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View Full Version : Salazar - A Verdade Oculta / PCP: O Polvo


Lusi
July 4th, 2011, 12:22 PM
Os comunistas são algo muito engraçado, pelo menos em Portugal é assim. Com as suas mentiras e as falsidades lá conseguem enganar quem se deixa enganar. Mas pelo menos, e é possível que já esteja a acontecer, as pessoas já começaram a ver quem realmente eles são e para isso basta ver a derrota pesada que o BE sofreu nestas últimas eleições. Fazem uma lavagem cerebral aos mais novos, incutem-lhes ideias da treta e mais tarde tornam-se guerreiros de uma causa com uma fidelidade canina. No que toca ao grandioso Doutor Salazar, o caso muda de figura. Nas escolas ensinam-nos que era uma pessoa de mau carácter, um ladrão um assassino e que éramos atrasados, como os jovens não se interessam por estas coisas e o problema é mesmo a falta de interesse, ficam com isso entranhado na cabeça. A mim também o tentaram fazer, mas deram-se mal porque em todos os rebanhos há uma ovelha que não quer saber do pastor. Acontece que nas aulas ouvia uma coisa e depois quando em casa procurava saber mais, reparei que afinal as coisas não eram bem assim. Acontece que o dito professor era comunista, preso pela PIDE e exilado na Suécia. Eles tentam argumentar coisas que não o podem ser, pois estão provadas através de testemunhos por quem viveu de perto com aquele homem, ou então factos documentados na Torre do Tombo ou em Arquivos Nacionais. Lembro-me de uma vez, em que alguém me disse para ter cuidado com o que lia e para ficar com os meus livros da treta. Mas acontece que quem os escreveu não foi um zé ninguém, foram escritores com cursos superiores, onde o material para a construção do livro foram essencialmente documentos e testemunhos. Acontece que no tempo do Estado Novo, o país era rural, não tinha auto-estradas, o crime era reduzido, aprendia-se na escola, havia trabalho entre outra coisas, mas o país era atrasado. Hoje não temos agricultura, pesca, indústria, temos crime violento diariamente, as escolas são uma fábrica onde a ignorância é produzida em série, fecham-se hospitais, escolas, quartéis, esquadras, o património histórico está ao abandono, mas no entanto já não somos atrasados, somos evoluídos.
O Doutor Salazar acabou com a dívida num ano e aumentou a receita do estado, até que algures na multidão há uma voz que sobressai e diz:
- Pois acabou, mas cortou nos salários e aumentou os impostos, e a resposta a isso é simples.
Mas actualmente não é isso que os nossos governantes fazem, cortam nos salários e nos subsídios e aumentam todos os anos os impostos, mas uma coisa é certa, cada vez nos afundamos mais. Pois, parece que afinal o trabalho do Mago das Finanças ou do Super Ministro não é assim tão fácil.
Depois temos aquele concurso em que o grande Jaime Nogueira Pinto teve que por a Judite de Sousa na ordem, e onde a Odete dos Santos para além de estar com um ar embriagado ainda estava possuída.
O segundo mais votado esteve a léguas do primeiro. No livro de Jaime Nogueira Pinto "António de Oliveira Salazar - O Outro Retrato", que para mim foi sem dúvida o melhor livro que li sobre Salazar, e que vem de um grande escritor e que também fala da Repressão e da PIDE (atenção!) e que o que lá vem escrito não é fruto da imaginação desse senhor quero deixar um pedaço de texto que pode muito bem ser aplicado no Concurso do Melhor Português De Sempre.

"Qual é o verdadeiro Salazar? E por que é que um número significativo de portugueses fez dele a primeira escolha e o pôs, por larguíssima vantagem, a vencer o concurso Os Grandes Portugueses apesar das cargas negativas? Escolha de que alguns fizeram um fantasmagórico «perigo para a democracia», criando até uma anatomia patológica do votante em Salazar: alma transviada, espírito perturbado, ou motivado por razões pouco nobres; adolescentes, que não viveram «os tempos de terror»; velhos que viveram mas que, por serem velhos, não apreciam a democracia; gentes do campo, sem estudos nem conhecimentos; empresários com benefícios e interesses ocultos; «retornados» ressabiados e vingativos contra o 25 de Abril... Chegando o ridículo a um abaixo-assinado de historiadores «preocupados»."

