o4G7vX2yU)
O problema da imigração para Europa é o mais grave, mais ameaçador e por isso o mais urgente de resolver sob pena de se tornar insustentável e pôr em risco a segurança, estabilidade e futuro dos países europeus como nações civilizadas e não totalmente descaracterizadas do ponto de vista étnico e cultural. É a sobrevivência e bem estar dos europeus que está em risco absoluto e continuando com a presente tendência demográfica num contexto de imigração descontrolada, estima-se que cerca do ano 2050 em algumas nações, os europeus passarão a ser a minoria nos seus próprios países, significando o fim da Europa como sempre a conhecemos, tornar-se-á um continente islamizado e terceiro mundista e a inevitável extinção da raça branca. Algo verdadeiramente assustador, os nossos antepassados que moldaram a ferro e fogo este continente estarão a dar voltas de desespero em suas campas e os heróis da 2ª Guerra Mundial certamente não teriam disparado um tiro sequer, se soubessem que tal catástrofe estaria em risco de acontecer.
Para quem não está familiarizado com a emigração portuguesa para França nos anos 60 e 70 vou fazer um breve resumo:
-Em 1961 deflagrou a Guerra Colonial e o Estado Novo passou a restringir bastante a emigração de portugueses para as colónias (terra de abundância), e a Metrópole (Portugal continental) não oferecia boas condições sobretudo às pessoas do interior.
Entre 1960 e 1972 perto de 1 milhão de portugueses, na maioria camponeses do norte e interior do país, partiram para França pois nesse periodo havia lá escassez de mão de obra em consequência da emigração italiana e espanhola para França (que antecederam a portuguesa) terem estagnado com a melhoria das condições económicas e industrialização desses países durante os anos 60.
No interior de Portugal as condições de vida eram muito dificeis e o país isolado económicamente por ser um Regime pró-fascista, além de estar envolvido numa desgastante guerra colonial. Estes factores separados ou muitas vezes combinados entre si originaram essa enorme vaga de emigração. As pessoas partiam até á fronteira com Espanha e depois tinham de ir por caminhos escondidos e passar clandestinamente a fronteira a pé, por vezes guiados por passadores pouco escrupulosos que os enganavam, e repetiam o processo quando chegavam à fronteira francesa. Normalmente os homens eram os primeiros a partirem, chegavam a Paris (ou outros locais mais principalmente Paris) arranjavam trabalho, alojamento, documentação e quando já havia condições minímas mandavam vir a familia.
A maioria (cerca de 500 mil) fixou-se nos arredores de Paris, pois era aí que havia mais emprego, aqueles videos que vimos dizem respeito à bidonville de Champigny-sur-Marne no departamento 94 no sudeste de Paris, que durante muitos anos teve um bairro de barracas habitado por cerca de 10 mil portugueses. No entanto, embora fossem apenas uma pequena parte dos imigrantes portugueses isso foi o suficiente para os franceses (sempre racistas para com os outros brancos) esterotiparem toda a comunidade como "Les gens des barraques" ou "a gente das barracas". Foi precisamente no sector da construção civil, recolha do lixo e limpezas que trabalhavam a maioria dos emigrantes pois a França estava muito carenciada em termos habitacionais e de infra-estrutura ainda a recuperar da destruição da 2ª Guerra Mundial.
Meus avós também emigraram para a França em 1963, embora fossem pobres, ou remediados como se dizia na época, viviam em Lisboa onde havia mais trabalho e oportunidades, e tomaram a decisão de emigrar mais para que o meu tio escapasse à Guerra do Ultramar do que por dificuldades económicas. Eles como até tinham profissões operárias mas especializadas sempre foram razoávelmente bem pagos e nunca tiveram as dificuldades como aqueles compatriotas de Champigny, trabalharam muito, construiram uma casa em Portugal e regressaram passados 15 anos. Contam-me que quando lá chegaram a Paris ainda se via muito lixo, entulho e destroços da Guerra, e que nas praias da Normandia por esses anos ainda se viam minas, granadas e outros vestigios bélicos do Dia D.