In António de Oliveira Salazar - O Outro Retrato, de Jaime Nogueira Pinto
Capítulo I - Salazar Hoje, Página 17, primeiro paragrafo.

Pois é este paragrafo, diz muita coisa e na minha opinião é muito importante. Os comunistas também insistem em acusar Salazar da morte de Humberto Delgado, acontece que Salazar não tem culpa nenhuma nem teve conhecimento da intenções da PIDE uma vez que actuaram por conta própria e isso está mais do que provado tal como está mais do que provado que se Álvaro Cunhal fugiu da prisão a Salazar o deveu, mas isso é outro assunto que irei explicar mais á frente. Salazar foi, era e será sempre aquele homem honesto, que nunca roubou nada a ninguém, deixou cá uma casa humilde, que hoje está em ruínas, deixou no armário um envelope com dinheiro para pagar o seu funeral, caso o estado se recusasse a fazê-lo, mas como tal não aconteceu o dinheiro foi para a D. Maria, ou a Menina Maria, que era como Salazar gostava de a tratar. Tinha dois telefones, um para os assuntos do estado e outro para a vida pessoal, e que a conta desse mesmo era paga do próprio bolso. As prendas que comprava para as namoradas eram pagas do bolso dele, a renda do forte era paga com antecedência. Uma das contas da luz era paga do bolso dele e quando chegou a São Bento, disse a D. Maria, para guardar tudo, pois as coisas do Estado não eram para ser usadas na vida pessoal. Repreendeu a D. Maria por esta usar o carro do Estado, para trazer lenha, apadrinhou Micas e usou senhas de racionamento. Mas isto eles não falam, tal como não falam nos terrenos que os comunistas logo a seguir ao 25 de Abril, roubaram a muita gente, que precisava deles por ser o ganha pão, os ricos conseguiram reave-los, já os pobres não e hoje estão ao abandono. Pois é toda a gente sabe que com o 25 de Abril, muita gente ficou sem nada, sem campos e até sem as casas, mas fica tudo calado.

Relativamente á obra de Joaquim Vieira - A Governanta D. Maria, companheira de Salazar, quero deixar aqui algumas passagens que acho muito importantes.

"O que a menina desde sempre notou naquela residência foi o contraste entre Salazar e Maria de Jesus no que respeitava à expressão dos afectos: «O presidente do Conselho arranjava tampo para brincar comigo (...). Uma ou outra vez, também jogávamos [no pátio] á bola, só os dois, claro, que a Tia Maria não era pessoa para essas coisas - tal como era incapaz de um beijo ou de um afecto. A minha hora de deitar - 22h30 - era sagrada, porque aquela era uma casa de ordem e disciplina, mas o Senhor Doutor nunca ia para a cama sem subir ao meu quarto para ver se eu estava bem, acariciar-me a cabeça e ajeitar-me os cobertores - coisa que a Tia Maria, com a sua secura e o seu autoritarismo, nunca fez (não quero dizer que não fosse bondosa para comigo, mas o mínimo que posso garantir é que ela não estava ali para ganhar um concurso de popularidade). Esta prática do aconchego era diária, e mantinha-se mesmo quando Salazar tinha compromissos nocturnos - em regra (...) banquetes de Estado.»"

In a Governanta, D. Maria, a companhia de Salazar, de Joaquim Vieira
Capítulo III - A Luta Pelo Arroz, página 59

"O biógrafo revela que Salazar faz questão de esclarecer os ministros de que «paga do seu bolso a governanta» e as duas criadas (que crescerão para sei ao fim de pouco tempo, remuneradas sempre da sua carteira). As contas separadas continuam um princípio sagrado para o chefe do Governo, que entende não ter o Estado obrigação de lhe custear as despesas da vida privada. «Em São Bento, as despesas de funcionamento da residência (incluindo telefones) continuavam a ser pagas por ele, excepto a conta da electricidade, debitada á Assembleia Nacional, relatará Micas.»"
(...)
"... na residência oficial havia dois contadores de eletricidade: o do rés-do-chão media a energia a pagar pelo Estado e o do primeiro andar a que Salazar cobria com a sua conta pessoal. O mesmo viria a passar-se com a água, o combustível e os telefones".

In a Governanta, D. Maria, a companhia de Salazar, de Joaquim Vieira
Capítulo IV - Dentro de Muros, página 72

"...«Lembro-me de que o palacete estava equipado na íntegra com roupas de cama e mesa. além de todo um conjunto de outros objectos de uso doméstico. Mas Salazar mandou a Tia Maria arrumar tudo isso em armários do sótão, onde cheguei ainda a ver o material nas suas embalagens originais, tal como viera das lojas. Entendia ele que o património do Estado só deveria ser usado em funções oficiais; no resto, qualquer equipamento teria de ser custeado pelos próprios utilizadores. Todo o mobiliário da zona particular do palacete, por exemplo, na maior parte oriundo da Bernardo Lima, havia sido adquirido por ele»."

In a Governanta, D. Maria, a companhia de Salazar, de Joaquim Vieira
Capítulo IV - Dentro de Muros, página 73

"«Quando foi imposto em Portugal, o racionamento dos géneros de primeira necessidade, o senhor Doutor, entendeu que a sua residência não iria ficar de fora.
E, porque tínhamos que dar o exemplo, também em São Bento se praticavam as senhas de racionamento para o pão, a batata, os lacticínios, os bacalhau, as massas, o arroz, o açúcar, o azeite, o café, o grão, os cereais, a farinha, o sabão ou o carvão, a lenha e o petróleo»."

In a Governanta, D. Maria, a companhia de Salazar, de Joaquim Vieira
Capítulo V - Economia de Guerra, página 82

Pois esta é a verdade que não interessa contar nem interessa falar nas escolas, os portugueses preferem um governante que use o dinheiro dos contribuintes para comprar prendinhas, andar de carro pela cidade...

PCP: O Polvo

Irei colocar aqui vários excertos da obra de Irene Pimentel Flunser - A História da PIDE.

"Em Outubro de 1970, ocorreu um Encontro Nacional de Direcções Sindicais, onde foi decidida a criação da Intersindical, que recebeu de imediato a adesão de vinte e dois sindicatos de todo o país.
Envolvido nesta acção sindical, o PCP criou entretanto a Acção Revolucionária Armada (ARA), que realizou as suas primeiras operações no final de Novembro de 1970, com a colocação de um engenho explosivo no navio Cunene, no cais de Alcântara, e, depois, de uma carga explosiva no Vera Cruz, paquete utilizado para transporte de tropas para África. Novas acção da ARA seriam depois desencadeadas. Em 7 de Novembro de 1971, foi a vez de rebentarem explosivos na base da NATO da Fonte da Telha, numa operação reivindicada pelas Brigadas Revolucionárias (BR)."

In a História da PIDE, de Irene Flunser Pimentel
Capítulo VII . A Extrema-Esquerda E As Organizações De Luta Armada, página 186