Apesar de desempenharem os trabalhos mais baixos e das dificuldades e carências de alguns(como no caso da bidonville de Champigny) a comunidade portuguesa em França foi sempre muito discreta e trabalhadora, muito sub-representada a nível criminal, faziam uma vida humilde mas digna de casa-trabalho/casa-trabalho e poupavam o máximo que possivel para um dia poderem construir uma casa e regressar a Portugal, com o decorrer dos anos os que lá continuaram foram bem assimilados e integrados na sociedade francesa e as segundas gerações já nascidas em França evoluiram para um outro nível, desempenhando outro tipo de trabalhos de maior prestigio. Actualmente já vai na 3ª geração de emigrantes sendo que a maioria ainda mantém laços com os pais ou avós e tem o hábito de passar as férias em Portugal (tradicionalmente em Agosto) embora muitos já falem mal português e tenham maridos ou mulheres francesas.
E aqui está a diferença entre receber uma imigração europeia como é o caso da italiana, portuguesa e mais tarde dos países de leste como a ucraniana ou polaca, e receber uma imigração não-europeia ou não-branca, como é o caso da marroquina, africana, turca, paquistanesa etc...os europeus integram-se sem grandes dificuldades e as segundas e terceiras gerações evoluem ao ponto de ocuparem muitos lugares de destaque na sociedade, são emigrações que tendo um cariz popular contribuem significativamente para o avanço dos países e não provocam choques culturais acentuados nem problemas sociais ou criminais relevantes.
Em contraposição, a emigração não-europeia/não-branca nesses mesmos países como a França, Inglaterra, Alemanha etc, já vai também na segunda e terceira geração e apresenta problemas quase irresoluveis e que se agravam com o decorrer do tempo, como falta de adaptação civica e cultural, desrespeito pelos costumes locais, criação de ghettos, e mais grave que tudo mais, as gerações já nascidas na Europa crescem numa sub-cultura degenerada, com alto insucesso escolar, desemprego, criminalidade e degradação urbana, decadência cultural e criando problemas sociais muito sérios e um grande fardo financeiro para o Estado.
A este respeito, já foi dado um sinal importante por Angela Merkel e seu conselheiro Thilo Sarrazin que escreveu um livro fazendo o enquadramento histórico desses fluxos emigratórios para Alemanha e uma detalhada exposição dos problemas e das soluções, citando como casos de sucesso a emigração portuguesa e italiana e como falhanços totais e erros históricos terem pensado que as emigrações não-europeias se assimilariam da mesma forma. Exemplifica que a emigração marroquina e principalmente turca na Alemanha já vai na 3ª geração e os problemas que causam são cada vez maiories e insustentáveis. Essa tese e opiniões foram amplamente cobertas pela media local e foram aprovadas por 95% da população alemã segundo um inquérito feito pela imprensa. Tal consenso até levou a Chanceler Angela Merkel a declarar oficialmente que "o Multicultarismo foi um falhanço total, está acabado". Vamos ver se é para cumprir ou se é só para enganar o povo, até agora ainda não vi nada...
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Complicada essa situação de alguns brancos na África do Sul, com tanto imigrante ilegal e refugiados a entrar na União Europeia não há um país que acolha esses afrikaaners ?! A Suécia, a França ou principalmente a Holanda que é a terra dos ancestrais da maioria dos Afrikaaners receberam tão calorosamente refugiados iraquianos e africanos e não poderiam receber também esses cidadão europeus de sangue?!
A verdade é que eles são párias, indesejados, condenados ao ostracismo mais vil porque são sul-africanos brancos, a própria jornalista deu a entender na pergunta dela que "agora não se queixem", é assim que a maioria da nossa raça pensa, pois a esses eu digo:
- deixam entrar todos os imigrantes, celebram o multiculturalismo e a invasão dos seus países e quando forem a minoria acontecer-lhes-á o mesmo que áqueles afrikaaners brancos que agora desprezam, depois não se queixem...