VII.1. A LUAR

"No início da década de 70, a então a DGS ficou também inicialmente confusa com o surgimento dos diversos agrupamentos de extrema-esquerda e das várias organizações de luta armada, sem saber, no começo, quem era quem. O único facto que a polícia conhecia era que a Liga de União e Acção Revolucionária (LUAR) tinha uma origem diferente de todas as outras organizações, além de ter sido criada anteriormente, por Hermínio Palma Inácio, um dos participantes no assalto ao avião da TAP, em Novembro de 1961. Do núcleo fundador da LUAR faziam também parte Camilo Mortágua (que já tinha participado no assalto ao paquete Santa Maria e no desvio do avião da TAP, em 1961), António Barracosa, Luís Benvindo, Júlio Alves, Emídio Guerreiro, José Lopes Seabra e Fernando Echevarria.
A primeira acção da LUAR foi, em 17 de Maio de 1967, o assalto á delegação do Banco de Portugal da Figueira da Foz - operação Mondego - onde foram roubados cerca de 30 mil contos. Depois da acção, os operacionais da LUAR abandonaram a zona, num avião que o próprio Palma Inácio pilotou e pousou no Algarve. Enquanto a PIDE investigava a eventualidade de uma fuga de barco, para Marrocos, já o grupo se encontrava perto de Barcelona, seguindo, depois para França, onde Palma Inácio foi preso pelas autoridades francesas. A pretexto de que o assalto ao banco relevava do direito comum, o governo salazarista pediu a extradição, mas a justiça francesa não aquiesceu e, após cinco meses de detenção na Santé, Palma Inácio foi libertado pelo tribunal.
A PJ e a PIDE conseguiram prender alguns elementos implicados na operação Mondego, entre os quais havia uns acusados de pertencerem simultaneamente á FAP e á Luar. No julgamento dos vinte e dois implicados no assalto ao da Figueira da Foz, seis foram absolvidos, oito foram condenados a penas correccionais e outros oito elementos a prisão maior.
Entre estes, só Ângelo Cardoso, sentenciado a sete anos e três meses de prisão maior, se encontrava preso. Os outros foram todos julgados á revelia, sendo Palma Inácio condenado a 16 anos de prisão."


In a História da PIDE, de Irene Flunser Pimentel
Capítulo VII . A Extrema-Esquerda E As Organizações De Luta Armada, página 189

Acções da Luar:

17 de Maio de 1967: Operação Mondego - assalto á delegação do Banco de Portugal na Figueira da Foz.

17 de Setembro de 1967: Operação Diana - roubo de pistolas e munições do quartel-general de Évora.

Final de Agosto de 1968: Operação Hermínios - plano falhado de tomada da Covilhã, com assalto á agência do Banco de Portugal, posto emissor e postos de segurança.

1 de Maio de 1971: Assalto do consulado de Portugal em Roterdão.

4 de Junho de 1971: Assalto do consulado de Portugal no Luxemburgo.

9 de Abril de 1972: Assalto á carrinha do Banco da Agricultura, Paris.

VII.2. A ARA E A Confusão Inicial Da DGS

"Depois da LUAR, surgiu a organização armada ARA, ficando a DGS inicialmente confusa quanto á autoria das diversas sabotagens e dos diversos rebentamentos de explosivos. Num relatório de 1972 sobre os «actos de terrorismo que ultimamente se vêm verificando no País e no estrangeiro com o fim de atentar contra a segurança do Estado e das populações», a DGS começou por não perceber de quem era a autoria de todas as operações, e por achar que a acção da Escola Técnica se devia a «elementos comunistas da facção terrorista (maoístas)».
Quando ocorreram as acção no Comiberlant, em 27 de Outubro, em Oeiras, na base subterrânea da NATO na Fonte da Telha, em 7 de Novembro de 1971, e na bateria de canhões em Santo António da Charneca, em 12 de Novembro desse ano, a DGS atribuiu-as ao «MRPP ou outra organização clandestina do género». Ora, como se viu a do Comiberlant foi da autoria da ARA e as outras duas operações de outra «organização clandestina», as Brigadas Revolucionárias.
... o roubo de explosivos numa pedreira no Algarve e a sabotagem dos camiões da Berliet, em Lisboa, respectivamente em 11 de Junho e de Julho de 1972, tinham sido da autoria da chamada «Frente Patriótica da Libertação Nacional», através das suas «brigadas revolucionárias»."

In a História da PIDE, de Irene Flunser Pimentel

Capítulo VII . A Extrema-Esquerda E As Organizações De Luta Armada, página 193

VII.2.1 As Acções da ARA


"..., a imobilização durante vários dias do navio "Cunene" atracado à Doca de Alcântara e pronto para partir para África com material militar», no casco do qual foi colocada uma carga explosiva.
(...)
Com a acção contra as aeronaves militares na Base Aérea de Tancos, em 8 de Março de 1971, a cargo do mesmo Carlos Coutinho, acompanhado de Ângelo de Sousa, ficaram destruídas cerca de três dezenas de helicópteros e aviões militares.
(...)
Numa operação da autoria de Carlos Coutinho e Alberto Serra, vários explosivos haviam entretanto destruído em 3 de Junho de 1971, a central telefónica e de telecomunicações de Lisboa, bem como o centro de distribuição de electricidade... .
(...)
... tratou-se da danificação, em Lisboa, Porto e Coimbra, de vinte torres metálicas das linhas de alta tensão da rede eléctrica nacional.

In a História da PIDE, de Irene Flunser Pimentel
Capítulo VII . A Extrema-Esquerda E As Organizações De Luta Armada, páginas 195/196

As operações da ARA

26 de Outubro de 1970: Sabotagem ao navio Cunene.

20 de Novembro de 1970: Escola Técnica da DGS, Centro Cultural Norte-Americano e Sabotagem de material de guerra no navio Niassa.

8 de Março de 1971: Destruição de aeronaves na Base Aérea de Tancos (16 helicópteros e 11 aviões).

3 de Junho de 1971: Correios na Praça D. Luís e postos de alta tensão de Sacavém e Belas.

27 de Outubro de 1971: Comoberlant (quartel da NATO).

12 de Janeiro de 1972: Sabotagem de material de guerra no navio Muxima.

9 de Agosto de 1972: Postos de Alta Tensão de Vialonga, Belas/Caneças e Coimbra.

Verão de 1972: Assalto a pedreira em Loures

Verão de 1972: Postos de alta tensão da Maia, Porto.

VII.2.1 As BR

Operações das Brigadas Revolucionárias

7/8 de Novembro de 1971: Explosão da base da NATO, Fonte da Telha, Setúbal.

12 de Novembro de 1971: Explosões na bateria antiaérea em Santo António da Charneca, Barreiro.

1 de Maio de 1972: Tentativa de sabotagem de postos de alta tensão, em parte do centro e sul do país: Amadora e perto da barragem de Castelo de Bode.

11 de Junho de 1972: Desvio de explosivos de pedreira, Algarve.

25 de Junho de 1972: No período eleitoral para a reeleição de Américo Tomás, rebentamento de explosivos com panfletos e largada de porcos, no Rossio e em Alcântara, Lisboa.

11 de Julho de 1972: Destruição em Cabo Ruivo de 15 viaturas militares Berliet.

25 de Setembro de 1972: Sabotagem de instalação electrónicas de Palmela e Sesimbra da Rádio Marconi.

Dezembro: Recuperação de mapas militares, num assalto aos Serviços Cartográficos do Exército, entregues á FRELIMO, ao MPLA e a PAIGC.

31 de Dezembro de 1972: Rebentamento de petardos, a divulgar a «greve da fome», de cristãos pela Paz, na Capela do Rato, Lisboa e Margem Sul.

9 de Março de 1973: Explosivos no Distrito de Recrutamento e Mobilização na Avenida de Berna, Lisboa, explosivos nas instalações do Q.M.G., na Rua Rodrigo da Fonseca, Lisboa e explosivos nos Serviços Mecanográficos, no Quartel da Graça, Lisboa.

6 de Abril de 1973: Explosivos em várias secções dos serviços de recrutamento do Q.G. da 2º Região Militar no Porto e explosivos na sede do Movimento Nacional Feminino, também no Porto.

29 de Abril de 1973: Distribuição de panfletos em 200 locais de todo o país, feita por pertardos.

1 de Maio de 1973: Destruição da Divisão de Contratação Colectiva e Direcção dos Serviços do Trabalho, do Ministério das Corporações, na Praça de Londres, Lisboa.

26 de Outubro de 1973: Destruição de uma das secções do arquivo no Q.G. da Região Militar do Porto.

22 de Fevereiro de 1974: Sabotagem do Q.G. da Guiné Bissau.

9 de Abril de 1974: Sabotagem do navio Niassa, quando ia partir para Bissau.

Outras organizações de extrema-esquerda são:

- Frente de Acção Popular (FAP).
- Comité Marxista-Leninista Português (CMLP).
- Movimento de Acção Revolucionária (MAR).
- Frente Patriótica de Libertação Nacional (FPLN).´

http://resistencialusitana.blogspot.com
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